Fingi dormir para as comer
Publicado em 2015-11-12 na categoria Contos eróticos / Fantasias


O meu nome e Paulo. Tenho 42 anos, sou moreno, 92kg para estatura de 1,85m. Sou casado há 19 anos e considero-me uma pessoa aberta em matéria de sexualidade. Pessoalmente desprezo e condeno a todos os títulos qualquer prática incestuosa, independentemente de poder ser inclusive feita por desejo de ambos, mas surgiu uma situação que fez com que começasse a fantasiar com esta prática...

A minha filha Daniela, de 16 anos, estava naquela fase de muitas amiguinhas de escola, muitos contactos no MSN, Facebook, Twitter, etc.... Quase sempre tinha alguma amiguinha dela que dormia cá em casa ou circulando por lá com muita algazarra e segredinhos....coisas de raparigas.

Algumas dessas amiguinhas eram verdadeiras delícias que fazem a imaginação de um homem viajar no mundo das fantasias, pois são extremamente bonitas e várias delas tem umas carinhas muito safadinhas. Certo dia precisei de utilizar o computador mas não havia sinal de internet. Como a minha filha tem net móvel no seu portátil, fui usar o dela.

Depois de enviar o email, resolvi espreitar as coisas dela e encontrei uma pasta onde ela copiava e guardava as conversas dela no MSN. Abri várias pastas onde via nomes masculinos e li as mensagens trocadas, algumas com referências a sexo. Foi desta forma que descobri, ou melhor, confirmei que ela já não era virgem. Pessoalmente preferia que ela a perdesse mais tarde... aí quando tivesse 30 anos, no mínimo, mas pronto, aceitei...

Eu tirei a virgindade à mãe quando ela tinha 14, era eu dois anos mais velho, portanto, não a podia condenar. No meu tempo era normal um rapaz fazer sexo com várias raparigas, já o oposto não era bem visto. Hoje, considero que as raparigas têm os mesmos direitos que os rapazes. Se elas querem ter várias experiências e vários parceiros, nada contra, desde que tenham os devidos cuidados com as dst e gravidezes...

Entretanto vi lá uma pasta com um nome que me chamou a atenção, pois era o nome de uma das colegas dela, a Michele, uma rapariga brasileira cujos pais tinham imigrado para cá. Ela olhava muito para mim, medindo-me sempre de cima a baixo.

Essa tal Michele, tinha também 16 anos e um corpo bem desenvolvido, um rabo arrebitado e redondinho, e uns peitos grandes para a idade, conforme eu podia ver pelas roupas justas que usava. Comecei a ler as últimas conversas entre as duas e percebi que elas eram bem picantes, onde a Michele contava à Daniele as suas aventuras sexuais, como gostava de fazer com este com com aquele e até a intensidade das suas gozadas, dizendo que ficava molhada com muita facilidade e que, às vezes, chegava a escorrer pelas pernas o seu "suco vaginal".

Aquela conversa foi-me deixando excitado e de pau duro, mas a minha esposa estava em casa e para não dar barraca, copiei os textos e enviei-os por e-mail para o meu escritório para ler posteriormente. Fiquei ansioso que chegasse a segunda-feira para eu poder ler o dito e-mail e então poder ver o quanto ela gostava muito de foder.

A minha filha também entrou na dela e começou a revelar os seus segredos, confessando então que já não era virgem e que antes masturbava-se com frequência assistindo a filmes porno, primeiro, os que eu tinha escondido no meu pc e mais tarde na internet.

Aquilo foi como uma bomba que caiu na minha cabeça, afinal, jamais imaginei que a minha princesinha, com aquela cara de inocente ja fazia sexo e que gostava de ver porno e gozar masturbando-se. Isso deixou-me extremamente excitado e cheguei a masturbar-me enquanto pensava em tudo aquilo que eu tinha acabado de ler. A partir daquele dia, todas as vez que Michele ia lá a casa, eu já não a via como a colega da Daniele, mas como uma gatinha que gostava de "dar a buceta".

Comecei a ler as conversas todos os dias, na ausência da minha filha e num desses dias, descobri que a safadinha da Michele achava-me charmoso e que eu deveria ser "muito gostoso". A Daniele ao invés de repreender a amiga, pois afinal estava a referir-se ao seu pai, ainda colocou mais lenha na fogueira, dizendo que ela também achava que eu "era gostoso" porque escutava os gemidos da mãe quando eu e minha esposa estávamos em pleno acto.

Quando a Michele viu o sinal verde por parte da minha filha, descambou para a baixaria, dizendo que adorava deitar-se debaixo de mim, ser "comida de cachorrinho", ou chupar-me o pau até lhe "encher a boca de porra"... e coisas desse tipo.

A minha filha, para não ficar atrás, disse que também já tinha pensado nessas coisas. Não preciso nem dizer que bati a maior punheta depois de ler aquela conversa. Aquela história batia-me de tal forma na cabeça que atei sonhei com isso.

A minha esposa avisou-me cedo que ia ficar o dia inteiro fora, e que só ia voltar à noite do curso intensivo que ela estava a fazer, mas que eu fosse trabalhar tranquilo, pois a Daniela desenrascava-se sozinha e aquecia o almoço dela quando chegasse da escola.

Pronto... estava ali a oportunidade que eu queria, pois tinha certeza que a Daniela iria trazer a sua amiga Michele para almoçar em casa, como ela fazia muitas vezes. Fui trabalhar de manhã, mas sai bem mais cedo do escritório e voltei para casa para preparar tudo.

Tomei um banho, perfumei-me, vesti uma bermuda bem folgada, sem camisa, arranjei tudo em casa e escrevi um bilhete para a minha filha dizendo que estava com fortes dores nas costas e que tinha tomado um relaxante muscular com tranquilizantes para dormir e descansar um pouco, mas que ela ficasse à vontade em casa porque eu ia dormir profundamente.

A minha filha entretanto chegou, acompanhada pela Michele, conforme eu previa. Chegaram a fazer uma grande algazarra e ao ler o meu bilhete, a Michele preocupou-se pedindo silêncio já que eu estava a dormir, mas a Daniela tranquilizou-a dizendo:

- Não te preocupes, Michele...esse ai quando cai na cama desmaia; ainda mais que tomou comprimidos para dormir! Ele não acorda nem se a gente deitar a casa abaixo!

Eu lá no quarto ouvir isso, puxei um pouco a bermuda para o lado, deixando parte do meu pau à vista. Depois de alguns minutos, escuto as duas a passar pela porta do quarto e a Daniela diz para a amiga:

- Estás a ver?... Eu não te disse?......Ele está KO... tanto que adormeceu mesmo nu... É melhor cobri-lo...

E aproximando-se começou a puxar o lençol mas a amiga disse:

- Deixa estar, Dani...eu quero ver mais um pouco... não cobre não!

A minha filha ao ver a curiosidade da amiga, puxou novamente o lençol para traz, expondo meu pau, que até esta hora estava em repouso enquanto eu fingia dormir, até roncava um pouco.

Então a Michele disse:

- Nossa, Dani... que delícia... é grande, né?

A minha filha com as suas mãozinhas delicadas pegou no meu pau, expondo-o no ar, enquanto a Michele subiu para a cama para ver mais de perto o meu pau.

É lógico que o meu pau comecçu a dar sinais de vida e a aumentar de tamanho. Elas riram e comentaram sobre a reacção da minha piroca. Não demorou muito tempo para que o meu pau ficasse completamente duro, a apontar para o tecto e eu na maior dificuldade em manter aquela aparência de quem dorme profundamente.

A Michele não aguentou e pediu para pegar nele e com as suas delicadas mãos começou a punhetar-me e a dizer o quanto o meu pau era grande, bonito e duro. Volta e meia eu roncada mais alto para disfarçar. Da primeira vez ela largou imediatamente o meu pau com o susto, mas depois já me ignorava.

E não demorou muito para que a Michele, não resistindo baixou a cabeça e começou a cheirar, elogiando o cheiro do meu pau, dizendo que eu era cheiroso, limpinho, que até apetecia comer...

Fazendo isso, ela começou a colocar a cabeça do meu pau na sua boca para depois dizer:

- Amiga, isso é melhor que sorvete...olha que delícia...

Depois começou a lamber todo o meu pau. Apesar de não estarmos às escuras, abri ligeiramente os meus olhos e conseguia ver as duas, a deliciar-se com a minha piroca. Elas estavam tão distraídas que nem se preocupavam em olhar para o meu rosto, para ver se os meus olhos estavam abertos ou não.

Depois começou a chupá-lo com grande vontade, chegando mesmo a metê-lo até quase à sua garganta. Foi um broche demorado, bem molhado e caprichado, chupando e lambendo a minha verga da ponta até às minhas bolas, sugando-as para dentro da boca para as chupar também.

A Michele, agora com uma mão, manipulava ela o meu pau e com a outra esfregava a sua ratinha por cima da calcinha, até que disse:

- Deixa eu fazer uma coisa, Dani! - Ergue a saia e puxando a sua calcinha para o lado, ficou agachada, bem em cima do meu pau.

Quando a Daniele viu aquilo, quis impedir a sua amiguinha, dizendo:

- Tu estás louca, Michele? Vais enfiá-la? Pára com isso!

A Michele só respondeu:

- Relaxa, bobinha....eu só vou esfregar assim oh...

Então ela segurou a minha pica e começou a esfregar a cabeça da minha piroca no seu clitóris, começando a gemer baixinho.

A minha filha só olhava e chamava-a de louca. Já a Michele só ria e gemia, continuando a esfregar a cabeça do meu pau na entrada da sua ratinha que já começava a ficar humedecida. Em pouco tempo, o meu pau já estava todo lambuzado com o caldinho da sua ratinha e pouco depois ela avisou que ia gozar:

- Ahhhhhhh!!! Dani!! Que gostosooooo!! Pode gozar no pau do seu pai?? Pode?? - Gemia ela.

- Sim, podes! Mas rápido, senão ele ainda acorda!

Depois da minha filha falar a Michele acelerou os seus movimentos, roçando a ratinha na minha piroca, que estava dura como uma rocha. Quando percebeu que ia gozar, ela encaixou a cabeça da minha verga na sua entradinha apertadinha e soltou o seu corpinho.

- Ahhhhhh!! Que gostoso!!!...

Enquanto gemia, deslizou no meu pau, até encaixar tudo.

- Daniiiii!!! Estou gozandooooo!! Meu deussss!

- Michele! Tens o pau do meu pai dentro de ti?

A minha filha parecia não acreditar naquilo.

- Dani!! Que coisa gostosaaaaaa!! Pensei que eu ia morrer na pica do seu pai!! - Disse, toda satisfeita.

- Nossa, Michele! Tu não devias fazer isso, estás louca?

- Deixa de ser boba, Dani!! Ninguém vai ficar sabendo!! E ele está dormindo!

Ainda posicionada em cima do meu pau, começou lentamente com um sobe e desce. O meu sangue começou a ferver.

- Uhhhhhh!! Está me rasgando todinha, Dani... Aiiiiiii, paizinho...que delícia.....que pau gostoso!

Ela subia e descia no meu pau com grande mestria. Nem parecia que ela tinha apenas 16 anos. Fazia um sobe e desce vagaroso. Quando ficava sentada em cima de mim, com ela toda enterrada, fazia uns movimentos como se estivesse a fazer uma dança do ventre. Eu agora não podia espreitar, mas conseguia imaginar o seu belo corpo.

- Tu estás maluca! - Repetia a minha filha.

Então virou-se de costas para mim, rodando sobre si mesma para poder ver-se no espelho que estava no móvel ao fundo da cama, continuando com aquele lento sobe e desce. Então ouço-a chamar a minha filha e segundos depois, ouço alguns beijos. Arrisco espreitar, abrindo ligeiramente os olhos e vejo a Michele ajoelhada, fazendo o sobe e desce sem o apoio das mãos, apenas com a força das suas robustas coxas.

A minha filha está à frente dela. Não a vejo, mas percebo que estão a dar uns beijos curtos uma à outra. Aquilo excita-me terrivelmente. A isso acresce ver o corpo moreno e curvilíneo da Michele. O seu físico é perfeito. Que curvas! Que nádegas tão redondinhas e perfeitas!

Ao ver a minha verga de pé a surgir e desaparecer entre aquele belo rego, perdi o controlo e não aguentei mais. Senti o meu leite a subir e a jorrar para dentro dela. Ao espreitar novamente, vejo aquele líquido branco a acumular-se na base da minha verga.

Ela continua sem se aperceber que já me vim. Só alguns minutos depois é que, sentindo a minha verga sem força, olha para baixo e vê que já gozei. Fica danada porque queria gozar também. Deixando-se ficar sentada em cima de mim, continua aos beijos com a minha filha.

Alguns minutos depois, volta a chupar-me a verga, chamando a minha filha, mas ela não quer avançar.

- Que delicia Dani... tem que experimentar a porra de seu pai...

- Não... não quero...

- Vem cá... me beije... sinta a porra na minha boca!

Ouço-as beijar-se. Aquilo mexe comigo. A minha piroca aos poucos começa a dar sinais de vida. Ela percebe e intensifica o seu broche, masturbando-me também, até que obtém a tão desejada erecção, voltando a enfiá-la dentro dela. E desta vez, não é nada meiga. Apoia-se no meu peito e começa a saltar em cima de mim até finalmente conseguir gozar.

Visivelmente cansada, com a respiração bastante ofegante volta a convidar a minha filha:

- Aproveite Dani! Ninguém vai ficar a saber...

- Não obrigado... é melhor não...

- Você é que perde!

Começa então a masturbar-me com a mão.

- Vou fazer seu pai gozar!

Continuou a esfregar-me a piroca com força, apertando-a também, durante um bom bocado até sentir o meu leite a subir novamente. Aí, surpreende-me ao enfiá-la na boca para eu me vir nela enquanto continuava a punhetar-me.

Este sonho foi o primeiro de muitos, onde fantasiava com aquela bela rapariga...

 
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