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Porta dos fundosPublicado em 2016-02-01 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Perdi a virgindade do cu bem cedo, enquanto a da porta da frente foi bem mais tarde. Mas eu fiquei viciada no sexo anal logo na primeira vez que experimentei e vou explicar o porquê. Naquela altura, tinha muito medo de engravidar, mas o meu tesão era tanto que precisava experimentar uma verga, nem que fosse na porta dos fundos...Depois de assistir a muitos filmes pornográficos na internet, nomeadamente, sobre sexo anal, fiquei viciada naqueles onde duas garotas fazem com um rapaz viril e fogoso. Isto porque uma das garotas está sempre a chupar a sortuda que é enrabada. Nossa! Não tem coisa melhor… Dar o cu não é o mesmo que levar com uma verga na cona. Precisamos de preparação, tesão e muita lubrificação. E também de uma parceira fogosa ajuda muito a deixar-nos no clima, molhadinha e relaxada. O ménage feminino costuma ser uma fantasia bem masculina, mas no meu caso acho o melhor dos mundos porque na verdade sou sempre eu quem é “partilhada” ao mesmo tempo pelos parceiros que neste caso são um homem e uma mulher. Adoro ser o recheio de outro casal. E foi assim que minha vida sexual teve início. Como referi, cemecei a assistir a filmes eróticos com as minhas amigas de faculdade nas nossas noites em casa, muito comuns naquela fase em que o dinheiro não abundava. Não demorou muito para experimentarmos carícias e beijos entre nós. Apesar de algumas amigas mais tímidas, logo todas nós já havíamos trocado carícias entre nós, mas nunca passou da fase de brincadeiras. No entanto, eu acabei por me deixar envolver com uma colega da casa. Fiquei viciada naquilo, mas apesar de começar a ir para a cama com aquela mulher, não me considerava uma lésbica, nem ela. Mas eu continuava a sentir a falta de uma verga. Infelizmente uma promessa solene de me manter virgem até ao casamento, impedia-me de concretizar o meu desejo. No entanto, arrisquei e decidi relatar aquele meu desejo a essa minha amiga. Ela mostrou-se interessada. Era loira, alta, mamas grandes e roliça. Eu tinha um físico igual ao dela, com a diferença de ser morena. O facto de sermos cheínhas não nos tornava alvos apetecíveis para os rapazes, tal era a "oferta" disponível. A nossa timidez também não ajudava. Normalmente, o parceiro não seria difícil escolher, afinal de contas, quem é que se recusaria a fazer sexo com duas raparigas ao mesmo tempo? Mesmo gordinhas, acreditávamos que arranjávamos facilmente um parceiro, mas não queríamos qualquer um. Tinha que ser alguém sério, que depois não se fosse gabar do que tinha feito. E o alvo perfeito era um dos nossos colegas de sala, o Alex. Apesar de lindo, era o tipo de rapaz tímido que nunca tinha namorado antes e só pensava em estudar. Era perfeito! Eu e a Solange já tínhamos brincado bastante juntas e já tínhamos a minha porta dos fundos bem trabalhada, primeiro com os dedos e depois com dildos. Mas foi depois de experimentar a primeira língua no cu com a Solange, que aprendi e apreciei como era gostoso receber aquele prazer de uma parceira. Ninguém como uma mulher para saber o que é que outra quer! Conservamos abertamente sobre o que queríamos. Era a melhor forma de garantir que tudo daria certo da primeira vez e a gente não se ia arrepender ou criar conflitos entre nós as duas. Agora era só questão de falar com o Alex e experimentar a sensação de levar no cu! Chegou o dia e a estratégia foi convidar o Alex para nos ajudar, dando-nos umas explicações em casa. Depois de duas horas de explicações, e justamente quando ele fazia tenção de se ir embora, logo demos um jeito de ficar mais à vontade e, enquanto a Solange preparava algo para lancharmos, eu provoquei o menino: - Alex, tu já beijaste uma rapariga na boca? Joguei verde para colher maduro. Era uma chance de comprovar a sua virgindade. Ele estranhou a pergunta, corou um pouco e respondeu com outra: - Porque é que me perguntas, Ana? Uau, incrível como o meu nome por ele pronunciado naquele momento acendeu-me o sangue, fazendo-o fervilhar nas minhas veias, ainda mais com o facto dele ter ficado constrangido com a pergunta. Então fui muito directa: - Olha, nós somos amigos, mas não tem nada de mais a gente experimentar um beijo, não achas? A gente não precisa namorar nem nada, basta aproveitar o facto de que estamos juntos e experimentar. O que é que tu achas? - Estás a brincar comigo não estás? Isto é uma partida? - Não Alex, não é uma partida... E neste momento aproximei os meus lábios dos dele, ainda olhando no fundo dos seus olhos com um sorriso assanhado e ele naturalmente não resistiu ao meu assédio explícito. Foi um beijo quente, de língua, bem molhado. Nada melhor para o aquecimento. E eu que sempre adorei beijar fiquei molhadinha ao saber que ia perder a minha virgindade e tirar a do Alex. Adoro fazer de professora! No meio do primeiro beijo do Alex a Solange acabou por nos interromper propositadamente: - Uau, vejo que as coisas aqui esquentaram, hein? O Alex parecia não saber onde se enfiar, quando Solange soltou essa: - Que tal um beijo à três? Eu não sei explicar o que me chamou mais a atenção no Alex, se a sua cara de espanto ou o brilho nos seus olhos! Aquilo fazia-me aquecer de baixo para cima… O Alex não precisou de dizer nada e, em segundos, estávamos os três aos beijos juntos. Aliás, que gostosura beijar de língua uma mulher e um homem ao mesmo tempo! Dá uma sensação de prazer misturada com liberdade indescritível. A libido vai a mil e um calor sobre pelo meio das minhas pernas culminando num arrepio delicioso no corpo todo… Acho que o Alex nem pensou em ir adiante até àquela hora. Seria muito para a sua primeira vez? Bom, o que importa é que depois de uma sessão de muitos beijos de língua a três, fomos para o quarto e despimo-nos os três, sentando logo para cima da cama onde comecei um broche molhado nele que ele nem conseguia respirar direito com a língua tesuda da Solange enfiada na sua boca. Foi a primeira verga que chupei e confesso que adorei sentir aquele rolo de carne duro, quente com aquelas veias alientes. Por outro lado, era um homem pouco peludo. Meio desajeitada, consegui meter bem fundo na garganta. O tesão ajuda muito! Ele reagiu com um profundo suspiro. E eu também estava prestes a experimentar uma penetração de verdade, uma vez que a Solange tratou de preparar o meu cu, dando-lhe um banho de língua, o que me deixou muito, mas muito quente mesmo… Não demorou muito para eu me colocar de quatro e piscar o cu na direcção da verga do Alex. Foi neste momento que a Solange segurou a sua verrga e pediu para que ele me penetrasse. Mas o Alex questionou: - Mas... mas... não é melhor fazer com uma camisinha? Solange, com o seu sorriso encantador, olhando directamente nos seus olhos de forma muito provocativa, sussurrou no seu ouvido: - Alex, é a primeira vez dos três. Ninguém tem doenças... Relaxa e goza! Acho que ninguém precisava falar mais nada, não é? Pois foi assim que as minhas pregas anais sentiram pela primeira vez a penetração de uma glande latejante de um rapaz jovem, duro e também virgem. Uau! O Alex encostou a sua verga e empurrou. A glande custou um pouco a entrar, mas o meu fogo era tanto que logo o esfíncter externo abriu-se por minha vontade. Li algures que naquele momento ajudava a penetração se fizéssemos força, como se quiséssemos evacuar. A Solange ajudou na lubrificação aplicando um creme próprio no meu buraquinho e na verga do Alex. Ele, apesar de inexperiente, foi muito gentil e com pequenos movimentos de entra e sai, a sua glande finalmente ultrapassou o esfíncter interno. Não senti dor mas um pequeno desconforto, e um puro prazer que me viciou ali mesmo naquele prazer intenso. O ponto alto foi quando Solange, depois de deslizar por baixo de mim, e num delicioso 69, enfiou a sua língua na minha xaninha virgem. Até hoje é a melhor posição que considero para o sexo anal. Eu fico de quatro na borda da cama e a minha parceira satisfaz-me pela frente num delicioso 69, enquanto o meu parceiro me enraba com fogosidade. Uau! A-do-ro! Quem nunca experimentou ser ensanduichada assim trate de organizar uma festa, porque não há nada melhor! Como eu disse no início, apesar de ser uma fantasia masculina, o ménage feminino para mim com sexo anal significa prazer intenso, e por isto fiquei viciada nesta modalidade de sexo desde aquela primeira vez. Mas aquela tarde de sexo estava só a começar… Éramos três corpos a experimentar todo o prazer possível das brincadeiras sem vergonha que começávamos a gozar ainda adolescentes. Delícia! E olhem que o Alex só parecia tímido, porque a sua verga logo começou com o seu primeiro vai e vem super gostoso. Ele perdeu a virgindade no meu cu com a Solange de testemunha. O Alex continuou a estocar-me, sentindo as pregas no meu cu a apertar a sua verga não muito grossa, mas comprida, dura e latejante. Foi o suficiente para que ele experimentasse a melhor sensação da sua vida até ali: Jorrar todo o seu leite no interior do meu cu. E como ele ejaculou gostoso! Foram jactos fortes, como fortes foram as suas investidas, enquanto ele gemia de prazer, agarrando-me com força, quase cravando-me as unhas na carne. A este momento mágico, a língua da Solange junta outro, o meu próprio orgasmo. Isto fez-me sentir mulher de verdade. Eu deixava naquele momento de ser a menina boba de outrora e começava uma vida intensa de sexo e prazer em grupo e, sobretudo, anal! Depois da explosão de leite do Alex no meu cu, a Solange fez algo para mim impensável até aquela altura: retirou a verga do meu cu, e meteu-a na boca ainda dura para a chupar. Eu achava que nunca chuparia uma verga assim, mas o facto é que acabou por se transformar em algo super natural para nós as duas. A gente não tem que pensar, simplesmente fazer. E se o grupo de amigos é limpinho e comprometido com o seu prazer e do outro, o sexo é simplesmente delicioso. Agora era a vez dela experimentar a verga no cu. Mas desta vez eu queria algo diferente. Bastaram uns minutos de carícias mútuas para que ele ficasse novamente pronto para a acção e eu sempre muito dominadora, coloquei a Solange deitada de costas com as pernas bem abertas na direcção do Alex. Sentei a minha xaninha na cara dela para um novo 69 e depois disse para o Alex: - Enraba a Solange agora! A Solange estava tão molhada naquela altura e o Alex já parecia tão à vontade que a sua verga deslizou cu dentro maravilhosamente bem. Testemunhar a minha amiga a ser sodomizada pelo Alex acendeu-me novamente e roubei um beijo dele num triângulo anal incrível: Eu e Alex beijando-nos enquanto a Solange comia a minha rata com a língua e era enrabada pelo Alex ao mesmo tempo. Aliás, beijo durante o sexo é o máximo. A-do-ro! Acho que o sexo a três é uma forma de prazer intensa e libertadora de todo tipo de preconceito. Adoro sentir e dar prazer. Adoro sexo. E adorei todas as ratinhas que tive oportunidade de lamber e também todas as vezes que uma verga me penetrou. Há um tesão implícito na mulher quando é enrabada. A gente sente-se usada, quase um objecto para o prazer masculino. Não sei explicar, mas é como levar palmadinhas durante a foda. Isto realiza-me no sexo: ser o objecto de desejo de um homem e ao mesmo tempo submissa a ele. Mas só no sexo. Acho que é por isto a minha sensação de libertação durante minhas orgias. Uau! A-do-ro! E há também algo super erótico no beijo lésbico. Sou uma mulher cem por cento bissexual, confesso. Adoro homens e adoro mulheres. Enquanto os homens são muito mais fáceis de lidar, as mulheres são um prazer à parte. Em resumo, para uma mulher, é muito mais desafiador dar prazer a outra mulher do que a um homem. Mostrar um cu de mulher a piscar para um homem e o sexo anal está garantido. Mas com uma parceira, o desafio é que faz toda a excitação acontecer. Que delícia aprender com cada parceira. Cada foda é sempre diferente e deliciosa. Uma vez mais o pobre rapaz não aguentou muito tempo, vindo-se rapidamente. Coube-me a mim, continuar a chupar a rata da Solange para a fazer gozar o merecido orgasmo. Enquanto isso, o Alex ficou a admirar-nos. Como a Solange ainda demorava a gozar, a verga do Alex começou a ressuscitar novamente. Desta vez, deitei-o e sentei-me em cima dela, de costas para ele, para que ele desfrutasse da visão de ver a sua própria verga a desaparecer dentro do meu cu. A Solange de pé à minha frente, de pernas abertas, gemia de prazer até que por fim gozou o seu tão desejado climax. Depois dela gozar, saí de cima do Alex e conjuntamente com a Solange, fizemos-lhe um broche a meias até ele nos brindar novamente com o seu leite. A cara dele ao ver-nos a lambermo-nos uma à outra é indescritível. Aquele momento final foi selado com um sorriso cúmplice. A partir dali, a nossa amizade evoluiu para o que se convencionou chamar hoje de amizade com vantagens, porque ninguém ali queria mesmo compromisso com nada a não ser com o prazer. Fizemos por algum tempo voto de fidelidade a três até que achássemos outros parceiros e parceiras para ampliar o rol de amizades coloridas. A Solange acabaria por fazer sexo vaginal com o alex e com o tempo, apaixonaram-se e casaram-se. A lua de mel... foi a três. E a partir daquele dia, fizemos vida a três. Desde que iniciei a minha vida sexual, durante quatro longos anos mantive a promessa que tinha feito à minha falecida e querida mãe (manter-me virgem até ao meu casamento - ver-me casada era o seu maior sonho, infelizmente o cancro venceu a luta), até que casei-me com o Alex. Os três éramos conscientemente bígamos. E finalmente, ele tirou-me a segunda virgindade... |
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