O meu chefe
Publicado em 2013-02-13 na categoria Contos eróticos / Gays


O meu nome é Reinaldo e esta foi a minha experiência homossexual com o meu chefe. Estava com 18 anos e à procura de emprego ou de um estagio remunerado, o que não estava fácil de encontrar Fui chamado a uma entrevista num pequeno escritório de contabilidade onde nervoso escutei a proposta da empresa e apresentei as minhas melhores referencias.

Alem do nervosismo normal pela circunstancia fiquei ainda mais apreensivo pelo comentário de um dos sócios do escritório, Rodolfo que me achou com a aparência muito jovem. Realmente apesar de já ter 18 anos parecia ser um rapaz de 16 anos. Apresentei a minha identidade, a minha carteira de reservista com a dispensa e os meus comprovantes de conclusão de ensino médio e matricula já efetuada para a faculdade de contabilidade que começaria nesse mês comprovando a minha idade, disponibilidade e qualificação juntamente com os diplomas de cursos de informática e auxiliar de escritório já concluídos.

Fiquei um pouco mais tranquilo, pois pareceu ter impressionando Rodolfo, mas alem disso, outra coisa deixava-me um pouco incomodado na sala. Era Ricardo também sócio e irmão de Rodolfo que tinha 38 anos, formado, estava informal, apresentava um corpo musculado mas não exagerado apenas torneado pelo que se podia ver, pele clara, cabelos curtos, estilo social castanho claro, olhos castanhos claros com um leve sorriso em alguns momentos.

Nunca tinha me sentido tão atraído por um homem como naquele momento, mas não podia demonstrar, tinha que controlar o meu nervosismo, a minha atração e mostrar que eu era o melhor candidato ao cargo apesar da pouca idade. Após responder todas as perguntas e apresentar todas as minhas qualificações a entrevista terminou e fui embora com a promessa de um retorno telefónico informando a resposta e caso fosse positiva já começaria no trabalho segunda feira.

A partir daquele momento fiquei com a imagem de Ricardo na minha mente, apreensivo aguardando a resposta fiquei a imaginar o que faria se fosse aprovado, queria trabalhar lá, poder ver aquele homem todos os dias, mas ao mesmo tempo como faria para não demonstrar o meu interesse, concentrar-me-ia no meu trabalho vendo aquele sorriso, aquele corpo?

O telefone toca no fim da tarde e a secretaria diz-me que fui aprovado e que segunda feira deveria estar no escritório com toda a minha documentação, vestindo fato e pronto para iniciar o trabalho. Fiquei em extase, fui conferir as minhas roupas e achei melhor comprar mais duas calças e camisas sociais, pois tinha apenas uma não gostava muito deste estilo para mim apesar de achar muito atraente nos outros, mas eu achava que o meu rabo ficava muito à mostra, empinado e mais destacado neste tipo de calça. Não dormi bem todo o fim de semana a pensar em Ricardo.

Segunda-feira. É chegado o dia, vou ao escritório e quem me recebe é Kátia a secretaria muito simpática que me leva a uma sala e pede para que eu aguarde. Pouco tempo de espera chega Ricardo logo que chega mostra um sorriso, cumprimenta-me e diz que vai-me passar o que devo fazer. Eu sentado na cadeira em frente ao computador e Ricardo atrás, quando ele se inclinava para me mostrar algo no monitor eu sentia o seu perfume, o seu rosto a centímetros do meu mexia com o meu corpo, disfarçava mas já suava.

Ricardo perguntou-me se estava bem e disse que sim, era apenas um pouco de calor e fui beber água. Estava a beber água e virei-me rapidamente e acabei esbarrando e derrubando água na camisa branca de Ricardo. Ainda mais nervoso, tremulo, pedia desculpas, enquanto Ricardo dizia que não tinha problemas, e começou a tirar a camisa. Nossa que peitoral, largo, barriga trincada, branquinho com poucos pelos lisinhos no seu peito e um caminho que sumia dentro da calça, fiquei por uns instantes parado a olhar e nem pisquei.

- Reinaldo? Tudo bem, estás a passar mal?
- Não nada, desculpe vou ajudar o senhor. Falei pegando numa toalha de papel no banheiro
- Não precisa eu faço sozinho

Mas eu nervoso nem ouvi direito voltei a correr, tropeçando no carpete quase caio e apoio-me em Ricardo, peço desculpas e começo a passar a toalha de papel no peito do meu chefe.

- Calma rapaz para que tanto nervosismo, estás a tremer.
- Não é nada senhor Ricardo, desculpe.
- Certo chega de me pedir desculpas, esta tudo bem, vou a casa trocar de camisa e volto. Conseguiste entender o que é para fazer?
- Sim, isso é fácil. Faço sem problemas.

Apesar deste primeiro dia desastroso os demais que se seguiram foram normais, mas sempre que estava sozinho com Ricardo o meu nervosismo deixava-me ainda mais atrapalhado, e eu esbarrava, tombava, tropeçava, sem querer já estava com muita vergonha.

Após um mês de trabalho já estava a ir embora, todos já tinham ido, Kátia, Rodolfo, só estava eu no escritório a terminar um relatório, quando Ricardo entra. Ele estava diferente, cumprimentou-me como sempre, mas notei um cheiro de álcool. Não estava completamente bêbado mas um pouco bebido.

Ricardo elogiou o meu trabalho, elogiou-me como pessoa, disse que estava feliz com o escritório, mas que estava triste pois o seu noivo tinha acabado com o noivado, dizendo que ele era muito libertino, realmente, Ricardo tinha essa fama, mas eu tentando amenizar disse que eles iriam voltar, que ele so estava nervoso, que ele era um bom chefe, uma boa pessoa e comecei a elogia-lo, Ricardo veio aproximando-se, chegou bem perto de mim segurou nos meus braços e perguntou:

- Porque é que tu ficas tão nervoso quando chego perto de ti? Olha para mim e responde. Falou levantando o meu queixo, pois estava com a cabeça baixa tentando não encara-lo
- Impressão sua senhor Ricardo, sou assim desajeitado mesmo.
- Não ficas pior quando estou só eu e tu.
- Senhor Ricardo, ric.. senho...

Tentei falar, mas gaguejando não saiu nada com Ricardo a aproximar de mim o seu rosto, eu a sentir o seu cheiro, as minhas pernas tremeram. Ricardo segurou-me e puxou-me para um beijo, e que beijo. Foi tirando a sua camisa, desabotoando a minha, virou-me de costas, apoiei-me na escrivaninha, enquanto Ricardo me encochava e sussurrava no meu ouvido:

- Sabia que era isso que tu querias desde o primeiro momento que me viste...
- Não senhor Ricardo o que está a fazer... - Disse gaguejando
- A dar-te o que tu queres! Disse isso e baixou a minha calça, cuspiu nos seus dedos e enfiou no meu buraquinho.
- Hummm apertadinho, como eu gosto, virgem?
- Sim... sim... simmm senhor...
- Vais gostar, vou devagar.

Agachou-se, abriu as minhas nádegas, lambeu o meu cuzinho, mordeu de um lado e do outro, e enfiou a língua no meu botãozinho. Como aquilo era bom, melhor do que eu imaginava, o meu corpo estava todo arrepiado. Ricardo levantou-se e começou a enfiar dedos no buraquinho e a punhetar-me devagar, empinava instintivamente o meu rabo e abria-me todo quando ele parou e colocou a sua verga na portinha do meu cu e começou a pincelar, o seu pau que já se babava no meu rabinho.

Virou de frente e pediu para eu o chupar. Comecei meio sem jeito mas quando relaxei foi mais fácil, Ricardo já gemia com a minha boca no seu pau, e pediu para o deixar bem babado. Sentou-se no sofá e pediu-me para sentar também.

O meu cu foi engolindo cada centímetro da sua verga, doía mas dava prazer ao mesmo tempo, ardia mas uma onda de prazer irradiava em todo o meu corpo. Quando finalmente entrou tudo, Ricardo puxou-me ao seu encontro e senti o seu peito nas minhas costas, que delicia, relaxei anda mais com os seus beijos no meu pescoço.

Ricardo levantou-me um pouco e começou a meter, sentia o seu cacete entrar e sair do meu cu, estava a deixar-me louco, parou uns instantes e eu comecei a subir e a descer, senti o seu pau inchar no meu cu e de repente vários jactos quentes de esporra inundaram o meu cu. Nossa que delicia.

Paramos um pouco, bebi água, Ricardo também. Minutos depois o seu pau já estava duro novamente. Ajoelhei-me entre as suas pernas e fiz um novo boquete lambendo desta vez até ao seu saco. Coloquei todo na minha boca, deslizava a minha língua no seu cacete e passava-o nas minhas bochechas por dentro. Ricardo levantou-se fez-me apoiar na escrivanha e meteu-o em mim de quatro mais forte, e desta vez mais intenso. Sentia o seu suor pingar nas minhas costas.

- Deliciaaaa, mete, mete gostoso esse pau no meu cu.

Ricardo derrubou alguns papeis no chão deitou-me na mesa do escritório e comeu-me de frente. Eu parecia um frango assado. Metia forte até às bolas, o seu saco batia mesmo nas minhas nádegas, e eu escutava até o barulho, então pegou no meu cacete e punhetou-me. O meu cu começou a apertar o seu pau e gozamos juntos hurrando de prazer.

Ricardo parou tirou o seu pau do meu cu, sem dizer nada, pegou na sua roupa vestiu-se e saiu. Vesti-me também, arrumei a sala tranquei o escritório e fui embora.

No outro dia Ricardo não foi ao escritório, estava com medo da sua reação, dois dias depois Ricardo aparece cumprimenta-me e faz como se nada tivesse acontecido, tudo volta ao normal, fico a saber que o seu noivo perdoou-o e reatou o noivado. Uma semana depois na sexta-feira, Ricardo pede para eu fazer um relatório extenso na hora do almoço, chega a hora de ir embora e ainda não terminei. Todos vão embora, resolvo ficar mais um pouco para terminar, Ricardo de repente entra, não fala nada so me puxa, beija-me e sussura no meu ouvido:

- Desculpa mas prefiro que seja assim tudo bem para ti?

Como recusar simplesmente baixo-me desabotoando a sua calça tiro o seu membro para fora e chupo-o, lambo-o e mordisco-o...

- Não sabes como me controlei para não te comer esta semana toda, olhando para esse rabinho que será só meu.
- Sim, ele é só seu patrão.

Ricardo comeu-me e passamos a fazer sexo quase todos os dias até me formar. Ricardo casou-se, eu continuei no escritório. Rodolfo montou um escritório em outra cidade e eu tornei-me sócio de Ricardo e Rodolfo. Também me casei e fazemos sexo até hoje, às vezes até envolvemos um ou outro estagiário nas nossas brincadeiras.

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA