O sexo é saúde
Publicado em 2012-07-26 na categoria Bestsex / Benefícios sexo


A vossa vida entre os lençóis pode ser um indício do vosso bem estar no dia-a-dia. Conheçam alguns dos problemas que podem afetar tanto homens como mulheres, na cama ou fora dela, e vejam porque é essencial discutirem essa relação...

O sexo é tão vital para a saúde quanto comer, dormir e fazer exercícios, garantem médicos e psicólogos. Até a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) dá destaque ao tema, colocando a actividade sexual como um dos índices que medem o nível de qualidade de vida. A verdade é que, entre outras coisas, a prática alivia as tensões, ajuda no combate à depressão, revitaliza o corpo, estimula a mente e ainda queima calorias (cerca de 300 por hora!), pois trata-se de um excelente exercício aeróbico e anaeróbico.

Uma das responsáveis por esse saudável turbilhão é a endorfina - substância liberada durante o acto -, que mexe com os mecanismos cerebrais que controlam o humor, a resistência ao stress e à dor e, principalmente, as sensações de prazer. "Saúde e sexo são praticamente sinónimos. Quem possui uma vida saudável apresenta um desempenho sexual satisfatório. As pessoas que têm relações com regularidade conseguem equilibrar as suas hormonas e estimular as suas potencialidades. Consequentemente são mais felizes com elas mesmas", afirma um psiquiatra.

Em geral o homem está muito bem informado sobre as doenças sexualmente transmissíveis e a sida, mas só isso não basta. Os números apontam: 1/3 das mulheres e não mais do que 40% dos homens fazem uso correto do preservativo.

Acontece que muita gente não relaciona os problemas de sexo com os de saúde. E isso muitas vezes compromete a satisfação entre os lençóis e adia até mesmo o diagnóstico de uma doença mais séria. "Ainda existe um grande grau de desconhecimento nessa área. No homem, por exemplo, a disfunção erétil pode revelar distúrbios físicos ou emocionais, como hipertensão, diabetes, cardiopatias, depressão".

Orientação sexual
  • 97% das mulheres e 92% dos homens consideram-se heterossexuais
  • 2,5% das mulheres e 6% dos homens, homossexuais
  • 1% das mulheres e 2% dos homens, bissexuais
   
O impacto da impotência

Um estudo inédito, também divulgado recentemente, procurou avaliar como as mulheres encaram a impotência sexual masculina e o que pensam a respeito de medicamentos (como Viagra, Cialis ou Levitra) que combatem o problema. "De 45% de homens com algum grau de disfunção erétil, apenas 15% procuram tratamento. Isso, depois de três anos, em média, convivendo com o distúrbio. Algumas vezes é a parceira quem motiva a consulta", diz um urologist.

Quantas relações sexuais você costuma ter?

  • Três ou mais por semana 45%;
  • uma a três por semana 33%;
  • uma a cada 15 dias 18%;
  • uma por mês 3%; menos de uma por mês 1%.

Seu parceiro utiliza recursos para melhorar o desempenho sexual?

  • Não 81%;
  • não sabe 12%;
  • sim 7%.
  • Do grupo que disse sim, 35% respondeu que o tratamento se dá por meio de remédios.

O sexo melhorou depois que ele passou a usar o medicamento?

  • Sim 82%.
  • Por quê? O homem ficou mais seguro 30%;
  • mais interessante 23%;
  • mais calmo 19%.

Situações que interferem negativamente no desempenho

 
Mulheres
Homens
Cansaço
57,3%
50,1%
Atividades diárias
34,3%
28,1%
Pouco tempo
26,2%
19,4%
Parceiro(a) antigo(a)
24,6%
27,3%
Ansiedade
21,4%
24,9%
Sexo com programação
20,7%
16,4%
Falta de atração
15,8%
17,2%
Medo de falhar
6,2%
18,4%
Parceiro(a) pouco experiente
10,1%
13%
Dificuldades sexuais do(a) parceiro(a)
9,9%
14%
Parceiro(a) recente
9,5%
6,4%
Exigências do(a) parceiro(a)
8,9%
8,9%
'Compromisso' no relacionamento
5,5%
6,4%
Parceiro(a) mais experiente
5,7%
6,3%
Falta de aceitação dos 'outros' da sua orientação sexual
2,3%
2,8%
Não-aceitação da própria orientação sexual
2,3%
2,1%

Para ter mais prazer

  • Cuidem da saúde: diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e deficiências hormonais, assim como ansiedade e depressão são inimigos do sexo. 
  • Melhorem a vossa comunicação sexual. E sejam 'didáticos', ou seja, falem claramente sobre o que gostam e o que não gostam na cama, revelem os vossos desejos e inseguranças.
  • Não descuidem a aparência. Não percam o respeito pelo próprio corpo.
  • Evitem a rotina e não tornem a relação sistemática e previsível. Soltem a imaginação e diversifiquem com fantasias e brincadeiras. 
  • Não levem os problemas do dia-a-dia para a cama. Se não for possível desligar-se deles, é melhor deixar o sexo para outra hora. 
  • Tenham o bom senso para não responsabilizar o outro pelos vossos fracassos. 
  • Anotem: férias, exercícios, sexo, tempo, alimentação e fantasia são 'prescrições médicas' para se obter satisfação sexual. 
  • Esqueçam as regras rígidas. Cada casal é único e deve criar as suas próprias diretrizes.

Tipos de dificuldades no início sexual

HOMENS

  • Não controlar a ejaculação 40,6%
  • Não conseguir parceira 38,1%
  • Não satisfazer a parceira 17,3%
  • Não atingir o orgasmo 11,3%
  • Não manter a ereção 9,7%
  • Não ter ereção 8,4%
  • Não se excitar 8,4%
  • Orientação sexual indefinida 5,4%
  • Não aceitar a orientação sexual 3,9%
  • Não ter vontade de sexo 2,2%

MULHERES

  • Não atingir o orgasmo 58,6%
  • Não se excitar 25,1%
  • Não ter vontade de sexo 17%
  • Não satisfazer o parceiro 7,7%
  • Não conseguir parceiro 7%
  • Orientação sexual indefinida 2,3%
  • Não aceitar a orientação sexual 1,4%
 
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