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Boas notasPublicado em 2015-11-24 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Já sou professora do ensino secundário à muitos anos e confesso que muitas foram as vezes em que fantasiei envolver-me com alguns alunos. O facto de eu ser uma mulher atraente, alta, loira, com umas boas curvas, uns grandes seios, e que gostava de mostrar os meus atributos, ajudava para que professores e alunos me dirigissem olhares de desejo. Devo confessar que sempre gostei de provocar os homens, no entanto, nunca permiti que aqueles passassem das marcas. Não me importavam os olhares, nem os comentários que faziam entre eles, principalmente os directores de escolas e outros colegas, professores, e no limite, consentia-lhes alguns piropos, os quais, se fossem grosseiros, levavam uma resposta curta e grossa, mas se fossem engraçados, sorria e por vezes até respondia com um comentário ou agradecimento. Quanto aos alunos, eles eram mais discretos e contidos, quer nos olhares, quer nos comentários e piropos que alguns, mais atrevidos faziam. Por serem mais jovens e atendendo aos estatutos professora-aluno, com eles estava mais à vontade, chegando a brincar com os tracadilhos que por vezes, aqueles faziam. Com o decorrer dos anos, a idade foi avançando, mas apesar dos meus quase vinte anos de serviço, já não despertava tanto o desejo dos homens, que apesar de continuarem a dirigir-me olhares e piropos, já não eram assim tantos como os que recebia quando tinha vinte e poucos anos de idade, preferiam obviamente mulheres mais novas e a "oferta" era abundante, apesar de já ser uma mulher madura, continuava contudo a despertar o desejo nos meus jovens alunos. O facto de continuar a ser o alvo da atenção deles fazia-me bem ao ego porque era sinal que ainda era capaz de despertar o entusiasmo e interesse deles, fazendo-os fantasiar comigo. Gostava particularmente de pensar que eles à noite, deitados na cama, masturbavam-se a pensar na sua professora. Era recorrente em todas as minhas turmas, encontrar dois tipos de alunos, aqueles que se limitavam a olhar e os que não se inibiam de fazer comentários mais inocentes do tipo "setôra, você hoje está muito bonita!" aos mais atrevidos incluindo os termos "prateleiras", "airbags", "melões", etc. Entretanto, no último ano lectivo tive uma turma onde fui informada que ia encontrar um aluno verdadeiramente rebelde. Já era repetente, duas vezes no mesmo ano, ia agora para o terceiro. Os meus colegas, suspiraram de alívio quando verificaram que não lhe iam voltar a dar aulas, avisando-me que me tinha calhado a fava do bolo e desejando-me a melhor sorte do mundo. Eu já estava acostumada a lidar com este tipo de alunos e sabia que a estes, não podia dar-lhes muita trela porque senão eles abusavam. Como era o meu primeiro ano naquela escola secundária - dificilmente estava mais de um ano numa mesma escola, procurei saber mais sobre aquele aluno em especial. Chamava-se Pedro, tinha 16 anos de idade, um mau aproveitamento escolar (muitas negativas), era pouco assíduo, tinha várias expulsões da sala por mau comportamento, enfim, era um aluno problemático, fruto também de um ambiente familiar completamente disfuncional. Agendei uma reunião com os encarregados de educação (sem a presença do filho), mas só apareceu a mãe (o pai estava preso por um delito menor). Aquela fez logo saber que "não fazia farinha" do filho, não mostrando grande interesse pelo sucesso do mesmo, só desejando que ele frequentasse a escola porque enquanto ali andasse "não andava a fazer asneiras". Sem a colaboração da mãe as coisas ficavam mais difíceis. Agendei uma reunião com o jovem a sós para poder falar mais à vontade com ele. Queria que houvesse logo de início uma empatia entre nós, por isso, fiz mesmo questão de me vestir de uma forma mais provocativa. Era um velho truque que usava para garantir que os alunos gostassem das minhas aulas: gostavam de "comer com os olhos" a professora e entretanto, levavam com a matéria... Assim que entrou na sala, mediu-me da cabeça aos pés. - Epá... este ano vou ter uma sôtora bem boa... Não esperava aquela abordagem tão directa. Tive que impor-me: - Menino, mais respeitinho que tenho idade para ser tua mãe... - Olha... eu não lhe faltei ao respeito, só disse que era uma cota bem boa... Como lhe tinha falado de forma algo brusca, procurei suavizar o diálogo para não o hostilizar. - Muito obrigado pela parte que me toca... mas vamos falar do que interessa... - Aqui a única coisa interessante é a sôtora... Sabendo que ia pisar terrenos perigosos, decidi arriscar seguir aquele caminho, podendo ser aquela uma forma de despertar o interesse dele, mantendo consequentemente controlado. - Achas-me interessante? Eu não me acho nada de especial... - Não acha? Então pergunte ao seu marido... - Sou divorciada, portanto não tenho nenhum homem que me ache interessante... - Não tem nenhum homem? - Não... - Incrível... uma cona dessas à boa vida e a minha piça sem trabalho... - Menino, não lhe admito essa falta de respeito nem essa linguagem... - Olha, olha... mas a sotôra pensa que está num convento? - Não estamos num convento, mas exijo respeito... - Eu não lhe faltei ao respeito, só disse as coisas como elas eram... - Pois, mas mais tento nessa linguagem... - A sotôra se calhar vai-me dizer que não as usa... quer ver... - Isso é diferente... - Diferente? Eu já não sou nenhuma criança... - Para mim és... - Sou mais homem do que a sotôra pensa... - Prova-o... - É só a sotôra deixar... Percebi a indirecta. A conversa à muito que tinha descarrilado, mas deixei-a rolar, dando-lhe corda. Mas era altura de por um ponto final. Decidi mentir dizendo que não gostava de homens, procurando criar logo ali uma barreira, mas ele não desarma: - Deixei de gostar de homens... - Não me diga que a sotôra agora é uma fufa... - E se fosse? - Agora gosta de lamber conas... - E se gostasse? Sabia que devia acabar com aquela conversa, mas confesso que estava admirada com o atrevimento daquele jovem que não tinha papas na língua. Estava perfeitamente ciente que por lhe estar a permitir aquela conversa e de estar a responder-lhe à letra podia ouvir o que não queria, sempre queria ver até onde aquilo ia. Então, em resposta á minha ingénua pergunta, dispara: - Adorava lambê-la também... Ao dizer aquilo com uma expressão provocadora, fica a olhar fixamente para mim. Fez-se um silêncio. Naquele momento atravessou-me uma ideia maluca pela cabeça. Os riscos eram praticamente nulos. Decidi arriscar: - Ai gostavas? - Sim... adorava... - Faço um pacto contigo. Deixo-te fazê-lo com três condições. - Ok... diga... - Primeiro, tens que ter um bom comportamento nas salas de aulas. Tens que ficar numa mesa sozinho, estar calado e atento aos teus professores... - Aceito! - Segundo, tens que ter boas notas em todos os teus testes... - Aceito! - Terceiro, tens que manter segredo de tudo isto... - Aceito! - Mas lembra-te, o acordo só é válido se cumprires com todas as condições, caso contrário, fica sem efeito... - A minha boca é um túmulo... também que é que ia acreditar em mim? Sabia que era um pacto muito arriscado, não porque houvesse a possibilidade de eu ter que cumprir a minha parte, até porque sabia que ele não ia conseguir manter dia-após-dia um comportamento exemplar, nem ia ter repentinamente boas notas, quando o histórico dele mostra que as notas eram muito baixas, com muitos testes com zero valores, mas porque ele podia falar com os colegas sobre o nosso pacto, e apesar de ser palavra contra palavra, iria ser sempre uma situação constrangedora. A minha primeira surpresa aconteceu quando, logo no segundo dia de aulas, os meus colegas relatarem-me com o maior dos espantos a mudança daquele meu aluno (além de professora numa das suas disciplinas, também era a directora de turma do aluno). Fiquei satisfeita, mas também algo preocupada, porque depois de, dia-após-dia, continuar a receber indicações de que ele estava um aluno muito bem comportado e dos meus colegas não encontrarem uma explicação plausível para aquela mudança, se o aluno falasse do nosso pacto, mesmo que eu o negasse, dificilmente alguém acreditaria em mim, face à