Prisioneira
Publicado em 2016-01-14 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Desde muito nova que tive uma fixação pela vida militar, muito devido ao facto do meu pai ser um militar de carreira. Aquilo que mais o desgostou foi não ter nenhum filho varão, mas do mal o menos. Das três filhas, eu nasci para a vida militar. Actualmente estou a cumprir o serviço militar, mas pretendo seguir os passos do meu pai. No entanto, comecei a ter uma fantasia que muitos considerariam bizarra.

Tudo começou quando fizemos a "semana de campo", que consiste em montar acampamento no meio de nenhures, durante toda uma semana, para vários treinos, orientação diurna e nocturna com e sem instrumentos, técnicas de camuflagem e combate, movimentação furtiva nocturna e percepção dos ruídos nocturnos (feitos involuntariamente por nós ou pelo inimigo), bem com identificação dos sons de tiros e explosões para podermos diferenciar o tipo de arma utilizada, etc...

A "semana de campo" corria bem, quando o meu pelotão recebeu instruções para fazer uma patrulha de reconhecimento a uma colina situada a dois quilómetros. Ela era visível desde o nosso sector de acampamento e todos percebemos que andava gente naquela colina não sabíamos a fazer o quê, pensamos poderem ser caçadores, apesar de não estarmos na época de caça.

Este era composto por quatro pelotões, cada um ocupando uma determinada área do terreno. Após montarmos as nossas tendas, estabelecemos o perímetro de segurança e criamos postos de vigia. Foi um destes postos que deu o alerta para as movimentações na colina vizinha.

Saímos em dois unimogs, oito elementos por viatura, mais o condutor e o sargento, e após uma atribulada viagem por trilhos em muito mau estado, estes pararam no sopé da colina, uma vez que a subida era demasiado íngreme para os veículos, pelo que fizemos o resto do caminho a pé todos juntos. Ao chegarmos ao topo, procuramos ver em volta mas não encontramos ninguém, pelo que nos dividimos em dois grupos.

O primeiro grupo segui para norte e o meu para sul, mantendo contacto rádio. Fomos distribuídos pelo terreno, a uma determinada distância uns dos outros e aos pares. Começamos a bater o terreno até que ao cabo de duas horas nenhuma das patrulhas encontrou vivalma. Quem quer que fosse já se tinha ido embora à muito.

O nosso sargento reuniu-nos e consultando o mapa, disse-nos que continuaríamos em frente até chegarmos a uma estrada municipal onde seríamos recolhidos pelo nosso transporte. Comunicou esse desiderato com o sargento do outro grupo e aquele ia fazer exactamente o mesmo do lado deles, isto é, ao invés de regressar para trás, continuavam em frente até chegar a uma via onde seriam recolhidos pela sua viatura.

A grande diferença entre os nossos percursos era que o nosso ia ser muito mais longo e demorado, já que eles estavam muito próximos da estrada pela qual tínhamos vindo. No nosso caso, teríamos que descer a colina, passar por uns campos de cultivo, atravessar um pequeno rio e umas centenas de metros mais à frente, encontraríamos a estrada.

Segundo o nosso sargento, tínhamos mais duas horas de caminhada e a noite já estava a cair. Para piorar as coisas, o tempo estava encoberto e a começar a ficar enevoado.

Voltamos a ser estendidos no terreno, novamente aos pares. O meu camarada e eu íamos numa extremidade, isto é, à nossa esquerda, víamos a cerca de 25 metros o outro par, mas à nossa direita já não havia ninguém. Quando estávamos em pleno mato, com boa visibilidade, conseguíamos ver a totalidade da nossa linha estendida no terreno, já que esta não tinha mais de 100 metros.

Mas com o nevoeiro que se formava, começamos a perder de vista os nossos camaradas, excepto os que estavam imediatamente mais próximos. A dada altura, já durante a descida e quase no fim desta, tivemos que ultrapassar uma zona com uma vegetação muito densa, o que fez com que até perdessemos de vista estes nossos camaradas. Mas estávamos tranqui-los porque após a descida íamos entrar num campo plano e amplo.

Foi quando aconteceu...

Repentinamente ouvimos uns sons mas nem tivemos tempo de reagir. Fomos capturados por um grupo de homens desconhecidos. Manietaram-nos e taparam-nos a boca para não gritarmos por ajuda. Tentei dar luta mas foi violentamente agredida com um soco que me deixou meio KO. Atam-me as mãos atrás das costas e colocam-me uma mordaça na boca. Antes de me enfiarem um saco escuro na cabeça, percebi que eles eram três, usavam camuflados e tinham as caras tapadas por uns passa montanhas.

Somos levados ao longo do sopé da colina, por entre a vegetação. Percebi que os nossos camaradas que estariam a cruzar o campo, dificilmente se iam aperceber do nosso desaparecimento. Eles mal falavam, limitando-se a dar ordens curtas. Depois e nos fazerem caminhar umas centenas de metros, fizeram-nos subir para um jipe e fomos transportados para um lugar desconhecido.

Então paramos. Fizeram-nos sair do jipe e colocaram-nos sentados frente a uma luz muito forte. Tiram-me o saco da cabeça e viro a cara tal é a intensidade da luz. Estamos sentados à frente do jipe, que continua com o motor a trabalhar e tem as luzes máxima ligadas. Ao olhar para o lado, vejo o meu camarada sentado frente ao outro farol.
Começa então um interrogatório. "Quem somos", "o que fazemos ali". Naquele momento lembrei-me do nosso treino.

Já tínhamos tido formação para aquela situação, em que éramos feitos prisioneiros de guerra. Limitei-me a dizer o meu nome e número, apesar das perguntas que me faziam e até de me terem agredido com alguma violência.
Além da violência usada contra nós, fomos constantemente ameaçados de morte e no meu caso, fizeram comentários sexistas, dizendo que me iam violar, chegando-me mesmo a apalpar e a rasgar as roupas.

Após uma hora de "tortura", desligaram o motor e as luzes do jipe e desataram-nos. Quando me levantei, ao olhar para trás, vi todos os meus camaradas que tinham assistido àquela lição prática. O nosso comandante, elogiou o nosso comportamento e fez uma palestra sobre o assunto.

Posteriormente, recebemos ambos um louvor por escrito!

Daquela experiência ficou uma imagem muito marcada na minha mente. A minha condição de mulher colocava-me numa posição de ser abusada sexualmente pelo inimigo. A possibilidade disso acontecer na actualidade é praticamente zero, mas comecei a dar comigo a fantasiar com isso mesmo!

O facto da possibilidade disso poder acontecer (apesar de sabermos que era muito remota - até porque não estávamos em guerra com ninguém), e do facto de termos várias mulheres na nossa companhia, levou-nos a falar do tema com alguma regularidade nos dias seguintes, mas depois, acabou por cair no esquecimento.

Como nós as mulheres tínhamos a nossa própria camarata, podíamos falar abertamente de tudo sem que os homens pudessem intrometer-se nas nossas conversas ou mesmo ouvi-las, já que a nossa camarata ficava num edifício isolado. Por isso não tive problemas em confessar aquela fantasia. Todas nós partilhávamos alguns segredos, algumas colegas contavam que gostariam de foder com este ou aquele, ou que o tinham feito num quarto que estava desocupado, durante uma patrulha ou durante uma vigia.

A camarata tinha vários quatros e um desses estava propositadamente desocupado para que pudéssemos ter aí as nossas aventuras sexuais, com os nossos "amantes" do momento que entravam ou saíam pela janela. O quarto era reservado de véspera e no dia, para que ninguém importunasse o momento, colocava-se a boina pendurada na porta.

Tínhamos também uma colega lésbica que de tanto tentar a sua sorte (como quem não queria, ia testando-nos), acabou por fazer sexo com algumas de nós - éramos cerca de 20 e ela foi para a cama com duas, três contando comigo -, mesmo não sendo nós lésbicas ou bi. Fizemo-lo apenas pela experiência, pela excitação do momento ou por causa de uns copos a mais. Pelo menos foi esta última a desculpa que dei para justificar ter ido para a cama com ela.

Mas a verdade é que, repeti aquela experiência lésbica várias vezes, apesar de também ter feito - e fazer sobretudo - sexo com homens. Certo era que aquele quarto nunca ficava vago uma noite!

No dia seguinte, essa mesma camarada, a lésbica, veio falar comigo depois de finalizarmos os nossos serviços, dizendo-me que nós as duas estávamos de plantão naquele fim de semana e que se eu quisesse ela gostava de concretizar a minha fantasia. Tentei esquivar-me dizendo que aquilo era uma tontice minha, mas ela de tanto insistir, respondi-lhe que depois via.

Esqueci a questão até que no dia seguinte, sábado, pediram-me para ir levar o comer a uma determinada torre de vigia que ficava já na zona de mato. Como eu estava de reforço, assim fiz, deslocando-me a pé até à dita, onde estariam dois camaradas de serviço.

Então aconteceu...

Quando já me tinha embrenhado no mato, caminhando pelo trilho existentes, ao passar por uma zona com a vegetação mais densa sou atacada por dois indivíduos vestidos com camuflados e com as caras tapadas por meias de nylon. O mais forte, agarrou-me, prendendo-me a ele com os braços enquanto o outro, mais magro, tratou de me tapar a boca.

Depois de me atarem e amordaçarem, fizeram-me caminhar mais para o interior do mato até chegarmos a uma pequena clareira. Aquele descampado ficava numa fundega um bocado funda do terreno onde outrora tinha existido um pequeno paiol de apoio a uma carreira de tiro próxima.

Aí despiram-me, ou melhor, arrancaram-me as roupas do corpo até me deixarem toda nua. Nenhum deles dizia uma palavra nem comunicava por gestos, sinal que tudo aquilo estava previamente combinado. Foi então que reparei em quatro ferros espetados no chão. O mais forte fez-me deitar no centro deles e um a um, amarraram cada um dos meus membros àqueles ferros.

Rapidamente percebi o que estava a acontecer. Como a mordaça perde alguma da sua força, protesto dizendo à minha camarada para parar com aquilo mas ela ignora-me. Para finalizar, amarram mais uma corda entre os ferros do fundo e a meio, prendem uma vara com um vibrador amarrado na ponta, por forma a que, a ponta da vara, ficava enfiada até meio da minha vagina e o vibrador ficasse em contacto com o meu clitóris.

A seguir ligaram-no, deixando-o a trabalhar, afastando-se e só regressando mais de uma hora depois. Como saí pouco passava do meio-dia e meia (lembro-me de ter ouvido a sirene de uma fábrica local) e já a tinha ouvido novamente (ela voltava a tocar às 13h30), percebi o tempo que já tinha passado.

Logo nos primeiros minutos, por ter aquela vibração mesmo em contacto com o meu clitóris, comecei a sentir prazer. Olhei à minha volta, levantando a cabeça, para tentar perceber as coisas. Estava de facto sozinha. Tentei mexer-me para o desviar de mim mas sem sucesso. Gritei por socorro, mas rapidamente percebi que dificilmente alguém iria ouvir-me.

Comecei a ser invadida por vários sentimentos de desespero. Por um lado queria soltar-me, por outro, não queria estar a sentir aquele prazer que se apossava de mim e que se foi intensificando até que me fez gozar um primeiro orgasmo, ao qual se seguiu outro alguns minutos depois. Mas como ele continuava em contacto com o meu clitóris, ele ficou tão sensível que comecei a sentir um forte desconforto.

Em desespero de causa, consegui erguer um pouco o meu quadril do chão, libertando-me daquele castigo durante uns poucos minutos, porque não consegui aguentar por muito tempo aquela posição, voltando a deixar-me cair, fazendo com que ele ficasse novamente em contacto comigo. Mas mesmo naquela posição, não deixei de sentir prazer porque estando o vibrador preso à vara, também aquela vibrava dentro de mim.

Mesmo antes deles regressarem, gozei um terceiro orgasmo, contorcendo-me toda. Quando ouvi a voz dela ao meu lado, ainda gemia de prazer. Ela tira-me a mordaça, que já estava bastante folgada. Percebendo o meu gemer de desespero, pede à outra pessoa para desligar o vibrador, permitindo-me descansar um pouco.

Não consigo falar, mas agradeço-lhe com um sorriso. Sentada no chão ao meu lado, elogia o meu corpo, começando a acariciá-lo, desde o interior das minhas coxas até aos meus peitos. O outro elemento junta-se a ela, acariciando-me também com grande delicadeza.

Alguns minutos depois começa a lamber-me o peito e depois o mamilo que já está bem duro, chupando-o e mordendo-o ao de leve logo de seguida. O outro repete o que ela faz, continuando ambos a acariciar-me o corpo. Eu fecho os olhos e volto a suspirar de prazer.

Ela tira por fim a vara da minha vagina e começa a fazer-me um delicioso minete até me fazer gozar. Enquanto eu ainda gemia, ela vira-se para o outro dizendo:

- Anda, agora é a tua vez de fodê-la...

Poucos segundos depois, já ele estava em cima de mim, enfiando-me a sua verga quente e dura, começando a estocar-me com força. Ela incentiva-o a fazê-lo com mais força e ele faz-lhe a vontade, intensificando ainda mais as suas investidas. Eu arfava com grande dificuldade, gemendo constantemente. Parecia uma asmática...

Sou brindada com um novo orgasmo e logo de seguida vem-se ele sobre o meu ventre. Por fim, deixam-me repousar e recuperar durante alguns minutos. Quando me vê mais calma, aproxima-se e pergunta:

- Então, gostadte da minha surpresa?

- Sim... tu és doida...

- Queres continuar?

- Oh, sim...

 
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