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Velhos são os traposPublicado em 2015-08-27 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Logo após a minha licenciatura em serviço social, surgiu-me a possibilidade de fazer um estágio profissional com a duração de seis meses, para o desenvolvimento de acções de apoio ás famílias e ás instituições, no âmbito da terceira idade, numa freguesia que ficava relativamente próxima daquela de onde eu era originária. Aí, comecei a trabalhar no terreno e conheci um septuagenário que se achava um garanhão sexual...Depois de ter obtido a minha Licenciatura em Serviço Social, tive conhecimento de uma oferta de trabalho onde uma instituição procurava uma pessoa que conhecesse a problemática biopsicossocial dos idosos e a dinâmica das respostas sociais, tivesse bons conhecimentos de inglês, excelente capacidade de comunicação verbal e escrita, bons conhecimentos de informática, dinamismo e criatividade, sentido de ética e isenção, capacidade de criar ligações emocionais, capacidade de trabalho em equipas multidisciplinares e residir no concelho. Eu cumpria o perfil e os requisitos exigidos, com excepção da experiência minima necessária de três anos, porém, esta exigência era meramente preferencial. Ofereciam a possibilidade de poder integrar os quadros da instituição, uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e profissional, bem como uma remuneração de acordo com a formação académica necessária. Fui à entrevista e fiquei com o lugar. Apesar de residir no mesmo concelho, a freguesia onde nasci ficava a quase uma centena de quilómetros daquela onde eu ia trabalhar. Para complicar eu não tinha carta de condução, logo tinha que usar transportes públicos. O facto de entre a casa dos meus pais e a instituição onde ia trabalhar, haviam varias serras com estradas muito sinuosas e em mau estado, os transportes públicos não as usavam, até porque ali não residia quase ninguém, o que fazia com que as viagens fossem muito longas porque estes contornavam as serras. Isto fazia com que tivesse que me levantar às 6 da manhã para poder estar no emprego às 9. Já no fim da jornada, saindo eu às 17, só chegava a casa depois das 20 horas. O transtorno era muito grande, pelo que, decidi procurar uma casa na vila onde estava a trabalhar e entretanto, começar a tirar carta. Casas disponíveis até haviam algumas, o problema era que pertenciam a emigrantes que as usavam nos períodos de férias. Como eu ia falando deste propósito, até junto das pessoas a que eu prestava apoio, houve um velhote que se disponibilizou a ajudar-me. Ele residia numa casa relativamente pequena mas que tinha sinais de ter sido restaurada há alguns anos. Tinha dois quartos, uma sala, uma cozinha e uma casa de banho exterior. A cerca de 20 metros, aviam uma outra casa mais antiga e também restaurada que tinha apenas uma cozinha, um quarto e uma casa de banho também exterior. Ele ofereceu-me essa casa com uma renda simbólica. Vi a casa e, apesar dos móveis antigos, era asseada. A cozinha era grande, mas o quarto bastante pequeno. O valor da renda era também muito baixo, pelo que decidi aceitar, agradecendo-lhe imenso e vendo nele uma grande satisfação. Já no regresso, a colega que vinha comigo no furgão fez questão de me alertar sobre aquele idoso. Apesar dos seus 71 anos de idade, ele tinha a mania que era um garanhão e atirava-se a todas as colegas. Ele era viúvo já há alguns anos e os filhos estavam todos emigrados. Ao que parece, ela "comia" as colegas com os olhos, fazia muitos comentários com segundas intenções e por várias vezes já as tinha apalpado, o que motivou ameaças de que, se continuasse com aqueles comportamentos, estas deixariam de ir lá a casa. Com isso, os contactos físicos diminuíram, pelo menos já não apalpava, mas fazia por se roçar nelas, mantendo os olhares maliciosos, piropos e os comentários provocadores. Agradeci os avisos e tranquilizei-a dizendo que tudo estava na forma como lidávamos com aqueles abusos. Se permitimos os primeiros porque são inocentes, depois temos mais dificuldades em enfrentá-los quando eles abusam. O segredo está em mostrar firmeza logo do início. Mudei-me passados dois dias e notei logo aquilo que a minha colega me tinha alertado. Ele "devorava-me" com os olhos. - Veja lá se fica vesgo de tanto olhar! - Não menina... não te preocupes... sabes, os olhos foram feitos para ver... e vê-se cada coisa mais boa... - Muito obrigado pela parte que me toca, mas quem andou já não tem nada para andar... Sei que não devia dar-lhe