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Tentações...Publicado em 2015-10-01 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Recentemente tive que fazer obras em casa, nomeadamente, a nível de pintura exterior e interior. Depois de pedir vários orçamentos, optei por contratar um pequeno empreiteiro que apresentou um valor mais em conta. Tinha um contra, não podia tomar conta do trabalho de imediato, pelo que tinha de esperar cerca de um mês. Aceitei. Na data marcada, apresentaram-se lá em casa três trolhas, todos eles negros. Chegaram conjuntamente com o empreiteiro. Eles vinham num furgão velho, o patrão num camião que trazia os andaimes. Enquanto os três negros descarregavam o camião, o patrão, percebendo que eu tinha ficado um pouco chocada quando vi aqueles três matulões, tranquilizou-me dizendo para não reparar na cor, que eram todos bons rapazes. Tentei fingir, dizendo que não era racista - e não sou - mas a verdade é não consegui evitar aquela reacção de surpresa porque foi de todo inesperada. Desculpei-me dizendo que tinha estranhado que tivesse só empregados de cor, mas não tinha nada contra eles, desde que fizessem um bom trabalho. Nisso ele assegurou-me que eram bons profissionais. De qualquer forma, eu não estava completamente tranquila. Desde que fiquei viúva não arranjei outro homem, dedicando-me só ao meu filho que agora, estava na faculdade e só vinha a casa nos fins de semana e hoje era apenas segunda-feira. Apesar de saber que não tinha motivos para desconfiar ou temer, não me conseguia sentir segura. O patrão deles foi-se embora perto do meio-dia com eles já a terminarem de montar os andaimes numa das fachadas da casa, enquanto ia preparava o meu almoço. Por volta das 13h um deles, bateu à porta da cozinha e avisou-me que iam almoçar. Aquilo foi tudo tão repentino que não evitei assustar-me, quase gritando. Ele desculpou-se imediatamente, preocupando-se em saber se eu estava bem. Agradeci e desculpei-me também. Apesar de ter ficado bastante assustada e alterada, em boa verdade, fiquei muito bem impressionada com a boa educação daquele homem que à primeira vista que parecia rude. Quando terminei o meu almoço, tranquei a porta da cozinha e subi ao andar de cima para ir à casa de banho. Depois fui confirmar se tinha as janelas todas trancadas também. Foi quando os vi a almoçar junto à carrinha que estava estacionada no pequeno parque frente à minha casa. O que mais me impressionou naquela cena, foi vê-los a comer apenas umas sandes acompanhadas por umas cervejas que retiravam de uma pequena arca daquelas usadas na praia. Por volta das duas da tarde, recomeçaram com o seu trabalho. Mas como o dia estava bastante quente, todos os três puseram-se em tronco nu, exibindo um físico musculado. Apesar de os recear, fiquei impressionada, confesso. Culpa disso será o facto de, desde que fiquei viúva, nunca mais estive com um homem, acabando por perder todo e qualquer interesse pelo sexo. Mas ao ver aqueles homens bem constituídos, escuros e musculados, isso mexeu comigo, abrindo uma porta à muito fechada a sete chaves. A visão dos seus troncos despidos e transpirados funcionou como um clique que despertou a minha mente para os prazeres carnais. Tentei alhear-me daqueles pensamentos durante o resto da tarde, procurando não ter nada que fazer no exterior da casa para não me cruzar com eles. Mas ao fim do dia, por volta das sete, aquele que antes me tinha vindo avisar que iam almoçar, voltou a procurar-me. Bateu novamente à porta, que agora estava fechada e aguardou que eu viesse. Ao abrir a porta, não evitei olhar para o seu formidável físico. Os seus peitorais pareciam que tinham sido esculpidos em madeira. Não consegui dizer nada. Foi ele quem falou para dizer que o trabalho naquele dia estava concluído, desejando-me uma boa noite e dizendo até amanhã, com um rasgado sorriso. Devolvi o cumprimento e fiquei especada à porta a olhar para aquela imponente figura que se afastava. Naquela noite, para minha surpresa, vi-os novamente na carrinha a jantar sandes e a beber cerveja. Mas as surpresas não iam ficar por ali, porque antes de me deitar e enquanto fazia uma nova ronda às porta e janelas, confirmando que todas estavas devidamente trancadas, vi que eles