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Aluga-se quartoPublicado em 2015-10-20 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Assim que entrei para a Universidade, tive que procurar uma lugar para ficar. Como as casas eram muito caras, optei por responder a um daqueles anúncios que diziam que alugavam quartos a estudantes. Depois de fazer uma pesquisa, decidi visitar um dos mais baratos que tinha duas grandes vantagens: era numa residência exclusiva para raparigas e ficava a 30 minutos de distância do pólo universitário.Após conversar com o proprietário, agendei uma visita ao local. Ao chegar fui recebida por um homem com cerca de 40 anos de idade. Cumprimentou-me, e apresentou-se. Depois disse-me que o prédio era o que ficava nas suas costas, um edifício com 4 andares e duas entradas. Explicou-me que a entrada par era exclusivamente para rapazes e a entrada ímpar exclusivamente para raparigas. Cada patamar tinha dois apartamentos, e cada um destes tinha apenas dois quartos, mas as salas também eram usadas como quartos. A tabela de preços dependia se queria um quarto individual ou um partilhado com outra ou outras raparigas. Ou seja, um apartamento T3, convertido em T4, podia ter de 4 a 16 raparigas, já que as camas podiam ser beliches. Todos os apartamentos tinham duas casas de banho e uma cozinha que eram partilhadas por todas. Tanto podíamos cozinhar em grupo como cada uma preparar a sua própria refeição. Eram bastante asseados, estavam bem cuidados e nas entradas estavam bem expostas as regras que deveríamos observar, entre estas, estava proibida a entrada a rapazes. Mais tarde soube que igual proibição existia na entrada dos rapazes, relativamente às raparigas, mas também soube que ninguém levava esta regra a sério, apesar do senhorio viver num dos apartamento na entrada deles. Gostei do que vi e por razões económicas, optei por ficar num dos apartamentos preparados para receber mais raparigas. Assinei o contrato e paguei dois meses adiantados. Mudei-me nessa mesma semana com a preciosa ajuda dos meus pais. O ambiente entre eles não era o melhor, mas naquele momento, em que se jogava o futuro da filha, ambos puseram de lado as suas diferenças e deram-me o seu incondicional apoio. O primeiro mês correu de forma perfeitamente normal, mas no seguinte rebentou a bomba. Os meus pais perderam ambos o emprego porque a fábrica fechou, ficando-lhes a dever vários meses de ordenado e alguns subsídios. Ao conversar com a minha mãe, soube que estavam a sustentar-me e a sustentar-se com as suas poucas poupanças. Além de pagarem a minha estadia, alimentação, propinas e dar-me uma mesada, tinham a casa deles para pagar, todas as despesas associadas (água, luz, gás, condomínio, seguros, etc.), impostos, alimentação, entre outras. O maior receio da minha mãe era não poder ajudar-me e eu ser obrigada a deixar os estudos. Pedi para não se preocupar porque eu ia procurar um part-time. Sempre ganhava para pagar a maior parte das minhas despesas. E de facto, consegui arranjar um emprego num restaurante. Este emprego permitia-me pagar os estudos, pouco sobrando. Felizmente não tive que me preocupar com a alimentação porque almoçava e jantava de borla lá. Restava a hospedagem. Os meus pais ainda me ajudaram dois meses, mas chegou a um ponto em que percebi que estavam a passar necessidade para me ajudar. Decidi ir falar com o senhorio para ver se podia fazer algum serviço em troca da hospedagem. Desloquei-me ao seu apartamento. Toquei à campainha e este abriu-me a porta. O apartamento dele era igual aos nossos com algumas diferenças ao nível dos compartimentos. Por exemplo, ele tinha a cozinha e a sala unidas. Convidou-me para irmos falar para a cozinha porque estava a preparar o seu jantar. Fiquei a saber que cozinhar era um hobby que ele tinha. O que não deixava de ser algo estranho até porque ele não era gordo, longe disso. - E então, o que posso fazer por ti? - É assim, sr. carlos, os meus pais perderam o emprego e como têm muitas despesas não me podem continuar a ajudar monetariamente e para eu não ter que abandonar os estudos, arranjei um emprego num restaurante do centro comercial, mas o que ganho não chega para pagar a totalidade das minhas despesas. O que que pretendia saber era se não está interessado em alguém para limpar o condomínio, limpar os apartamentos ou outro serviço qualquer em troca do aluguer do meu quarto. - Olha menina, esse problema é comum a outras tuas colegas. Neste momento já tenho uma a limpar deste condomínio e outra a limpar o vosso, e ainda tenho uma terceira que vem cá a casa limpar, lavar e passar a ferro. Quanto aos apartamentos, cada um limpa o seu. Portanto, não tenho nada para ti... - E você está satisfeito com o trabalho delas? - Estou... não tenho nada a reclamar... - E se eu fizesse o trabalho de duas pelo preço de uma? - Olha menina, a tua proposta é muito tentadora, mas eu sou homem de palavra. As tuas colegas também estão a passar dificuldades, sentias-te bem ao saber que as estavas a prejudicar? E se amanhã viesse outra que dissesse que fazia o teu trabalho mais o da outra? Gostavas que te mandasse embora? - Tem razão... desculpe... falei sem pensar... mas não há mesmo nada que você precise e eu possa fazer? Tinha que insistir. Tinha que encontrar imperiosamente uma solução. - Menina, aquilo que preciso tu não me podes resolver... - O que é que você precisa? - Menina não vás por aí... a sério... esquece... - Não, diga-me... o que é que você precisa e que pensa que não posso fazer?... Eu faço qualquer coisa... por isso diga... - Olha menina, para acabar com a conversa... eu preciso de uma mulher que me aqueça a cama... percebes?... É isso que tu não podes resolver... Percebi perfeitamente o que ele queria dizer. Ele não tinha companheira. Em conversa com as colegas soube que ele estava separado. Ele expulsou a mulher de casa estava a fazer um ano, ao que constou, ela andava envolvida com um estudante e ela apanhou-os em flagrante. Depois de passar um par de minutos em silêncio a pensar que não me restava outra saída que abandonar os estudos, num repentismo, sem pensar nas consequências ou nas minhas palavras, disparei: - Talvez... possa... Ele pára de fazer o que estava a fazer e olha muito sério para mim. - O que é que tu estás para aí a dizer? - Disse que talvez possa resolver o seu problema... - A tua mãe está disponível? - Não... a minha mãe está casada e bem casada... -Então quem é que vai resolver o meu problema? - Eu... - Tu estás disposta a deitar-te comigo em troca da renda do teu quarto? - Estou... - Tens a certeza do que estás a dizer? - Tenho... aceita a minha proposta ou não? Ele aproxima-se lentamente de mim, olhando-me da cabeça aos pés. - Tu não és nada de deitar fora... despe-te... Obedeci. Enquanto me despia, sabendo que estava a minutos de me entregar àquele homem, tentava convencer-me que era só sexo e como não tinha um namorado, fazê-lo com ele ou qualquer outro rapaz que eu engatasse ou me engatasse num bar, era igual. Por outro lado, ele não era bem parecido, mas também não era mal parecido. Era um homem normal, apenas um pouco mais velho... Olhando deliciado para o meu corpo nu, começa ele também a despir-se até ficar também ele completamente nu. Aproxima-se de mim até ficar a uns escassos centímetros. Quase sinto o calor do seu corpo. Coloca as mãos na minha cintura, começando a acariciá-la. Depois desliza-as até às minhas nádegas, puxando-me contra o seu corpo enquanto as apalpa. Dou um pequeno grito e instintivamente ergo as minhas mão para o afastar, ao mesmo tempo que faço um gesto corporal tentando encolher-me. Surpreso pela minha reacção, solta-me e dá um passo atrás. - Que se passa? Não te sentes bem?... Não queres fazê-lo?... Eu entendo... se calhar é melhor esquecermos isto... - Não... desculpe, eu não queria... assustei-me só isso... estou disposta a continuar... Ele sorri e volta a aproximar-se, abraçando-me e acariciando-me enquanto me beija o pescoço. Depois tenta beijar-me nos lábios, mas eu desvio os meus. Ele percebe e não insiste, continuando a fazer-me um linguado pelo pescoço. Sinto claramente o seu pénis duro em contacto com o meu corpo. Nisto ele pega em mim e faz-me sentar mesmo na beira da banca, começando de imediato a lamber-me e a chupar-me os mamilos enquanto me apalpa os seios. Entretanto também vai esfregando o seu pénis na minha ratinha que começa a ficar húmida com todas aqueles carícias. Um bom tempo depois, desce aos beijos pelo meu corpo até chegar à minha rata. Faz-me abrir ainda mais as pernas e encaixado entre elas, começa a chupá-la enquanto me vai enfiando os dedos, fazendo agarrar com força a beira da banca e a gemer de prazer. Ele chupa, e chupa e chupa. Nunca nenhum outro me tinha chupado durante tanto tempo. Estes eram de longe os preliminares mais longos que eu já tinha tido na minha vida. Alias, já tive experiências sexuais completas que demoraram mais que aqueles preliminares. A minha excitação começou aos poucos a subir, dando-me um claro sinal que o meu climax não iria tardar. Mas quando eu pensava que ia gozar, ele deixa de me chupar e acariciar lá em baixo. Ergue-se e agarrando no seu pénis, encosta-o aos meus lábios vaginais, fazendo-o deslizar para cima e para baixo. Pela primeira vez olho para o seu membro, fonte do meu desejo. É um pénis normal, nem grande nem pequeno. Na verdade, até é dos mais pequenos que já vi. Ele pergunta se gosto do seu pénis. Respondo afirmativamente, enquanto aguardo que ele por fim o empurre para o interior da minha vagina que já clama por ele. Como que adivinhando o meu pensamento, penetra-me, enfiando todo o seu membro dentro de mim, quase fazendo-me trepar pela banca acima. E ainda eu estava a recuperar daquela primeira investida e ele já estava num frenético vai e vem, fazendo gemer de aflição tal era o prazer que estava a sentir. Bastaram alguns minutos para ele me fazer gozar um intenso e prolongado orgasmo, durante o qual, não parou nem diminuiu a velocidade das suas investidas, não deixando também de acariciar ou apalpar coxas, cintura e seios. E ainda eu não tinha parado de gozar, quando faz-me descer da banca, vira-me de costas para ele, faz-me inclinar sobre a banca e volta rapidamente a penetrar-me, recomeçando com as suas rápidas investidas, voltando a fazer-me gemer de prazer enquanto aquelas vagas me invadem uma após outra, quase fazendo-me gritar. Ele parece insaciável tal é a intensidade com que me penetra, sempre com uma grande cadência. Também aqui, vence de longe qualquer outro anterior parceiro sexual que por aquela altura já se tinha vindo à muito. Ele no entanto, apesar de já o ouvir a respirar de forma ofegante, continua qual corredor de uma maratona com aquele constante vai e vem. Como resultado de toda aquela resistência é que ele faz-me gozar um segundo orgasmo. Mas desta vez, ele aumenta ainda mais a velocidade das suas investidas, ao mesmo tempo que me agarra com força, até que também ele começa a gemer, fazendo-me umas investidas mais prolongadas e espaçadas, sinal que se estava a vir também. Depois de gozar e de me fazer gozar também, mantém o seu pénis penetrado enquanto inclinado sobre mim, beija-me os ombros e pescoço. Um par de minutos depois liberta-me, dizendo que tinha sido uma coisa de outro mundo. Antes de nos vestirmos convidou-me a tomar um duche rápido. Agradeci e aceitei, como aceitei também comer lá naquele dia. Se os próximos "pagamentos" fossem como aquele, o sacrifício que teria que fazer era perfeitamente suportável.. |
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