conversa, mas desde que não deixasse passar as coisas daquele ponto, não haveria problema. Apesar de saber e de o apanhar a olhar para o meu corpo, não lhe dei grande importância. Já quanto aos seus piropos, alguns muito engraçados e nada grosseiros, até os agradecia. Já quanto às suas insinuações de que fazia e acontecia, aí, respondia-lhe à letra picando-o. Os restantes dois dias daquela semana passaram-se sem grande história. Na quinta feira ao fim do dia o Sr. João fez questão de me mostrar a sua propriedade e na sexta, já me aventurei a passear e conhecer o ambiente circundante. A propriedade ficava num declive que terminava num vale com terrenos de cultivo e por onde passava um pequeno riacho. Aí conheci um casal que trabalhava num campo e que moravam a cerca de um quilómetro dali. Durante o fim de semana fui para casa dos meus pais, regressando no domingo à noite. A semana seguinte, logo após o trabalho, mantive-me nas imediações da casa porque o tempo não ajudava. Como já esperava, o meu senhorio sempre que me via aproveitava, primeiro, para dizer os piropos da praxe e depois começava com os comentários provocadores. Certo dia disse "Sabe menina... há cães que têm muita sorte..." Respondi qualquer coisa que agora não recordo, dando a entender que não percebi, então ele insiste "O seu namorado é um homem com muita sorte...". Respondi que não tinha namorado, que era livre como um passarinho. Então ele surpreendeu-me "Que pena, tanta passarinha à boa vida e o meu gato a passar fome...". Percebi o contexto da frase mas procurei não lhe dar muita importância. Noutro dia fez outro trocadilho "Sabe menina, só me apetece miar e comer ratas...". Sempre que ele se saía com estas tiradas, eu sorria, achava piada à forma como ele se expressava e à forma como tentava cortejar-me. Novo fim de semana e fui outra vez passa-lo a casa dos meus pais. Já na segunda, ao regressar a casa - uma colega dava-me boleia -, e estando um dia de muito calor, enfiei uma toalha num pequeno saco e decidi dar um passeio até ao riacho que o Sr. João já me tinha falado e mostrado (ao longe) que tinha uma pequena praia. Fui por um caminho de terra batida quando passa por mim um tractor com o senhor que eu tinha visto com a esposa semanas antes. Cumprimentamo-nos e pergunto pela esposa, ao que este responde que ela ficou no campo e que ele vai trocar a alfaia do tractor para regressar. Uma centena de metros mais à frente já tenho uma visão de boa parte dos terrenos, apesar das muitas árvores, mas não vejo a senhora. O caminho faz uma curva e só 200 metros depois é que dá acesso ao terreno. Para quem circula numa viatura, tem que ir lá ao fundo, mas quem anda a pé, pode cortar caminho pelo mato até porque o declive já é pouco e a vegetação não é muita. Assim que chego ao campo apercebo-me de movimentos do meu lado esquerdo. Ao olhar naquela direcção apanho uma grande surpresa. Levo as mãos à boca e apresso-me a dar um passo atrás, incrédula com o que acabava de ver. A cerca de 20 metros estava a mulher daquele senhor que tinha passado por mim à pouco com o meu senhorio, a fazer sexo... Não resisti a espreitar, continuando a tapar a minha boca para não escapar nenhum som involuntário pela surpresa daquela cena. Ela estava de pé, pernas aberta, saia subida sobre as costas e inclinada para a frente, segurando-se numa grande pedra que estava ali. Atrás dela, estava o meu senhorio com as calças descidas até aos pés, a segurá-la pelo quadril enquanto a comia num vigoroso vai em vem, fazendo-a gemer de prazer. Ela não era muito velha, estaria perto dos 50. Já o marido aparentava ser bem mais velho. Para a idade, ele mexia-se com grande destreza. De vez em quando eles diziam qualquer coisa, mas eu não conseguia perceber o que diziam. Depois de alguma acção, ela ergue-se, fazendo-o parar e virando um pouco o tronco, beija-o enquanto este mete a mão pela blusa dela para lhe apalpar os seios. Depois daquele intervalo, ele volta a comê-la com a mesma intensidade de à pouco. Não posso deixar de ficar surpreendida pela sua resistência sexual e por ainda ter aquele apetite sexual. Algum tempo depois fá-la virar e baixar para lhe fazer sexo oral. Agora é ele que de cara erguida para o céu e de olhos fechados geme visivelmente de prazer. Enquanto ela lhe segura na verga e brinca com a língua na glande como se fosse um gatinho a lamber o leite, posso perceber que ele tem um belo exemplar entre as pernas. Apesar de mostrar claramente que não tem grande dureza, percebe-se claramente que aquele rolo de carne é grande e