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Pagamento forçadoPublicado em 2015-07-27 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Depois de um conturbado processo de divórcio, decidi desfazer-me de tudo e regressar às origens. Tinha a casa dos meus pais que ficava numa vila do interior, a qual estava arrendada a um casal lá da terra. Não renovei o contrato e no dia seguinte ao termo deste, apresentei-me na casa que já estava vazia. Os meus inquilinos tinham-na deixado devidamente arrumada com toda a sua mobília de origem, pelo que pude instalar-me de imediato. Ainda cheirava a tinta fresca.Como o meu inquilino era trolha, negociei com ele não pagar o último ano de renda em troca de arranjar a casa e pintá-la por dentro e por fora, podendo este ainda ficar com toda a mobília. Este aceitou efectuar as reparações e pintura da casa, bem como ficar com a mobília. Indiquei-lhe uma data para deixar a casa desocupada e agendei para essa mesma manhã a entrega e montagem da mobília nova. No dia em questão apresentei-me na casa ás 8 da manhã e para minha surpresa, ela estava impecável, mas com um senão, ainda tinha lá algumas mobílias. Liguei para o meu antigo inquilino que se desculpou dizendo que não tinha tido a oportunidade de levar tudo. Fiquei bastante aborrecida e naquele momento deixei-me levar pelas emoções e disse-lhe em tom ameaçador que se não as fosse buscar de imediato, ia tudo para o lixo, desligando-lhe o telemóvel. Ele apresentou-se na casa meia hora depois com desculpas e a tentar arranjar forma de resolver o problema, mas eu mantinha-me irredutível. Estava previsto que às 9 da manhã chegava o camião com as minhas novas mobílias e eu tinha que as instalar em casa, não deixá-las cá fora. Ele pede então para as guardar até ao dia seguinte na cave da casa. Acabei por aceder não muito convencida, mas avisando que se não viesse buscar a mobília ela ia mesmo para o lixo. Entretanto este aproveitou para dizer que precisava falar comigo porque as obras que ele acabou por fazer eram superiores ao valor por nós acordado, por isso pretendia que eu pagasse um acréscimo. Neguei-me dizendo que tínhamos acordado fazer uma troca justa e que ele teve tempo de ponderar se o valor das rendas mais a mobília compensavam as obras que ele ia fazer, por isso, não ia pagar nem mais um euro. Ela dá-me por resposta que inicialmente uma coisa compensava a outra, mas que acabou por encontrar outros problemas e que tinha optado por os resolver em vez de os deixar como estavam porque ia acabar por me causar outros problemas de futuro. Como continuei a opor-me, ele fez-me uma espécie de visita guiada mostrando-me o que tinha feito e que inicialmente não estava incluído no acordo. Entretanto chega o camião com as minhas mobílias pelo que disse ao meu antigo inquilino que conversávamos no dia seguinte quando viesse buscar as mobílias velhas. Ele concordou, mas ao invés de se ir embora, acabou por ficar, oferecendo-se para ajudar a descarregar e transportar as mobílias, isto porque só vinham três funcionários. Assim podiam formar dois pares. Até certo ponto agradava-me ter a presença do meu antigo inquilino porque ele era um homem bem constituído, musculado, usava o cabelo completamente rapado á máquina o que lhe dava um ar mais rude e essa imagem de força, podia impor mais respeito nos outros três que assim que me viram, comeram-me literalmente com os olhos. Eu não me considero uma mulher muito bonita. Sou uma mulher relativamente alta para a média, com 1,72 metros, cabelo loiro, pintado, olhos claros, como clara é a minha pele. O meu ponto fraco é o facto de ser larga de ossos, o que me faz parecer mais gorda do que realmente sou. Mas confesso que estou um pouco acima do peso. Isto causa um outro efeito. Sempre tive uns seios grandes, mas o facto de estar um pouco gordinha, fazia com que os meus peitos fossem bastante volumosos. Apesar de ser um pouco cheínha, como não tinha sido mãe, não tinha aqueles pneus inestéticos na cintura, pelo que o meu corpo, apesar dos meus 41 anos de idade, apresentava ainda algumas curvas. E como qualquer mulher que se preze, obviamente que eu gostava de ser o alvo das atenções, desde que não houvessem exageros nessas atenções. Admitia alguns piropos, mas tinha o cuidado de não mostrar qualquer contentamento quando o fazia, e quando alguém era mais indelicado, ouvia uma resposta curta e grossa. O meu ex inquilino ajudou-os até à hora do almoço, retirando-se com eles. À tarde só regressaram os três para acabar de montar a mobília da cozinha. Como era inverno, às 5 da tarde começava a escurecer, pelo que, vendo que aquilo ainda ia durar mais duas ou três horas e não querendo estar ali sozinha com aqueles três desconhecidos, optei para telefonar para o telemóvel do meu ex-inquilino, pedindo-lhe para trazer as suas contas. Na verdade não queria saber das contas para nada, apenas desejava que a presença dele me desse mais segurança. Chegou já passavam das 7 da noite. Eu estava bastante irritada pelo seu atraso, porque aqueles três não perdiam a oportunidade para me lançar olhares lascivos. Com a chegada dele senti-me mais segura, mas dei pouca importância ao que este tinha para me dizer. Vendo o meu desinteresse, disse-me que vinha no dia seguinte, mas aí tive que agir para evitar que se fosse embora. Pedi para me acompanhar até à sala. Sentamo-nos e este apresentou-me as suas contas. Eram algo confusas, por isso aproveitei para me fazer ainda mais desentendida e pedir esclarecimentos de tudo e mais alguma coisa, por forma a que as suas explicações fossem bastante demoradas. Uma hora depois somos interrompidos por um dos funcionários que me diz que terminaram e pede para assinar a folha de serviço. Assim faço e despeço-me dos três. Ao regressar deparo-me com o meu ex-inquilino com os papeis na mão à espera para continuar a dar-me as explicações. Como não estou minimamente interessada, digo-lhe isso mesmo, o que o irrita muito. Começou ali uma pequena troca de argumentos que aos poucos degenerou numa forte discussão. Como a minha casa era isolada, os vizinhos mais próximos era um casal idoso que tinha a casa a cerca de 100 metros da minha e a própria estrada estava a quase 30, ninguém nos ouvia. A discussão começou a ficar mais feia até que perdi as estribeiras e tirei-lhe os papeis das mãos, abro a porta do móvel que tem o balde do lixo e atiro-os lá para dentro dizendo que não pagava nada daquilo. Ele tira-os de lá dando-me por resposta que tinha que lhe pagar. Volto a tirar-lhos das mãos e rasgo-os enquanto ele tenta evitar que o faça. Em desespero de causa, empurro-o e ele reage, empurrando-me também contra a bancada. - Não insista, eu não pago nada... não lhe pago nem um tostão... - Gritei revoltada. - Ai paga, paga... você vai pagar tudo até ao último tostão! Arranco-lhe novamente os papeis das mãos e volto a rasga-los. Ele "atira-se" a mim como um leão e tenta tirá-los das minhas mãos. Começamos a fazer uma espécie de luta até que eu mordo-lhe uma mão para o fazer largar os papeis. Ele fica furioso e dá-me uma bofetada na cara. Não gostei daquele atrevimento e esquecendo que ele era bem mais forte do que eu, comecei a bater-lhe, ou melhor, a tentar bater-lhe enquanto insisto que não pago nada. Ele enquanto tenta manietar-me responde que me vai fazer pagar. Neste agarra e puxa, a minha blusa acaba por se rasgar, expondo por completo os meus seios que pelo seu volume, escapam para fora desta. Percebendo a minha exposição, dou-lhe uma joelhada nos testículos. Apesar de não lhe acertar em cheio, ele dobra-se um pouco sobre si mesmo e ao fazê la, puxa-me o sutiã e rebenta-o, libertando completamente os meus seios que balançam de um lado para o outro. A minha preocupação imediata e tapar-me enquanto ela pragueja e chama-me alguns nomes muito feios. Olha para mim com um olhar de raiva e dá-me uma violenta bofetada na cara. Durante alguns segundos fiquei sem ver nada. Na verdade vi uns pontinhos brancos a piscar, se calhar é daí que vem a expressão "ficar a ver estrelas". Antes que me pudesse recompor ele agarra-me à força e faz-me acompanhá-lo até à divisão contígua que era a sala. Aí arranca-me o que resta da minha blusa. - Vou-te fazer pagar minha puta... - Diz em tom ameaçador. - Não... não... não... pare. não... não... o que está a fazer... pare... não... não... socorro... socorro... ai... ai... não... - Eu gritava em desespero mas ninguém podia vir em minha ajuda. - Não pagas de uma forma pagas de outra... - Não pago... pare... não... não... solte-me... não... deixe-me... - Ai pagas, pagas! Não pagas em dinheiro, pagas com o corpo... Ele continuava a chamar-me "puta" e a dizer que se eu "não pagava de uma forma pagava de outra" e arrancou-me à força toda a roupa do corpo, deixando-me completamente nua. Eu dei bastante luta. Ele não me despiu facilmente. Mas apesar dos meus gritos e esforços, bracejando continuamente, não me consegui opor àquela força bruta que me dominava cada vez mais porque as minhas forças começavam a faltar-me e eu já estava a fraquejar. Até que apanhando o seu braço a jeito, ferro-o e com isso ganho outra violenta bofetada que me faz cair sobre o sofa e onde fico meio ko. Ele aproveita esse momento em que estou meio apagada para se despir. Depois aproxima-se de mim e começa a dizer que eu sou muito boa, começando também a acariciar-me os peitos enquanto os elogia. Tento opor-me mas já não tenho grandes forças, pelo que ele prende-me com facilidade. Resta-me implorar para que pare mas ele ignora-me e continua a apalpar-me e a chupar-me os seios com alguma brutalidade. Por vezes aperta-os tanto que sou forçada a gritar, e os meus gritos de dor parecem excitá-lo. Além de apalpar, dá-me algumas bofetadas nos seios, que já estão bastante vermelhos por todo aquele castigo. A seguir faz-me um linguado pelo pescoço, o meu ponto fraco. Não sei porquê mas o meu pescoço foi sempre uma zona muito sensível e ficava sempre muito excitada quando me beijavam nesse local. Enquanto o fazia, começou também a acariciar a minha passarinha durante um bom bocado. Noutras circunstâncias, naquele momento estaria a gemer de prazer, mas apesar daquilo até ser bom, eu não queria fazê-lo e continuava a repetir "não" e "não". Apesar de não querer, não consegui evitar sentir-me húmida lá em baixo. Por isso tive que travar duas lutas, uma para que ele parasse e outra para não sentir prazer. Ele faz-me deitar sobre o sofá, deita-se sobre mim e com as suas pernas abre as minhas. Encaixa-se entre as minhas pernas e começa a esfregar a sua verga nos meus lábios vaginais durante meia dúzia de segundos ate que encontra a minha grutinha convidativa e empurra todo aquele grosso rolo de carne duro por mim a dentro até o ter todo entalado dentro de mim. Com a mesma velocidade com que ele entrou, também com essa velocidade saiu todo o ar dos meus pulmões. A sua verga, não parecia ser muito grande, mas era bastante grossa. Deixei de conseguir falar. Até de respirar. Após aquela primeira investida, fez outra, outra, e outra e outras mais, cada uma parecia mais forte que a anterior. Eu continuava sem conseguir reagir ou até respirar. Ou isso pensava eu. Na verdade, conseguia sentir um fiozinho de ar a entrar e a sair dos meus pulmões. Aos poucos começo a reagir, soltando gemidos de desconforto, de raiva, de revolta, por estar também a gemer de prazer. Ele fode-me com força e com uma cadência impressionante. O meu ex por aquela altura já se tinha vindo, já que ele não aguentava mais de cinco minutos de vai e vem. Mas o meu ex-inquilino, enquanto fazia aquelas