Noite de poker
Publicado em 2015-03-26 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Conheci um grupo de amigos que semanalmente se reunia para uma rodada de póquer. Na verdade, muito mais do que o jogo em si, disseram-me que goostavam de ter uma desculpa para beber umas cervejas, fumar uns charutos e dar boas gargalhadas. A cada semana iam a casa de um, e enquanto o pessoal jogava na garagem, as esposas dos casados ficavam juntas na conversa na sala.

Eu era novo no grupo, por isso, ainda não conhecia as casas ou as mulheres dos meus colegas. Ainda sou novo no escritório e pediram-me para substituir um outro colega que estava doente e não podia participar. Perguntaram-se se sabia jogar, respondi que mais ou menos e convidaram-me de imediato. O facto de eu ter um Ferrari amarelo descapotável, gerou muita especulação sobre mim. Sabiam que eu era sobrinho do patrão, e imaginavam que eu estava muito bem na vida.

Na verdade, o carro era uma réplica (custou-me o valor de um carro de gama média-baixa novo), mas ninguém precisava saber isso. No resto, para ficar bem com todos e impressionar as mulheres da firma, esbanjava todo o dinheiro e boas roupas, pagando almoços e jantares, entre outras coisas.

A reunião foi na casa do Alberto. Ao chegar a sua casa, fui recebido pela esposa que disse chamar-se Eva. Cumprimentou-me calorosamente e elogiou o meu carro dizendo que este valorizava a sua casa. Entreguei-lhe a garrafa de licor que levava, dizendo que era para o marido, e um ramo de flores, dizendo que eram para ela. Agradeceu maravilhada, respondendo que há muito que não recebia flores. Disse-o por forma que o marido ouvisse.

As outras mulheres aproveitaram para reclamar com os respectivos por não serem um cavalheiro como eu. Aproximei-me e procedeu-se às tradicionais apresentações, aproveitando para me desculpar por ter criado aquela pequena "guerra" matrimonial. Serviram-me uma cerveja e ficamos ali a fazer um pouco de conversa.

Por fim dirigimo-nos para a garagem. A esposa ao ver-nos sair disse que cuidaria de nós enquanto nos divertíamos. Realmente ela deu-nos uma atenção especial, ora trazendo cerveja, ora trazendo alguma coisa para dar ao dente. Já nem estávamos a reclamar da "invasão de privacidade" dela no nosso grupo, como em determinado momento alguém disse, arrancando risadas de todos.

Eu particularmente não tinha do que reclamar. Único solteiro do grupo, era constantemente alvo de cuidados especiais por parte da Eva, que dizia que eu era o único "não estragado" do grupo. O pessoal entrou na brincadeira e começou a dizer que isso era porquê eu era virgem. Ela não pareceu ligar, e continuou com o que vinha fazendo.

A sua atenção mexia comigo, confesso, em especial quando ela me olhava com aquele olhar de fêmea que quer devorar o seu parceiro. Vestida muito à vontade, com uma saia curta e uma camiseta baby-look, parecia entender e corresponder aos meus olhares libidinosos. Desfilava o seu belo corpo pelo meio dos rapazes, como se fosse a coisa mais normal do mundo, enquanto o marido parecia preocupar-se mais com o dinheiro que estava a ganhar no jogo.

Há tempos que eu, desconcentrado, não ganhava uma única mão. Cheguei a pensar que o Alberto estivesse a usar a mulher para nos desconcentrar. Na verdade, acho que ele nem mesmo reparava que ela estava lá. E ela continuava a torturar-me. Em dado momento, ao vir servir-me mais uma cerveja, baixou-se ao meu lado e a sua camiseta, totalmente folgada, brindou-me com uma estonteante visão dos seus grandes e redondos seios.

O meu pau começou a dar sinais de vida e, eliminado daquela mão (mais uma), levantei-me e disse que tinha que ir até o banheiro lavar o rosto e resfriar meu ânimo.

- Querida, diz ao Pedro onde é a casa de banho para ele se recompor porque se continuar com esta maré de azar, ainda vai deixar aqui o Ferrari! - Gargalhada geral.

Ela acompanhou-me, indicando-me o local. Lavei o rosto abundantemente, e só então percebi que não estava sozinho. Ela não se tinha retirado e segurava uma toalha limpa para me entregar.

- Você está todo molhado... Parece um pintaínho... riu - Que pele de bebé - disse, tocando no meu rosto... - Será que tudo o mais também é assim?

Ao dizer isto, coloca a mão sobre o meu pau, que a essa altura já estava completamente duro.

- Eva, eu... quero dizer, nós não... bom, isto é...

Eu não sabia o que fazer ou o que dizer, enquanto ela, sem parar de me olhar e de sorrir, começou a abrir meu zíper.

- Pare... Você está louca? O Alberto está...

- A ganhar, tolinho! Nem uma guerra nuclear irá tirá-lo daquela mesa agora. Eu bem vi como me olhavas, como me desejavas e como ficaste excitado... Deixa-me ver isso...

E baixando-se tentou tirar o meu pau para fora da calça. Eu estava atónito com aquilo, não sabia o que fazer, e só pensava no meu amigo sentado a alguns metros de nós (eu podia ouvir as vozes) enquanto a sua mulher tentava tirar o meu pau para fora da calça.

O facto é que ela não conseguia, e aquilo a deixava ainda mais maluca.

- Nossa, como está duro... Eu consegui por-te neste estado?

As minhas barreiras começam a cair, aliás, junto com a minha calça que ela desabotoou e foi parar no chão.

- Em ti! Respondi.

- Acho que tu vinhas ao banheiro para bater uma punheta... Olha só o tamanho disso..., disse ela, enquanto masturbava o meu pau para frente e para trás.

Fechei os olhos e comecei a curtir aquilo, mesmo sabendo que não devia. Mas a sua mão era muito quente e delicada. Olhando para mim, ajoelhada na minha frente, ela sorria e continuava a punhetar-me...

- Põe-o na boca, põe... chupa-mo...

Ela sorriu, ainda com meu pau na mão:

- Não... Isso é coisa de menino muito mau! - Ela divertia-se com minha agonia.

Segurei o meu pau e bati com ele no rosto dela duas vezes...

- Sua putinha, agora tu vais-me chupar...

Aquilo deixou-a louca. Ela caiu de boca sobre o meu cacete, enfiando-o rapidamente na boca. Chupava com uma volúpia incrível, punhetando o que ficava para fora da sua boca. Ela colocou uma mão por baixo da sua saia e, afastando a calcinha para o lado, começou a masturbar-se também. Lá fora o jogo corria solto.

Não aguentei mais e avisei-a que ia gozar. Ela não parou de chupar e então comecei a gozar na sua boca. Enquanto o meu leite jorrava pela sua garganta abaixo, ela continuava a chupar-me e a punhetar-me como se não houvesse amanhã, só parando de chupar quando percebeu que já tinha esgotado todo o meu precioso líquido.

Eu não acreditava naquilo. Ela continuava a masturbar-me, e logo enfiou-o novamente na boca, limpando-o todinho. Levantou-se e disse:

- Foi pena já te teres vindo porque adorava ter-te entre as minhas pernas, mas pronto,o que é bom acaba sempre depressa. Acho melhor tu voltares para o jogo - E saiu como se nada tivesse acontecido.

Voltei a lavar o rosto, e tentei recompor-me, o melhor possível. Quando cheguei na mesa, não conseguia olhar para ninguém. Eles perceberam que algo estava errado, e disseram que eu estava branco. Nem respondi. Logo começaram a falar todos juntos, dizendo que eu não devia me preocupar com o que havia perdido. Respondi que sentia que a minha sorte iria mudar (mais ?!?), e que eu iria começar a ganhar.

Na próxima meia-hora, entretanto, perdi o dobro do que já havia perdido até então. Não parava de pensar na Eva e no que tinhamos feito. Finalmente expulsaram-me da mesa, a fim de evitar que eu me arrependesse depois do que estava a perder. Mandaram-me para a cozinha, para ajudar a Eva a preparar os aperitivos. Senti que tinha tirado a sorte grande. Cheguei à cozinha e encontrei-a como se nada tivesse acontecido. Disse:

- Vim ajudar com a comida...

Ela, que estava na mesa a cortar queijo, olhou para trás e riu.

- Vou buscar-te uma tábua para o presento... - e abrindo uma porta sob a pia baixou o corpo buscando algo no armário. A visão daquele rabo empinada na minha frente levantou novamente o meu pau. Andando até ela, encostei-me às suas nádegas, puxando-a para mim pela cintura. Ela começou a rebolar, esfregando-se no meu mastro. Passei a mão por baixo da sua saia, e vi que ela tinha tirado a calcinha.

Fora de mim, levantei-a e, virando-a, a coloquei-a sentada sobre a mesa. Abracei-a, colocando-me entre as suas pernas, e comecei a beijá-la sofregamente. Acariciava os seus seios deliciosos, enquanto com a outra mão brincava na sua rata, já encharcada.

Ela mais uma vez abriu a minha calça e, dirigindo o meu pau para ela, colocou-o na entrada da sua grutinha.

- Anda... fode-me...

Obediente, enfiei-lhe o meu pau de uma vez só dentro dela. Ela teve que fazer um grande esforço para se conter. Comecei a estocá-la com força, fazendo-a gemer abundantemente com a boca bem aberta. Ela apoiou uma mão na mesaa, a outra ao redor do meu pescoço e começou a dançar no meu pau, como se estivesse em transe. Ela fazia um tipo de "pole-dance", onde eu era o poste.

Enquanto a comia, enfiando-lhe com uma grande intensidade, ia-lhe acariciando e chupando os seios. Ela mexia-se sem parar, como uma máquina, e após alguns minutos gozou abundantemente, apertando-me e mordendo o meu ombro. Tentou recompor-se, e disse:

- Temos que ser rápidos, o jogo já vai acabar.

Sentei-me numa cadeira, e ela encaixou-se no meu pau, Começou a cavalgar-me, esforçando-se para não fazer barulho. Agarrei-lhe os seios e chupei-os violentamente.

- Tu tens que gozar, daqui a pouco eles vão vir para cá...

Eu estava doido para comer aquele rabo, e nada mais me importava. Coloquei meu dedo no seu reguinho e comecei a brincar com seu buraquinho. Ela gostou.

- Então dá-me o teu cuzinho. Disse-lhe ao seu ouvido.

- Não...

- Nunca levaste no cu?

- Já... algumas vezes, mas o teu pau é mais grosso que o do meu marido...

- Não... o teu marido fodeu-me na mesa de jogo, e agora eu vou-te foder aqui. Elas por elas. - disse. Tirei-a de cima de mim e levantei-me, tentando não fazer barulho. Balancei o pau para ela, e apontei a mesa da cozinha com a cabeça.

Sempre a sorrir, ela levantou a saia e debruçou-se sobre a mesa, pondo uma das pernas na cadeira em que estávamos sentados. O seu rabo redondinho e empinado virado para mim era uma visão dos céus. Ela, debruçada, pos um dedo no seu cuzinho e começou a penetrá-lo. Aproximei-me e comecei a salivar sobre ele, deixando-o molhadinho. Preocupado com o final do jogo, eu sabia que não daria para enrolar muito.

Levantei-me e ajudado por ela, encostei o meu pau no seu buraquinho e comecei a empurrar com calma até o ter enfiado até meio. Não sei se era verdade o que ela falou sobre o marido, mas tive que concordar. O seu rabo era uma delícia, ainda apertadinho.

O meu pau deslizava entre as suas nádegas, entrando naquele buraquinho apertada e isso deixava-nos loucos de tesão. Rapidamente comecei a bombar nela, e estava quase impossível não fazer barulho. O seu cuzinho era apertado, e fazia o meu pau parecer enorme naquele vai-e-vem.

Não aguentei mais e despejei tudo o que eu ainda tinha de leite dentro daquele rabo maravilhoso. Cheguei a ficar de pernas "bambas". Enquanto ela se recompunha tive que voar para o banheiro e dar um tempo, para recuperar o fôlego. Lembrei-me do presunto. Não o tinha cortado, e não ia ter como explicar aquele tempo todo se eu aparecesse sem nada.

Entretanto, quando eu sai do banheiro lá estava Eva, com a maior cara de pau, como se nada tivesse acontecido, e pior de tudo, a servir-lhe o presunto... Como ela tinha conseguido ser tão rápida?

Resolvi nem pensar muito no caso. De mais a mais, ela tinha demonstrado uma excepcional habilidade em manipular-nos, disso eu era uma prova viva. E, muito mais importante, o seu olhar quando nós nos despedimos deu-me a nítida sensação de que, na próxima noitada de póquer, eu com certeza teria uma indisposição e não poderia ir na casa do próximo anfitrião.

Já tinha um fetiche e  minha mão garantida...

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA