Conheço-a de algum lado?
Publicado em 2015-10-29 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Sempre tive um fetiche por mulheres com mamas grandes. Culpa disso foi ter a minha própria mãe e tias bem constituídas nesse campo. A isto acresceu o facto de ter encontrada escondida no quarto dos meus pais meia dúzia de pequenos livros com histórias e fotografias pornográficas, onde em todos eles as mulheres tinham grandes mamas. A partir dali, aquilo que mais me atraía numa mulher, fosse bonita ou feia, eram as suas mamas...

Trabalho num estabelecimento comercial que vende material para a indústria do calçado. Na empresa somos apenas 3, o patrão e o vendedor, que andam sempre fora, e eu que fico na loja a tratar de tudo. Sou eu que abro a porta às 9 da manhã, fecho-a para ir almoçar e reabro à tarde. Ou seja, praticamente sou eu que estou a gerir a loja, já que o meu colega, apesar de entrar comigo, sai para a rua e poucas vezes o vejo durante o dia. O patrão, esse, aparece todos os dias, a meio da manhã e ao fim da tarde.

Já trabalho lá à alguns anos. Tenho a sorte de morar a cerca de 500 metros do trabalho, pelo que vou e venho a pé. E foi enquanto fazia um desses percursos que um belo dia cruzei-me na rua com uma mulher que nunca antes tinhas visto. Eu caminhava num lado da rua e ela vinha no sentido contrário do outro lado. Obviamente que o que despertou a minha atenção foram as suas enormes mamas.

Ela era uma mulher de estatura alta, roliça (sem ser gorda), tinha o cabelo pintado e claro, umas mamas descomunais. À primeira vista dava-lhe quarenta e poucos anos. Estava bem vestida, calças de fazenda e uma camisola quase sem mangas. Ao ombro trazia uma bolsa pendurada. Olhei para ela muito fixamente e esta também olhou para mim durante alguns segundos.

Assim que vi aqueles melões, o meu coração disparou. Fiquei como que hipnotizado a olhar para ela enquanto ela passava por mim do outro lado da rua.  E mesmo depois de me ter cruzado com ela, virei a cabeça para trás para a medir por trás. Apesar de estar um pouco acima do peso ideal, não tinha umas grandes nádegas, mas notava-se um pequeno pneu na cintura, sendo também um pouco larga de anca.

No dia seguinte voltei a cruzar-me com ela, cada um do seu lado da estrada e uma vez mais trocamos olhares. Curiosamente ela caminhava em passo lento, o que indiciava que não estava na sua hora de almoço. O facto de ser uma cara nova por aquelas bandas também significava que se tinha mudado recentemente.

Durante quinze dias, de segunda a sexta-feira, cruzamo-nos diariamente, trocando sempre olhares. Acho que ela não estaria a olhar para mim com algum especial interesse, poderia fazê-lo por estranhar o facto de eu olhar tanto para ela. No entanto, eu gostava de pensar que havia ali um interesse um no outro e que lá no fundo, haveria também uma atracção mútua.

Decidi meter conversa com ela, mas como a abordar? Podia por começar por a cumprimentar durante uma semana, depois podia aproveitar uma oportunidade que surgisse para fazer um comentário sobre o tempo ou o trânsito. Mas então houve um acontecimento que me deu uma ideia.

Existe um café aqui perto que começou a ser explorado por um casal novo. Eu frequentava esse café todos os dias para ir tomar o café depois do almoço. O novo "patrão" olhou para mim e disse-me que me conhecia. Olhei para ele mas não consegui reconhecê-lo. Ele então diz que fomos colegas no liceu. Desculpei-me dizendo que não me lembrava dele, mas ele identificou correctamente, o ano, a escola e alguns colegas de turma. Eu lembrava-me de alguns, mas da cara dele, nada, apesar de lhe dizer que já começava a ter uma ideia dele.