fortes investidas e grunhia de prazer, não parava de me acariciar e apalpar todo o corpo, coxas, nádegas, seios, pescoço, cara, cabelo. Ele parecia estar fora dele, completamente possuido pela luxuria. Eu lutava para acabar com aquilo, mas no fundo nao conseguia evitar sentir algum prazer e sentia-me culpada e revoltada por isso. Por fim, depois de imenso tempo naquele vai e vem, sai de cima de mim e baixando-se entre as minhas pernas, começa a chupar-me o grelo. Eu agarro-me com força ao sofá. Ele parecia estar louco tal era a forma como me comia a rata e isso deixava-me louca também apesar de eu fazer um esforço para mostrar que estava naquele estado. E aquilo durou tanto tempo que não consegui evitar gozar um orgasmo na boca dele. E por causa disso, aquele momento de climax prolongou-se. Aquele constante chupar, lamber e enfiar de dedos fez com que este não parecesse ter fim à vista. Ainda comigo naquele estado, ele faz-me virar e ficar de quatro no sofá, voltando a enterrar a sua verga até ao fundo. Foi uma investida tão repentina que não consegui evitar soltar um grito de prazer, enquanto ele recomeçava com aquele constante vai e vem, fazendo o seu corpo chocar contra o meu com tanta força que de cada vez que o fazia parecia que me estava a dar uma forte bofetada. O pico do orgasmo já tinha passado, mas o prazer continuava elevado porque o generoso volume daquela verga entra e sai forçando ao limite a minha grutinha apertadinha. Ele vai-me segurando pela cintura puxando-me para ele ao mesmo tempo que empurra, aumentando a intensidade das suas penetrações, bem como dos meus gritos. Ele já não me prende. Eu limito-me a segurar-me com firmeza no encosto lateral do sofá. De vez em quando dá-me umas bofetadas nas nádegas, elogiando-me e incentivando-me. Não respondo, naquele momento limito-me a ficar estática enquanto vou gemendo com cada uma das suas fortes investidas. Outras vezes, diminui um pouco a cadência das investidas para aproveitar para me apalpar os seios, enquanto me bendizia pelos maravilhosos seios que tinha. Ele estava praticamente e continuamente a endeusar-me. Até que aos poucos começou a grunhir de prazer ao mesmo tempo que diz que se vai vir. Aquilo mexeu comigo, excitando-me ainda mais e também eu comecei a sentir a chegada de um novo climax. Sem parar com as suas fortes investidas, agarra-me com força pela cintura enquanto berra de prazer, sinal inequívoco de que se está a vir. Eu própria, naquele preciso momento sinto também uma nova explosão de prazer a surgir entre as minhas pernas. Os dois, em conjunto gememos de prazer enquanto gozamos aqueles orgasmos simultâneos. Mas ele surpreende-me porque apesar de já parecer se ter vindo, continua a estocar-me com força, o que faz com que o meu se prolongue. Então, por fim deixa-me, e senta-se no sofá completamente exausto. Eu própria deixo-me cair sobre o sofá ficando em silencio. Alguns minutos depois, desculpa-se pelo que tinha feito, dizendo que tinha perdido a cabeça. Diz-me que é casado e bem casado, que nunca tinha sido infiel à esposa, tinha já dois filhos menores e a mulher estava grávida do terceiro. Confessou-se arrependido e acrescenta que se eu fizer queixa dele, acabo com o casamento dele e tiro o pai aos filhos, que isso não é desculpa, mas que ficava ao meu critério destruir ou não a vida dele. Mostrou-me uma foto onde estava a mulher e as filhas, a mais nova teria uns dois anos, a mais velho quatro ou cinco. A esposa era uma mulher normal, nem bonita nem feia, mas bastante gorda. Afastei a foto e gritei: - Saia daqui. Ponha-se já na rua... rua... rua... Fiquei mais alguns minutos prostrada no sofá, por fim levantei-me e fui tomar um duche. Eu tremia. Olhei-me ao espelho. Sentia-me mal comigo mesmo. Como foi possível eu sentir prazer? Devia vingar-me dele e apresentar queixa nas autoridades? Eram quase 10 