Patrão pode...
Publicado em 2016-02-26 na categoria Contos eróticos / Hetero


Chamo-me Beatriz, mas todos me chamam por Bia. Tenho 39 anos e sou divorciada. A meu cargo ficaram 3 filhas, A mais velha de 21, outra de 19 e a mais nova com 17. As duas mais velhas já estudam na Universidade e a mais nova prepara-se para entrar também. Felizmente, conheci um bom homem que me tem ajudado financeiramente.

Actualmente o meu namorado, e eu trabalhamos numa grande empresa de vestuário, ele como chegue de secção e eu no escritório de um director. Apesar dos nossos cargos, não temos uns ordenados muito elevados. O Paulo também estava divorciado. Começamos a falar no refeitório, depois a tomar café juntos fora do expediente e algumas semanas depois já namorávamos.

Como somos adultos, as coisas aconteceram rapidamente. Ele não se importou da minha bagagem (3 filhas). Ele próprio tinha dois filhos que tinham ficado com a mãe. Não vou dizer que estávamos apaixonados um pelo outro, mas tínhamos sentimentos e decidimos conscientemente juntar o util ao agradável. Fomos morar juntos.

Assim, ao invés de estarmos a pagar duas rendas, podíamos poupar uma (na realidade ele estava numa casa arrendada mas eu estava numa a pagar um crédito hipotecário), o que me permitia poder pagar os estudos das minhas filhas. Mas mesmo assim, o apoio financeiro do Paulo era muito importante, o que me permite suportar todas as despesas delas...

Entretanto os ventos mudaram. Tudo começou no mês passado, quando o Sr. Carlos, o meu chefe, me chamou ao seu gabinete e comunicou-me que a firma tinha que fazer um corte de funcionários para reduzir a folha de pagamentos. Que iam haver despedimentos não era novidade para mim. Isso já se falava à algum tempo. A crise tinha-nos afectado bastante, as encomendas tinham diminuído e a empresa tinha muitas dívidas.

- Lamento informá-la que também vamos reduzir o pessoal deste departamento e o seu nome consta da lista...

Nossa! Fiquei super nervosa.

- Sr. Carlos... eu dependo do meu salário para me sustentar e poder manter as minhas filhas a estudar...

- E não tem mais ninguém?  Não existe um Sr. Silva?

- Não... eu sou divorciada...

- E neste momento não tem nenhum relacionamento?

Então lembrei-me do Paulo. Será que ele também constava da lista.

- Para lhe ser sincera, neste momento estou numa relação muito recente com um funcionário desta empresa...

- Posso perguntar-lhe quem é?

- Sim... o Paulo Costa...

O Sr. Carlos faz um gesto que me deixa preocupada.

- Tenho a certeza que ele arranja outro emprego rapidamente...

Não precisava dizer mais. Comecei a chorar. No desespero eu acabei por dizer:

- Por favor, eu faço tudo que o senhor quiser, mas não nos mande embora... por favor!...

- Tudo que eu quiser, Bia? - a voz dele soou cheia de malícia.

Quando disse que fazia tudo, referia-me a que estava disposta a sair do escritório e ir para outra secção qualquer, mas eu já estava em dúvida, porque certamente ele estava a pensar em sexo, até porque ele já se havia insinuado para mim por diversas vezes. Cumpria-me a mim desfazer o equívoco, mas só de pensar no que iria ser das minhas filhas caso ficássemos ambos desempregados eu baixei a cabeça e respondi:

- Tudo.

- Você está disposta a escolher outros colegas para serem despedidos no vosso lugar? - perguntou.

- Se o senhor me garantir que não nos vai despedir, escolho...

- Dou-lhe minha palavra.

- Quem posso escolher? - perguntei, um pouco ansiosa.

- Chegue aqui... - pediu.

Ele estava sentado na sua secretária. Naquele dia eu usava uma saia pelo joelho e uma blusinha. Estava bem discreta. Levantei-me e fui ao seu lado.

- Chegue mais perto de mim... - voltou a pedir.

Ao chegar perto da sua cadeira vejo uma lista de nomes no ecrã do computador. Percebo de imediato que os nomes marcados a vermelho são aqueles que irão ser despedidos. E ali está o meu. Nesse momento, o atrevido colocou a sua mão no meio das minhas pernas e começou a subir lentamente. Afastei-me rapidamente mas ele disse:

- O que está a fazer? - perguntei indignada.

- Estou-lhe a dar uma grande oportunidade... mas como compreenderá... tudo tem um preço... agora a grande questão é, os vossos empregos justificam o este pequeno sacrifício?

Percebi o que queria. Lentamente voltei para perto dele e ele colocou novamente a mão no meio das minhas coxas e novamente subiu até tocar na minha ratinha por cima da calcinha. Ele começou então a passar os seus dedos por toda a extensão dos meus lábios vaginais. Depois afastou a calcinha para o ladinho para brincar com o meu grelinho.

- Hummm... tens a coninha bem aparadinha... que delicia...

Enquanto me acariciava com a mão esquerda, com a outra tira a sua verga para fora e começa a masturbar-se, mas não consegue ficar com uma erecção.

- Anda... querida... baixa-te e faz-me um broche...

Vira-se de frente para mim e faz-me ajoelhar à sua frente, expondo a sua verga, que parece uma banana caída para baixo. Agarro-a e enfio-a na boca, começando a chupá-la e a masturbá-la. Aquela verga parece estar "morta", fazendo-me mesmo duvidar se eu era assim tão má a fazer sexo oral. Na verdade o Paulo nunca se tinha queixado e normalmente não demorava muito a ficar com ela tesa. Mas muito, mas muito lentamente mesmo, ela começa a ganhar algum vigor.

- Isso... isso... continua... continua... faz-me gozar... - diz visivelmente satisfeito.

Continuei a chupá-la e a masturbá-la incessantemente até o fazer vir-se na minha boca. Como ele ainda estava vestido, mantive todo o seu leite no interior da minha boca. Ele levanta-se e antes de sair diz-me:

- Vai cuspir na casa de banho...

Assim fiz. Saí também do gabinete e fui directamente para o banheiro. Infelizmente ao chegar ao corredor vejo o Pedro a vir na minha direcção. Em desespero engolo tudo fazendo uma pequena careta. Ele questiona-me se está tudo bem e respondo que sim, que tinha comido um bombom que uma colega me tinha dado e que era tão fraco que ia lavar a boca.

Já na casa de banho, com o coração acelerado, dou comigo a pensar no que tinha acabado de fazer e acabei mesmo por me masturbar até gozar.

No dia seguinte, perto da hora do almoço o Sr. Carlos chamou-me de novo ao seu gabinete, pedindo-me para fechar a porta. Logo imaginei o que ele queria de mim. Sentei-me na cadeira em frente à sua mesa e ele então levantou-se, contounou a mesa e sentou-se na beira, bem na minha frente.

- Ontem estiveste fabulosa, Bia! Vamos repetir?

Não disse nada, nem valia a pena responder. Sabia perfeitamente quais seriam as consequências da minha recusa, pelo que apenas balancei a cabeça afirmativamente. Ele então baixou o fecho da calça e tirou o sem membro para fora, expondo-o ao meu olhar. O seu pau estava completamente mole e ele disse-me:

- Vamos ver se você o deixa duro como ontem...

Não tinha outro remédio senão voltar a chupá-la enquanto lhe batia uma vigorosa punheta. No início, como ela estava muito mole, praticamente só a segurava pela base, apertando-a um pouco, enquanto a chupava fazendo movimentos de vai e vem com a cabeça. Ele parecia ter dificuldades em ficar com uma erecção porque demorava bastante até ficar com a verga completamente dura.

Tanto batalhei que o pau dele começou a endurecer e parecia que não parava de crescer. Era enorme e grosso, com uma cabeçona vermelha. Creio que o facto do seu membro ser tão avantajado também influenciava a sua dificuldade em ficar com tesão.

- Isso, Bia... chupa, mulher... assim... chupa... que bom! - dizia tremendo de tesão.

É claro que, estando a chupar uma verga daquelas, acabei também por ficar excitadíssima. Sentia a minha ratinha toda encharcada.

- Hummm que bom!... Huummm que delicia!... Tu vais ser a minha putinha!... Estás a gostar?

Nunca ninguém tinha me chamado de putinha, e aquilo deixou-me ainda mais fogosa, afinal de contas, eu estava a comportar-me como uma verdadeira puta.

- Estou sim, Sr. Carlos - respondi, tirando a sua verga da boca para poder falar, mas sem parar de a punhetar.
- Continua a chupar... isso, assim... vais-me fazer gozar, minha putinha... aaaiiiiii... vou-te dar o meu leitinho todo... aaaaiiiiiiii... deliciaaaaaaaa!! - gemia.

Entendi o recado e, apesar de não gostar muito, acabei por beber uma enorme quantidade do leite que ele esguichou para dentro da minha boca, quase me afogando. Foram quatro jactos grandes que escorregaram directamente para a minha garganta e depois ainda jorrou esperma por um bom tempinho.

Chupei e lambi o seu pau durante mais um par de minutos, deixando-o "limpinho". Novamente saí dali e fui directo para o banheiro. Lá eu percebi que a minha ratinha estava toda meladinha. Masturbei-me novamente e gozei como uma depravada.

Aquela relação estava a deixar-me muito excitada. Apesar de não me sentir á vontade e de não gostar de trair o Paulo, a verdade era que no fundo, até estava a gostar, e isso deixava-me preocupada. Eu já andava a imaginar como seria abrir as pernas para ele, sentir aquela verga enorme dentro de mim...

Sabia que o que estava a fazer não era o correcto, mas estava a gostar daquela sensação de ser dominada, de ser obrigada a entregar-me contra a minha vontade. Comecei a perguntar-me por que é que ele não me comia e só queria que eu lhe fizesse sexo oral. Comecei a imaginar como seria senti-lo dentro de mim...

Nos dias seguintes ele continuou a chamar-me ao seu gabinete, mas agora fazia-o logo pela manhã com o argumento de discutir a agenda de trabalho para o dia. Depois de entrar, fazia-lhe a mamada da praxe, engolindo sempre tudo e depois regressava ao meu posto.

Então na semana seguinte, assim que entrei, percebi uma alteração no ambiente. Ele tinha as persianas ainda descidas e tinhas os candeeiros acesos com uma luz suave. Ele convidou-me para perto dele. Ele estava sentado numa espécie de sofá muito antigo.

- Por favor Bia, tira a tua roupa...

Não questionei o seu pedido e acedi de imediato ao seu desejo, despindo-me sem grande pressa enquanto ele me ia observando.

- És uma mulher muito sensual...

Em termos físicos, eu sempre me considerei bafejada pela sorte. Não sou uma mulher muito alta, tenho 1 metro e 68 de altura para 60 quilos de peso. Apesar de já ter sido mãe por três vezes, não tenho praticamente barriga nenhuma. E nem preciso de andar em ginásios para manter uma linha esbelta.

O meu único atributo que foi "reparado" foram os meus seios. Depois de deixar de dar de mamar à última, decidi fazer uma reconstrução mamária, isto é, limitei-me a subir os seios porque tinham ficado um pouco descaídos. Há meia dúzia de anos, repeti a operação. Em nenhuma das vezes meti silicone, apenas levantei-as, tornando-as mais redondinhas e firmes.

- Que beleza!

Estende os braços e faz-me ajoelhar a seus pés. Abro-lhe o fecho e puxo a verga para fora para a enfiar de imediato na boca e começar a chupá-la. Como já era costume, meia dúzia de minutos depois já ela estava completamente de pé.

Continuei a chupá-a a a punhetá-la a um bom ritmo durante uns bons 10 minutos, até que ele pediu-me para me levantar.  Ele levantou-se também e começou a acariciar o meu corpo enquanto lambia os bicos das minhas mamas, elogiando-as constantemente para depois as chupar enquanto me apalpava as nádegas. Claro que não demorei muito a gemer baixinho, pois já estava a ficar muito excitada.

Faz-me recostar naquele sofá muito duro e começou logo a lamber-me a ratinha, passando rapidamente a chupá-la com grande vontade enquanto me ia enfiando os dedos na minha grutinha já toda encharcada. Ele chupou-me o grelinho com tal intensidade que não evitei gozar na boca dele para seu deleite.

Depois de me fazer gozar, virou de costas e pediu-me para me debruçar sobre o encosto, de forma a que as minhas nádegas ficassem arrebitadas para ele.

- Hummm... que belo cu que tu tens Bia!...

- No cu não Sr. Carlos...

- Nunca te meteram por trás?

- Não...

- Então um dia destes experimentamos... esse cuzinho vai ser meu!...

Enquanto vamos dialogando, ele aponta a sua verga para a frente, e vai-a deslizando um par de vezes ao longo dos meus lábios vaginais até a fazer escorregar para dentro de mim, empurrando-a até ao fundo, o que me obriga a soltar um profundo suspiro.

Antes dele a enterrar eu já só pensava em senti-la dentro de mim. E assim, que a senti toda enfiada em mim não evitei soltar um profundo gemido de prazer. Mantendo-me de quatro no sofá, começou logo a enfiar, enquanto me ia elogiando.

Ele fodeu-me naquela posição a um bom ritmo sem parar de me acariciar o corpo durante bastante tempo, fazendo-me gozar uma segunda vez. Assim que ele se apercebeu do meu orgasmo, agarrou-me pelos ombros de forma a puxar o meu corpo contra o dele, fazendo com as suas investidas fossem ainda mais violentas.

Apetecia-me gritar a plenos pulmões de prazer mas tinha que me conter porque trabalhavam pessoas nas divisões de ambos os lados daquele gabinete. Aguentei-me mas tive que cerrar os dentes com força enquanto cravava as minhas unhas no sofá.

Talvez por me ver gozar daquela forma, ele próprio não se aguenta mais e vem-se também, agarrando-me com força e prendendo-me a ele, como se quisesse garantir que jorrava todo o seu leite para dentro de mim. Enquanto ejaculava, dava umas estocadas mais prolongadas e ia gemendo de prazer. Mas mesmo depois de gozar, continuou com o vai e vem durante cerca de um minuto.

Por fim, parando, deixa-se ficar mais um pouco dentro de mim, enquanto me acariciava o corpo, dando uma lenta estocada de longe a longe. Assim que "desatrelou", eu deixei-me cair sobre o sofá, ficando ali alguns minutos a recuperar.

Durante alguns meses, mantivemos aqueles encontros diários, depois falhávamos um dia ou outro por semana. Um ano e meio depois de termos iniciado esta relação, curiosamente, foi ele que foi despedido. O Paulo e eu mantivemo-nos na empresa mais três anos, até à sua falência...

 
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