Crise de idade
Publicado em 2015-11-27 na categoria Contos eróticos / Hetero


Dizem que as melhores coisas da vida são gratuitas, mas quando essas coisas nos acontecem, sem nada termos planeado, ou sequer pensado que alguma vez pudessem ocorrer, essas sim, são definitivamente as melhores coisas da vida. Quando sofri uma inundação em casa, estava muito longe de imaginar que esse grande azar iria proporcionar-me uma incrível aventura...

O que parecia ser um início de semana normal começou mal. Não tinha água em casa. Tomei o pequeno-almoço e saí para o escritório. Perto do meio dia recebo um telefonema do vizinho da frente que me alerta para o facto de estar a sair água por baixo da minha porta de entrada. Isso só podia significar uma coisa, tinha deixado uma torneira aberta.

Meti-me no carro e "voei" até casa, para a encontrar alagada. O meu apartamento tem três quartos e três casa de banho, uma na suite, outra geral e uma terceira de serviço no hall de entrada. Foi nesta que deixei a torneira aberta. A água, além de inundar o hall, espalhou-se para a sala, corredor e já chegava aos quartos.

Naquele dia teria que pernoitar fora e só depois veríamos se essa ausência não teria que ser prolongada, caso se verificasse que a água tinha danificado o pavimento de madeira dos quartos. O dormir fora não constituía qualquer problema, até porque, eu já tinha dormido muitas vezes em casa da minha namorada, pelo que, essa seria obviamente a escolha lógica.

Depois de passar o resto do dia a tratar com o perito do seguro, a empresa contratada para proceder à limpeza e de uma empresa que aplicava pavimentos, dirigi-me para casa da minha namorada, uma moradia que ficava situada numa rua sem saída numa zona, digamos mais selecta da cidade.

A casa tinha dois pisos. No rés-do-chão tinha um salão de esta, uma sala de jantar, cozinha, despensa, lavandaria, arrumos e wc. No piso de cima, tinha três quartos, cada um com o seu wc privativo. A minha namorada dormia num, o irmão, o Rui, noutro e a mãe, Cristina, no terceiro. O rapaz, um ano mais novo que a irmã, engravidou a namorada e esta, não se entendendo com os seus pais, veio morar com o namorado. Já a mãe, estava divorciada à meia dúzia de anos.

Era uma senhora bem parecida e apesar dos seus 44 anos, muito bem cuidada para a idade. Era de baixa estatura mas muito bem constituída. Fisicamente não era magra nem gorda, não tendo quaisquer gorduras tipo pneus, mas o atributo que mais sobressaía, eram os seus enormes seios, do tamanho de dois pequenos melões.

Já a sua fisionomia facial caracterizava-se por ter uns traços sedutores, quase não se notavam rugas ou outros sinais da idade e então quando se arranjava, como hoje, penteada e maquilhada, parecia uma irmã mais velha da minha namorada. Costuma-se dizer que se quisermos saber como será a nossa namorada quando for mais velha, basta olhar para a mãe. Naquele caso, a olhar pela mãe, a filha, quanto tivesse aquela idade, continuaria a ser um espanto!

No entanto, toda aquela beleza devia-se também ao facto da avó materna da minha namorada ser oriunda do oriente, mais concretamente de Macau. Tinham uma tonalidade de pele muito clara e os olhos ligeiramente "rasgados".

Precisamente neste dia tínhamos uma saída social. Uns amigos tinham aberto um novo restaurante e estávamos convidados para ir à inauguração com direito a buffet. Fomos os cinco no meu carro numa amena conversa. No regresso, já perto da onze, notei que a Cristina parecia alheada da conversa.

- A Cristina esta muito calada...

Ela nem se apercebe do meu comentário. Volto a insistir:

- Está tudo bem consigo Cristina?

- Hã!?!... sim, sim... está tudo bem...

- Você parece estar muito pensativa...

- Não, não é nada...

Não insisti, mas ela não parecia estar com o mesmo ânimo que estava antes na viagem de ida para o restaurante. Não dei mais importância e continuei a conversa com a minha namorada e o meu cunhado. A namorada deste já dormia.

Já em casa, subiram todos para cima, excepto o meu cunhado e eu que ficamos na sala a ver um debate desportivo enquanto nos servíamos no mini-bar. Assim que terminou, o meu cunhado subiu e eu ainda fiquei a ver as notícias num canal noticioso. Então, por volta a uma da manhã, desliguei o televisor e subi também.

Como a casa estava equipada com umas pequenas luzes de presença, quer nos corredores, quer na escadaria, podíamos circular por aqueles espaços sem necessidade de ligar qualquer luz, apesar da luminosidade criada por aquelas pequenas luzes ser pouca, mas era suficiente para ver.

Ao chegar lá cima, virei à direita em direcção ao quarto da minha namorada, quando ouvi uns ruídos atrás de mim vindos do quarto da minha futura sogra. A porta estava entre-aberta e a luz estava acesa. Depois de permanecer uns segundos parado, percebi que aquele ruído, era de choro. Definitivamente algo não estava bem. Dirijo-me até à porta e dou dois suaves toques. Ela responde:

- Sim?

Dou um passo em frente, perguntando:

- A Cristina está a sentir-se bem?... Está a chorar?

- Sim, sim... não, não é nada... são coisas sem importância...

- Sem importância não... se está nesse estado é porque algo se passa...

- Não ligues... são estupidezes minhas...

Enquanto falava, entrei, fechando a porta atrás de mim e caminhei até ela, sentando-me ao lado dela ao fundo da cama. Sobre as pernas tinha um álbum de fotografias onde ela visionava umas fotos já antigas. Passo o meu braço por trás das costas dela, pousando a minha mão sobre o seu ombro, abanando-o ligeiramente como se estivesse a acorda-la.

- Então Cristina... conte lá...

- Não é nada...

- Nada não... essa melancolia tem uma razão...

- Olha, sou eu que estou a ficar velha... dentro de 3 meses já sou avó...

- Desculpe, mas a Cristina é uma mulher muito bonita e atractiva...

- Achas?... És um querido... mas contra factos não há argumentos...

Aquela conversa continuou durante uns bons 10 minutos, sempre comigo a tentar levantar-lhe o ânimo e ela a desconsiderar-se. No entanto, era notório que a minha argumentação estava, aos poucos, a animá-la. Até que a certo ponto, fui talvez um pouco longe demais:

- A Cristina não leve a mal o que vou dizer, mas se eu não namorasse com a sua filha, pode ter a certeza que adorava namorar consigo...

- Não digas asneiras... trocavas um borrachinho de 20 por uma cota de 40?...

- Eu não falei em trocar... mas já que coloca as coisas nesses termos, se eu trocasse... não ficava a perder...

- Não ficavas a perder?... Como assim?...

- Cristina, eu gosto muito da sua filha, mas entre uma peça de fruta verde e uma madura, o que é que você prefere?

- Oh... que comparação ridícula...

- Desculpe-me, mas com todo o devido respeito... hoje você meteu a sua filha no bolso... vocês pareciam irmãs... e eu bem vi como você foi o alvo das atenções de muitos homens...

- Pois, eles olhar bem olham... mas não têm tomates para avançar...

Certo, julgo ter percebido o que se passa com ela. Sente-se carente. Levanto-lhe o queixo com a ponta dos meus dedos, fazendo-a olhar para mim.

- Cristina, acho que se sentem intimidados com a sua beleza...

Ela não responde e por segundos desce o olhar na direcção dos meus lábios. Os nossos rostos aproximam-se lentamente um ou dois centímetros, então paramos, regressando à posição inicial. Os nossos olhares cruzam-se, olhos nos olhos, só se desviando por breves segundos para olharmos para os lábios entre-abertos um do outro.

Fazemos uma nova aproximação. Mas desta vez ao pararmos, não retrocedemos. Depois de um pequeno compasso de espera, voltamos a aproximar muito lentamente os nossos lábios até estes ficarem a pouco próximos. Voltamos a parar e aí fizemos uns espécie de várias tentativas para nos beijarmos, avançando e retrocedendo uns poucos milímetros.

Não sei de quem foi a iniciativa final, mas por fim eles colaram-se. Beijamo-nos como se fossemos dois jovens adolescentes apaixonados. Até parecia que nos queríamos comer um ao outro tal era a voracidade com que nos beijávamos e abraçávamos. Não sei quanto tempo estivemos a beijar-nos, mas foi bastante porque já começava a sentir um pequena dor no maxilar.

Então, repentinamente, ela levanta-se, vira-me as costas, levando as mãos à cara tapando-a.

- Oh não... não... não... o que é que estamos a fazer... isto não pode estar a acontecer... não... não... não pode...

Eu levanto-me e encosto o meu corpo ao dela, abraçando-a por trás, fazendo-a sentir a minha erecção. Sei que não devia fazer aquilo, mas naquele momento, a minha excitação falou mais alto. Ele repete-se naquela negação mas não se afasta de mim. Assim que a abraço, agarro-lhe aqueles volumosos seios, começando a apalpá-los. Ele solta um profundo suspiro, inclinando a cabeça para trás.

- Não... não... por favor... pára... não... não podemos fazer isto... não podemos... não...

Ignoro-a, começando também a esfregar o meu membro nas suas nádegas. Então desaperto-lhe o fecho nas costas do vestido que usava, fazendo-o cair no chão e deixando-a apenas com uma combinação interior preto e uma meias presas por umas ligas.