da noite. Vesti-me e saí para ir às autoridades. Por um lado queria a minha vingança, queria castigá-lo, mas por outro, não me saía da cabeça o prazer que tinha sentido. Passei pelo posto da guarda mas não parei. Dei algumas voltas enquanto na minha mente decorria uma luta. Sentia-me perdida. Por fim estacionei o carro perto do centro, mas não saí, permanecendo sentada agarrada ao volante. Estive ali quase uma hora, então regressei a casa. Mal dormi naquela noite. No dia seguinte ele não apareceu para vir buscar o resto da mobília, mas ao início da tarde chega uma carrinha com dois homens e uma senhora. Fico a saber que é ex-esposa do meu antigo inquilino, o seu irmão e o pai. Vinham buscar a mobília. Ao conversar com esta fico a saber que engravidou muito nova, ainda menor de idade, casa-se com o Pedro e vem viver para a minha casa que na altura estava arrendada aos pais do marido. O casamento não correu bem, separaram-se há pouco tempo, antes mesmo de voltar a engravidar, mas ele continua a ser um bom pai para os filhos. Curiosamente, toda a mobília que ele levou era para ela. Ele estava a morar provisoriamente nuns anexos de um amigo dele. Confessa ainda que apesar de estar novamente gravida dele, foi um descuido, justifica-se. Ao que parece encontraram-se, discutiram e acabaram na cama. No fundo, ainda gostam um do outro, mas ainda há muitos conflitos entre eles, apesar de estarem muitas vezes juntos. Passamos um bom bocado na conversa. Ela era uma mulher muito extrovertida, simpática e conversadora. Houve uma empatia entre nós, ao ponto dele entrar em alguns pormenores mais íntimos, como dizer que já esteve com muitos homens, mas nenhum tinha um canhão como o dele e só por isso, valia a pena dar uma "quecas" com ele. Aquela confidência ficou-me a martelar na cabeça. De facto, o o ex dela tinha um belo material. Alguns dias depois recebo uma mensagem de texto dele a dizer que não tinha podido ir buscar a mobília porque não tinha conseguido arranjar a carrinha e pedindo para a guardar alguns dias mais. Respondi, também por mensagem para não se preocupar porque a sua ex já a tinha vindo buscar. De imediato ligou-me mas não atendi. Repetiu a chamada várias vezes mas ignorei-o. No dia seguinte ao sair de casa, vejo o carro dele estacionado ao longe. Faço inversão de marcha e vou ter com ele. - O que fazes aqui? - Pergunto. - Nada, porquê, não posso estar aqui? - Responde com outra pergunta. - Podes... mas se fosses mais homem e tivesses os tomates no sitio tinhas aparecido, não estavas aqui escondido.,, - Ao dizer isto arranco, deixando-o o falar sozinho dentro do carro. Ele tenta fazer inversão de marcha para me seguir mas o tráfego não lhe permite fazê-lo. Embora tivesse o cuidado de olhar pelo espelho retrovisor, não mais vi o seu carro. Isso deixou-me um pouco frustrada porque até certo ponto ansiava por vê-lo. Sei que estava a brincar com o fogo, mas naquele momento a minha luxuria falava mais alto. Ao chegar a casa, ao cair da tarde, vejo o seu carro estacionado à frente da minha casa. Paro o meu carro ao lado do dele mas não o vejo nele. Saio para fora e também não o vejo em lado algum. Procuro-o mas sem sucesso. Vou para casa deixando a porta aberta. Enquanto arrumava as compras ele entra lentamente, em silêncio. - O que é que queres? - Não sei... eu... eu... não sei... eu... - Gostas de mim? Excito-te? Ele fica a olhar muito seriamente para mim sem saber o que responder e engolindo em seco. Eu continuo: - O que é que gostavas de fazer comigo? - Fazia-te tudo! - Responde ainda um pouco receoso. Sorrio e lentamente caminho na direcção do corredor. Ao passar a porta, olho para trás com um olhar provocador e continuo a caminhar na direcção do meu quarto. Ouço a porta da entrada fechar e seguidamente os seus passos atrás de mim...
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