A oportunidade
Publicado em 2015-11-03 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Conheci-a quando comecei a namorar com a minha actual companheira. Na altura, ela era uma jovem adolescente com 13 anos de idade. Era uma rapariga muito bonita, alta, loira e com um corpo bem definido. Como era vizinha porta com porta e amiga confidente da minha namorada, também entrei na sua esfera de amigos. Como ela era menor, nunca tentei nada, mas intimamente, não deixava de a desejar...

A primeira vez que a vi, fiquei logo apaixonado por ela. Era impossível não ficar, parecia uma boneca. Era também uma rapariga muito tímida e talvez pelo sua exuberante beleza, era demasiado protegida pelos pais que afastavam todos os moços que andassem por ali a deambular. Faziam até questão de a levar e ir buscar à escola.

Face à amizade que tinha com a minha namorada, uma e outra eram visitas frequentes da casa uma da outra. Foi graças a isso que comecei a falar com ela, procurando ganhar a sua confiança. Eu estava perfeitamente consciente que, sendo ela menor, não podia nem devia tentar tirar proveito dela, mas isso não significava que não fantasiasse com isso, imaginando que ela se apaixonava por mim e se tornava na minha amante secreta.

Vendo-a naquela "prisão", convenci mesmo a minha namorada para de vez em quando a convidarmos a passear connosco. Obviamente que aproveitei toda esta convivência para abordar a forma como os pais dela a "prendiam", procurando mostrar-lhe que a compreendia e até estava do lado dela, ganhando assim alguns créditos na estima dela. A minha namorada, ignorando por completo o meu verdadeiro interesse, deixou-se levar na conversa.

No inverno, costumávamos ficar por casa, em casa da minha namorada e convidávamos a Ana para vir ver um filme ou jogar. Já no verão, chegamos a levá-la connosco para a praia. Cheguei a ter o número do seu telemóvel e até entrei para a sua lista de amigos de uma famosa rede social, mas nunca, em momento algum, tentei qualquer avanço físico ou por palavras.

E o tempo foi-se passando até que dois anos depois a minha namorada veio viver comigo. Não gostei muito da ideia, tentei arranjar argumentos para não vir para minha casa, mas em vão. Por causa disso, deixei de ver a Ana tão frequentemente. Se antes a via quase todos os dias e estava com ela, pelo menos umas horas em quase todos os fins de semana, agora, só a via uma vez por semana, quando ia almoçar ao domingo a casa dos pais da minha namorada.

Já as saídas, tornaram-se ainda mais esporádicas, mas então tive uma ideia. Convenci a minha namorada que, se elas eram assim tão amigas e confidentes, ela podia convidar a Ana para nossa casa, passando um fim de semana connosco. Para minha felicidade, ela achou uma boa ideia. Uma vez mais, sabia que a miúda só tinha 15 anos, pelo que eu tinha que manter a cabeça fria, apesar dela estar cada vez mais jeitosa.

Naquele ano, ela veio pernoitar a nossa casa três vezes, mas apesar de me imaginar a ir a meio da noite até ao quarto dela, tais cenários nunca passaram da minha cabeça.

Entretanto, ele começou a namorar com um rapaz, mas a relação durou pouco tempo face à pouca liberdade que lhe era dada pelos pais. Já com os 18 feitos, e namorando com um outra rapaz, curiosamente filho de uns amigos dos pais dela, estes já começaram a dar-lhe mais alguma liberdade, mas não muita. Podia sair com o namorado, mas às 11 da noite queriam-na em casa.

Como resultado daquilo, soube pela minha companheira que houve discussões lá em casa e que a Ana tinha cortado relações com o pai, tendo-se mudado para a casa do então namorado. Dois anos depois, acabaram por fazer as pazes, tendo o novo casal arrendado uma casa para poderem viver sozinhos, sem a intromissão dos velhos.

