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O acidentePublicado em 2015-09-09 na categoria Contos eróticos / Hetero
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O que parecia ser um início de semana normal, tornou-se num pesadelo. Ao sair do trabalho para ir almoçar, decidi passar por um supermercado que ficava no caminho para aproveitar para comprar uns artigos que estavam em promoção. Estacionei o carro à sombra, no parque exterior e fui rapidamente fazer as compras. Ao regressar, coloquei-as na mala e arranquei, parando à saída do parque para ver se podia avançar. Foi nesse momento que me bateram no carro.Apesar da batida não ter sido muito forte, apanhei um valente susto. Assim que parei à saída do parque de estacionamento do supermercado e enquanto virava a cabeça para a minha esquerda para ver se vinha algum carro para poder entrar na estrada, senti aquela batida atrás. A minha primeira reacção foi olhar pelo espelho retrovisor e ver um homem ao volante do carro que me bateu com um ar de espanto e com o telemóvel ao ouvido. "É o que faz conduzir e falar ao telefone", pensei com os meus botões. Saio do carro ao mesmo tempo que o homem para avaliarmos os estragos. O carro dele, um jipe, praticamente não teve danos, já o meu, ficou com a traseira danificada, farolins e para-choques partidos e a mala amolgada. Já me tinha estragado o dia. - Peço imensa desculpa minha senhora... foi distracção minha... eu assumo toda a responsabilidade... - São coisas que acontecem... - Olhe,,, eu sou mecânico (vai ao bolso e tira da carteira um cartão que me entrega), importa-se se não metermos isto ao seguro e eu arranjo-lhe o carro? - Não sei... eu... - Pode confiar que o meu serviço é 5 estrelas... e para compensá-la empresto-lhe uma viatura de substituição enquanto o seu carro estiver na oficina... eu além da oficina tenho um stand... empresto-lhe um carro à sua escolha... - Não sei... deixe-me falar com o meu marido... - Ok... esteja à vontade. Telefonei para ele, dando-lhe a má notícia. - Tou, querido... olha, bateram-me por trás no carro... não, é pouca coisa... pois, mas o senhor é mecânico e ofereceu-se para reparar o carro... sim, ele tem uma oficina aqui perto e diz que me empresta um carro de substituição do seu stand... sim, sim, deve ser um dos stands aqui na estrada nacional... aceito?... ok, então... até logo, beijinhos... xau... ok, aceito a sua oferta... - Fico-lhe imensamente agradecido... a minha oficina fica aqui a 5 minutos de distância, pode vir atrás de mim, deixa ficar o seu carro e já sai com um carro novo... - Certo, vamos lá! Segui-o ao logo daquela longa recta e quase no fim ele vira à esquerda em direcção à zona industrial, por uma pequena estrada secundária que passava pelo meio de matos. Com o braço fora do carro faz-me sinal para um parque com viaturas à venda. Uns 200 metros mais à frente, ele pára junto a um pequeno pavilhão. Eu paro atrás dele enquanto ele abre um portão. Ele liga as luzes interiores, mas eu permaneço no meu carro com o motor ligado. Aquilo não era bem o que eu estava à espera. Posso ver o interior da oficina com três carros batidos. Ele aproxima-se e diz: - Pode deixar o carro lá dentro... o meu stand era aquele que eu lhe indiquei antes de cortar para aqui... Eu reparei no stand. Era um pequeno terreno com cerca de 10 viaturas. Fiquei de olho num Fiat 500 deste modelo novo que lá estava. Ele tinha dito que eu podia escolher o carro de substituição. Enquanto pensava naquele bonito carro vermelho e branco, entrei com o meu e deixei-o mesmo no meio da oficina. O ambiente era bastante sombrio, sujo, com material espalhado por todos os cantos. Saí do carro espantada com o que via em torno. - Não repare... não uso muito a oficina porque ganho mais a comprar e vender carros... só uso esta oficina para fazer arranjos quando compro carros batidos às seguradoras... - Compreendo... você disse que eu podia escolher o carro de substituição, certo? - É verdade... pode escolher o que quiser... - Bem... eu fiquei de olho no Fiat 500... - Você é como eu... tem bom gosto... Nisso ele volta a fechar o portão. Notando o meu ar assustado tranquiliza-me: - Venha... saímos pela porta do escritório... Indica-me a porta e eu encaminho-me para ela, à frente dele. Confesso que não me sinto muito segura. Quanto mais depressa eu sair dali melhor. E quando o carro ficar pronto quem o vem buscar é o meu marido. Eu é que não volto a por ali os pés. Nisto ele agarra-me por trás, encostando uma pistola à minha cabeça. - Quietinha... quietinha... queres morrrer?... queres morrer?... então fica quietinha... Fiquei imediatamente paralisada pelo medo. - Por... por... por favor... não me mate... não me mate... por favor... por favor... não me mate... Ele