mudança dele. Decorridas três semanas, houve uma semana de testes. Eram os primeiros. Normalmente fazíamos em média 3 por trimestre e por disciplina, apesar de haver disciplinas onde não se faziam (educação física), outras onde só se fazia 1 e outras onde se faziam 4. A grande surpresa surgiu quando começaram a surgir os resultados dos testes. A começar desde logo pela minha disciplina. Estive particularmente atenta para ver se ele copiava (e tinha dados idênticas indicações aos meus colegas). Não só não copiou como fez o teste com grande empenho. O dele foi o primeiro a ser corrigido: teve positiva. E consoante me iam chegando as notas das outras disciplinas, verifiquei, alarmada, que um após outro, eram todos positivos. Os professores não cabiam em si de contestes. Eu é que fiquei sem saber como "descalçar aquela bota". Entretanto, cruzei-me com o aluno no corredor que fez questão de me lembrar que precisava falar comigo. - Agora não posso... depois falamos... Afastei-me dele visivelmente nervosa. - A sotôra não se esqueceu do nosso acordo? O coração parece que me caiu ao pés. Parei e olhei para ele com uma expressão de pânico, com receio que ele dissesse alguma coisa. Alguns alunos aperceberam-se da nossa conversa, mas ignorando por completo o que se estava a passar. Encaminhei-me até ele. - Acompanha-me... Dirigi-me para a sala onde tinha dado uma aula à pouco. Assim que entramos, tranco a porta pelo interior. - O que é que queres? - A sotôra sabe... - Não dês importância a um acordo tonto... tu tens muitas raparigas da tua idade... não precisas de mim... -Mas eu quero-a a si... cumpri a minha parte do acordo... agora cumpra a sua... Enquanto iamos falando eu ia recuando até chegar a uma mesa que me barra a fuga. Ele ia caminhando, aproximando-se e assim que chega perto de mim, começa logo a apalpar-me entre as pernas, fazendo-me soltar um gemido. Logo de seguida, sobe-me a saia e puxa-me a cueca, tirando-a e começando a acariciar-me o clitóris, e enfiando os seus dedos entre os meus lábios vaginais, enquanto com a outra mão, puxa o meu decote para baixo, fazendo com que os meus seios fiquem completamente expostos, aproveitando para os apalpar e chupar, enquanto ia dizendo o bom que eram. Entreteve-se durante uns bons 10 minutos, sendo interrompido pela campainha que chamava para um novo período de aulas. Ele fica a olhar para mim na expectativa. Eu estou tão excitada que ignorando que tinha que dar outra aula, ignorei-a e pedi-lhe para continuar, fazendo-o baixar-se. Ele não se faz de rogado e começa de imediato a lamber-me e a chupar-me com grande vontade, enquanto me ia apalpando as coxas ou os seios. Ele fez-me um minete não sublime que não demorei muito a gozar um intenso orgasmo que a muito custo consegui conter para que não nos ouvissem no exterior da sala. Então arranjamo-nos apressadamente e abri a porta para que ele saísse os alunos da próxima aula entrassem. No dia seguinte, encontrei-o á minha espera na entrada da sala de professores. Em voz baixa questiona-me: - Sotôra, onde a posso ver hoje? - Ver-me? - Sim... tirei positiva em todos os testes... Percebi que ele estava a contar fazê-lo de cada vez que tirasse uma positiva. O acordo era que tinha que ter boas notas em todos os testes, bastando falhar um para que ficasse o acordo sem afeito, mas só de pensar que ia ser chupada outra vez daquela forma, fiquei logo toda molhada. Marquei-lhe a hora e a sala onde devia ir. Nos dias seguintes, passei a usufruir daqueles encontros amorosos, sempre com ele a mostrar-se satisfeito por apenas chupar, limitando-se apenas a masturbar-se manualmente. Mas mesmo depois de nos termos encontrado dias suficientes para perfazer o número de testes que tinha feito, não lhe disse nada e continuei a manter aqueles encontros. Algumas semais depois, decidi ir mais longe e pedi-lhe para me penetrar. Ele não podia ter ficado mais contente. Apesar de eu gostar do sexo com penetração, não dispensava aqueles longos preliminares que me garantiam desde logo um primeiro e delicioso orgasmo... |
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