Ia ser essa a minha estratégia para meter conversa com aquela mulher misteriosa. O problema era que eu não sabia em que escola ela tinha andado, tinha que arranjar outra desculpa. Mas aquela era sem qualquer dúvida uma forma rápida de meter conversa com ela. Obviamente que ela não se ia lembrar de mim, mas se fizesse as coisas bem feitas, deixava a dúvida no ar e a partir daí, podia começar a tirar partido.

No dia seguinte coloquei o meu plano em marcha, mas com uma diferença. Fiquei na loja até ela estar próxima, então saí, fechei a porta e ao virar-me já ela estava quase a passar por mim do outro lado da rua. E tal como nos dias anteriores, os nossos olhares cruzaram-se. Levantei o dedo para lhe chamar a atenção e pergunto:

- Olhe desculpe, posso dar-lhe uma palavrinha?

- Sim... - responde ela, parando.

Atravesso a estrada e digo-lhe:

- Desculpe, mas desde que a vi que fiquei com a ideia que a conheço de algum lado...

- Não sei... não estou a ver...

- A sua fisionomia não me é estranha... quando a vi fez-se um flash e pensei "conheço aquela senhora, mas não estou a ver de onde"... desde então tenho dado voltas à cabeça para tentar descobrir de onde a conheço... você não me está a reconhecer?

- Não, de todo, desculpe...

- Não tem problema... curiosamente ainda no ano passado aconteceu-me ir representar uma pessoa amiga a uma reunião de condomínio e ao ver a esposa do administrador, disse-lhe que tinha a impressão que a conhecia. Ela não me reconheceu, mas dei tantas voltas à cabeça que acabei por me lembrar dela. Mais tarde quando falei com o marido, disse-lhe de onde conhecia a esposa e depois deste lhe dar os dados, ela confirmou serem verdadeiros, portanto, tínhamos sido colegas. Curiosamente também já me aconteceu o inverso, o rapaz que está a explorar o café CáTeQuero diz que andou comigo na escola, mas não me consigo lembrar dele...

- Isso por vezes também me acontece...

Fiz-lhe então algumas perguntas. De onde era natural e que escolas tinha frequentado, mas ela não era de cá, portanto nunca fomos vizinhos nem colegas de escola. Restava algum evento social, alguns amigos comuns, termo-nos cruzado em algum lugar, mas aqui as situações eram tantas que nem valia a pena entrar por ali. Não tendo tido sucesso, o que já esperava, insisti.

- Bem, vá lá à sua vida... mas tenho quase a certeza absoluta que a conheço...

- Se se lembrar avise...

- Assim farei, adeus, passe bem...

No dia seguinte fiz novamente por sair da loja precisamente quando ela esta quase a passar. Cumprimentamo-nos com um sorriso. Pelo menos o gelo estava quebrado. Volto a cruzar a rua para puxar conversa sobre o facto de achar que a reconheço, fazendo-lhe outras perguntas sobre o que fazia, que lugares frequentava, etc.. Pelo menos desta forma ia recolhendo informações sobre ela. Por fim comento:

- Uma coisa é certa, onde quer que a tenha conhecido você causou-me uma grande impressão... deve ter sido um momento marcante... adorava poder lembrar-me de onde a conheço... porque quando olho para si tenho uma boa sensação... um sentimento positivo...

Faço um compasso de espera e continuo:

- Acho que é isso... acho que nunca nos conhecemos pessoalmente, isto é, nunca fomos apresentados... mas tive o privilégio de a conhecer algures, talvez só de vista... e devo ter ficado tão deslumbrado com a sua figura que fiquei marcado emocionalmente...

- Não percebo o que está a dizer...

- Por favor, não leve a mal o que vou dizer... somos duas pessoas adultas, você merece-me o máximo respeito e não quero parecer abusador, mas agora tenho quase a certeza absoluta que quando a conheci, onde quer que tenha sido, gostei de si...

- Não sei... eu nunca fui muito bonita...

- Desculpe, mas você é bonita... e se o é agora, também o foi quando mais nova...

- Agradeço a sua simpatia, é sempre bom ouvir um elogio...

- Por fim vejo-a a sorrir... sempre que você passava aqui era com uma cara fechada... parecia estar triste...