repete as ameaças enquanto eu repito a minha suplica, então apalpa-me os seios dizendo: - Huummmm que boa que tu és... - Não... não... não me faça mal... Começo a debater-me para me tentar soltar, ignorando por momentos a arma. Ele exibe-a novamente, voltando a ameaçar-me: - Quieta ou mato-te aqui já!... - Não... por favor... não me mate... tenho filhos pequenos... não me faça mal... - Eu não te faço mal... só te quero foder toda... agora depende de ti... queres deixar os teu filhos sem mãe? - Não... por favor... - Então porta-te bem... agora, despe a camisa... anda... cala-te e despe-te... cala-te já te disse... Como eu continuava a suplicar, ele tapa-me a boca com um pano. Depois, mantendo-me presa pelo pescoço e mostrando-me a arma, repete constantemente as ameaças. Lentamente, sempre a tremer, começo a desabotoar a camisa, deixando-a depois cair no chão. - O sutiã... tira o sutiã... deixa-me ver essas mamas... anda... tira-o... anda... mexe-te... Em lágrimas, obedeci. Naquele momento estava ciente do que ia acontecer e que nada do que eu fizesse iria impedi-lo de abusar de mim. Sabia também que se não colaborasse ele podia tirar-me a vida e enterrar o meu corpo ali no mato e nunca ninguém saberia o que tinha acontecido comigo. Tinha que pensar nos meus filhos, tinha que me manter viva por eles. Tinha que fazer por não desagradar àquele homem para que ele me poupasse depois de se satisfazer. - Despe a saia... tira-a... Uma vez mais obedeci, desapertei-a e fi-la cair aos meus pés. Mantendo-me presa pelo pescoço, começa a apalpar-me toda com a outra mão, fazendo constantemente comentários, dizendo que eu tinha "uma boas mamas", que eu era "muito boa", que me ia dar "uma boa foda", ou provocando-me, dizendo que eu era uma "putinha que merecia ser fodida por ele", ou que " o teu marido nunca te fodeu como eu te vou foder". Embora continuasse a chorar, já não me debatia, permitindo que ele fizesse de mim o que quisesse. Então desliza a mão por dentro da minha cueca e começa a acariciar-me a passarinha, enfiando os dedos entre os meus lábios vaginais. Com o seu corpo encostado ao meu, sinto perfeitamente a sua verga dura encostada às minhas nádegas, a qual vai esfregando nelas. Todo o meu corpo estremece assim que ele me toca lá em baixo. Enquanto me acaricia a passarinha, deixa de me prender pelo pescoço, mas mantendo o braço à volta do meu corpo, começa também a apalpar-me um e outro seio. Não sinto qualquer prazer, mas sinto-me muito desconfortável. - Huummm tu és tão boa... huummmm... tu não tens que gostar... mas é bom que finjas que estás a gostar...porque se não me deres pica podes ter a certeza que acabo com a tua miserável vida... percebeste?... percebeste?.. hã?... Fiz um gesto afirmativo com a cabeça. Então, solta-me, deixando-me de pé, virada de costas para ele, enquanto se despe rapidamente, voltando a encostar-se a mim, fazendo-me sentir o toque da sua pele em contacto com a minha, voltando a esfregar a sua verga no rego das minhas nádegas. Então agarra-me pelos cabelos, puxando a minha cabeça para trás: - Queres senti-la dentro de ti?... Hã?... Queres?... Responde-me caralho... Volta a puxar-me o cabelo com força. Em pânico, tento responder porque não consigo mexer a cabeça. Ele tira-me o pano da boca, e repete: - Quero ouvir-te falar... diz-me... queres sentir o meu pau dentro de ti? - Sim... - Sim o quê?... Sim o quê?... Diz... - Sim... quero... quero senti-lo... quero... quero... dentro de mim... Faz-me avançar dois passos e debruçar-me sobre o capô de um carro, baixa-se e recomeça a acariciar-me a passarinha. - Abre-me essas pernas... hummm... que bela coninha... bem aparadinha... e... huuummm... bem cheirosa... apetece-me comê-la... huuuummm... delicia... Começa, primeiro a lambé-la para depois chupá-la, enquanto vai afastando e apalpando ambas as minhas nádegas. Eu limito-me a ficar quieta, nada fazendo para me opor enquanto ele se deleita, mas continuo a estremecer e a tremer. Todo o meu corpo está com tremores. Não os consigo controlar. Tento alhear-me de tudo aquilo, fazendo o meu olhar pairar por aquela oficina lubregue, sujo, desarrumado. Na parede vejo vários calendários com mulheres semi-nuas, fixando-me por fim num relógio publicitário de parede, seguindo o movimento do pequeno ponteiro que marcava os segundos. Ele chupa-me a passarinha prolongadamente enquanto me vai apalpando as nádegas ou acariciando as coxas, ou mesmo enfiando os dedos na minha vagina ou acariciando o meu clitóris. Ele faz tudo aquilo de forma tão incisiva, prolongada e intensa que consegue mexer comigo, mas isso não evita que eu continue a desprezá-o e a ter um sentimento de repulsa e ódio de morte. O tempo vai correndo naquele relógio, e eu vou mentalmente contando cada minuto que passa, um minuto, dois... três... cinco... dez... quinze... vinte, vinte e um, vinte e dois..., então, por fim, pára de me chupar, levantando-se e dando-me uma forte nalgada. Alguns segundos depois sinto a sua verga a deslizar para a frente e para trás à procura da minha vagina. Assim que a encontra, penetra-me com força, enfiando tudo de uma só vez. Empurra com tal violência e obriga-me a soltar um grito. Ele deve ter uma verga descomunal porque magoou-me imenso. Ao sentir todo aquele rolo de carne a invadir-me daquela forma, que até fiquei sem ar nos pulmões. Mantendo aquela verga toda entalada dentro de mim, puxa-me os cabelos para trás, obrigando-me a arquear o corpo todo para trás e inclinando-se sobre mim, pergunta: - Então putinha... gostas de sentir o meu pau?... - S... s... s... sim... - Pede-me para te foder com força... - Fode... fode... fode-me... fode-me com força... - Outra vez... - Fode-me com força... - Repete outra vez... - Fode-me com força... - Isso putinha... vou-te foder com tudo até tu gritares de prazer... Dito aquilo, continuando a agarrar-me e a puxar-me pelos cabelos, começa a estocar-me com força, enquanto ia grunhindo de prazer. De cada vez que enfia até ao fundo, faz-me arquear o corpo e soltar um sonoro gemido, não propriamente de prazer, mas num misto de agonia, de padecimento, de aflição, e de fingimento, simulando que estava a gostar. - Isso putinha... geme... geme... nem que seja a fingir... mas geme... como se estivesses com tusa... Ele continua a penetrar-me com aquela mesma cadência durante um bom tempo, variando entre manter-me presa pelo cabelo, segurando-me pela cintura, apalpando-me os seios e as nádegas ou dando-me mesmo algumas nalgadas bem fortes. Aquele castigo parece não ter fim à vista. Só quero que ele se venha e deixe. O pior é que o meu próprio corpo começa a trair-me porque la no fundo, apesar de querer que ele pare, começo a sentir algum prazer. Isto deixa-me muito confusa. Sentir aquele volumoso rolo de carne a deslizar entre as minhas pernas durante tanto tempo começa a derrubar as minhas defesas e por incrível que possa parecer, estou a começar a gostar. Eu nem queria acreditar que estava a sentir aquilo. Eu devia estar revoltada, a lutar, mas apesar de não o desejar, sentia-me invadida por uma sensação de volúpia, e por causa dela, estava a começar a gostar. Tentei lutar contra aquele sentimento de prazer, mas aqueles estímulos mexeram de tal forma com a minha sensibilidade e luxuria que o desejo carnal começou a falar mais alto. Então fez-me deitar num banco traseiro de um carro que tinha junto a uma parede e abrindo-me as pernas, encaixa-se entre elas, para continuar a penetrar-me na posição do missionário, mas mantendo-se semi-erguido para ir olhando para a minha cara ou para os meus seios, vendo-os baloiçar ao sabor das suas fortes investidas. Alguns minutos depois sinto um orgasmo como à muito tempo não sentia. Tive que fazer um esforço sobre-humano para não exteriorizar todas aquelas vagas de prazer que percorriam todo o meu corpo. Quase desfaleci por completo, perdendo todas as minhas forças físicas. Pensei mesmo que ia desmaiar. Tal não aconteceu e ele continuou a estocar-me até por fim se vir, fazendo jorrar todo o seu sémen para o interior da minha vagina que ainda pulsava de prazer, deixando-se então cair sobre o meu corpo e permanecendo em cima de mim durante alguns minutos enquanto recuperava o fôlego. Então levantou-se para se vestir enquanto eu me virava para o outro lado, encolhendo-me sobre mim mesma, chorando de raiva. Algum tempo depois, dou comigo sozinha naquele pavilhão. Ainda receosa e a chorar, visto-me e a medo, vou até ao portão espreitar. Não o vendo, abro-o, corro para o meu carro e saio dali a grande velocidade com um sorriso no rosto por ter conseguido escapar, só parando um quilómetro mais à frente, já em plena estrada principal. Eu tinha sido refém daquele homem durante quase duas horas. Durante o resto da tarde não fiz nada, pensando no que deveria fazer. Decidi não contar nada ao meu marido, dizendo-lhe que o homem, no meio do trânsito tinha fugido e eu não tinha conseguido anotar a matrícula. No dia seguinte, através de colegas de trabalho tentei obter informações sobre o stand e a oficina. Descobri que o stand não era daquele homem e que a oficina estava à muito abandonada. Tinha sido vitima de um plano de um predador sexual. Será que ele usava aquele esquema com outras mulheres? Tirei quinze dias de férias e montei guarda, devidamente escondida no mato, mas ele não voltou a aparecer ali. Por um lado até foi bom assim, porque eu tinha a arma do meu marido no bolso e estava disposta a cometer uma loucura... |
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