Violada
Publicado em 2015-11-17 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Todas nós temos as nossas fantasias mais secretas, inconfessáveis... Quanto às outras mulheres não sei, mas eu fico terrivelmente excitada com a ideia de ser violada. Não julgo as outras mulheres pelas minhas fantasias, sei que a violação é uma experiência terrível para qualquer mulher... não sei porquê, mas excita-me a ideia de ser forçada a fazer sexo...

Convenhamos. Uma coisa é fantasiar com algo que sabemos que é terrível e condenável, outra, completamente diferente, é viver essa terrível realidade. Em consciência, nunca me coloquei em posição de poder ser atacada sexualmente, e sei que se por acaso tal me acontecesse, iria detestar a experiência, mas mesmo sabendo isso, não conseguia evitar excitar-me com essa ideia.

Nunca confessei a ninguém esta minha fantasia, mesmo quando o tema da conversa, entre as minhas amigas intimas fosse precisamente sobre as fantasias, e algumas, a medo, não se assumissem, apenas diziam que tinham lido algures que algumas mulheres fantasiavam com isso, só que claro, de forma simulada.

Passei a ser consumidora habitual de sites onde se exibiam vídeos sobre esta prática, sabendo de antemão que aquilo eram meros filmes, sem qualquer realidade. Excitava-me vê-los e dava comigo a masturbar-me frente ao computador imaginando-me na pele da actriz.

Comecei a desejar criar a minha própria fantasia onde era atacada por um homem, um mafioso, um brutamontes, forte, violento, ameaçador que me atacasse e mais do que se satisfazer, me obrigasse a gozar uma e outra vez de prazer. Queria usufruir de uma experiência que fosse o mais realista possível, sem contudo ser real.

Creio que o facto de ter tido um casamento que caiu rapidamente na rotina ajudou a alimentar esta estranha ideia. Comecei a namorar com o meu marido, tinha então 14 anos, sendo ele já um rapaz com 19. Por eu ser menor, ele sempre me respeitou e nunca tentou avançar para o campo sexual, limitando-se aos beijos e carícias, embora por vezes, algo mais íntimas.

Perdi a virgindade já com 16 e no início, além da descoberta, era também uma aventura porque aproveitávamos as nossas saídas para parar em diversos locais, uns mais discretos do que outros para fazermos sexo. Chegamos a fazê-lo no carro, estacionados mesmo à frente da casa dos meus pais, em noites de inverno, aproveitando o facto da rua ser escura e dos vidros ficarem completamente embaciados.

Com o casamento, a nossa vida sexual tornou-se rotineira. O sexo era sempre na cama, uma ou duas vezes por semana, sempre com o mesmo guião, as mesmas posições. Com o passar dos anos passou a ser uma prática semanal, depois quinzenal, mensal... até chegarmos ao ponto de estarmos vários meses sem fazer sexo.

A relação não durou muito mais, não por falta de sexo, mas a ausência daquelas intimidades denotavam outros problemas no casamento, pelo que o divórcio foi o caminho seguinte. Com tudo isto, sendo eu uma mulher no apogeu da sua sexualidade, comecei naturalmente a fantasiar e quando uma já não me excitava, avançava para outra e outra, até chegar a este ponto.

Após o divórcio entendi não me envolver em relações longas e sérias, preferindo viver um pouco a vida. Homens dispostos a levar-me para a cama não faltam, mas não me sinto satisfeita sexualmente e tenho receio da reacção deles se lhes disser que desejo ser violada à força.

Quero sentir um homem másculo, viril, mau, grosseiro, que me domine por completo e me force a fazer sexo com ele, que me obrigue a lutar até ao limite das minhas forças. Quero um homem que me bata, que me insulte, que me ameace, que me obrigue a render-me, que me chupe toda, que me faça engolir a sua verga até me engasgar, que a enfie em tudo quanto é buraco e me faça vir várias vezes...

Sonho muitas vezes com isso... e que sonhos maravilhosos... enquanto duram, porque ao acordar vem o pior, a frustração...

Eu tinha que viver aquela fantasia, mas tinha que o fazer de forma segura. Eu não queria impor regras, não queria estar ciente do que ia de facto acontecer, queria ter tudo o que desejava e mais, mas sem que eu estivesse a comandar. Tinha que arranjar um homem disposto a encenar toda aquela violência física, moral e sexual, e que estivesse mais preocupado com o meu prazer do que com a sua própria satisfação sexual.

Depois de andar vários dias a matutar naquela ideia, cheguei à conclusão óbvia: tinha que contratar um acompanhante masculino que acedesse a realizar aquela fantasia. Comprei um jornal diário e procurei anúncios, mas não encontrei nada. Lembrei-me de procurar na internet e encontrei um site de anúncios sexuais.