além de comerem na carrinha, também iam dormir dentro dela. Aquilo deixou-me algo transtornada, mas pensei que aquilo se tinha ficado a dever ao facto deles não terem ainda procurado locais para comer e dormir. Fui-me deitar, atenta a todo e qualquer barulho exterior. Acabei por ser vencida pelo sono. Nessa noite, sonhei com eles. Eles conseguiram forçar a entrada em casa, enquanto eu dormia profundamente. Sem fazer barulho, subiram as escadas, percorreram o corredor e entraram no meu quarto, vendo-me prostrada na cama, vestindo uma lingerie branca. Aproximam-se de mim e começam os três a acariciar-me o corpo. Apesar de ainda estar a dormir, começo a ficar excitada. Dois deles, além de me apalparem os seios, começam a chupá-los ao mesmo tempo enquanto o terceira, despindo-me da cintura para baixo, começa a chupar-me a rata e a enfiar os seus dedos na minha racha. Entretanto acordo, mas não faço qualquer tipo de reacção. Pelo contrário, finjo que continuo a dormir enquanto eles continuam com aquelas longas carícias que me deixam tão excitada. Então, o que está aninhado entre as minhas pernas, ergue-se, abre-me as pernas e puxando-me na sua direcção, penetra-me com o seu enorme pénis negro, deixando-me praticamente sem ar. Enquanto ele faz sexo comigo, os outros dois continuam a chupar-me e a apalpar-me os seios. De vez em quando, um ou outro sobem aos beijos até aos meus ombros e pescoço para fazerem um delicioso linguado. Nisso, um deles levanta-se também e colocando-se ao lado do meu travesseiro, faz-me virar a cabeça na sua direcção e puxa-me o queixo para baixo, abrindo-me a boca. Depois, enfia-me o seu volumoso pénis na boca, empurrando-o quase até à minha garganta, quase fazendo-me engasgar. Enquanto vai fazendo um vai e vem, vai-me acariciando os cabelos. O único que não me está a penetrar, agarra-se agora aos meus dois seios, apalpando-os e espremendo-os um contra o outro, chupando-me ambos os mamilos ao mesmo tempo. Fico tão excitada que não demoro muito a gozar um intenso orgasmo, que tento conter para que eles não se apercebam que estou acordada e bem acordada. Durante o gozo daquele belo orgasmo, o negro que está a enfiar-me na rata começa também a gemer, dizendo entre dentes que se estava a vir. O outro, o que tinha a sua enfiada na minha boca, comenta também que se vai vir. Da sua verga começa então a jorrar aquele leite quente que enche rapidamente a minha boca, escorrendo logo pela minha garganta, fazendo-me engasgar. Aquela aflição de não conseguir respirar, faz-me acordar daquele sonho sexual. Acordo mesmo a tossir, levando a mão à minha garganta. Percebo então que tudo não tinha passado de um sonho. Estou toda transpirada, com a respiração ofegante e a pulsação acelerada, mas pior do que isso, sinto-me completamente molhada entre as pernas, tal é o meu nível de excitação. Tenho que me levantar para ir tomar um duche, tal era o meu estado. E estava tão alterada que eu tremia como varas verdes num dia de pouco vento. Mesmo depois de ter tomado aquele duche frio, continuo "acelerada". Sinto uma vontade louca de fazer sexo. Deito-me na cama, viro-me para um lado, viro-me para o outro, mas não consigo dormir. Uma hora depois, sem conseguir dormir, visto uma camisa de noite e venho até à varanda para apanhar um pouco da brisa nocturna. Isto era o que eu procurava, mas no fundo, tinha a secreta expectativa de ver um daqueles negros, mas no exterior está tudo tranquilo. Volto para a cama, acabando por adormecer muito mais tarde, vencida pelo cansaço. No dia seguinte acordei perto das 10 da manhã, já eles estavam a trabalhar. Percebi que as portadas estavam fechadas, quando eu as tinha deixado abertas. Abro-as novamente e dou de caras com os três negros que ficam a olhar para mim, medindo-me de cima a baixo. Eu tapo-me com a camisa de noite, mas esta é transparente, pelo que nada oculta, deixando ver claramente a minha lingerie. Então um deles justifica-se dizendo que fechou as portadas porque viu-me a dormir e queria dar-me privacidade. Agradeci. Queria arranjar um motivo para permanecer ali, para continuar a ser o alvo das suas atenções. Olhei para o trabalho deles e fiz algumas perguntas que eles foram respondendo de forma simpática. Dissimuladamente fui vendo como