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Blind datePublicado em 2013-01-09 na categoria Contos eróticos / Gays
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Entrei no site de chat e sem nenhuma pretensão deixei o meu apelido enquanto fazia outras coisas na internet. De vez em quando dava uma olhada, trocava umas mensagens, mas nada demais. Algum tempo depois alguém com o apelido Coroa 47 puxou conversa. Respondi às perguntas básicas que me fez: falei da minha idade, 34, ele achou bem; descrevi-me, moreno claro, 1.85, 83 kg, poucos pêlos, cabelos pretos raspado e falei sem saber o que era para ele uma palavra mágica, discreto.Ele retribuiu e disse que era peludo, baixinho, tinha 1.72, confessou uma barriguinha saliente, ficando calvo, usava óculos e era professor. A conversa fluía e chegamos ao assunto sexo, lógico, éramos dois adultos procurando isso. Ele falou-me que curtia muito um broche e a penetração era um detalhe para ele, dispensável. Ao falar assim fiquei muito excitado, pois gosto destas brincadeiras. Uma hora depois o porteiro de um prédio de um bairro classe média da minha cidade informava ao apartamento 730 dizendo que havia alguém na portaria. Imediatamente fui indicado ao elevador e cheguei ao apartamento onde ele já me esperava na porta. Já dentro do apartamento, estranhamente, nós dois estávamos sem graça, iniciamos uma conversa de circunstância, ou seja, sem sal, como se diz. Ele ofereceu-me algo para beber, aceitei um copo de água, a boca estava seca de nervosismo. Retribui, meti a mão no seu pau por cima da calça e comecei a apertar. Automaticamente começamos a tirar as roupas. Primeiro as camisas, em seguida os sapatos e as calças , ficamos só de cueca, quando ele me faz um pedido “estranho”. Paulo pede para eu ficar em pé na frente dele. Manda-me dar uma volta, depois pede que eu fique de costas, eu faço, mas constrangido Ele pede para eu empinar o rabo, eu não faço, ele pede de novo com jeitinho e acabo por ceder ao desejo daquele homem. Rapidamente fiquei de frente para ele que olhou e disse, gostas que um macho te olhe assim? Entrei no clima – o meu pau não negava isso – e disse, sim. Ele puxou-me pela cintura e o meu pau ficou na cara dele que apertava com uma mão por cima da cueca e a outra percorria o meu rabo, dando uns apertões, e puxando a minha cueca para cima, numa espécie de fio dental, fazendo-a entrar no meu reguinho. A aquilo estava a dar-me um tesão. Quando não aguentava mais, ia baixar a cueca, ele pediu calma e continuou a morder o meu pau por cima da cueca, apertando o meu rabo. Ficamos um bom tempo naquela brincadeira e a minha cueca manchou de tanto que meu pau babava. Ele baixou a parte da frente da minha cueca para libertar o meu pau, o meu rabo continuava preso naquilo que ele insistia em fazer de fio dental. Senti as suas mãos fortes deslizarem pelas minhas pernas e chegarem até aos meus pés. A sua mão voltou depressa, pegou no meu pau e meteu-o na boca. Eu instintivamente segurei a cabeça dele e comecei a penetrar fundo. Fodia aquela boca experiente, tirava o meu pau um pouco e batia na cara dele, enfiava de novo e chamava-lhe nomes. Ele nada dizia, nem podia, a boca estava cheia. E continuei a falar enquanto o meu pau invadia com ferocidade a sua boca, fazendo-o em alguns momentos engasgar mas eu queria era meter forte naquela boca... Avisei que se continuasse no ritmo que estavámos eu ia gozar naquela boca. Achei que ele ia dar um intervalo, ao contrário, aumentou o ritmo e gozei, gozei muito naquela boca, senti os jatos baterem fundo na sua garganta e ele chupava com mais gula, enfiando o meu pau bem ao fundo. Depois foi tirando aos poucos e lambendo, lambendo tudo, lambendo a cabeça e deixando-a bem limpinha. Uma gozada espetacular. Paulo levantou-se, o seu pau duraço quase não cabia mais na sua cueca, quis dar-me um beijo, mas na boa, não rola. Foi ao banheiro, lavou a boca e voltou cheio de gás, mas eu já estava meio mole, já tinha gozado, pedi um tempo. Mas ele não queria saber de tempo, estava de pau duro e queria gozar, veio e sentou-se no meu colo no sofá, começou a morder o meu pescoço com gula, o seu peito peludo encostava no meu, as suas mãos fortes e experientes percorriam o meu corpo, a sua língua nervosa lambia e ora fodia-me a orelha, ora entrava na minha boca, ora passava no meu pescoço. Sem eu “perceber” ele foi-me deitando no sofá de barriga para cima deixando a mostra o meu pau novamente duro. Mas a sua boca agora queria os meus peitos. A sua boca começou a engolir os biquinhos do meu peito, revezava entre um mamilo e outro, as mãos revezavam entre asa minhas pernas, rabo, barriga e rosto. Rapidamente Paulo puxou-me pelas pernas e deixou-me ajoelhado no sofá. Abriu as minhas pernas com uma deliciosa rispidez, não tive tempo de falar nada, só de sentir a sua língua furiosa à procura do meu cu. E ele enfiava fundo, mordia o meu rabo, dava chapadas, dizia palavrões, humilhava-me verbalmente. Ficou ali a foder-me com a sua língua por algum tempo, ás vezes tendo que tapar a minha boca de tão alto que eu gemia. De repente Paulo parou, virou-me bruscamente no sofá e meteu uma camisinha no seu pau – porque eu chato já tinha dito que sem não rolava – e começou a passar na minha boca, na minha cara e dizia: agora quem é a bixinha, heim? Tentei abocanhar o seu pau, ele não deixava e dizia, bixinha gulosa, doida para chupar, e continuou ali a torturar-me, batendo com ele na minha cara, passando na minha boca, até que não aguentei mais e engoli quase que à força aquele pedaço de tora, que encheu a minha boca. Chupei muito, passava a mão, lambia a cabeça, chupava as bolas e olhava para cara dele e só via os seus olhos contorcerem-se. Continuei a chupar quando senti o seu pau inchar na minha boca, aumentei o ritmo da chupada e Paulo gritou que ia gozar na minha boca e inundou a camisinha. As suas mãos seguravam com força a minha cabeça e forçavam sem cerimónia aquela tora na minha boca. Paulo tremeu todo e deu para sentir a última espirrada. Deu mais umas enfiadas na minha boca e foi tirando devagar a sua tora e disse: que delicia de broche e chamou-me para tomar um banho. Depois de um rápido banho para tirar o suor do corpo com direito a umas pegadas debaixo do chuveiro, fomos para o quarto, deitamos, e a coisa complicou-se, eu queria abraça-lo por trás, tipo conchinha, ele também queria abraçar-me assim, por fim eu venci-o e ficamos a ver tv com o rabo dele colado no meu pau. Nesse meio tempo fiquei a passar a mão no seus peitos, senti-os enrijecerem. Paulo começou a esfregar o rabo no meu pau, logo estávamos os dois de verga dura novamente. Mais beijos, abraços, passadas de mão, todo aquele esfrega-esfrega que dá o maior tesão e fui virando-o de rabo para cima. Ele não oferecia resistência, já sabia o que eu queria. Coloquei um travesseiro por baixo da sua barriga, o seu rabo ficou bem empinado, outra camisinha, gel, comecei a pincelar o meu pau naquele cu, ele começou a ficar mais bixinha. Aquele homem mandão e peludo estava a dar lugar novamente a uma putinha deliciosa. Depois de brincar bastante com o pau na portinha comecei e ouvi-lo gemer muito e implorar para eu meter a verga naquele cu. Comecei a empurrar os meus 18 cm, ele pediu um tempo, não dei, e continuei a empurrar sem dó, empurrei mais e mais, só parei quando senti as minhas bolas encostarem nas nádegas. Coloquei-o de quatro, segurei firme na sua cintura e soquei, soquei sem dó, só ouvia o barulho do meu pau contra o rabo e os gemidos dizendo que estava gostoso. Virei-o rápido, na posição de frango assado e soquei muito segurando as suas pernas e vendo o meu pau arrombar aquele cu de macho que virou fêmea. Paulo só gemia e pedia mais, era uma mulherzinha sedenta de pau. Levantei mais as suas pernas e socava mais, bombava sem dó, eu queria ve-lo gemer igual a uma vagabunda. Deitei-me em cima dele com a minha verga cravada no seu cu enquanto beijava aquela que agora era minha putinha. Paulo delirava, o seu cu piscava muito, não demorou muito e gozei novamente, e gozei muito, jatos e mais jatos de leite naquele cuzinho guloso. Depois do último jato e daquela socada forte caí em cima dele e ali fiquei por um tempo. O meu pau não amoleceu na hora, ficou naquele cuzinho que não parava de piscar. Passado um tempo fui tirando devagar e deitei-me ao seu lado. Ele instintivamente pegou a mão e levou-a de volta ao seu cu, entendi. O rabinho já estava aberto e dois dedos meus escorregaram para dentro com facilidade enquanto ele tocava uma punheta e gozava com meus dedos no seu rabo. Enquanto tocava uma com meus dedos a entrar e sair do cu, a sua boca procurou a minha. Beijamos-nos forte, era algo frenético, quando ele parou e começou a gemer alto e gozou, gozou muito, os jatos de esporra quente espalharam-se pelo peito peludo chegando até ao queixo. Demos um tempo, mais um banho rápido para tirar o suor com direito a umas pegadas e voltamos para a cama. Paulo pediu para me abraçar por trás, desta vez deixei. Passava um filme na tv, não lembro qual era, só me lembro de passado um tempo a sua boca quente mordia a minha nuca, a sua língua procurava o meu ouvido e o seu pau foi ficando duro atrás de mim. Viro-me e começo a beijá-lo, com força, coisa de dois machos, com pegada, ele quase que me deixa sem ar. As suas mãos aflitas procuram o meu rabo e eu procuro o seu pau. Começo a apertá-lo. Um dos seus dedos percorre o meu reguinho de forma leve e gostosa, que tesão, soltei um gemido, e ele disse: isso, solta-te, sem vergonha, geme pra mim vai. Outra mão passa e aperta o meu rabo com força, outro gemido baixinho. Paulo cochicha no meu ouvido, vamos tentar? Eu não aguentava mais aquele homem a apertar-me, a desafiar-me, e a chupar-me e digo sim. Paulo coloca-me de lado, os seus dedos começam a passar gel e a cada passada eu sentia um arrepio gostoso. Aos poucos começa a forçar a entrada, sinto um desconforto, mas deixo. Depois de ficar um bom tempo sem pressa a brincar com dedos no meu reguinho quase fazendo-me gozar assim. ele diz: põe a mão. Fico espantado, dois dedos estão cravados todinho dentro de mim. Ele começou um lento vai e vem, o meu pau parecia que ia estourar e ele perguntava se estava a gostar. Não conseguia responder, só murmurar vergonhosamente um sim. Paulo encapou o seu pau rapidamente. A sua verg já bem lubrificada fez com que a camisinha escorregasse fácil por aquela tora. Lubrificou bem o meu rabo, encostou o pau, senti a pressão do cabeção no cu, eu travava, que foda, estava gostoso aquilo, mas ser enrabado sempre é meio foda, incómodo mesmo, mas o tesão estava maior e eu não queria parar. Paulo muito experiente e percebendo que eu não ia conseguir começou a falar ao meu ouvido, morde-me e uma das suas mãos achou o meu pau. Começou a masturbar-me. Que tesão era aquele, um pau a forçar o meu meu cu e aquela mão quente a punhetar-me. Pedi para parar porque se continuava ia gozar. Ele parou de me punhetar, mas não desistia de me enrabar, forçava o seu pau contra meu cu, senti a cabeça pressionar, puta que pariu, que dor.. Estava gostoso ficar de costas para ele, sentir o seu pau a esfregar o meu rabo, as mãos a apertar-me, mas levar no rabo, sempre dói, e o pau dele era grosso. Ao notar que eu podia sair fora a qualquer momento, Paulo levantou-se e voltou com um tubo qualquer. Era um anestésico. Untou os dedos, passou no meu cu já