grosso. Fico mesmo impressionada porque nunca tinha visto um pénis assim, só em alguns filmes na internet. Ela, por vezes deixa de o chupar para o masturbar com força, enquanto parece olhar admirada e com satisfação para aquele canhão. Não consigo evitar excitada ao vê-los fazer sexo. Ele então deita-a, deitando-se sobre ela e encaixando-se entre as pernas delas, recomeçando com os movimentos de vai e vem, enquanto a vai beijando e acariciando, até que um bom tempo minutos depois ouço-o começar a gemer, sinal que está para se vir, mas de repente ouve-se o tractor a regressar. Eu escondo-me, dando um passo atrás enquanto eles se arranjam. Na sua "fuga", ele cruza-se comigo. Eu fico paralisada com a surpresa de o ver. Ele também fica surpreendido mas continua a caminhar, esboçando um sorriso e encolhendo os ombros. Depois passa a senhora por mim. Ao ver-me fica pálida, baixa a cabeça e apressa p passo na direcção do marido. Durante alguns minutos fiquei desnorteada com tudo aquilo que tinha acabado de ver. Por fim, sem coragem de ir para casa, decidi prosseguir o meu caminho até ao riacho. Enquanto caminhava pela orla do terreno, aquelas imagens não me saíam da cabeça. Por outro lado, sentia-me completamente encharcada entre as pernas. Já há alguns meses que não faço sexo e vê-los, mexeu muito comigo, despertando-me o meu apetite sexual. Precisava mesmo de tomar um banho frio para me acalmar. Por fim, cheguei ao riacho. Este na realidade era um pequeno rio com 2-3 metros de largura, mas ao caminhar pela margem, na direcção de uma árvores, fui surpreendida com o que parecia ser uma pequena praia fluvial. Naquela zona, havia um açude e na margem um canal que dava a um antigo moinho de água. Este era feito com pedra de vários tamanhos o que criava um efeito de cascata inclinada. A água era muito límpida, vendo-se perfeitamente o fundo. Aquela lagoa teria uns 30 metros de diâmetro era completamente rodeada por árvores. Do lado de cá, após estas estavam os terrenos de cultivo. Do lado de lá, já só havia mato. Aquele fim de tarde estava ainda quente pelo que tirei os sapatos para molhar os pés. A água estava fria mas apetecível. Como adoro água e esta mesmo fria nunca me fez confusão, decidi refrescar-me tomando ali um banho. Primeiro procurei ver se andava alguém por ali, mas não havia sinal de vivalma, apenas aquele casal a trabalhar no campo a cerca de trezentos metros. Prendi o cabelo, despi-me por completo e coloquei as minhas roupas sobre uma pedra na margem e entrei na água, caminhando até ao meio. onde a água me chegava apenas ao peito e eu sou uma mulher alta. A profundidade não era muita mas era o suficiente para se poder dar umas boas braçadas e foi o que fiz. Se no início senti a água um pouco fria, depois de estar dentro de água, fiquei bem. Para não molhar o cabelo, nadei de peito (bruços), fazendo movimentos de braços no plano horizontal sob a água. Enquanto o fazia, não conseguia afastar da minha cabeça o que tinha acabado de ver, não só pela situação inusitada, a mulher estava a trair o marido e não parecia ser a primeira vez que estava com o Sr. João, e este, surpreendeu-me por toda aquela pujança sexual. Saí da água completamente embrenhada naqueles pensamentos. Sequei-me na toalha e de repente pressinto um movimento por trás da vegetação. Cubro-me com a toalha e dou dois passos para a esquerda. Não acredito no que vejo. Ali, atrás da vegetação está o Sr. João de camisa toda desabotoada, todo atrapalhado a tentar vestir as calças à pressa, conseguindo ainda ver aquele pénis enorme erecto. - Mas... o que vem a ser isto?... O que raios está aí a fazer? - Eu... Eu.. nada, menina... nada... - Nada? Estou aqui toda descomposta e você está aí escondido a bater uma?... - Sabes menina... eu ainda não tinha acabado, e tu apareceste aqui... eu já cá estava... mas tu apareceste aqui... sabes... eu sou velho mas tenho a força de um toiro... Ao dizer isto, agarra no seu pénis e exibe-o. Eu parva, não evito descer o olhar para o ver a abanar o pénis como se fosse um chicote. Apesar de o estar a agarrar com toda a mão, ainda é possível ver quase outro tanto à mostra. Além disso, é também bastante grosso. Àquela curta distância - meia dúzia de metros -, posso comprovar que aquele homem foi bafejado pela natureza. E numa fracção de segundo vem-me ao pensamento que a esposa dele foi uma mulher com muita sorte por ter tido o privilégio de poder ser possuída por aquele "objecto" de desejo e prazer. O meu coração está tão acelerado que consigo ouvir os seus rápidos movimentos, parecendo