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Sites pornoPublicado em 2015-08-28 na categoria Contos eróticos / Fetiches
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Tenho um fetiche secreto: fiquei viciada em vídeos porno. Depois de descobrir alguns sites, transformei-me numa consumidora ávida de sexo, chegando a fazer downloads de alguns filmes para os poder ver quando não estivesse conectada à internet. Enquanto assistia aos vídeos, masturbava-me, alcançando os orgasmos maravilhosos...Comecei a namorar muito nova. Tinha então apenas 11 anos e o meu namorado 13. Ele sempre foi uma rapaz muito certinho e muito religioso. Por ele, esperávamos até à noite de núpcias para perdermos as virgindade. Mas com o sangue a ferver-nos nas veias, não estava a ser fácil cumprir esse desejo. Para piorar as coisas, ele não via com bons olhos a masturbação, ou mesmo o sexo oral. Nestes temas, confesso que, apesar de ter tido uma educação em tudo igual à dele, eu tinha uma mentalidade mais aberta. Nós estávamos apaixonados um pelo outro, isso notava-se perfeitamente, mas o que eu não mostrava era aquela minha frustração sexual mal contida. Por inúmeras vezes tentei levar as coisas para essas intimidades, mas ele tratava logo de se esquivar. "Uma boa mulher, crente no supremo, deveria chegar virgem ao casamento", dizia. Eu ouvia, aceitava e sujeitava-me. Cheguei a pensar em acabar com aquele namoro, e estive perto de o fazer, mas se o fizesse tinha mais a perder do que a ganhar. Desde logo porque aquele namoro foi uma bênção para os nossos pais que são amigos desde a faculdade. Depois, porque os pais dele são meus padrinhos de baptismo e os meus são padrinhos dele. Para terminar, eles eram ricos, por isso, os meus diziam que se tinha juntado o útil ao agradável, isto é, ia casar por amor e como bónus ia ficar com uma vida desafogada, ao contrários da dos meus pais que viviam com algumas dificuldades financeiras. Todos estes factores não era por si só suficientes, por isso, aquando de mais uma discussão por ele não querer fazer amor comigo, disse-lhe que como não queria andar a enganá-lo com outro, queria acabar o nosso namoro para poder gozar a vida. Quando os meus pais souberam da notícia, sem saber os motivos, apenas que tinha sido eu que queria acabar, o meu pai sofreu um enfarte e teve que ser internado no hospital, estando quase à morte. Aquilo mexeu muito comigo porque adoro a minha família. No hospital, junto à cama do meu pai, a chorar, enquanto lhe segurava a mão, pedi-lhe perdão, pedi-lhe para não morrer e jurei que ia reatar o namoro e casar com o André. Felizmente o meu pai recuperou, apesar de ter ficado com algumas sequelas e eu cumpri com o meu juramento. Mas o meu sangue continuava a ferver dentro das veias. Eu deitava-me todas as noites a imaginar diferentes cenários onde o André e eu fazíamos amor. Tínhamos que casar rapidamente para que eu pudesse ter aquilo que tanto desejava, o pior era que os nossos pais queriam que fossemos maiores de idade e terminassemos primeiro os estudos. Foi então que um belo dia decidi fazer uma pesquisa na internet. Encontrei dezenas de sites onde mediante subscrição podíamos ver filmes porno, mostrando apenas meia dúzia de samples, uns de apenas 30 segundos, mas outros que chegavam 90. Como não me queria registar nesses sites, já me satisfazia vendo aqueles resumos. Entretanto descobri que fazendo o dowload daqueles pequenos vídeos e guardando-os numa pasta, abrindo o primeiro, via-os todos seguidos. Enquanto assistia àqueles vídeos, comecei a masturbar-me, acariciando o meu corpo, em especial, os seios e o meu clitóris. Mas comecei a sentir o desejo de enfiar algo dentro de mim, mas estava ciente que se o fizesse, rompia o hímen, levantando um enorme problema na minha noite de núpcias. Entre os muitos vídeos que assisti, vi muitos com penetrações anais. A minha excitação sexual era tal que comecei a pensar em introduzir algum objecto no meu ânus. Recebíamos em casa uma pequena revista com diversos tipos de artigos para o lar, entre eles, uns "massajadores" que se prestavam para esse fim, mas como encomendá-los? Entretanto descobri que o cabo da minha escova do cabelo seria um bom candidato. Ele