Ela então contou-me que estava a passar por uma fase menos boa da sua vida. Tinha-se separado do marido e ia divorciar-se dele porque tinha-o apanhado a traí-la com uma vizinha. Tinha também perdido o emprego porque a fábrica fechou. Tinha-se zangado com uma filha que acabou por sair de casa. E por tudo isto, achava que não andava aqui a fazer nada porque ninguém queria saber dela.

Como ficou com lágrimas nos olhos, convidei-a a entrar e dei-lhe um lenço de papel, pedindo-lhe para se acalmar porque a vida era feita de altos e baixos, e apesar dela estar a passar uma fase menos boa, aquilo ia passar e ela iria encontrar novamente a felicidade. Ela sorri, agradecendo as minhas palavras e o meu esforço, mas repete que está sozinha, que ninguém a quer e se calhar o melhor é morrer.

Agarro-a pelos ombros e faço-a olhar para mim, olhos nos olhos:

- Está redondamente enganada... eu confessei-lhe à pouco que fiquei apaixonado por si quando a conheci... e a verdade é que mesmo agora, ainda tenho sentimentos por si...

Ela fica muito séria a olhar para mim.

- Deixe-me entrar na sua vida... deixe-me fazê-la feliz... você merece ser feliz... você merece... deixe-me fazê-la feliz...

Enquanto dizia isto, quase a sussurrar, ia aproximando os meus lábios dos dela até a beijar. No início, talvez pela surpresa não reage, depois tenta afastar-me, mas aquela "luta" dura meia dúzia de segundos porque acaba por se acalmar e entregar, beijando-me também.

Beijamo-nos durante imenso tempo, até que começo também a acariciar-lhe o corpo. Começo pelas costas, depois braços e por fim, chego aos seus seios. Primeiro acaricio-os ligeiramente, mas vendo que ela não faz qualquer oposição, começo a apalpá-los livremente. O passo seguinte foi passar as mãos por baixo da sua camisola, libertar aqueles melões do sutiã que os prendia e pude apalpá-los directamente, sentindo o calor e a suavidade da sua pele.

A partir dali, sempre com os nossos lábios literalmente colados, as nossas roupas começaram a desaparecer dos nossos corpos, enquanto nos dirigíamos lentamente para o escritório. Aí levei-a para a secretária, fazendo-a sentar na beira, enquanto ela desaperta apressadamente as minhas calças e tira para fora a minha verga já dura, começando a masturbá-la.

Então encaixo-me entre as suas pernas bem abertas e penetro-a com força, fazendo-a soltar um sonoro gemido de prazer ao qual se seguem outros, tal é a intensidade das minhas investidas. Por esta altura já não nos conseguimos beijar porque precisamos de todo o oxigénio possível. Ela deixa-se descair para trás, apoiando-se com os cotovelos na secretária enquanto eu a seguro pelas pernas.

Depois de alguns minutos de plena acção, tenho que parar para não me vir já, mas ele pede-me para continuar. Tenho que confessar que estou perto de gozar e que quero prolongar ao máximo aquele momento. Ela então ergue-se e volta a beijar-me, conduzindo-me depois até ao sofá, fazendo-me sentar nele e sentando-se sobre mim, fazendo-me penetrá-la novamente, começando a fazer uma espécie de dança do ventre.

Aqueles longos minutos foram suficientes para baixar a minha excitação, pelo que, mostro-lhe estar pronto para a acção recomeçando a apalpá-la enquanto me deleito com aquelas enormes mamas que me cobrem por completo a cara. Ela saltou em cima de mim como uma louca até ficar visivelmente cansada. Então coloquei-a de quatro e posicionando-me atrás dela, comi-a até a fazer vir-se, juntando o meu gozo ao dela.

Após um breve descanso, peço-lhe desculpa:

- Desculpe... não devia ter feito o que fiz...

- Não há nada a desculpar... eu estava a precisar disto... eu precisava de me sentir viva... eu é que agradeço...

Voltei a beijá-la. Tinha ali uma soberana oportunidade para dar largar ao meu fetiche...

 

 
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