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A minha noraPublicado em 2015-03-25 na categoria Contos eróticos / Fetiches
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Confesso que sempre tive um fetiche pela minha nora, a mulher do meu filho mais novo, desde a altura que eles ainda namoravam. Apesar de ter algumas reservas sobre a sua personalidade, a verdade era que eu não conseguia ficar indiferente ao seu belo físico. Cheguei a elogiá-la e a dizer-lhe alguns piropos inocentes, ela sorria, mas nunca passou disso. Nunca me passou pela cabeça que ia ter a oportunidade de a comer, mas isso aconteceu!Tudo aconteceu no meu aniversário. É norma os meus filhos visitarem aqui os velhotes nos nossos aniversários, passando o fim de semana connosco. Nesses dois dias ficamos com a casa cheia. A minha filha mais velha, vem com o marido e os seus dois filhos. O meu mais novo trás a sua jovem e bonita esposa, uma rapariga de 28 anos, de estatura elevada, bem constituída fisicamente, com um corpo bem torneado (sei que ela gosta de frequentar ginásio para manter as formas). Do seu físico ressalta a sua pele clara, cabelo escuro, bastante comprido, uns generosos seios, redondinhos e grandes, sem serem exagerados, cintura delgada, um traseiro bem delineado e umas coxas grossas. É uma rapariga simpática e extrovertida. O que sempre me desagradou nela foi o facto de adora a noite, fumar e beber (para mulher, bebe muito). Apesar de estar casada à 5 anos, dar-me netos é coisa que não está nos seus planos, apesar de notar que o meu filho gostasse de ser pai, mas como era um rapaz mais introvertido e tímido, sujeitava-se à personalidade mais forte da mulher. Esta era também muito citadina, adorava viver na cidade, pelo que vir para o campo era quase um castigo que tinha que fazer 5 vezes po anos: nos aniversários dos dois avós, nas férias da pascoa, natal e verão (embora nestas, só cá vinham uma semana). Durante as suas visitas, eu não perdia a oportunidade de, disfarçadamente, comê-la com os olhos. Sempre que podia, aproveitava para admirar a sua bela figura. O facto dela saber que era boa, fazia questão de mostrar que o era, não só cá em casa para fazer inveja à cunhada, mas na aldeia, para ver os vizinhos babarem-se com a passagem dela. Foi por causa dela que decidi mandar construir uma pequena piscina no exterior da nossa casa, porque no verão, quando vinha passar uma semana connosco, passava os dias numa praia fluvial, o que fazia com que a visse só de manhã quando saía e ao final do dia, quando regressava. A piscina, saiu-me cara, mas valeu bem a pena, porque a partir daí, passava o dia nela ou estendida ao sol. Cheguei até a comprar uns binóculos para a poder espreitar a partir de casa, escondendo-me entre as cortinas da janela do sótão. Mas o meu fetiche por ela foi mais longe. Tinha uma câmara de filmar que me foi oferecida pelo meu filho mais velho. Aproveitei o muito tempo livre que tinha para estudar bem o livro de instruções e fazer muitos testes para aprender a mexer nela. Então, aproveitei para a filmar também enquanto nadava na piscina ou exibia o seu belo corpo ao sol. Com o zoom 30x chegava a fazer grandes planos dos seus atributos físicos. A cereja sobre o bolo foi no ano passado quando, pensando que não estava ninguém em casa, decidiu fazer topless, exibindo os seus belos seios. Apesar dos meus 67 anos de idade e de já não ter muitas erecções, a verdade era que ela provocava-mas! Cheguei mesmo a masturbar-me vendo os vídeos que tinha escondidos num local que eu sabia que ninguém dava com ele, nem por um mero acaso. Como estava a dizer, no meu último aniversário eles chegaram na sexta-feira à noite. A minha filha e família só chegavam no sábado de manhã. A festa iria ser no domingo. Assim que chegaram, ficaram cerca de meia hora dentro do carro. Do interior da casa dava para perceber que estavam a discutir forte e feio. Por fim entraram com caras de poucos amigos. Ela fechou-se no quarto onde normalmente ficavam hospedados enquanto o meu filho decidiu sair com os vizinhos, colegas de infância, dizendo que ia