Pesquisei através da opção "homens procuram mulheres" w encontrei vários anúncios. Dos vários anúncios, houve um que despertou a minha curiosidade. Um homem  dizia-se disposto a satisfazer todos os desejos das mulheres. Só dois dias depois é que reuni a coragem para ligar.

- Olá, bom dia, encontrei o seu anuncio e estou interessada em conhecer as condições do seu serviço...

- Bom dia, as condições são as indicadas no anuncio, posso recebê-la no meu apartamento ou posso deslocar-me a um hotel ou ao seu domicílio, o convívio será feito nas suas condições, mas sempre com protecção e com o máximo de higiene e a lembrança dependerá do tempo que usufruir da minha companhia.

- E qual é o valor base da sua lembrança?

- No mínimo, são 40€ por uma hora, no entanto, se o convívio se prolongar, além desse tempo, não cobro nenhum extra.

- E o valor é referente ao convívio básico ou cobra algum extra se eu pretender algo diferente?

- Pelo convívio o valor é sempre aquele, só há acréscimos para si se incluir o valor do quarto, ir beber um copo, um jantar fora, etc...

- E quanto à sua disponibilidade?

- Neste momento estou livre mas se não for conveniente para si, posso fazer uma marcação...

- Por acaso neste momento também estou livre...

- Muito bem, como quer fazer, onde quer que nos encontremos?

- Pode ser em minha casa?

- Sim... mas diga-me tem alguma fantasia? Quer que eu seja um polícia, um bombeiro, um militar, um professor, uma figura paternal, um faz tudo, um ladrão?

- O que é que faz o ladrão em concreto?

- Posso fazer de conta que estou a assaltar a casa e sou apanhado em flagrante por si, lutamos e forço-a a fazer sexo... ou você pode fingir que está a dormir enquanto eu entro no seu quarto e aproveito para a atacar... de qualquer forma, nesta fantasia em especial, é combinada previamente uma palavra se segurança para que possa terminar com tudo caso algo a desagrade.

- Se você me aparece à porta fantasiado de ladrão, os vizinhos ainda chamam a polícia...

- Neste caso eu só me fantasio já na casa da cliente, por isso não há esse perigo...

- Vou optar por essa fantasia...

- Ok... diga-me só uma coisa, posso atá-la?

- Sim, pode...

- Dê-me a sua morada então. Assim que estiver a chegar dou-lhe um toque a avisar.

Assim fiz, ficando a aguardá-lo na expectativa. Só de pensar que ia concretizar a minha fantasia já estava a ficar excitada. Decidi arranjar-me para a ocasião. Vesti uma camisola de alças cinzenta que tinha um amplo decote. Uma saia preta, curta e justinha, umas meias bege e uns sapatos de salto alto.

Vendo a minha figura frente ao espelho, experimento tirar o sutiã. Apesar de ter uns seios a pender para o grandes, eles ainda não acusam muito o peso da gravidade. Sem aquele acessório notam-se mais claramente os meus mamilos, por isso não o volto a vestir. Arranjo o cabelo e certifico-me que uso um perfume muito ligeiro.

Enquanto espero, caminho de um lado para o outro para tentar conter o meu nervosismo miudinho. Estou a tremer. Vou até ao bar da sala e servo-me um cálice de vinho do Porto. Copo cheio. De penalti. Estremeço ao sentir aquele líquido ardente a descer até ao meu estômago. Sirvo-me de um segundo e depois de um terceiro.

Já chega. Não quero ficar embriagada. Respiro profundamente e dou umas gargalhadas. Ligo o equipamento de som e selecciono um cd de música ambiente calma. Sento-me no sofá e fecho os olhos. Alguns minutos depois toca o meu telemóvel. Atendo.

- Olá, é só para avisar que já estacionei e já vi a casa, dentro de 30 segundos vou tocar à campainha.

- Ok, vou abrir...

Desligo e dirijo-me para o vídeo-porteiro. Surge então um homem de meia idade, bem vestido, de mala, cabelo completamente rapado. Abro-lhe o portão e ele entra. Ao chegar à porta da entrada já eu a estou a abrir. Estende-me a mão e cumprimenta-me, apresentando-se pelo nome.

- Olá como está, prazer em conhecê-la, chamo-me André...

- Olá, muito prazer, sou a Sara, faça o favor de entrar...

Dirigimo-nos para a sala.

- Deseja tomar alguma coisa?

- Não obrigado, eu estou bem...

- Como vamos fazer? - pergunto.

- Quer dar-me alguma indicação ou prefere dar-me carta branca?

- Quero gozar como nunca gozei... de resto faça o seu melhor!

- Deixe comigo, não a vou defraudar... já agora, a palavra de segurança é stop. Você nunca será amordaçada, por isso, se quiser parar com tudo, só tem que dizer esta palavra... outra coisa, eu vou estar armado, mas como pode ver - e retira-a da mala - a pistola, apesar de muito real, não passa de uma bisnaga...

- Ok, a palavra é stop...

- Entretanto, podia servir-me um copo de água com uma rodela de limão e duas pedras de gelo?

- Com certeza, vou à cozinha buscar...

Desloco-me até à cozinha, encho um copo de água, vou à arca buscar duas pedras de gelo e enquanto corto um limão, sou presa com um braço à volta do meu pescoço, enquanto ele me aponta a arma à cabeça e ordena:

- Quieta... não te mexas...

Aquilo foi tão repentino que assusto-me e dou um pequeno grito. Ele aperta-me o pescoço com alguma força. Tento afastar-lhe o braço para dar alguma folga, mas ele aperta ainda mais, repetindo a ameaça. Passa-me pela cabeça usar a palavra de segurança, mas não a digo. Vou aguentar...

- Huummmm... és bem boa... que tal se nos divertirmos um bocado?

Mantendo-me presa pela pescoço, com a outra mão começa a acariciar-me os seios.

- Minha nossa! Que belo par de mamas que tu tens!

Protesto e grito por socorro. Tento afastar as mãos dele, dando-lhe luta, mas ele é mais forte do que eu. Faz-me deitar no chão e começa a prender-me as mãos atrás das costas. Depois com uma fita adesiva industrial, prende-me os braços pela zona dos cotovelos e logo abaixo dos meus seios, prendendo-me também junto aos ombros.

Completamente manietada da cintura para cima, continuo a dar luta usando as minhas pernas, mas também as prende com a fita. Primeiro junto aos tornozelos depois junto aos joelhos e por fim a meio das coxas. Comigo completamente presa, puxa a minha camisola para baixo libertando os meus seios,

Apalpa-os com alguma forma, magoando-me um pouco mas magoa-me ainda mais quando lhes dá algumas bofetadas, fazendo-me gritar com a dor.

- Vamos ver essa coninha...

Puxa-me a saia toda para cima e arranca com violência a minha cueca, rasgando-a por completo com 3 fortes puxões. Ergue-me as pernas, colocando-as sobre o seu ombro e começa a acariciar-me a rata. Recomeço a gritar, pedindo por socorro, o que faz com que ele me aperte o pescoço para me impossibilitar de gritar.

Enquanto me enfia alguns dedos, com o polegar vai-me acariciando o clitóris com grande intensidade. Enquanto me acaricia, vai dizendo, com um ar de satisfação, o bom que está a ser. Apesar do desconforto de estar deitada, quase toda despida, sobre o chão frio, eu gemia de prazer.

Não sei durante quanto tempo é que fui acariciada daquela forma, mas o resultado foi gozar um belo orgasmo. Foi uma explosão de prazer tão intensa que dei alguns esticões, como se tivesse apanhado choques eléctricos. Ele continua a acariciar-me mesmo vendo a minha aflição. Fiquei tão sensível que o seu toque estava a causar-me um grande incómodo.

Ignorando o meu suplicio, continua a acariciar-me. Não me podendo mover, viro a cabeça de um lado para o outro enquanto vou gritando de prazer e aflição por causa daquela tão deliciosa e insuportável tortura.

Ainda eu gemia de prazer e ele pega em mim e transporta-me sobre o seu ombro até à sala. Aí atira-me para cima do sofá, faz-me sentar, e obriga-me a chupar-lhe o pénis. Viro a cabeça de um lado para o outro para fugir mas ele agarra-me pelos cabelos, prendendo-me a cabeça, mas mesmo assim, nego-me a abrir a boca.

Então aperta-me o nariz, obrigando-me a abrir a boca para respirar. Aproveitando esse momento, enterra-me o seu membro na boca, quase até à bolas, mantendo-o todo enfiado. Ter o seu pénist odo enfiado até à minha garganta, provoca-me vários arranques de vómito. Ele tira-o para me deixar recompor e volta a ordenar:

- Abre a boca... anda... abre a boca...

Dá-me uma forte bofetada na face e repete a ordem:

- Anda... chupa... ou levas outra vez... isso... isso...

Depois de o ter chupado durante um bom bocado, faz-me deitar e agora é ele me chupa a mim. Mas primeiro, chupa-me os seios enquanto os acaricia, mordendo os meus mamilos até perceber que eu gemia de dor. Por fim, cola a sua boca à minha rata para chupar, lamber e até mordiscar cada recanto, enquanto, com ambas as mãos continua a apalpar-me os seios.

Não demorei muito a voltar a gozar, não uma mas duas vezes e não foram propriamente seguidas. Depois do primeiro orgasmo, ele continua a chupar-me com a mesma intensidade até fazer-me gozar de novo, alguns minutos depois.

Finalmente, põe uma protecção e desce-me do sofá, fazendo-me ficar de joelhos no chão, de costas para ele e penetra-me por trás, começando a estocar-me com grande intensidade, de forma constante, incansável e com força, enquanto me vai dando chapadas nas nádegas, acariciando o corpo ou os meus seios, ou mesmo, puxando com força pelos cabelos, obrigando-me a arquear o corpo.

Toda aquela fricção do seu pénis a deslizar para dentro e para fora com todo aquele furor, fez-me gozar um novo orgasmo. Gritei verdadeiramente de prazer. Estava completamente fora de mim. Nem me estava a reconhecer. Enquanto gozava e rebolava como uma louca, ele começou a enfiar-me um dedo no ânus.

- Huummmm... que cuzinho delicioso... vou-te comer esse cuzinho...

Nunca fiz sexo anal. Fiquei algo assustada.

- Não!... No cu não!...

Ele afasta-se e depois sinto que passa um creme refrescante. Depois começa a penetrar-me. Protesto, mas como não utilizo a palavra de segurança, ele ignora-me e continua a empurrar vagarosamente. Sinto uma dor, mas é ainda suportável. Mas consoante ele vai empurrando, ela vai-se tornando mais forte. Por várias vezes penso usar a palavra, mas tento suportar.

Por fim deixa de empurrar e mantém o seu membro enterrado enquanto me vai acariciando o corpo. Depois retrocede devagar, voltando a empurrar também devagar. Eu vou-me queixando, a dor é quase insuportável, mas resisto a dizer a palavra de segurança. Apesar da dor, sinto-me excitada por estar a fazer sexo anal pela primeira vez e por estar a ser forçada até quase ao limite das minhas capacidades.

Ele continua a penetrar-me, fazendo o vai e vem bem devagar, dizendo que me estou a portar bem. Alguns minutos depois tira-o e volta a lubrificar-me o ânus, lambendo-o. Que deliciosa sensação sentir a sua língua quente naquele sítio. Nunca pensei que se pudesse sentir tanto prazer naquela zona.

A minha excitação dispara instantaneamente. Era capaz de gozar se ele me lambesse mais alguns minutos, mas ele ergue-se e volta então a penetrar-me, acabando com a promessa da minha nova ida ao céu! O meu suplício recomeça, tanto mais que agora ele já me penetra com um pouco mais de intensidade. A cada investida eu solto um gemido de dor:

- Ai... ai... ai... ai... eu não aguento mais... ai... ai... eu não agueno mais... ai... ai... ai... ai...

- Aguentas, aguentas, vou-te tirar as pregas desse cuzinho virgem...

- Ai... ai... eu não aguento... ai... eu não aguento... eu não aguento... ai...

- Tens um cu tão apertadinho que me vais fazer gozar... haaaaaaaaaaa...

Depois de gozar, volta a deitar-me, puxando-me para o chão e voltada para cima, recomeçando a enfiar-me os dedos enquanto me acariciava o grelinho com o polegar. Foi um bom alívio sentir aquela nova sensação de prazer enquanto ainda sentia o ânus a arder... e de que maneira...

Era uma mistura de doce e amargo, prazer e dor. Não demorei a voltar a gozar. Primeiro através daquele toque manual, alguns minutos depois, desfrutei de um outro novo orgasmo, desta vez, além dos seus dedos, graças à intervenção da sua boca, lambendo-me e chupando-me o clitóris.

Com a recuperação do seu vigor, voltou a penetrar-me, mas desta vez, já me tinha libertado das fitas adesivas que me prendiam as pernas, encaixando-se sobre mim na posição do missionário. Eu já estava de rastos. Se ele continuasse a penetrar-me acho que ia gozar de novo, mas já me faltava o fôlego. Quase a sussurrar digo:

- Ssstttttttoooooppppppp...

Ele pára imediatamente e começa a tirar-me as fitas. Depois pega em mim ao colo e deposita-me delicadamente sobre o sofá, perguntando-me se queria um copo de água. Aceitei. Ele manteve-se, muito atencioso ao meu lado, enquanto eu recuperava, cobrindo-me o corpo com uma pequena manta que estava num canto do sofá.

Conversamos um pouco, dei-lhe a lembrança a dobrar. Ele não queria aceitar tanto dizendo que tinha sido um verdadeiro prazer, mas insisti. Estivemos juntos quase duas horas e meia. Aceitou agradecendo e disponibilizando-se para outras aventuras. Também agradeci, dizendo-me muito satisfeita e que iria recorrer novamente aos seus serviços.
 

 
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