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Uma estranha iniciaçãoPublicado em 2012-12-06 na categoria Contos eróticos / Gays
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É engraçado como muitas vezes fazemos aquilo que pensávamos nunca fazer. O meu nome é Marcelo, tenho 21 anos e há 2 anos dei baixa do serviço militar na Marinha. Nessa época estava a namorar com a minha actual noiva, a Miriam. Precisando muito de dinheiro vi um anuncio de um navio mercante, que pretendia recrutar ex- marinheiros para uma viagem de ida e volta com mercadorias para a Austrália.Passei facilmente na selecção e preparei-me para a viagem. Eu era o mais novo marinheiro a bordo (19 aanos), mas com muita disposição. Quando estávamos há 15 dias no mar já sentia saudades de casa e de Miriam. Passava as noites no dormitório colectivo a pensar nela, e arriscava de vez em quando uma masturbação por debaixo do lençol, porém com muito cuidado pois dormia na cama do meio de um treliche. Muitas vezes demorava a dormir, parte pelo cansaço que tirava o sono, mas para isso o departamento médico do navio dava-nos um remédio a base de maracujá que agia como tranquilizante o qual dava nas primeiras horas um sono profundo. Não só eu como os demais marujos vivíamos com um tesão reprimido. Eu era muito agitado na cama e virava-me muito no colchão. Certa noite, já em sono profundo, sonhei com Miriam. Estávamos a fazer sexo muito gostoso, fantasiava estar a comer-la por trás, deitados na cama quando de repente entrou no sonho o irmão de Miriam, um surfista com um corpo dem definido que nem eu tinha pensado, mas que surgiu do nada no meu sonho, vindo por detrás de mim e que me acariciava o rabo. Era estranho, jamais tive sonhos eróticos com outros homens, mas estava a gostar. Nesse momento acordei e fiquei naquele sono leve e ainda a sentir estar a ser acariciado no traseiro, era tão gostoso que já estava com o membro duríssimo. Nesse momento percebi que algo estranho estava na realidade a acontecer: o sonho era um prolongamento da realidade. Eu estava mesmo a ser acariciado nas nádegas. Tobias, o meu colega da cama debaixo estava de pé ao meu lado com a mão dentro do meu short a apalpar as minhas nádegas. Espantado com aquilo não esbocei reacção, mas estava gostoso. Fingi que ainda dormia e deixei continuar para ver até onde Tobias queria ir. Eu não sou gay, muito pelo contrário, gosto muito de uma boa mulher. Mas a verdade é que tive curiosidade. Aquela sensação de curiosidade de saber o que é que uma mulher ou um gay sente nessa hora. Talvez por isso deixei o Tobias continuar, como se eu não soubesse de nada, como se estivesse em sono profundo. Tobias fazia as caricias suavemente. Baixou a parte de trás do meu short até deixar o meu rabo completamente descoberto e continuou a apalpar-me. Eu tenho um normal normal, somente sem pelos, pois não sou muito provido de pelos. De pele muito branca o rabo então é ainda mais branco. Então ele colocou a pontinha do dedo no meu buraquinho e forçou um pouco até entrar meio dedo. Tentei ficar quietinho, mas com o susto da penetração contrai o ânus, como se estivesse a puxar o dedo mais para dentro. Eu não olhava, sabia que era o Tobias porque vi pelo rabo do olho, no meio da penumbra. De repente percebi pelo balançar da cama que Tobias subiu nela. Colocou-se de joelhos por sobre mim. Senti o seu membro tocar o meu rego. Tobias colocou o seu pau no meu reguinho e apertou as minhas nádegas contra ele. Que coisa estranha, sou um macho, mas estava a deixar aquilo acontecer e... estava a gostar. Senti de repente que Tobias afastava as minhas nádegas e colocava a cabeça do membro bem na minha entradinha. Eu pensei, vou saber como é isso, se é bom, se dói e ainda por cima vou dar uma de “não sabia de nada pois estava a dormir...” e saio inocente dessa. Tobias passou um creme e começou a forçar e parece que entrou meia cabeça. Doía imenso essa meia cabeça, mas eu queria saber como era e estava a aguentar, quando de repente ouviu-se um barulho. Era outro marujo a vir do banheiro. Tobias puxou o pau fora, correu e ditou-se na sua cama. Eu fiquei de bruços, rabo de fora, com o cu meio ardido e sem saber como era aquilo afinal. Juro, fiquei frustrado. Eu, um frustrado por não ter sido enrabado completamente. Na cama debaixo ouvi Tobias a masturbar-se, sabendo que estava a pensar em mim, mas que pensamento besta esse, parecia uma mulherzinha daquelas “amor de pica onde bate fica” mas eu tentava convencer-se que era pura curiosidade. No dia seguinte, trabalho novamente, a escala era de 10 horas de trabalho por 14 de descanso. Na hora do rancho Tobias sentou-se na minha frente no refeitório e puxou assunto sobre mulheres e sexo. Conversamos muito e rimos muito. Percebi o olhar meio matreiro de Tobias, mas não dei a entender que sabia o que tinha acontecido na noite anterior. Mas ficamos só nisso. Á noite tomamos banho perto um do outro, pude ver que o tamanho do membro de Tobias era normal, sem grandes atributos o que me acalmou, sabendo que tudo poderia acontecer de novo. Fomos dormir e eu disse ao Tobias que o dia tinha sido muito cansativo e eu tomei uma dose dupla do remédio pra dormir (era só desculpa para deixar o Tobias mais tranquilo para agir novamente). Todos dormiram, menos eu. Estava ansioso para ver se iria acontecer aquilo de novo. Lá pelas duas horas da madrugada eu já estava cansado de ficar na minha posição preferida de Tobias, de bruços, rabo arrebitado, pois pus um travesseiro pequeno em baixo de mim. Estava tudo meio claro por causa da lua cheia que entrava pela clarabóia, quando assuste-mei ao ver o mulatão Tobias levantar-se e por-se ao meu lado. Pensei “é agora, vou ter que aguentar para ver”. Eu estava deitado, barriga para baixo, rabo para cima, quando senti suavemente o meu short a descer, Tobias estava a puxa-lo para baixo, mas dessa vez tirou-o e pôs de lado. As caricias no rabo começaram, o dedo indicador correu por dentro do meu rego e encontrou o meu buraquinho, virgem, coitado, aliás, meio virgem. Senti outra vez o creme no meu rosadinho e a seguir o dedo a entrar e era bom, juro, era gostoso, estranhamente gostoso. Tive vontade de me contorcer em volta daquele dedo. Mas continuei quietinho. Tobias pegou a minha perna por baixo da coxa e dobrou-a com a outra esticada. Subiu para a cama, e encostou novamente a piroca no meu rego, ficando a roçar um tempão, quase pedi pra ele entrar. Mas fiquei quieto, como que dormindo. Ainda com o membro de fora deitou-se sobre mim. Veio com a boca até ao meu pescoço e beijou, soprou na minha orelha e lambeu-a, na hora fiquei todo arrepiado, eu estava paradinho e a aprender técnicas de sexo gay. Os chupões na orelha foram diminuindo, uma dentadinha ou outra na nuca e eu encolhi-me, não havia jeito. Tobias chegou bem perto do meu ouvido e disse: “tu achas que estás a enganar a quem? Nós sabemos que tu estás bem acordadinho. Mexe só um pouquinho esse rabinho para mim”. Mas disse aquilo com tal carinho que de repente vi-me a mexer o rabo com o pau de Tobias no meio do reguinho. Quando olhei para o lado vi que os três marujos da cama da frente estavam acordados a ver tudo de camarote. Fiquei apavorado e fiz-me de surpreendido. Repreendi o Tobias, empurrei-o para o lado de fora da cama como se eu fosse completamente inocente naquilo tudo. Puxei o lençol, virei para o lado e fingi dormir, mas não consegui a noite toda com raiva daqueles dois que me frustraram por mais uma noite. No refeitório não podia encarar ninguém, mas percebi que os dois marujos e o Tobias faziam como que nada tivesse acontecido, isso tranquilizava-me. A minha escala de serviço estava mais tarde naquele dia ia das 17 as 5 horas do dia seguinte. Eu era operador de radio e a minha sala era pequena onde só um trabalhava. No horário fui trabalhar quando estava na sala que mede uns 2x2, entraram o Tobias, o João e o André. Ao entrarem na minha sala deixaram-me tremendamente constrangido. Mas eles tranquilizando-me, disseram que aquilo era muito comum no alto mar Que todos tínhamos essa curiosidade mesmo não expressando, todos tínhamos lá no fundo uma vontadezinha de um dia dar também, não por homossexualidade, mas por curiosidade. Disseram também que no alto mar é assim mesmo, um satisfaz o outro e que todos ali éramos como uma família, o que acontecia ali ficava ali. Apertaram a mão. Senti-me aliviado. Saíram todos menos Tobias. Ele perguntou-me se tinha gostado, eu fiquei envergonhado com a pergunta, ele