A história daquelas fotos...
Publicado em 2015-09-23 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Todos me têm por boa rapariga, muito séria e recatada, mas debaixo desta aparência de menina bem comportada, esconde-se um pequena diabinha que tem algumas histórias picantes bem guardadas. Um desses episódios mais loucos aconteceu no próprio dia do meu casamento. Quem se lembraria convidar para fotógrafo um ex-namorado? Como se isso fosse pouco, quem se lembraria de fazer o que eu fiz?

Comecei a namorar muito cedo. Tinha então apenas 11 anos e o meu namorado era 2 anos mais velho. Era um namoro muito inocente, apenas com troca de beijos. Com o passar do tempo, destes, passamos às carícias mútuas, primeiro sobre a roupa e aos poucos, enfiando as mãos por baixo dela. Aos 13 já nos acariciávamos mais intimamente, masturbando-nos mutuamente. No ano seguinte já fazíamos sexo oral e daí para o acto sexual foi um salto.

Perdemos ambos a virgindade em casa dos meus pais e com eles em casa, no andar de cima a ver televisão enquanto nós, supostamente estávamos a estudar na sala. Tinha então 14 e ele 16, e trocamos juras de amor eterno. Mas aquele amor teve pernas curtas porque a nossa relação acabou naturalmente quando fomos para a Universidade. Como não fomos para a mesma e só nos víamos aos fins de semana, e nem em todos, aquelas ausências desgastaram a relação e optamos por dar um tempo e isso foi meio caminho para o fim.

Apesar da distância e de não o ver com grande regularidade, a verdade era que o amava muito, até porque ele tinha sido o primeiro homem na minha vida. Com o fim daquela relação vivi um período conturbado, andei de cabeça perdida e perdi a conta aos parceiros sexuais que tive naquele ano. Cheguei a ir para a noite com um rapaz e chegar a casa com outro. Cheguei mesmo a entregar-me a vários homens numa só noite quando ia para as discotecas.

Felizmente, com a chegada das férias fiz um exame de consciência e decidi assumir o controlo da minha vida. Toda aquela libertinagem tinha sido boa, gozei a vida como nunca imaginei possível, mas agora tinha que me focar na realidade e esse era acabar rapidamente o curso e fazer vida. Houve contudo um outro factor que muito contribuiu para aquela acalmia. Voltei a encontrar o Rui, o primeiro amor da minha vida.

Saímos algumas vezes juntos, voltamos a nos envolver sexualmente, mas apesar de secretamente eu desejar reatar o namoro, tal foi possível porque ele já namorava. Apesar de saber que tinha uma namorada, isso não me impediu de o tentar reconquistar e utilizar todas as armas, inclusive o sexo. Infelizmente os meus esforços foram em vão porque não tive sucesso.

De regresso à Universidade, conheci um rapaz que começou a cortejar-me. No início não mostrei muito interesse nele porque ainda tinha o Rui na cabeça, mas como "água mole em pedra dura tanto bate até que fura", aquele rapaz conseguiu vergar-me, conquistando o meu coração. Nos três anos seguintes mantivemos uma relação estável e após a conclusão do curso ele fez questão de se mudar para a minha cidade para não me perder.

Achei muito querido aquele sacrifício de se afastar da família, de quem era muito próximo para ir viver com o amor da sua vida. Arrendamos um pequeno apartamento, mas rapidamente mudamo-nos para uma moradia porque ele teve a sorte de arranjar emprego numa das maiores empresas da região. Curiosamente, foi a própria empresa que o contactou a ele, isto porque um dos seus directores conhecia um dos professores do meu namorado e em conversa soube que o melhor aluno do curso morava ali perto.

Eu também arranjei emprego numa pequena empresa. Não era exactamente o que procurava, mas foi uma oportunidade que surgiu e que decidi aproveitar, enquanto não aparecia uma outra melhor. No espaço de três meses, ficamos com a nossa vida estabilizada: tínhamos uma casa nova, cada um tinha o seu carro e o seu emprego, ganhávamos ambos bem, eu tinha uma folha salarial de 1 200 e ele rondava os 4 000€, portanto, só faltava constituir família.

Por isso não foi surpresa para mim quando ele me pediu em casamento. Obviamente que fingi ficar muito surpreendida e feliz. Na realidade, não fingi a felicidade. Tudo o que eu sempre desejei estava a acontecer muito rapidamente. Aceitei e começamos a fazer planos. A cerimónia ia ser religiosa e seria 6 meses depois, para coincidir com a celebração do dia em que tínhamos começado oficialmente a namorar.

Como ele andava muito atarefado com o projecto, competiu-me a mim tratar de tudo. E como a questão financeira não era um problema, eu não tinha propriamente que procurar os orçamentos mais baixos, mas aqueles que iam exactamente ao encontro daquilo que eu procurava.

Quando chegou a altura de tratar das fotografias e do vídeo, foi-me aconselhada uma empresa que fazia uns bons trabalhos. Visitei-os, falei com os proprietários, dois sócios. ela fotógrafa, ele operador de vídeo, vi alguns dos seus trabalhos e contratei-os. Do contrato fazia parte alguns trabalhos de fotografia e vídeo que eles iam fazer antes do grande dia, os quais iam servir depois para contar a nossa história. Isso até implicou termos de ir à Universidade fazer algumas fotos.

