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Operação STOPPublicado em 2015-12-02 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Realizamos todos os fins de semana operações STOP em diversos pontos estratégicos. As operações de fiscalização rodoviária são uma ferramenta operacional valiosa para a polícia. No entanto, podem tornar-se problemáticas se não houver entendimento e cooperação de ambas as partes. Numa destas operações abordamos uma condutora com uma taxa de alcoolemia superior ao mínimo legal.Os acidentes de aviação são em Portugal uma das principais causas de mortalidade, sendo Portugal um dos países com maiores taxas de mortalidade rodoviário da União Europeia. A taxa de alcoolemia corresponde à quantidade de álcool presente no sangue. Para proceder ao cálculo da taxa de alcoolemia tem que se ter em conta que esta está depende de vários factores como o tipo de bebida ingerida, a quantidade e a qualidade da mesma, as características individuais de quem ingere – sexo, idade, peso, altura, saúde e cansaço - o momento em que a bebida foi ingerida - durante a refeição, fora da refeição, em jejum... Ora, só poderá conduzir em Portugal com uma taxa de alcoolemia inferior a 0,5 gramas por litro, isto é, se o condutor apresentar níveis de alcoolemia no sangue com valores iguais ou superiores a 0,5 gramas por litro estará a incorrer numa contra-ordenação, cuja gravidade será definida em função dos níveis registados. Se ultrapassar estes valores base, o condutor será intimado a realizar o pagamento de coimas, com regulamentação legislativa, as quais podem culminar em processos-crime, dependendo do nível que apresente no momento da medição. Não obstante esta informação ser do conhecimento de todos os condutores, infelizmente continuamos a encontrar casos com taxas puníveis com pena de prisão. Foi o que aconteceu com uma jovem condutora na madrugada de um dia domingo em que estávamos a controlar uma ex-via rápida, entretanto convertida em auto-estrada. Todos os veículos eram mandados parar numa pequena área de serviço, para controlo de documentos, taxa de álcool, armas ilegais, drogas, veículos alterados, etc. Éramos cerca de 70 elementos - de várias forças - envolvidos naquela mega operação. Estavam inclusive presentes duas equipas de duas estações televisivas. Ao abordar a condutora que conduzia um veículo topo de gama, acompanhada por outras três jovens, começo por a cumprimentar. - Boa noite senhora condutora, os seus documentos e os documentos da viatura se faz o favor. - Boa noite senhor agente... aqui tem os meus documentos... e aqui tem os documentos do carro... - Muito bem, está tudo em ordem... diga-me, a senhora bebeu alguma coisa?... Parecem vir de uma festa... - Bebi duas ou três cervejas... foi a minha segunda despedida de solteira... caso-me hoje... - A senhora importa-se de soprar ao balão? - Importar, importo... mas não me posso negar pois não? - Não... Ela sai da viatura e submete-se ao teste, acusando 1,3 gramas por litro no visor. Mostro-lhe o resultado, dando-lhe a má notícia. - Com este resultado, não pode prosseguir viagem. Como sabe, uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l é considerada crime, punível com pena de prisão até 1 ano ou multa até 120 dias, para além da inibição de conduzir por um período de 3 meses a 3 anos. - Mas como é possível? Eu só bebi três cervejas... - E não fez misturas? - Agora lembro-me que me ofereceram uma bebida mas nem sei o que era... - E só foi essa bebida? - Foi... - O sistema metabólico do corpo humano funciona por um processo natural e lento para eliminar o álcool contido no sangue através do fígado (90%), da urina, do ar aspirado e da transpiração (10%). O fígado decompõe e remove o álcool do sangue a uma velocidade que em média se situa nos 0,10g/l por hora. - O que vai acontecer agora? - Vai ficar detida para ser presente a um juiz amanhã... - Amanhã?... Mas eu caso-me hoje! - Lamento mas o casamento vai ficar sem efeito... - Por favor... não me faça isso... eu não posso ficar detida... eu caso-me hoje... eu não acredito... eu não mereço isto... hoje era para ser o dia mais feliz da minha vida... - Devia ter pensado nessas coisas antes de conduzir... com essa TAS podia ter um acidente grave... - Mas eu estou bem... veja, até faço o quatro... olhe para mim, acha que eu estou bêbada? - O que conta é o que o alcoolómetro acusa... - Não... não... não... não pode ser... isto não pode estar a acontecer... - Queira acompanhar-me por favor... - Para onde vamos? - Vou levá-la para uma das nossas viaturas onde aguardar que a transportem até ao posto sob detenção... - Por favor... seja compreensivo... não pode esquecer esse teste? Por favor... seja bonzinho comigo... hoje é um dia especial para mim... por favor... não estrague o meu dia... - Não fui eu que estraguei o seu dia... Quando se senta no banco de trás do jipe volta a fazer os pedidos para que a perdoe. Ao sentar-se, não consigo evitar olhar para o seu decote, desviando depois o olhar até às suas pernas. Ela veste um top multicolorido sem alças que deixa o umbigo à mostra. A saia encarnada fica-lhe um palmo acima do joelho. Ao sentar-se subiu, deixando ver uma parte generosa das suas belas coxas... - Se você quiser eu posso ser boazinha para você... - Pode ser boazinha para mim? - Sim... se você... quiser... - E se eu quiser o que é que tu fazes? - O que você quiser... - O que eu quiser?... - Sim... - Não sei se estamos na mesma onda... - Acho que estamos... Ao dizer aquilo, acaricia um seio com a mão esquerda, enquanto com a direita, acaricia a perna, dirigindo-me um olhar provocador. Fico alguns segundos a olhar para aquela fonte de pecado. Olho em volta, com a azafama, ninguém nota que estou ali. Entro para dentro do jipe e tranco as portas. - Qual é mesmo a tua ideia? - Se o senhor guarda for bom para mim e também sou boazinha para você... - Sabes que a tentativa de suborno é crime? - Perder por um é o mesmo que perder por dois... mas o senhor guarda é que fica a perder... - Tu és um hino à beleza feminina... Ao dizer aquilo pouso a minha mão sobre a sua perna, apertando-a delicadamente um par de vezes e acariciando-a até chegar ao interior das suas coxas, onde aproveito para lhe acariciar o rata. Ela solta um suspiro assim que sente o meu toque tão directo. Enquanto nos olhamos, olhos nos olhos, eu mantenho a minha mão entre as suas coxas, acariciando-lhe a rata enquanto ela vai gemendo, abrindo ligeiramente a boca. Aos poucos, começa também a semi-cerrar os olhos, enquanto vai estremecendo e respirando de forma cortada. Além de quentes, começo a sentir os meus dedos húmidos. O seu corpo estremece com mais evidência e ela tem que fazer um esforço para manter os olhos abertos, chegando mesmo a fechá-los de vez em quando, momentaneamente, durante alguns segundos. A minha excitação é tal que parece que a minha verga vai rebentar com as minhas calças. Desaperto o cinto, o fecho e baixo-as, exibindo aquele mastro em riste pronto para a acção. - Faz-me um broche... Ela esboça um ligeiro sorriso, agarra-a, começando a masturbá-la lentamente e inclina-se. Primeiro passa-a pelos lábios ainda secos, introduzindo-a muito ligeiramente entre eles, por vezes apertando-os um pouco. Depois acaricia-a com a ponta da língua. Inicialmente, apenas na glande, mas depois, sinto toda a sua língua e por fim, enfia-a na boca. Não totalmente, mas toda a minha glande, tirando-a logo de seguida. Durante uns bons minutos, faz aquele jogo do enfio e tiro, chupo, não chupo. Aquilo só me deixava mais louco de tesão. Como ela está de quatro sobre o banco de trás, puxo-lhe a saia toda para cima para continuar a acariciar-lhe aquela rata que me promete delicias. Já não aguentando mais aquele jogo, pouso a minha mão sobre a sua cabeça e forço-a a engolir a minha verga para a começar a chupar. Ela entende a minha ordem e aplica-se com grande mestria. Ela percebe mesmo da "poda". Deixei-a chupar durante uns bons minutos até que tive que a fazer parar para não me vir já. - Anda... quero comer-te... - Espere... espere... temos que usar protecção... Retirou da carteira um preservativo e entregou-mo. Mulher prevenida vale por duas. Coloquei-o enquanto ela espreitava pelo vidro. - As minhas amigas devem estar preocupadas comigo... Puxo-a para mim, fazendo-a sentar no meu colo. Tento penetrá-la mas sem sucesso. Então é ela que se encarrega de encaminhar a minha verga para o seu interior, fazendo-a escorregar até ficar toda entalada dentro dela. Assim que sente aquela investida profunda solta um profundo gemido, ficando imediatamente com o corpo em tensão, como se tivesse apanhado um choque eléctrico. - Que cona tão boa que tu tens... é mesmo apertadinha... Embora esteja limitado nos meus movimentos, consigo fazer um vai e vem enquanto lhe vou acariciando o corpo, em especial, o seu clitóris, com uma das minhas mãos, enquanto a outra deambula pelo seu corpo, acariciando-a desde as coxas até aos seios. - Que maminhas tão durinhas... Ela entretanto mantem uma mão apoiada sobre o banco enquanto a outra está sobre a minha mão que lhe acaricia o clitóris. As minhas investidas e as minhas constantes carícias ao seu grelinho começam a causar efeito. A sua respiração começa a ficar mais ofegante, enquanto ela se contorce de forma mais evidente até que algum tempo depois começa a dar uns saltos acompanhados por uns gritinhos. Os saltos eram mais uma espécie de convulsões, onde ela estremecia repentinamente, como se estivesse a ter uns espasmos musculares, parando depois, ficando completamente estática, para depois voltar a mexer-se. Tudo isto enquanto soltava uns gritinhos contidos. - Isso goza... goza como uma putinha que és... Vê-la gozar despertou em mim o desejo de gozar também. Deitei-a sobre o banco, abro-lhe as pernas e encaixo-me entre elas, deitando-me ao mesmo tempo sobre o seu corpo. Volto a penetrá-la e começo a estocá-la com grande intensidade para obter também o meu tão desejado prémio. - Estou-me a vir... estou-me a vir... haaaaaaaaa.... Depois de gozar também, arranjamo-nos apressadamente. - Já tinhas feito isto? - Sexo? Muitas vezes... - Refiro-me a livrar multas desta forma... - Não... nunca... só fiz isto em desespero de causa... - Foste fenomenal... Ela limita-se a sorrir. - Posso ir então à minha vida? - Podes... um acordo é um acordo... - Ok... obrigado por tudo... fique bem... - Fica com este cartão... se futuramente precisares de um amigo que te livre umas multas, liga-me... Pisco-lhe um olho enquanto lhe entrego o cartão. Ela volta a sorrir e a agradecer. - Espero não precisar... Acompanhei-a com o olhar enquanto a via afastar-se até ao seu carro. Nunca me chegou a telefonar e também nuna mais a voltei a ver. |
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