entendeu e disse que queria e precisava completar o que foi começado e se eu deixaria. Baixei a cabeça e a balancei-a concordando, mas com uma ponta de arrependimento. Ele disse-me que voltaria às duas da madruga e que eu me preparasse que agora sim eu ia sentir o que era gostoso. Tive medo da situação, mas seria agora ou nunca mais. Tinha uma garrafa de vodka escondida na gaveta que era justamente do André que era o terceiro operador de radio. Bebi um pouco para esquecer, mais um pouco para me lembrar e fui ficando meio alegre. Às duas da manhã em ponto Tobias chegou. Eu francamente não sabia o que dizer ou fazer mas estava “aquecido” pela vodka. Cheguei perto do Tobias, e perguntei, “e agora?” Tobias trancou a porta atrás de si, puxou-me para o canto e disse: “tu não fazes nada, deixa que eu faço, tá? Mas tu deixas eu fazer tudo tá? Concordei... Ele tirou a minha camisa e foi direto beijar, chupar e mordiscar o bico do meu peito, muito rosadinho e gordinho. Senti uma sensação estranha, esquisita, como se eu fosse realmente uma mulher. Eu arfava e contorcia-me com a sensação, sei lá, entre cócegas, tesão, paixão, e vontade de me submeter a ele. Sentia o que as mulheres acho que sentem, uma tremenda vontade de ser acariciado de fazer vontades de ser subjugado, coisa estranha! Eu olhava para o Tobias, mulato de cerca de 1.80m contra os meus 1.70 ele nem era bonito, mas eu sentia-o lindo. Caramba! Eu estava a sentir paixão! E deixei-me levar por aquele sentimento gostoso. Tobias enlaçou-me pela cintura, segurou a minha cabeça e deu-me o maior beijo “desentupidor de pia”, na boca, eu gostei, acreditam? Gostei, fiquei tonto e virei-me de costas para ele. A sua mão apertava-me contra ele a outra circulou-me e abriu o meu cinto, e tudo foi ao chão, cinto, calça, cueca e vergonha. Procurei apalpando para trás, agora, o seu pau duro. Ele roçava-o insistentemente na lateral da minha coxa. Eu estava louco por aquilo. Segurei-o fortemente baixei-me debruçando-me sobre a escrivaninha e disse: “agora ninguém nos vai interromper”. Pedi ao Tobias: “come-me” Encostei aquele bichão no meu ânus e forcei o meu corpo para trás, com muita dificuldade e dor foi entrando. Escapava às vezes mas eu colocava-o de novo no meu cu que foi perdendo uma a uma, as pregas a cada centímetro que entrava, eu sentia cada um deles ao ser invadido. O mais estranho também foi sentir as duas mãos de Tobias na minha cintura. Era o que eu fazia com a Miriam, mas agora a mulherzinha ali era eu. Tobias introduziu tudo, a dor era menor mas ainda sentia, e a cada estocada, continuava a doer mas sentia tesão também. Foram muitas estocadas. Nós não usamos camisinha. Não havia nenhuma. Foi muita imprudência. Mas deu tudo certo, num jorro enorme o meu intestino foi encharcado, depois que Tobias saiu de dentro de mim, fiquei a pingar sémen por quase meia hora. Tobias foi-se embora. E eu estava todo ardido. Três dias depois uma hora antes de terminar o meu turno entrou na minha sala o André ele era da minha altura. Simplesmente disse: o Marcelo eu precisamos também nos saciar contigo, deixas? Eu simplesmente disse: Deixo. E começou tudo de novo, só com uma diferença o membro de André era o mais grosso que eu já tinha visto. Doeu muito e não entrou, mas fiz o que ele e eu queríamos também fazer, chupei-o muito, quase não cabia na boca. Antes de terminar, Andre pediu-me com o carinho de um garoto que quer um brinquedo: dás-me o teu cuzinho? Eu disse então: vamos tentar, enraba-me por favor. Mais uma vez foi difícil. Aguentei, doeu e o creme não adiantava. Meteu então uma porção generosa e finalmente André sentou-se na minha cadeira, eu segurei a sua vara e sentei-me nela, fui insistente até que André entrou todo em mim. Eu é que me mexia, rebolava, subia e descia. Quando André disse já vou gozar eu fiz o que imaginava fazer: desatolei-me de André, ajoelhei-me na sua frente abocanhei o canhão, chupetei um pouco sentindo o gosto do creme, quando Andre jorrou na minha garganta. Eu não queria engolir, só sentir o gosto mas não deu, e escorreu goela abaixo. Na viagem que ainda durou 35 dias ainda satisfiz a João, Andre e Tobias varias vezes. Mas só por curiosidade. |
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