era de madeira, tinha uma forma arredondado, um diâmetro equivalente a 2 dedos e um cabo com 14 centímetros. Fazendo-o deslizar para dentro e para fora enquanto acariciava o meu clitóris, parecia que estava a ser possuída, gozando intensos orgasmos. Depois de o usar especificamente para esse fim durante duas ou três semanas, decidi evoluir para um outro. No hipermercado onde fazíamos as nossas compras, fui até ao respectivo corredor para ver se encontrava um novo "amigo" sexual. O eleito foi o cabo de uma escova, que além de ser um pouco mais grosso, era de plástico e parecia ser feito em anéis. Além dessa escova comprei uma outra também com o cabo de plástico que tinha a particularidade de terminar em forma pontiaguda (parecia um supositório), além de que, a zona perto da ponta era mais grossa. A primeira escova entro logo em acção, mas foi esta última que fez as minhas delícias. No início foi difícil enfiá-la, uma vez que levava o meu orifício ao limite, mas com paciência, conseguia introduzi-lo todo. Obviamente que para ajudar, comecei a centrar a minha atenção nos vídeos que incidissem sobre o sexo anal, preferencialmente quando diziam respeito à suposta primeira vez delas... apesar de saber que em muitos casos aquilo era a fingir. Foi desta forma que consegui encontrar um escape para a minha frustração sexual. Fechava-me no quarto, trancando a porta à chave, metia os fones nos ouvidos e masturbava-me enquanto assistia aos vídeos. E tudo corria bem até que dois meses depois, enquanto estava a visitar algumas páginas à procura de vídeos, o meu computador desligou-se sozinho, reiniciando-se para depois voltar a desligar-se e voltar a reiniciar, uma e outra vez. Tinha apanhado um vírus, só podia. Fiquei numa alhada. Não podia pedir ajuda ao meu namorado porque ele ia descobrir os vídeos. O meu irmão também estava fora de questão. Restava mandar o computador para uma loja, mas aí ia-me expor perante estranhos. Tinha demasiada vergonha para fazer isso. Deitar o computador fora e comprar um novo também era questão que não se colocava. Deixar de o utilizar também não era possível porque tinha lá muita coisa importante e precisava dela com urgência. Então, depois de dar muitas voltas à cabeça, lembrei-me de um colega com quem tinha estudado. Ele era um rapaz muito tímido e introvertido, tinha poucos amigos, mas era um verdadeiro nerd dos computadores. Lembro-me que lhe chamávamos o "cientista louco" por causa dos seus óculos. Já não tinha contacto com ele, mas então lembrei-me que podia procurá-lo nas redes sociais. Encontrei-o com relativa facilidade. Quando éramos colegas aceitei o seu pedido de amizade online, na altura, apenas para fazer número. Enviei-lhe uma mensagem privada a pedir-lhe o seu número de telefone porque tinha interesse em falar com ele. Nesse mesmo dia recebi uma resposta a essa mensagem com a minha solicitação. Peguei no telemóvel e liguei-lhe. - Olá Ricardo, há quanto tempo rapaz... olha, eu estou a ligar-te porque apanhei um vírus no meu pc... podias ver-me isto? - Olá tudo bem?... Sim posso ver-te isso amanhã ou depois... -Olha... eu tenho muita urgência... podias ver o computador hoje mesmo? - Hoje?... é complicado, eu... - É muito importante sabes... era um grande favor que me fazias... - Ok... como é que nos encontramos? - Podias passar a minha casa? Sabes onde é que eu vivo não sabes? - Sim sei... está bem... dentro de uma hora estou aí... Meio problema estava resolvido. Agora só tinha que estudar uma boa desculpa para justificar os vídeos porno que ele ia encontrar. A única solução que me ocorreu foi dizer que tinha sido o meu irmão que tinha estado a utilizar o computador e este bloqueou. Desta forma, passo por não ser eu que andei a fazer download daqueles vídeos. Para minha surpresa, chegou passada meia hora. "Vieste rápido!", comentei surpreendida. "Tive a sorte de apanhar o meu irmão que me deu boleia de moto...". Cumprimentei-o com dois beijos na face. Ele continuava praticamente igual. Mais alto, continuava magro e com aqueles óculos. A grande diferença era o corte de cabelo. "Que grande carecada...", comentei. "Não tenho muito tempo para andar em barbeiros... e assim dura mais tempo...". Perguntou-me pelo computador e pedi para me acompanhar até ao meu quarto. Pelo caminho expliquei-lhe a situação: "Não sei o que se passa com ele, o meu irmão esteve ontem a fazer não sei o quê e hoje não consigo trabalhar com ele". Ele liga o computador. Entretanto alerto-o que ele tem palavra passe, mas ele responde-me que não precisa dela. Enquanto ele estava sentado na secretária a arranjar o pc, eu estava sentada na beira da cama e íamos falando de frivolidades, tipo o que é feito de ti, o que fazes, o que contas, até que 20 minutos, levanta-se da cadeira, chama-me, faz-me sentar e diz-me para experimentar usá-lo. Faço-o e este responde normalmente como se nada tivesse acontecido. No ambiente de trabalho estão bem visíveis os vídeos porno. - Sempre era um vírus? - Sim... tens que ter cuidado com esses sites porno que visitas... - Sites porno?... Isso são coisas do meu irmão... - E eu acredito no pai natal... - Estás a chamar-me mentirosa? Estou-te a dizer que eu não sabia nada disso... - Não... mas não precisas de arranjar desculpas... ver pornografia é algo perfeitamente natural... eu também vejo... - Eu não estou a arranjar desculpas, eu não vejo essas coisas... nem sabia que isso estava aí... - Não sabias? Tens aqui vídeos que sacaste à vários dias atrás... olha aqui o teu histórico... visitas todos os dias sites porno... estás a dizer-me a mim que o teu irmão vem diariamente ao teu computador ver pornografia e tu não sabes de nada?... Poupa-me sim, não sou ingénuo... - Desculpa... tens razão... fui eu que visitei esses sites... desculpa mas não me sinto à vontade com isso... - Então... então... não te preocupes com isso... - Diz ele ponto o braço sobre o meu ombro e continua: Mas explica-me só uma coisa, como é que uma rapariga tão boa como tu precisa de ver pornografia? Se eu tivesse uma namorada como tu, comia-a todos os dias, ou será que aquele teu namorado não te satisfaz? - Estamos a guardar-nos para o casamento... - Não acredito! E vocês conseguem aguentar? - Que remédio... - Não acredito que o teu namoradinho ande a seco... se ainda não esteve com uma mulher, o que duvido muito, pelo menos, deve bater uma todos os dias... - Não digas isso... - Não te esqueças que eu sou homem... - Ele nunca o confessou, mas acredito que ele se masturbe... - E tu? - Eu o quê? - Masturbas-te? - Que raio de pergunta é essa? - Uma pergunta natural... vês todos os dias pornografia... consegues vê-la sem ficar excitada?... eu não consigo... - Tu masturbas-te? - Sim... e não tenho vergonha nenhuma em assumi-lo... - Não tens namorada? - Infelizmente não... mas é incrível, até parece impossível... - O quê? - Com uma namorada tão boa como tu, não percebo como é que o teu namorado consegue esperar até ao casamento... para que esperar? Por que é que vocês não fazem agora o que vão fazer depois de casados? - Eu também gostava, mas ele não quer... - Ainda por cima, ele é que não quer? E deixa-te a passar "fome"? - O que é que eu posso fazer?... - Podes ir brincando... enquanto vês aquilo que estás a perder... Começa então a passar os vídeos que tenho guardados. - Não pude deixar de notar que os sites que visitas e os vídeos que vês são de sexo oral e anal... tens preferência por estas opções? - Nem por isso... - Nem por isso? Cá para mim, além de te masturbares, deves ter por aí um dildo para chupar e enfiar no rabo... - Não tenho nenhum dildo... - Mas ficaste vermelha... o que significa que andas a enfiar alguma coisa... - Estás doido?... sou virgem e quero chegar virgem ao meu casamento... - Acredito que serás virgem à frente, mas atrás... confessa lá, o que andas a usar... um pepino? - Não digas asneiras... - Diz lá... - Não te interessa... - Não gostavas de sentir um pepino verdadeiro? Ao dizer isto, encosta o seu corpo ao meu, fazendo-me sentir aquele volume duro em contacto com as minhas nádegas. - O que estás a fazer? - Não gostavas de gozar com um homem verdadeiro? Ao dizer isto, esfrega aquele pau duro em mim, começando também a acariciar-me os seios. - Que belo par de mamas que tu tens! Naquele momento sou invadida por uma sensação de prazer tão intensa que fico paralisada, enquanto ele me vai apalpando os seios e beijando o pescoço. Começo a tremer. O meu coração dispara, parecendo que vai-me sair do peito, e a minha respiração torna-se ofegante. Tira-me o roupão, despe-me a blusa e desaperta-me o sutiã, fazendo-o cair no chão. Depois vira-me para ele, beijando-me. Enquanto me encaminha até á cama, despe-se também, com a minha ajuda, ficando apenas com as calças descidas. Rapidamente inclina-se sobre os meus volumosos seios, começando a chupá-los enquanto os apalpava, elogiando-os constantemente, principalmente, pelo seu tamanho. Nos seios, tenho a quem sair. É de família. Também a minha mãe tem uns seios gigantes, assim como as minhas tias, a minha avó e algumas das minhas primas, mas de todas, fui a mais afortunada neste campo. Do lado do meu pai, as mulheres também têm seios grandes, apesar de não os terem tão grandes. Passamos a "caminhar" a passo de caracol até que ao chegarmos à cama ele faz-me sentar, oferecendo-me aquele pau vermelho. Agarro-o, apertando-o várias vezes para sentir a sua dureza e aproximo-o dos meus lábios. Primeiro esfrego-o neles, depois, abrindo-os ligeiramente, introduzo a ponta. Começo a dar-lhe pequenas chupadelas e depois a lamber. Por fim, já mais à vontade, e mais excitada, enfio-o na boca, começando a chupá-lo e a lambê-lo quase em simultâneo. Ele agarra-me a cabeça e vai acompanhando os meus movimentos de vai e vem até que alguns minutos depois, sem avisar, vem-se dentro da minha boca. A minha reacção inicial foi tirá-lo da boca mas ele manteve-me a cabeça presa contra ele, forçando-me a ficar com ele dentro da boca enquanto jorrava todo aquele leite quente. Restou-me abrir a boca para o deixar escorrer para fora. - Desculpa... não consegui aguentar mais... excitaste-me demasiado... mas não te preocupes que também te vou fazer gozar... Ao dizer isto, faz-me deitar para trás e recomeça a chupar-me os seios enquanto acaricia a minha passarinha. Alguns minutos depois, começa a descer aos beijos pelo meu corpo até chegar lá baixo, onde cola literalmente os lábios, chupando-me toda. Eu limitei-me a pedir para não meter os dedos e a gemer de prazer. Ele chupou-me e lambeu-me o clitóris de tal forma que quase dei um salto na cama quando senti aquele orgasmo a explodir entre as minhas pernas. Longe de parar, continuou a fazer-me aquele delicioso castigo, o que contribuiu para intensificar ainda mais o meu climax. Enquanto gemia de prazer como uma louca, aguentei até onde consegui. Algum tempo depois tive mesmo que o obrigar a parar porque já não conseguia respirar. Ele então aproveita e põe-me de quatro na cama, começando a lamber-me o ânus, cuspindo nele e enfiando os dedos. Depois passa o seu pau pela minha passarinha para o lubrificar nos meus fluídos e apontando-o, começa a empurrar, introduzindo-o um pouco dentro do meu ânus, sem grande dificuldade. Apesar de um pequeno desconforto inicial, não senti qualquer dor. Acariciando-me constantemente, fazendo compassos de espera a cada novo avanço, consegue enfiá-lo todo. Faz-me alguns elogios e começa a fazer um lento vai e vem, enquanto vai vendo as minhas reacções. Apesar de estar acostumada a introduzir objectos, o pau dele era maior, pelo que estava a levar o meu orifício ao seu limite. A dor estava lá, mas era suportável. Aos poucos vai aumentando a velocidade das suas investidas arrancando-me alguns gritos. - Estou-te a magoar? Queres que pare? - pergunta preocupado. - Não... não pares... doí um bocadinho... mas não pares... Enquanto me penetra, desliza a mão até ao interior das minhas pernas, voltando a acariciar-me o clitóris. Uma vez mais não demoro muito a gozar de novo. Mas desta vez sou eu que afasto a mão dele para ser eu a acariciar com força o meu clitóris. Vendo-me gozar, aumenta a cadência dos seus movimentos até se vir pela segunda vez. Então satisfeito, inclina-se sobre mim e enquanto me apalpa um seio beija-me, dizendo que eu era incrível. Depois de nos vestirmos, despediu-se dizendo que estava disponível para regressar e fazer a manutenção ao computador... Apesar de ter sentido muitas vezes essa vontade, não me atrevi a chamá-lo. Fiquei com um peso na consciência por aquilo que tinha feito. Mas não deixei as minhas sessões a sós com os sites porno... |
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