eles não tiravam os olhos do meu corpo. Isso começou a deixar-me excitada, mas havia ali uma barreira invisível que nos impedia dizer e fazer aquilo que todos certamente queríamos. Para não variar, eles estavam os três de tronco nu, vestindo apenas umas calças. Não consegui evitar admirar aqueles corpos tão sedutores. Eles perceberam que eu estava a admirar os seus físicos, fazendo questão de se exibirem ainda mais, mas não fizeram mais do que isso. Entrei para dentro, vesti-me e desci para preparar o almoço. Pelo segundo dia, vi chocada que almoçaram novamente sandes. Durante a tarde tive que sair e ao regressar ao fim do dia, verifiquei que já tinham terminado todas as pinturas exteriores. Informaram-me que no dia seguinte, seria o interior da casa. Questionei-os sobre se iriam jantar sandes. Responderam que era o mais económico e ali na zona também não havia muito onde comer. De facto, aquela zona era habitacional, o estabelecimento mais próximo que tínhamos ficava a um par de quilómetros, num pequeno centro comercial. Convidei-os para jantar em casa. Apresentaram-se, como combinado ás 8 da noite. Entraram e sentaram-se à mesa. Avisei que cerveja não tinha. Eles deixaram-me à vontade dizendo que bebiam o que eu bebesse. Normalmente, bebo sempre um copo de vinho às refeições. Aceitaram acompanhar-me nesse licor. Durante o jantar, conversamos um pouco. Tive a oportunidade de saber que eles tinham chegado à pouco tempo ao nosso país e começaram de imediato a trabalhar nesta actividade para poderem enviar rapidamente dinheiro para as famílias. Apesar de serem homens rudes, pouco instruídos, sem grandes maneiras e não tendo um discurso muito correcto (apesar de serem oriundos de um país lusófono, falam mal português). Eram 3, mas comeram e beberam por 6. Felizmente tinha feito comida a mais, mas fiquei com a sensação que se mais houvesse, mais comiam. Apesar de todos aqueles defeitos, eu não conseguia deixar de sentir uma estranha atracção por eles. Durante o jantar imaginei-os a levantarem-se da mesa, atirando tudo para o chão e deitando-me sobre a mesa. As minhas roupas eram literalmente arrancadas do meu corpo, lançando-se então os 3 sobre mim, acariciando-me e beijando-me todo o corpo, para depois me possuírem à vez. Só de o imaginar fiquei toda molhada. Já com o jantar terminado, fizeram questão de me ajudar a arrumar a cozinha. Agradeci e fiquei na expectativa. Seria que algum deles se ia atrever a fazer alguma coisa? Ou pelos menos dizer alguma coisa para quebrar o gelo? Infelizmente, ficaram-se pelos olhares lascivos que me dirigiam e pelos olhares cúmplices que faziam entre eles. Eu tinha plena consciência que eles olhavam-me de forma libidinosa e que se eu me mostrasse interessada, ou se fizesse algo que os provocasse, como incentivo ou sinal do meu desejo, eles atiravam-se a mim como leões famintos. Mas naquela noite, as coisas não passaram da troca de olhares, apesar de eu também olhar para eles de forma mais carnal. Não queria ser uma "oferecida", por isso não me atrevia a dar-lhes nenhum sinal, mas então lembrei-me de algo. Como eles estavam a dormir na carrinha, convidei-os a dormir lá em casa, na cave. Aquele espaço era composto por um enorme salão de estar, sem uso. Tinha um sofé cama que podia ser usado por dois. O terceiro podia ficar num colchão insuflável que eu tinha guardado na garagem e já não usava. Agradeceram, aceitando. Não tranquei a porta que dava acesso à casa. No fundo, estava a criar a oportunidade para que eles pudessem avançar. Tive que tomar um duche frio para me acalmar, mas mesmo assim tive dificuldade em adormecer. Voltei a sonhar com os três. Eu chamava-os para comer. Ao chegarem à cozinha, encontravam-me toda nua, apenas com um avental. Eu colocava o tacho na mesa e dizia "sirvam-se" do que quiserem, insinuando-me também. Eles ignoravam a comida e levantando-se, rodeavam-me, começando a acariciar-me e a beijar-me. Livram-se rapidamente das suas poucas roupas e tiram-me o avental. Começo imediatamente a masturbá-los à vez. Um deles faz-me ajoelhar e uma a uma, começo a chupar aquelas vergas enormes. Enquanto tenho uma enfiada na boca, com ambas as mãos vou masturbando as outras duas. Depois de passar alguns minutos a chupar uma, passo