O rapaz trabalhava numa loja de venda de electrodomésticos e ela como caixa de supermercado em horário part-time. Continuamos a encontrarmo-nos com eles, umas vezes íamos jantar a casa deles, outras vinham eles a nossa casa. Eles pareciam ser um casal aparentemente feliz, a minha companheira confirmou-me isso mesmo, apesar de um e outro falar com muita naturalidade que se amanhã não estivessem bem, ia cada um para o seu lado.

Entretanto soube que eles estavam a viver com algumas dificuldades económicas. Tinham a renda, água, luz, gás, alimentação, prestação do carro, etc., pelo que tinham que fazer alguma contenção nas despesas. Como já tinha uma boa confiança com a Ana, e tentando ficar bem na fotografia, fiz por a encontrar no hipermercado onde trabalhava, convidando-a para tomar um café quando saísse. Aceitou e fizemo-lo numa pequena cafetaria que ficava ali mesmo na galeria.

Procurei saber se estava tudo bem com ela e com o seu relacionamento afectivo, tentando que ela frisasse as dificuldades económicas, mas ela limitou-se a dizer que as coisas estavam difíceis. Então disse-lhe que tinha conhecimento que eles estavam a passar uma fase menos boa, por isso disponibilizei-me para ajudar. Ela agradeceu, dizendo que não precisava.

Como ela ia a pé para casa (morava a cerca de 2 quilómetros), dei-lhe boleia e já no carro meti a mão ao bolso e tirei 200 euros, entregando-os. Mantendo o dinheiro na mão e olhando para aquelas duas notas, voltou a dizer que não queria. Ressalvei que era um empréstimo, sem prazo e sem juros, e que quando as coisas estivessem melhores, devolvia-me o dinheiro.

Algo constrangida e depois de muita insistência aceitou ficar com o dinheiro. Despedimo-nos com dois beijos na face e antes dela sair aviso que se precisar de dinheiro, que pode contar comigo. Ela agradeceu com um belo sorriso e foi para casa. Então um par de semanas depois liga-me dizendo tinha uma conta para pagar e estava apertada.
"Ana, não precisas de te justificar, quanto é e para quando?... Amanhã?... Ok, conta comigo... Ok, de nada, xau, beijinhos". Pediu-me mais 200 euros. Fui ter com ela ao hiper e entreguei-lhe o dinheiro antes dela entrar no trabalho.

Os empréstimos foram-se sucedendo até que um dia disse-me que era a última vez porque já me devia quase 1 500 e não sabia como pagar-me. "Podias pagar-me com o corpo", pensei, mas fiz o meu papel de amigo sério e deixei-a à vontade, dizendo-lhe que não me custava nada ajudá-la, no fim do ano, era menos uns jantares, umas roupas ou uns gadgets novos onde mal-gastava o dinheiro.

A grande surpresa veio alguns dias depois. Liga-me dizendo que precisava falar comigo urgentemente em casa dela. Naquele dia ela estava de folga. Fui a casa dela e encontro-a bastante preocupada. No dia anterior tinha batido o carro a fazer uma marcha-atrás e não tinha dinheiro para a reparação. Ao parceiro disse que lhe tinham batido e que iam pagar o arranjo. Como o valor era elevado (tinha um orçamento de quase 800 euros), repetiu que lhe custava pedir-me aquele dinheiro porque não tinha como pagar, por isso, se eu quisesse, ela ia para a cama comigo...

Tive uma erecção instantânea. Ela permanece de pé, à minha frente, com os olhos fixos no chão. Eu fico a olhar para o seu belo corpo, pensando que podia ter aquilo que tanto tinha desejado. Perante o meu silêncio, ela levanta as mãos à altura do peito e começa a desapertar a camisa.

Já ia no segundo botão quando lhe peço para parar. Eu nem queria acreditar no que ia fazer. Disse-lhe que ela não era uma prostituta para se vender a troco de dinheiro e que a ajudava com todo o gosto, sem lhe exigir nada em troca. Ela mantendo os olhos baixos e abotoando-se novamente, agradece.

Antes que me arrependesse saí dizendo que ia buscar o livro de cheques ao carro. Passei um, entreguei-o e depois de nos despedir-mos saí. Enquanto descia pelo elevador, repetia uma e outra vez que eu era o maior burro deste planeta por não ter aproveitado aquela oportunidade.

Ainda nesse dia recebo um estranho telefonema. Um colega liga-me para me perguntar porque era que eu estava a pagar as dívidas dos outros. Estranhei a pergunta e pedi-lhe explicações, ao que responde que naquela manhã uma senhora deu-lhe um cheque meu para saldar uma dívida que ela tinha.

Depois de conversar com ele, vim a saber que ela tinha tido uma loja de roupa, mas fechou, ficando a dever alguns meses de renda. Ela pouca atenção dava à loja, preferindo andar a passear pelos shoppings. Mas isso não era tudo, a mãe tinha-a ajudado também a pagar outras dívidas, mas a rapariga, apesar das despesas, não prescinde de fumar, comprar roupa, ir ao cabeleireiro, comer fora duas vezes por semana ou frequentar também dois ou três dias por semana um ginásio.

Ela tinha andado a mentir-me. O dinheiro era para pagar dívidas e manter vícios. Meti-me no carro e fui novamente a casa dela. Ao chegar cruzei-me com o namorado. Ele não me viu e eu não parei, estacionando umas dezenas de metros mais à frente, vendo-o a sair com o carro que não tinha qualquer sinal de acidente.

Assim que arrancou, saí do carro e dirigi-me a pé até à entrada do prédio. Toco à campainha, ela abre-me a porta e eu subo. Convida-me para entrar e pergunta-me se está tudo bem. "Nem por isso" respondo. Então confronto-a com as suas mentiras. Ela nada diz para se defender. Às tantas digo "E tu ainda tiveste a lata de dizer que estavas disposta a ir para a cama comigo... aquilo não era a sério pois não? Era só show-off, porque sabias que eu não me ia aproveitar de ti...".

"E se eu não tivesse dito para parares, o que é que fazias?". "Eu mandava-te parar...", responde cabisbaixa. Eu aproximo-me dela, agarro-a pelos braços e abanando-a pergunto-lhe como pensa pagar-me o que me deve. Responde que não sabe, então num repentismo agarro-lhe os colarinhos da camisa e puxo-os rebentando-lhe todos os botões.

Ela tenta tapar-se com as mãos, perguntando o que é que eu estava a fazer, mas nem lhe respondo. Agarro-lhe as calças de fato de treino e puxo-as até aos pés. Ela continua a perguntar o que estou a fazer e dizendo "não" ou "pára". Ela tenta proteger-se encolhendo-se contra um canto, mas naquela luta, vira-se de costas. Arranco-lhe com violência a cueca e dispo as minhas calças. Então faço-a inclinar sobre os moveis, agarrando-a pelos cabelos e penetro-a sem mais cerimónias, fazendo-a soltar um gemido.

Ela continua a protestar enquanto eu a vou estocando com fortes investidas, fazendo com que ela quase não consiga falar, soltando uns "ais" de cada vez que lhe enfio a verga até ao fundo. Então puxo-lhe o sutiã para baixo libertando as suas belas mamas, para as poder apalpar à vontade. Ela praticamente não se debate, limitando-se a agarrar-se à beira do móvel enquanto é comida por trás.

Enquanto a penetro, dando-lhe umas fortes investidas, obrigando-a a gemer a cada uma, vou aproveitando para lhe acariciar aquele belo corpo bem trabalhado pelas horas que passa no ginásio. Ela sempre teve um excelente físico, mas agora, tinha um corpo ainda mais definido e firme, sem gorduras ou celulite. E o melhor de tudo, tinha uma ratinha bem apertadinha. Enquanto a comia, aproveitei para a ir elogiando pelo magnifico corpo que tinha e pela bela foda que me estava a proporcionar.

Eu estava a deliciar-me com aquela foda. Era a realização de um sonho. Estava a comê-la com um duplo prazer e raiva, por um lado, por a desejar à muitos anos, por outro, por me ter andado a mentir. Mas até foi bom porque as suas mentiras deram-me a oportunidade que eu à tanto desejava.

Eu estava tão excitado em vê-la assim subjugada e dominada que nem pensei em levá-la para o quarto e comê-la noutras posições. Dava-me por muito satisfeito e comê-la daquela forma, ali mesmo, num canto da cozinha. Então, às minhas fortes estocadas, juntei algumas provocações, perguntando-lhe se o Carlos a fodia tão bem como eu, se tinha uma verga tão boa como a minha, se ela gemia com ele tanto como estava a gemer comigo e perguntando se estava a gostar.

À ultima pergunta responde com um não, mas eu insisto nela, chamando-a mentirosa e dando-lhe ainda com mais força, obrigando-a a gemer mais alto. Ele insiste em dizer não e eu castigo-a ainda mais. Então queixa-se que a estou a magoar com as minhas penetrações. Puxo-lhe os cabelos para trás, obrigando-a a virar a cabeça e exijo que confesse que está a gostar. "Sim... sim..." responde a soluçar. "Eu sabia!", respondi com satisfação, mesmo sabendo que ela não estaria a ser sincera.

Também não queria saber. Continuei a estocá-la com força, mas agora, contendo-me um pouco para não a magoar. Felizmente tenho uma verga avantajada. Para muitos homens, esse será o seu maior desejo, mas na prática, elas gostam delas grandes qb, porque grandes de mais, são bonitas á vista, mas levar com elas é outra história.

A certa altura, ela começa a implorar para eu parar, tentando-me afastar com as mãos, mas eu agarro-as, prendendo-as ou afastando-as. Os seus pedidos tornam-se cada vez mais insistentes, mas eu ignoro-os, continuando a comê-la com a mesma intensidade.

Então, alguns minutos depois ela agarra-se com força ao móvel, põe-se de bicos de pés e fica com o corpo muito tenso, parecendo deixar de respirar. Creio que está a gozar, por isso incentivo-a, "Isso Ana, goza... isso... goza...". Então quase desfalece, inspirando profundamente, dando uma espécie de pequenos saltinhos, para depois, recomeçar a respirar de forma ofegante enquanto ia abanando a cabeça de um lado para o outro, fazendo umas expressões faciais que mais pareciam umas caretas de esforço.

Já cansado de tanto exercício, faço-a virar-se e baixar-se, exigindo-lhe que me chupe a verga. Ela não quer, mas obrigo-a a baixar-se e a abrir a boca, enfiando-lhe a verga nela. Sem grande convicção, faz-me um fraco broche durante uns dez minutos, não mais. Insatisfeito, faço-a deitar-se sobre a mesa da cozinha, abro-lhe as pernas e chupo-lhe aquela ratinha tão bonita e apetitosa

Ela começa então a gemer incontroladamente, contorcendo-se de um lado para o outro. Eu estava tão deliciado que chupei-a até a fazer vir-se de novo. Ao sentir aquela nova explosão de prazer, solta um "ai" ao mesmo tempo que fecha as pernas com força, espremendo-me a cabeça. Depois abre-as e com as mãos empurra-me a cabeça contra ela enquanto arqueia o corpo várias vezes.

Antes que terminasse de gozar aquele orgasmo, ergui-me e voltei a penetrá-la, recomeçando com as rápidas penetrações. Naquele momento queria gozar também. Tive que me concentrar um pouco para o conseguir, mas alguns minutos depois tive o meu tão desejado prémio, fazendo jorrar todo o meu leite em sucessivas golfadas para dentro daquela grutinha tão especial.

Tudo consumado, disse-lhe que aquele ia ser o nosso segredo. A partir daquele momento, ela era também minha. Em troca, eu cuidaria dela. Ela nada disse, mas também não se opôs...

 
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