que se quer escapar pela minha boca aberta de espanto. Sinto a garganta completamente seca, as minhas pernas parecem fraquejar. Naquele momento, sem pensar no que fazia, deixo cair a toalha, exibindo-lhe toda a minha nudez. Ele arregala os olhos e engole em seco. Começa a caminhar lentamente na minha direcção dizendo "não acredito no que os meus olhos vêem...tu és uma deusa...". Sem desviar o meus olhar do seu pénis, permaneço em silêncio, estática, sinto o meu corpo a tremer. Assim que está ao meu alcance, ergue as mãos e toca-me ao de leve nos seios, acariciando-os e dizendo que eram muito belos. Depois do toque com as pontas dos seus dedos, apoia os meus seios nas suas mãos, apalpando-as ligeiramente. Eu solto um suspiro de prazer. Entre as minhas pernas parece que rebentou uma cascata. Aos poucos as suas carícias começam a ser complementadas com o apalpar. Os meus mamilos reagem de imediato. Continuando a elogiá-los, inclina-se sobre eles para os lamber e depois chupar, introduzindo-os na boca e apertando-os com os seus lábios. No início, mantenho-me estática, com os braços caídos ao longo do corpo e o olhar perdido no horizonte, mas acabo por os fechar e erguer a cabeça na direcção do céu, começando a gemer de prazer. Os meus tremores corporais aumentam. Se no início ele começou muito gentilmente, aos poucos, começou a perder a cabeça tal era a sua excitação, acariciando-me todo o corpo, enquanto me fazia um linguado que ia dos meus seios até ao meu queixo. Ao fazê-lo encosta o seu corpo ao meu e agarrando-me pela nádegas, esfrega o seu pénis no meu corpo. Não resisto mais e baixo-me, agarrando-lhe o pénis. Começo rapidamente a masturbá-lo enquanto olho para ele com um olhar esbugalhado de admiração e desejo. Que belo material tinha aquele homem. Sem mais delongas, abro a boca para começar a chupá-lo com grande voracidade enquanto continuo a masturbá-lo. Não sei durante quanto tempo fiquei ali deliciada a fazer-lhe aquela mamada, mas foi imenso. O seu pénis já erecto não era completamente duro, mas o que lhe faltava em consistência (que ainda era boa), sobrava-lhe em resistência. Estive com homens que ao fim de poucos minutos vinham-se, mas ele parecia um maratonista sexual. Quando me dei por satisfeita ergui-me e pedi-lhe para ele me penetrar. Ele faz-me virar e inclinar, apoiando-me num pequeno banco de madeira. Posicionando-se atrás de mim, começa a esfregar o pénis na minha passarinha até que ao encontrar a minha gruta, empurra um pouco, depois outro, outro e por fim fica com ele todo enterrado dentro de mim. Ao sentir aquele rolo descomunal a invadir-me, fiquei literalmente sem ar. Sem fazer cerimónias, começa a fazer um vai e vem com alguma intensidade, mantendo-a constante durante largos minutos. Estou tão excitada que rapidamente sinto um orgasmo que percorre todo o meu ser. Os meus gemidos de prazer foram bem audíveis, não sei se ele se apercebeu porque ele continuou impávido com as penetrações, o que ajudou a intensificar o meu prazer. Ele continuou a penetrar-me, aumentando aos poucos a intensidade e a força com que o fazia. O meu orgasmo já parecia ter terminado, mas o prazer que eu sentia continuava, o que me fazia gemer constantemente de prazer. Então, algum tempo depois, ele agarra-me com força e começa a "grunhir" entre dentes até que as suas penetrações se tornam mais espaçadas, sinal que se estava a vir. Depois de ter terminado, ele deixou ficar o seu pénis ainda dentro de mim, enquanto me ia acariciando as nádegas e cintura, elogiando o meu corpo. Eu, mantendo-me naquela posição, ia mexendo-me ligeiramente de um lado para o outro para continuar a sentir a pressão que era exercida pelo seu pénis. Por fim, este começou a perder a sua erecção. Cansada, sentei-me no banco. Ele juntou-se a mim. Ficamos ali alguns minutos em silêncio. - Você é um verdadeiro garanhão... - Elas nunca se queixaram... mas nunca tinha comido uma mulher tão boa como tu! A troca de elogios continuou enquanto nos arranjamos e até no trajecto para casa. Nessa noite convidei-o para jantar comigo. No fim, perguntei-lhe se aguentava dar outra. Respondeu-me que não sabia, "há muitos anos que não dou duas no mesmo dia...". Levei-o para o meu quarto, despimo-nos, deitamo-nos na cama, trocamos algumas carícias mas o "soldadinho" não parecia querer entrar na brincadeira, por isso, fiz questão de o "acordar", começando a chupá-lo. Aos poucos, começou a dar sinais de vida... Definitivamente não ia passar aquela noite a seco...
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