Eu estava sem emprego e consegui um trabalho numa padaria. No meu primeiro dia na padaria o gerente pediu para o Marcos me ensinar o trabalho. Conversamos, apresentei-me e ele fez o mesmo, o gerente já me tinha explicado por alto o trabalho. O que foi melhor explicado por Marcos,um rapaz moreno, magro, com uma cara de novinho mas já tinha 20 anos, sendo um ano mais velho do que eu.
Vestimos o uniforme e fiquei a admirar o corpo de Marcos sem nenhuma barriga com cabelos no meio do peito a descer e desaparecer dentro da cueca um pequeno rabo, disfarcei mas creio que ele percebeu as minhas olhadas, pois também olhou principalmente para o meu rabo.
Começamos o trabalho quando ainda não tinha ninguém na padaria. Estávamos fechados à segunda, estava apenas Marcos e eu na loja pois o gerente saiu e iria voltar mais tarde. Marcos veio ensinar-me a fazer café expresso, disse-me onde ficavam os ingredientes e onde colocar na maquina e atrás de mim para me dizer o que fazer mas bem próximo alegou que o local era pequeno o que era verdade. O trabalho era simples, por o café na maquina moer apertar o botão e pronto mas com Marcos atrás de mim e a sentir a sua respiração no meu pescoço, foi um pouco complicado para me concentrar.
Marcos respirou na minha nuca, e disse que o meu perfume era gostoso mas que era melhor eu não usar devido a não poder, pois trabalhamos com comida, normas da empresa. A seguir Marcos foi-me ensinar a fazer um lanche. Trouxe os ingredientes dizendo-me e mostrando onde estavam, foi quando ele trouxe um e colocou-o na minha frente.
Chegou-se tão perto que senti a sua mão a passar nomeu rabo, estava concentrado e nervoso com a situação. Assustei-me e ele pediu desculpas. Eu disse que não tinha importância, então disse-me que era casado mas estava infeliz porque não se sentia sexualmente realizado e fiquei ainda mais nervoso. Meio desastrado na tentativa de pegar algo que estava atrás sem querer bati a mão no pau de Marcos e percebi que estava duro e disse:
- Parece que que alguém está a esconder um cacete nas calças... Desculpa é brincadeira.
Com muita vergonha Marcos responde:
- Desculpa é que eu excito-me facilmente. Eu e a minha esposa fazemos sexo sim, mas é apenas por fazer e não por querer. E tu tens esposa, namorada, és solteiro?
- Solteiro.
- Nenhuma amiga colorida?
- Não, sou tímido.
- És virgem?
- Claro que não...
- Já estiveste com uma mulher?
- Claro que sim...
- Gostaste?
- Acho que sim...
- E já estiveste com um gajo?
- Já tive umas brincadeiras... mas nunca fiz nada...
- E gostavas de fazer?
- Não sei...
Continuamos a trabalhar, Marcos desaparece e passados uns minutos vou à sua procura para perguntar algo quando o vejo a orinar no banheiro, peço desculpas e digo que depois volto. Ele diz que posso dizer. Fico então a olhar o seu pau e começo a gaguejar. Digo que esqueci e vou sair mas Marcos chama-me e balançando o seu pau pergunta-me se eu não acho que ele tem um belo cacete.
Respondo que sim. Ele aproxima-se de mim e pergunta:
- Não gostavas de lhe tocar.
Eu a tremer respondo: "Mas tu és casado..."
- Eu sei, também acho errado, mas desde que te vi a trocar de roupa estou super excitado e a morrer de vontade de te comer.
Marcos aproxima-se ainda mais de mim. Eu nervoso e a tremer todo sinto uma das suas mão a pegar na minha e levando-a em direção ao seu pau, e a outra mão na minha nuca puxando-me para um beijo. Deixo a situação envolver-me e pego com gosto no seu pau que fica ainda mais duro e começo uma leve massagem de vai e vem enquanto nos beijamos.
Solta a minha nuca e desliza a mão nas minhas costas e enfia a sua mão na minha calça acariciando o meu rabo, passando o seu dedo no meu rego e começa a brincar com a portinha do meu cu. Eu deixo de o beijar, tiro a minha e a camisa de Marcos, agacho-me e começo a mamar o seu cacete que ja baba de tesão. Marcos geme baixinho enquanto segura a minha cabeça entre as suas mãos, e depois de algum tempo a foder a minha boca como se fosse uma rata, Marcos levanta-me e diz ao meu ouvido.
- Dá-me o teu cuzinho, a minha mulher não deixa e eu morro de vontade de comer um cu quentinho e gostoso.
- Está bem, eu viro-me de costas, mas tens que me prometer que metes devagar...
- Não te preocupes...
- Estou a falar a sério, ainda é virgem...
- Uau que tesão que me estás a dar.
Ajoelha-se atrás de mim, abre-me as bochechas do cu com ambas as mãos e começa a passar a língua no meu buraquinho, fazendo gemer como nunca. Depois surpreende-me por completo ao abrir o meu buraco com os dedos e ao introduzir a ponta da língua no olho. Nunca pensei que o cu me pudesse dar tamanho prazer.
Depois enfia-me um dedo e começa a metê-lo e a tirá-lo fazendo gemer de tesão. Uns minutos depois força a entrada do segundo e continua a enfiá-los. Não demora muito para me enfiar a cabeça de três dedos, o que me causa alguma dor que é largamente compensada pelo tesão que sinto. Então já louco, peço-lhe:
- Anda, come-me agora antes que eu desista dessa loucura.
Apoio-me na parede, Marcos cospe para o seu pau, esfrega-o nas mãos e segura-se no meu ombro com uma das mãos e com a outra guia o seu membro para o enfiar em meu cu. Começa por esfregá-lo pelo meu rego como que a preparar-me. Eu arrebito mais o rabo e Marcos começa a enfiar devagar até meter a cabeça da sua verga. Enquanto eu gemo de prazer ele fica com ele metido sem se mexer. Então uns segundos depois começa a empurrar lentamente até o enfiar todo de uma vez, fazendo-me sentir os seus pelos no meu rabo, E diz no meu ouvido:
- Que delicia de cu, quentinho e macio.
- E que verga deliciosa que tu tens...
E começa a bombar. Enquanto mete gostoso no meu rabo acaricia o meu peito, pega nos meus mamilos deixando-os espetados e durinhos, depois acaricia a minha barriga e desce até chegar ao meu pau. Arrepio-me todo quando sinto a sua mão no meu cacete, o que faz o meu cu apertar seu pau, fazendo-o gozar e encher o meu cu de esporra. Marcos pede para que eu vire e chupa-me o cacete com vontade, com gosto, mamando-me feito um bezerro até me fazer vir na sua boca. Então para minha surpresa, bebe o meu leite todo.
Escutamos um barulho, rapidamente vestimos-nos e fomos ver quem era. Era o gerente que voltava e pergunta como estou a ir na aprendizagem. Marcos diz:
- O Filipe vai muito bem! E está a adaptar-se muito rápido ao serviço.
- Que bom, espero que continue assim!
Continuamos o trabalho sempre com umas esbarradas de leve para que o gerente não perceba.
|