Faço-a ficar de quatro na beira da cama e afasto-lhe a cueca para lhe acariciar aquele belo grelinho durante uns minutos, para depois, lambê-lo e chupá-lo, fazendo-a gemer de prazer, enquanto vai repetindo que não podemos fazer aquilo, ou pedindo-me para parar.

Não aguentando mais a minha excitação, desaperto as minhas calças, fazendo-as cair aos meus pés e posicionando-me atrás dela, penetro-a sem quaisquer cerimónias. Assim que ela sente a minha verga a percorrer aquela grutinha quentinha e húmida, acompanha o movimento com um profundo gemido, culminando com um pequeno gritinho de prazer quando a enterro toda.

Rapidamente começo com um vai e vem intenso. Ela já não diz que não podemos fazer aquilo nem me pede para parar, limitando-se a gemer de prazer. Com brutalidade puxo-lhe aquela blusa de seda, rebentando-lhe as alças, fazendo-a descer até à sua cintura, assim libertando aqueles melões que baloiçam agora livremente ao sabor das minhas investidas.

Algum tempo depois, já um pouco cansado, diminuo a intensidade das minhas penetrações, aproveitando para lhe apalpar aquelas maravilhosas mamas. Pelo espelho do guarda-fatos que está à nossa frente, posso ver que ela continua a gemer com uma expressão facial de prazer, de olhos fechados, boca aberta.

Sentindo que diminuí as minhas investidas, é ela que começa a fazer o vai e vem, movendo-se para a frente e para trás com força, cerrando os dentes. Percebo que ela deve estar quase a gozar, por isso, agarro-a firmemente pela cintura e recomeço com as minhas próprias investidas, enquanto continuava a desfrutar da dupla visão total do seu corpo.

Estando atrás dela, podia admirar as suas belas curvas, cintura e nádegas, bem como a minha verga a surgir e a desaparecer entre ela. Pelo espelho, podia ver a sua cara de prazer e aqueles melões a baloiçarem.

Então quando o seu climax chega ela arqueia o corpo para cima, abrindo desmasuradamente a boca para gemer, de forma algo contida para não fazer barulho, com todo aquele prazer que há muito não desfrutava. Ela praticamente deixa de fazer os movimentos de vai e vem, limitando-se a estremecer-se e a suspirar enquanto sentia aquelas explosões de satisfação com uma alegria estampada na cara.

Eu continuava a estocá-la sem parar, o que contribuía para intensificar aquelas tão sublimes sensações. Aumentei mesmo a cadência dos meus movimentos para gozar também, mas não consegui atingir o meu climax antes dela terminar de gozar.

Percebendo que estava exausta, deixei-a cair sobre a cama, começando imediatamente a chorar. Aproximo-me dela preocupado.

- Está tudo bem Cristina?

- Sim... sim... está tudo... tudo bem...

- Então porque está a chorar?

- Choro de raiva porque ter permitido que isto acontecesse...

- Não devia ter acontecido, mas aconteceu... e foi bom para os dois... eu bem vi como a Cristina gozou...

- O facto de ter gostado não invalida o erro que cometi... a minha filha não merecia que lhe fizesse isto...

- Cristina, deixamo-nos levar por um impulso... só isso... vamos virar a página e esquecer que isto aconteceu...

- Esquecer?... Tu consegues esquecer?... Sabes o que fizemos?...

- Nunca iremos esquecer o que aqui aconteceu, mas vamos ter que viver com isso...

- Promete-me que guardas segredo disto... e que isto nunca mais se repete...

- Prometo... a Cristina tem a minha palavra de honra.

Dei-lhe um beijo de despedida na testa e despedi-me dela, desejando-lhe um bom sono. Ainda visivelmente excitado, fui até à casa de banho onde me masturbei até me vir, pensando no belo corpo da Cristina. Sabia que a partir daquele dia eu ia olhar para ela com outros olhos, olhos de desejo, desejo de a ter novamente nos meus braços, mas tinha que me conter, ser discreto e acima de tudo, respeitá-la no seu pedido.

A partir daquele dia, notei que ela também não se sentia muito à vontade na minha presença, procurando evitar-me mesmo. Certo dia questionei-a para aquele comportamento, que até a filha já tinha notado, tendo-me respondido que lhe era difícil estar na minha presença, desejando-me.

Confessei que também a desejava, mas como adultos que somos, aceitamos os factos como eles eram. Ela era a minha futura sogra e eu ia casar brevemente com a filha. Não era correcto para nenhum dos três. Mas pelo menos, provei-lhe que apesar da idade, ainda era uma mulher muito apetecível... e felizmente, algum tempo depois, encontrou um bom homem!

 
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