para outra e assim sucessivamente com todos eles a exigir o direito de enfiar-me a sua na boca. Por fim, chego ao ponto de estar a chupar duas, enquanto as masturbo. O outro, ficando de fora imenso tempo, faz-me levantar, deixando-me inclinada para a frente para continuar a chupar as vergas dos amigos e apressa-se a enfiar-me a sua na minha rata completamente encharcada, começando a estocar-me com tanta força que me obriga a tirar as outras da boca para conseguir respirar, limitando-me então a masturbá-las com violência. Alguns minutos depois, um deles completamente louco de tesão, agarra-me a cabeça e força-me a receber a sua verga na minha boca. Não a consigo chupar mas ele naquele momento não está interessado nisso, começando a fazer um vai e vem que me faz salivar tanto que por diversas vezes quase me engasgo, até que se vem, jorrando todo o seu leite no interior da minha boca, que estando bem aberta para poder acomodar aquele canhão negro. vai deixando escorrer aquele líquido branco para o chão. O outro que se masturbava a ele próprio enquanto admirava o amigo a vir-se na minha boca, repete a acção daquele até também ele se vir. Por fim ergo-me, continuando a ser comida por trás pelo terceiro que começa a apalpar-me as mamas com força, enquanto me vai mordendo os ombros e o pescoço, quase magoando-me. Mas aquela brutalidade excitou-me tanto que faz-me gozar um orgasmo ao qual se segue o seu próprio climax. Uma vez mais acordo sobressaltada, toda transpirada, toda molhada entre as minhas pernas, com uma respiração e pulsação aceleradas. Sinto que estou a enlouquecer, presa durante tantos anos naquela abstinência sexual, agora libertada daquela forma. A casa estava silenciosa. Desci descalça até ao rés-do-chão e confirmei que a porta da cave estava toda aberta. Não desci mas ouvi-os a ressonar. Frustrada, regressei ao meu quarto. Voltei a deitar-me e uma vez mais, só adormeci quando fui vencida pelo sono que tardou a chegar. Na manhã seguinte, decidi arriscar. Vesti um calção curto e uma tshirt justa que fazia sobressair os meus peitos. Ele olharam para mim quase descaradamente. Cumprimentei-os e eles devolveram o cumprimento com um rasgado sorriso. Um deles por fim fez-me um elogio dizendo que eu estava muito bonita. Agradeci e sorri, mas as coisas não passaram dali. Durante o dia fiz por me mostrar mais e eles não dissimulavam os olhares que me dirigiam. Na hora do almoço, antes que começassem a servir-se disse-lhes uma indirecta "comam rapazes, vocês nesta casa podem comer o que desejarem..." num tom de voz algo provocador. "Vontade não nos falta", respondeu um deles. "Então sirvam-se". Eles olharam uns para os outros sem saberem muito bem como reagir. No fundo, creio que estariam com receio de ver nas minhas palavras uma conotação sexual que afinal não existia. Uma vez mais, a conversa não passou daquele ponto, com eles a mudarem rapidamente de conversa. À noite, repeti "Já sabem, podem comer tudo o que têm à vossa frente...". "Podemos comer mesmo tudo? Sem excepções?", pergunta um. "Sim, tudo... sem excepções...". Os nossos olhos olhavam-se directamente, mas de repente fraquejei e baixei o meu olhar, sentando-me. Ele continuo a olhar para mim durante alguns segundos. Sem me atrever a levantar o olhar, começo a comer. Estou a tremer com toda aquela situação. Estou super excitada. Quero ser possuída por aqueles homens, mas falta-me a coragem para dar o primeiro passo. Espero que sejam eles a fazê-lo, mas mais uma vez aquele momento tenso termina quando um dos outros comenta que o assado está muito bom. Aí, passam a elogiar-me como uma excelente cozinheira. Sinto-me bastante frustrada. Creio que eles percebem que estou algo abalada, mas nenhum se atreve a dar um passo em falso. Eles iam terminar o seu trabalho no dia seguinte, pelo que as possibilidades de algo acontecer naquela casa diminuíam a cada minuto que passava. O ambiente era um pouco tenso. Havia a clara noção que andávamos a brincar com o fogo com aquelas indirectas, mas ninguém se atrevia a dar o primeiro passo. Enquanto arrumava a cozinha, apercebi-me que eles estavam a coxixar. Pelo canto do olho notei gestos do tipo "avança", "faz isto" ou "faz aquilo", mas aquele que parecia ser o mais novo dos três não