jantar fora. Quando o jantar ficou pronto e enquanto a minha mulher ponha a mesa, foi chamar a minha nora. Bati à porta, chamando-a. Ela respondeu "sim" com uma voz de choro. Disse-lhe que o jantar estava pronto, mas ela respondeu que não tinha fome. Houve então um diálogo comigo a tentar convencê-la para vir e ela a negar-se constantemente, até que não suportando mais aquilo, entrei pelo quarto dentro e literalmente obriguei-a a recompor-se e a vir jantar. A contra gosto lá veio. O comer era bacalhau com natas, estando este um pouco apurado o que puxava a pinga. Eu tinha trazido para a mesa duas garrafas de vinho tinto maduro, colheita lá da casa, uma "pomada" digna dos deuses, cheia de muitos "graus". A minha mulher bebia pouco, um copo cheio chegava e sobrava. O resto da garrafa foi dividida entre mim e a minha nora, que bebeu bem mais do que eu. Queixou-se que estava muito calor e que tinha pouco apetite, mas muita sede. Avisei-a para ter cuidado com aquela bebida porque ela enganava. Uma pessoa pensava que estava bem, mas depois, ao levantar-se, começava logo a ver tudo a andar à volta. Ela troçou dizendo que aguentava bem a bebida e atirou-se à segunda garrafa. O jantar foi passado com a minha mulher e eu a tentarmos acalmá-la, dizendo que depois da tempestade bem a bonanza. Após o jantar permanecemos na mesa quase uma hora a conversar com ela, até que esta acabou por se acalmar, apesar de ainda estar ressentida com o marido. Quando nos levantamos, aconteceu. Ela cambaleia e agarra-se à mesa para não cair, sentando-se logo de seguida. Enquanto ela segurava a cabeça sobre as mãos, disse-lhe que a tinha avisado. Ajudei-a a levantar e encaminhei-a para o seu quarto. Deito-a sobre a cama e tiro-lhe os sapatos, aproveitando para o fazer lentamente, acariciando-lhe a pele. Aquilo mexeu logo comigo, fazendo-me sentir um novo volume nas minhas calças, com o meu coração a disparar. Ela não dizia coisa com coisa, aliás eu não percebia quase nada do que ela tentava dizer. Ela estava mesmo mais para lá do que para cá. Enquanto olhava para o seu belo corpo, apenas coberto pelo vestido, com uma saia que lhe ficava um pouco acima dos joelhos e de alças, deixando-lhe as costas completamente descobertas, a minha erecção galopava até deixar o meu membro teso. Sentei-me na beira da cama, pelo barulho certifiquei-me que a minha mulher estava na cozinha e chamei a minha nora, mas esta limitou-se a fazer um som qualquer, remexendo-se na cama. Ao fazê-lo, ergueu uma perna, flectindo-a, deixando ver melhor as suas coxas. Isso deixou-me ainda mais louco de tesão. Atrevi-me a pousar a mão no interior da sua coxa. Ela mal reagiu. Deslizei a mão ao logo daquela perna grossa e ela continuava sem grande reacção. Pensei num plano rápido e executei-o. Desci à cozinha, fechando a porta do corredor (que era barulhenta) disse á minha mulher que a nora já estava deitada, bebi outro copo e retirei-me para a cave. Conhecend-a como a conheço, sei que ia tratar da loiça e depois ia sentar-se na cozinha a ver as novelas até depois da meia noite. Já na cave, voltei a subir pela escadaria que dava ao hall da entrada e deste subi ao primeiro andar, regressando ao quarto de hospedes. Ao chegar vejo a minha nora deitada no chão. Tinha rebolado e caído. por sorte, a cama é baixa a as carpetes são grossas, por isso não se deve ter magoado. Estava deitada de bruços e parecia dormitar. Tento levantá-la para a voltar a deitar na cama, mas ela mal reage, sendo um completo "peso morto". Ao vê-la prostrada no chão, começo novamente a sentir a excitação a chegar e com ela, o meu pau começa também a ganhar volume. Apesar de não estar na cama até era uma grante coisa, porque estando ela deitada do lado contrário à porta do quarto, se alguém passasse e olhasse para dentro não a via. Baixei-me e puxei-lhe as alças para baixo até fazer o parte superior do vestido descer até à sua cintura. Depois desaperto-lhe o sutiã e tiro-o. Subo-lhe a saia até lhe descobrir as nádegas e livro-a das cuecas. Vendo-a quase toda nua, ali à minha disposição, faz-me estremecer de prazer. Dispo-me por completo e deito-me sobre o seu corpo, sentindo o seu calor. Ergo-lhe os braços para cima, estendendo-os acima da cabeça e segurando-os para evitar que possa eventualmente reagir. Entretanto começo a esfregar-me sobre as suas nádegas. Ela parece suspirar, mexe-se ligeiramente, mas não reage mais. Com os meus joelhos afasto as suas pernas abrindo-as bastante. Deixo a minha verga escorregar pelo rego das suas nádegas, acomodando-a entre os seus lábios vaginais, começando com um vai e vem sem a penetrar ainda. Como continua sem fazer grandes reacções, desço as minhas mãos ao longo dos seus braços, acariciando-os até chegar aos seus seios, começando a apalpá-los. Noto perfeitamente que aos poucos a sua respiração vai-se tornando mais pesada. Com a minha mão direita, ajudo a minha verga a encontrar aquela tão desejada gruta. Assim que dou com ela, empurro um pouco, fazendo-a soltar um suspiro. Depois empurro outro bocado e novo suspiro, por fim, dou um empurrão mais forte, enfiando-a toda. Ela então reage, soltando um gemido e erguendo a cabeça. Por segundos penso que ela vai ter reagir, mas ela permanece quieta de boca bem aberta. Ela tem um buraco bem apertadinho porque tive alguma dificuldade em penetrá-la. Deslizo a minha verga para fora e volto e empurrar lentamente, mas só parando quando a volto a ter toda enfiada. Ele reage a esta nova investida, soltando um novo gemido. Confiante, começo então com um vai e vem constante. Aos poucos, vou sentindo que a minha verga desliza com cada vez maior facilidade, sinal que ela está a ficar com a rata bem lubrificada. Ela começa então a gemer de prazer, deitando a cabeça virada para um lado e para o outro ou erguendo-a, enquanto eu a como vigorosamente. Entretanto vou-lhe acariciando os seios ou o próprio corpo, enquanto lhe vou fazendo um linguado pelo pescoço, o que parece deixá-la louca de tesão. Os seus gemidos vão-se intensificando enquanto ela tenta desesperadamente agarrar-se à carpete. O seu corpo começa a ficar tenso, até que ela arqueia-o, erguendo a cabeça para gemer de prazer enquanto goza um orgasmo. Mas eu não paro as minhas investidas enquanto ela começa a gemer com desespero. Quando por fim se acalma, viro-a de lado e mantendo-a penetrada, ergo-lhe a perna e continuo com o meu vai e vem, tentando obter também o meu prémio, mas não sinto o meu climax próximo. Nesta posição, tenho mais liberdade para a acariciar. Passo uma mão por baixo do seu corpo e acaricio-lhe um dos seios. Com a outra, acaricio-lhe todo o corpo, desde a coxa até ao pescoço, mas ela volta a ficar louca quando estaciono a mão entre as suas pernas e começo a "castigar-lhe" o grelinho com os meus dedos. Ela permanece estática, mal se mexe. limitando-se a gemer de prazer. Eu continuo a comê-la até que ela erguendo as mãos e agarrando-se fortemente à perna da cama, volta a gozar, aumentando consideravelmente os seus gemidos. Vendo gozar, eu próprio também desejo gozar mas apesar dos meus esforços, não me consigo vir. Deixando de lado qualquer receio, arrisco tudo, com ela ainda a gozar o seu orgasmo, deito-a virada para cima, abro-lhe as pernas e encaixo-me rapidamente em cima dela na posição do missionário, começando a dar-lhe com todas as forças que ainda me restam. Com as minhas novas investidas, ela intensifica os seus gemidos, tornando o seu orgasmo bem mais prolongado, até que por fim, consegui vir-me, jorrando todo o meu leite no interior quente daquela deliciosa rata. Sinto-me quase a desfalecer de todo aquele esforço mas mesmo depois de me ter vindo, mantenho-me em cima dela, acariciando-a. Tudo consumado, deixei-a estar um bocado deitada no chão enquanto me vesti. Depois arranjei mais ou menos as suas roupas e com algum custo, deitei-a na cama, retirando-me para o meu quarto. No dia seguinte queixava-se do corpo todo, mas andava particularmente animada, mas não se lembrava de nada... Nas férias do natal, fomos surpreendidos com a notícia da sua gravidez de 4 meses. O nascimento estava previsto para Maio seguinte. Feitas as contas... |
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