lubrificado, passou bastante em volta do anelzinho e deu um tempo apalpando-me, chupando a minha orelha e mordendo a minha nuca. Colocou de bruços, foi demais sentir aquele corpo em cima de mim, aquele peso desejando-me. O seu pau firme apontava para o meu cuzinho e caçava a entrada, e quando a achou, a cabeça fez uma puta pressão e foi-me rasgando aos poucos, com delicadeza de quem sabe comer, sem pressa. Perguntava se estava tudo bem, se podia continuar, eu respondia que sim. Passado um tempo ele cochicou orgulhoso no meu ouvido: entrou tudo! Com tudo enterrado perguntou quem era agora a putinha. Começou a bombar de leve, beijando-me a nunca, e dizendo que o meu cu era apertadinho, que ele ia deixa-lo arrombadinho. Foi aumentando as estocadas, e foi-me puxando para trás. Quando percebei, já estava de quatro e ele segurava-me forte pela cintura e bombava agora mais forte. Ficou assim um tempo, o meu cu já não aguentava mais, mas Paulo queria era foder, tirava tudo e socava e dizia que ia castigar-me sem dó. Estava gostoso, porém o meu cu ardia. Paulo empurrou-me novamente e fiquei de bruços com o seu peso em cima, que delicia. Experiente e ao perceber que mesmo bom eu poderia sair fora e cheio de tesão não demorou a gozar, segurou-me com uma força brutal, berrou, senti o seu pau inchar, o seu corpo todo tremer e o gozo veio forte. Paulo gozava, e gozava muito, dando aqueles últimos arrancos e pressionado o meu rabo com as mãos até que senti aquela última e dolorida estocada. O seu pau amolecido ficou um tempo dentro de mim e confesso que estava uma delicia. Eu dava umas piscadas só para ouvi-lo dar um gemido. Paulo foi tirnado a tora de dentro de mim, amolecida, mas mesmo assim grossa, arrancou a camisinha e satisfeito mostrou-me. O corpo dele ficou mole, como todo o resto em cima de mim. Paulo não saiu de cima de mim, e nem eu queria, estava bom daquele jeito e o meu pau continuava duro. Passou um tempo, ele nada egoísta pergunta se pode pegar um brinquedo para me fazer gozar agora, já que minha verga continuava dura. Respondi que sim, mais pelo tesão do que pela razão, afinal, que brinquedo um macho poderia ter. Ele volta com dois dildos, um tamanho XL e outro mais pequeno, e antes que eu diga qualquer coisa ele adianta-se: só se você quiser. Claro que eu queria, estava de pau feito, com tesão, queria gozar. Paulo deixa-me de bruços e começa a enfiar o pequeno vibrador. Estava gostoso e escorregou fácil para dentro de mim, pois nem se comparava em grossura e tamanho do seu pau. Depois pediu-me para ficar de quatro e para eu tocar uma enquanto ele me fodia com aquele brinquedo de gente grande. Paulo sentia satisfação em fazer aquilo, a sua verga começava a dar sinal de vida. A sua cara era de tesão, tesão por submeter outro macho àquela humilhação. Estava gostoso, fechei os olhos e punhetava-me. Sentia o vibrador entrar e sair, as vezes saia tudo e voltava, mas numa destas que saiu tudo e entrou, senti uma dor no cu. O safado sem me avisar trocou de vibrador, e começou a beijar-me o pescoço enquanto o “novo” brinquedo me rasgava. Nisso ele confessa que sempre teve a fantasia de enfiar um dildo no cu de uma putinha, socar um dildo num rabo que não fosse o dele e foi enfiando, fazendo-me sentir dor e tesão. Gozei, gozei muito, saia jatos e mais jatos de esporra da minha verga. Enquanto eu gozava ele aproveitou para aumentar as estocadas do dildo gigante e arrombar-me definitivamente. Gozei e cai de bruços de novo na cama com o dildo enterrado todinho no meu cu. Passado mais um tempo fomos tomar mais um banho, mas este bem mais demorado, afinal era nossa despedida, com muitos beijos. Era o último banho, infelizmente eu tinha que ir embora e a sua esposa estava para chegar... |
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