ganhava coragem. Quando eu olhava para ele com a expectativa de que tivesse alguma iniciativa, ele desviava o olhar. E uma vez mais fui para o meu quarto sozinha, embrenhada nos meus pensamentos carnais. Voltei a sonhar com eles naquela noite. Eles subiam até ao meu quarto, completamente nus, paus em riste, encontrando-me acordada, semi-deitada no centro da cama, esperando-os. Eles aproximam-se e cobrem-me de beijos e carícias, possuindo-me de seguida, um a um, fazendo-me gozar mais do que um orgasmo. No dia seguinte, depois de os chamar para almoçar na varanda do terraço, repeti a fórmula dizendo que podiam servir-se de tudo o que desejassem. Então um pergunta: - Quando diz tudo, refere-se a mesmo a tudo o que nós quisermos? - Sim, o que quiserem... - Se eu quiser dormir no seu quarto? - Podes dormir lá... - E você onde dorme? - No meu quarto? - E não tem medo de dormir comigo lá? - Não... nenhum,... - Mesmo sabendo que eu sou homem e você uma mulher irresistível? - Sim... - E se eu não conseguisse resistir? - Fazias o que quisesses... Ele não esperou por mais dicas. Levanta-se, caminha até mim e estende o braço lentamente até tocar muito levemente no meu seio. Vendo que não reagi negativamente, ergue a outra mão e apalpa-me ambos os seios, fazendo-me suspirar. Os outros dois levantam-se e juntam-se ao amigo. As minhas roupas não demoram muito a ficar espalhadas pelo chão, assim como as deles. Beijam-me e apalpam-me o corpo todo. Sinto-me tão excitada que as minhas pernas fraquejam. Ele deixam-me deitar,ficando um deitado atrás de mim, esfregando a sua verga nas minhas nádegas enquanto outro se deitou à minha frente, fazendo o mesmo mas na minha rata enquanto se deliciava a apalpar-me e chupar-me os seios. O terceiro rapidamente reclama. O que está deitado á minha frente faz-me deslizar para cima dele. A minha vontade de sentir por fim aquela enorme verga dentro de mim é tanta que eu própria agarro-a para a encaminhar para dentro da minha vagina, fazendo o peso do meu corpo descer sobre ela, entalando-a toda dentro de mim. Quase que fiquei sem ar. Aí, o que estava de pé, aproveita para me agarrar a cabeça, fazendo-me engolir a sua. O que estava anteriormente deitado atrás de mim, posicionando-se novamente atrás de mim, começa a enfiar-me os dedos no ânus. Este não era virgem, quando o meu falecido marido me iniciou naquela prática, até morrer não queria outra coisa porque era um buraqinho mais apertadinho... Percebendo que aquele orifício não oferecia muita resistência e depois de o lubrificar cuspindo várias vezes para ele e para a sua verga, começou a empurrá-la lentamente até conseguir enfiá-la alguns centímetros. Durante alguns minutos faz um lento vai e vem para me deixar mais à vontade, mas apesar de já ter feito sexo anal, não era fácil para mim acomodar aquele canhão. Enquanto o amigo fazia aqueles compassos de espera para eu me habituar, o que estava debaixo de mim, permanecia parado, mantendo a sua enfiada e limitando-se a apalpar-me e a chupar-me as mamas. O terceiro continuava a enfiar-me a sua na boca, segurando-me quase pelas orelhas. Alguns minutos depois, o que me estava a comer por trás começa lentamente a aumentar a cadência dos seus movimentos até que por fim, mexe-se como uma máquina, enfiando-me com grande violência. Ao ser penetrada pelos três não demorei quase nada a gozar um orgasmo, e outro, e mais outro, sucedendo-se quase sem intervalos. Eles, um a um, foram-se também vindo, cada um no seu orifício de eleição. Completamente exausta, deixei-me cair, mantendo as outras duas vergas entaladas dentro de mim. Quando estava a ficar relaxada, acordo com o despertador. Percebo que tudo aquilo não passava de outro sonho. Uma vez mais estava toda transpirada, molhada e alterada. Em quase agonia fui tomar um duche bem frio para me acalmar. Um novo dia tinha começado e para piorar a minha situação, sendo o ultimo dia de trabalho, o empreiteiro apresentou-se logo pela manhã, só saindo aquando da conclusão dos trabalhos. Despedi-me cordialmente dos três negros e depois do empreiteiro, vendo com imensos remorsos as suas carrinhas irem-se embora, deixando-me com aquele desejo bem latente entre as minhas pernas... |
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