Fizeram também questão de registarem para a posteridade a nossa despedida de solteiros que foi feita em conjunto, na semana anterior ao casamento. Confesso que estava a adorar o profissionalismo daquele casal. Sim, além de sócios, eles eram marido e mulher. No entanto, um dia antes da cerimónia recebi um telefonema com uma notícia que caiu como um balde de água fria. A fotógrafa tinha sofrido uma queda e partiu um braço, logo não podia vir, no entanto, tranquilizou-me dizendo que iam enviar um substituto, um freelancer com quem costumavam trabalhar.

Quando a questionei sobre o profissionalismo deste, voltou a assegurar-me que era um excelente fotógrafo, confessando que muitos dos trabalhos que eu tinha visto eram dele e mais, tinha sido ele quem ensinou muitos segredos da arte a ela, portanto, eu ia ficar bem entregue. Agradeci e desejei-lhe as melhoras. Fiquei mais descansada. Se já tinha gostado do trabalho dela, era impossível não gostar do trabalho do seu "mentor".

No dia seguinte, acordo às 7 da manhã. Tomo um duche rápido e entretanto avisam-me da chegada da cabeleireira que me vai maquilhar e pentear, bem como o fotógrafo. Quando regresso ao meu quarto, apenas envolta numa toalha, apanho uma grande surpresa, o Rui está lá dentro.

Cumprimentamo-nos e enquanto a cabeleireira tratava de mim, fui conversando com o Rui, pondo a nossa conversa em dia. Ele ia tirando fotografias do processo, bem como do quarto, do meu vestido sobre a cama e outros pormenores que ia encontrando. Quando esta terminou saiu, ficando nós os dois sozinhos no quarto. Pedi-lhe para sair:

- Rui, podes sair uns minutos para eu me vestir?

- Sair porquê? Já te vi nua muitas vezes...

- Sim mas... agora é diferente...

- Diferente?... Estás com medo de alguma coisa?... Pelo pouco que vejo, tu continuas boa como o milho...

- Achas?

- Não acho, tenho a certeza...alias, podemos aproveitar para fazermos umas fotos especiais...

- Especiais?...

- Sim... umas fotos onde exibes toda a tua sensualidade...

- Ok...

- Tira a toalha e deita-te na cama ao lado do teu vestido.

- Tirar a toalha?... Estás louco?... Eu não vou tirar fotos nua...

- Não te preocupes que não vou tirar fotos porno...

- Sim mas...

- Não te preocupes, estas fotos são secretas e só tu é que as vais ver... se depois as quiseres ficar com elas, ou destruir algumas ou mesmo mostrar ao teu marido, isso é contigo...

Aceitei fazer aquele trabalho. Tirou-me dezenas de fotos, começando comigo nua, de pé, sentada e deitada. Eu parecia uma modelo da Playboy. Depois, consoante me ia vestindo, ia pendindo-me poses para as fotos. Quando ainda tinha apenas as meias e o corpete, sentei-me numa cadeira de pernas cruzadas e fiz aquela cena de descruzar as pernas da Sharon Stone.

Ele aproveitou o momento para fazer vários disparos, dizendo que infelizmente não me tinha apanhado a passarinha. Nisso, num gesto arrojado, abro as pernas, exibindo-a. Ele nem chega a clicar, ficando hipnotizado a olhar para ela. Percebo facilmente que ele ficou com uma erecção instantânea.

- Isso é por minha causa?

Ele pousa a máquina no chão, levanta-se e sem dizer uma única palavra caminha na minha direcção. Quando chega perto de mim pára, desaperta o fecho das calças e ira o seu membro para fora, exibindo-o esplendoroso.

- O que estás a fazer... estás louco?

Ele aproxima-o da minha boca. Naquele momento não sei o que me passou pela cabeça porque deixo-o esfregá-lo nos meus lábios.

- Abre a boca...

Obedeço ao seu pedido e ele só tem de empurrar para o enfiar.

- Chupa-o como nos nossos velhos tempos...

Uma vez mais obedeço, começando lentamente a chupá-lo, agarrando-o também para o ir masturbando. Aos poucos vou aumentando a minha ferocidade bem como a velocidade, fazendo-o gemer de prazer, até que um bom tempo depois ele faz-me parar para não se vir.

Agora é a vez dele se aninhar à minha frente, puxar-me para a beira da cadeira e abrindo-me bem as pernas, começa ele a chupar-me enquanto me vai enfiando os dedos de uma mão na vagina e com os dedos da outra vai-me acariciando o clitóris com violência.

Ele conhece-se bem. Sabe que eu sou uma mulher quente e que vou facilmente à loucura quando me fazem sexo oral daquela forma. E naquele momento as coisas não foram diferentes porque não demorei a gozar. Mas eu queria mais. Obriguei-o a deitar-se no chão sobre o tapete e sentei-me sobre ele, como se o fosse cavalgar.

Agarro-lhe o membro e encaminho-o para dentro de mim, começando literalmente a saltar em cima dele só parando quando já não tinha forças para mais. Ele então faz-me sair de cima dele e ainda no chão do quarto põe-me de quatro, começando a penetrar-me por trás.

Alguns minutos depois a minha mãe bate à porta perguntando se vou demorar. Com dificuldade respondo que não. Ele intensifica os seus movimentos. A porta não está fechada à chave, se alguém entrar, apanha-nos em flagrante.

- Posso entrar?

- Não... espera... eu já vou...

Por um lado quero acabar com aquela loucura com receio de ser apanhada, mas por outro, quero continuar até gozar novamente. Felizmente a minha mãe retira-se porque alguém chama por ela. Entretanto o Rui continua a penetrar-me com tudo até que alguns minutos depois gozamos em simultâneo.

Não houve tempo para mais nada. Foi vestir-me apressadamente e sair porque a minha mãe já estava outra vez a bater à porta...

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA