|
|||
Possuída na praiaPublicado em 2015-11-30 na categoria Contos eróticos / Grupo
|
|||
No último verão por indicação do meu filho, decidi passar as minhas férias numa praia pouco concorrida de uma vila costeira alentejana. Ele ia com alguns amigos para uma casa de praia que eles tinham arrendado em conjunto. Eu estava a passar por um período conturbado na minha vida pessoal: descobri há cerca de um mês que o meu marido tinha uma amante. Estamos separados desde então...Ele jurou arrependimento e eu, inocentemente, acreditei. Tivemos relações, ele tomou um duche, vestiu-se e saiu. Eu saí também, cerca de meia hora depois e passei pela casa da amante e qual não foi a minha surpresa quando vi o carro dele estacionado mesmo à porta. O desgraçado pede perdão, salta-me para cima e depois vai-se enfiar outra vez na casa da amante. Apesar de novas promessas e de até familiares me pedirem parar o perdoar, estou demasiado ferida no meu orgulho de mulher. Eu que sempre lhe fui fiel, que nunca olhei para outro homem e que sempre resisti aos avanços de outros homens, tinha esta paga. Mas a pressão familiar para o aceitar de volta era tanta que eu tive necessidade de mudar de ares. Foi então que decidi arrendar uma casa de praia na nossa zona, mas como estava muito perto de casa não me livrava de me cruzar com familiares e amigos, o que fazia com que se reabrissem velhas feridas que eu queria esquecer. Foi então que o meu filho convidou-me para passar as férias com ele. Ele e os amigos tinham arrendado uma casa que tinha rés-do-chão e primeiro andar, e estava dividida em três. Eles ficavam no r/c, a maior, o senhorio morava no primeiro andar, mas neste piso havia uma entrada independente para uma segunda casa que tinha apenas cozinha, sala, quarto e wc. Fui na sexta-feira e quando cheguei, à noite, vi que meu filho não estava na casa. Perguntei por ele e disseram-me que só iria chegar no sábado. Os seus amigos, todos rapazes, eram seis jovens entre os 17-18 anos. Pela quantidade de garrafas de cerveja espalhadas pelos cantos, percebia-se o motivo para o ambiente de descontracção. Estava muito calor e os rapazes estavam somente de bermuda e alguns sem camisa. Mesmo estando perante uma senhora, nenhum deles se preocupou em arranjar-se para ficar mais composto. Não reclamei. Apesar de já ser noite, o calor era insuportável, eles muito à vontade, convidaram-me para tomar uma cerveja com eles. Aceitei! Entre enfiar-me sozinha em casa e ficar ali uns minutos com eles, com o ambiente tão animado, decidi ficar a conversar e a vê-los jogar cartas. Mais tarde, já mais "altinhos" pela bebida, percebi que eles olhavam para com cobiça, e sempre que podiam olhavam para as minhas pernas e para o meu decote. Devia sentir-me constrangida - em situações normais sentia-me -, mas naquele momento, vendo-os "babados" por mim, estava a fazer-me bem ao ego. Era óbvio que a bebida e a minha roupa ajudavam. Eu estava a usar uma túnica florida, curta e decotada. Ao sentar-me, fiquei com as coxas quase todas expostas. Por outro lado, o decote em U permitia visualizar um pouco dos meus volumosos seios. Já cansados de jogar, um deles perguntou: - A senhora conhece aqui a praia? - Não... não conheço, é a primeira vez que venho para estes lados... - Eu vou refrescar-me! Vista um biquíni e venha molhar os pés! - Disse um deles. Era obvio que ele queria ver bem mais do que o meu decote, mas toda aquela atenção excitava-me e deixei-me levar pele emoção da aventura. De qualquer forma eles iriam acabar por me ver de biquini... Quando desci eles já estavam à minha espera. Percebi que eles estavam a cochichar com uns sorrisos maliciosos. Eles sabiam o que queriam e eu também, mas uma coisa era desejar, outra bem diferente, fazer... - Sim, vamos! - Respondeu o rapaz que me tinha feito o convite. Ele parecia ser o mais atrevido dos seis. Foi então que os surpreendi a todos: - Por que não vamos todos? Afinal, ninguém vai querer ficar sozinho aqui! - Disse com um sorriso nos lábios. Todos eles esboçaram um rasgado sorriso. Não foi preciso repetir o convite. Até se iam esquecendo de fechar a porta da casa. Caminhamos pela praia até chegar perto da rebentação. A noite estava quente, mas corria uma ligeira brisa, o mar mal fazia ondas, o céu estava completamente limpo, cheio de estrelas. Ali chegados, alguns molharam os pés reclamando que a água estava fria mas boa. Então lembrei-me: - Rapazes, pensando melhor esqueçam o banho nocturno... vocês estiveram a beber... - Não bebemos assim tanto... venha... - É melhor não... - Então? Está com vergonha da gente? - Claro que não, não sejam tontos... - Então venha lá... - Não... deixem estar... - Vá... nada de desculpas... - Melhor não rapazes, desculpem... mas estou a ficar com frio, sabem... - Uma brasa como a senhora com frio? Não pode ser! Arrepiei-me e estremeci ao ouvir aquilo. Naquele momento era mulher para os levar a todos para a cama! Eles felizmente não adivinham os meus pensamentos e continuam a levar as coisas para a brincadeira. Agarram-me e conduzem-me à água, apesar de eu tentar opor-me. Então doi agarra-me pelas pernas, dois pelos braços e cabeça e os outros dois seguram-me pelas costas. - Esperem, eu ainda estou vestida... - Isso resolve-se. Pousam-me no chão e tiram-me a túnica, voltando a pegar-me em peso. Já ao chegar à água pedi: - Ok rapazes... ponham-me no chão que eu vou... Assim que me pousam, avanço para a água, começando a molhar os pés. A água está fria, mas deliciosa. Eles espalham-se, formando uma linha comigo, todos de mãos dadas. De repente, não sei o que me passou pela cabeça, largo-os e desato a correr para trás. Sou quase de imediato perseguida, sendo rapidamente alcançada. Mas na tentativa de me agarrarem, puxam-me a fita da parte de cima do biquini, arrancando-o. Logo de seguida sou derrubada. Novamente agarrada, erguem-me e então, os que estavam mesmo à minha frente ficam muito sérios a olhar directamente para os meus seios. Naquela altura eu ainda não tinha percebido que estava semi-nua. Assim que olho para o meu corpo e percebo que tenho os seios à mostra, tento tapar-me mas tenho ambos os braços presos. Quando os dois que me estão a prender se apercebem do meu estado soltam-me e permitem que me tape com os braços. Então um deles comenta: - Desculpe o meu atrevimento, mas você tem uns seios muito bonitos... Interrompo-o exigindo respeito, mas ele continua: - Tenho por si o maior respeito, acredite... mas olhando para uma mulher como você, de duas uma, o seu marido ou é estúpido ou então é muito estúpido para a ter trocado por outra... Fiquei em choque. Como é que eles sabiam aquilo? Ele continua a falar: - Muito sinceramente, e é com o máximo de respeito que lhe digo isto... você é mesmo uma mulher muito bonita e atractiva... você é um sonho de mulher... quem nos dera a qualquer um de nós arranjar uma mulher como você... Não sei o que foi que se passou comigo, mas ao ouvir aquilo, lentamente desci os meus braços para baixo, expondo os meus seios por completo e engolindo em seco. É como se aquelas palavras funcionassem como o "abre-te sésamo" da famosa estória infantil. Agi sem pensar no que estava a fazer e nas eventuais consequências daquele acto. O que tinha dito aquelas palavras, algo receoso, estende o braço, começando por acariciar o meu braço. Vendo que nada fiz, desliza-o até ao meu seio, acariciando-o primeiro de depois apalpando-o, fazendo-me soltar um suspiro. À mão dele juntam-se as dos outros, acariciando-me todo o corpo. Pude sentir o cacete de um deles prensado contra as minhas nádegas. Um deles aproxima-se e deu-me um beijo na boca. Esse foi praticamente o sinal para que os outros avançassem para cima de mim. Pude sentir as suas bocas a lamber e a chupar-me o corpo enquanto alguém tira-me a parte de baixo do biquini, desapertando os laços laterais, deixando-me complemente nua. Rapidamente sinto algumas mãos a acariciar-me a rata já bem húmida, enquanto outros me acariciam as nádegas, as pernas, me chupam os seios e me beijam. - Hummmmm... ahhhhhh... seus safadossssss... nossaaaaaaaa... o que é que vocês estão a fazer comigo? Nisso, na brincadeira, empurrei-os e saí a correr, fugindo deles. - Vamos ver quem me apanha então! - Você vai aprender a não fugir! - Disse o que se deitou em cima de mim. - Espera... espera... deixa-me falar... por favor... vamos para dentro... por favor... - Isso é outro truque?... - Não... não é... prometo... Levantaram-me e levaram-me "presa" a eles. Já em casa, pedi-lhes para me deixarem tomar um duche. Acederam desde que o fizesse ali na casa de banho deles. Aceitei só pedindo para irem buscar uma das minhas malas de viagem, a mais pequena. Depois do banho, vesti uma lingerie que tinha levado para o caso de eventualmente encontrar um homem... A casa de banho ficava ao fundo de um pequeno corredor. Percorri-o até chegar à área da cozinha e sala, onde eles estavam a beber. Assim que me viram vieram ter comigo, começando a acariciar-me o corpo e conduzindo-me para trás. A meio do corredor havia uma porta que dava acesso a um pequeno quarto. Levaram-me para a cama enquanto me apalpavam e beijavam o corpo. A minha lingerie desapareceu rapidamente do corpo, deixando-me só de meias. Deitaram-me e em seguida um deles deitou-se sobre mim e penetrou-me com força, enfiando tudo de uma só vez. Ele ignorou-me e começou com um vai e vem violento e apressado. Apesar de eu ter sentido algum desconforto com aquelas primeiras investidas, por não estar bem lubrificada, como estava a "morrer" de tesão, ao ser penetrada daquela forma, rapidamente fiquei bem húmida, podendo então saborear o trabalho daquela verga bem dura. Ele estocou-me durante um bom bocado até gozar, fazendo jorrar o seu leite quente para dentro de mim. - Agora é minha vez, mané!! Vaza! - Disse outro. O cacete dele era enorme, e vi até uma veia a saltar daquele pénis grosso e duro. Na hora que vi aquela cabeça vermelha na entrada da minha ratinha, tive certeza que eu iria gozar na verga dele. Ele deitou-se sobre mim e começou a estocar-me com força e profundamente. Uma, duas, três, quatro estocadas, que me fizeram ver estrelas. Depois de ter feito a sua apresentação, começou então a bombar com grande intensidade e acabei mesmo por gozar descompassadamente. Ele continuou a estocar-me até começar a soltar uns gemidos mais fortes e pude sentir que estava a vir-se, Restavam quatro que não tinham tido ainda a sua oportunidade. Olhei para eles ali, de pau duro, doidos para me foderem. Enquanto olhavam uns para os outros para ver quem era o próximo, surpreendi-os com o meu pedido: - Quero foder com vocês os quatro ao mesmo tempo! Eles até regalaram os olhos. O que estava a comer-me por trás, deita-se e faz-me deslizar, sentando-me sobre a sua verga. O outro cospe para o meu cuzinho e enterrou o dedo fundo. Soltei um gemido, mais pela surpresa do que de dor. - Calma, querida!... é só o meu dedo! Depois de o enfiar várias vezes, cuspindo várias vezes, começa a enfiar dois. O meu marido já me tinha tirado os três, por isso, o sexo anal para mim não tinha surpresas. Alguns minutos depois senti a cabeça do pau dele a forçar o meu ânus, entrando logo de seguida. Depois foi só empurrar. Enquanto era comida pelos três agarrei a verga do quarto e comecei a masturbá-la até trocar. Chupei-o a ele e masturbei o outro. Engolir todo aquele sémen excitou-me tanto que comecei a saltas como uma louca e voltei a gozar. Mas desta vez o orgasmo foi múltiplo, porque depois da primeira explosão de prazer, este manteve-se elevado até sentir uma nova explosão e depois outra! Os orgasmos foram tão intensos que fiquei de rastos. O que estava parado bem queria que eu lhe chupasse mas teve que esperar que eu recuperasse minimamente. Então, a custo, confesso, fiz-lhe a vontade, abri a boca e deixei que a estocasse com um rápido vai e vem. Entretanto o que me estava a comer por trás goza também. Segue-se o que estava debaixo de mim e por fim, fui novamente brindada com leite na minha boca. Se pensei que poderia descansar, estava enganada porque assim que me deitei, levando as mãos à cabeça, senti um dos primeiros a saltar para cima de mim, penetrando-me novamente... Fizemos sexo toda a noite! Quando me deram descanso já entrava a claridade do novo dia pela janela... Acabei por adormecer ali mesmo, no meio daqueles corpos nus e suados... |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






Possuída na praia




