|
|||
DesejosPublicado em 2015-04-23 na categoria Contos eróticos / Hetero
|
|||
Senti naquela noite um desagradável ar de rejeição por parte de Leonardo. Sentia no seu olhar a repressão as minhas atitudes e a sua oficiosa intervenção na minha vontade. O seu olhar penetrante de “dono” provocava-me arrepios por entre as pernas. Uma dominação que não era dada abertamente, mas insinuada.Olhava as pessoas à minha volta como empecilhos para sentir o mais rapidamente que possível o pénis de Leonardo. Vi-o do outro lado da mesa, com alguns amigos enquanto conversava. Um jantar entre casais e um olhar de repreensão e dominação que me excitava constantemente, a medida que as amigas riam ou gesticulavam e os olhares insinuosos dos seus maridos para as outras mulheres se perdiam por entre as mesas. Bichos numa jaula. Grande sociedade... Civilização disfarçada e revelada apenas pelo primitivismo do sexo. - Quero um pau duro!! Diziam os meus olhos a quem soubesse lê-los. - Quero enfiar todo nessa puta! Revelavam os olhares dos maridos das minhas amigas. Putas, vagabundas loucas por uma boa verga, piranhas que se perdiam espetadas numa vara grossa que as tornavam bichos na cama. E todas boas profissionais e mães de família. Os meus pensamentos, livre de minha moral social, focalizaram-no unicamente no pénis de Leonardo. As carnes flácidas de um pénis mole, a esperança e milagre da vida. Via-o perfeitamente próximo dos meus lábios, que os pegavam suavemente sentindo o peso da sua carne repousar sobre minha língua. O gosto inicial, geralmente de orina, e o cheiro forte de macho enchiam-me os pulmões e a vagina. Precisava do seu mastro com urgência. Era apenas o que conseguia pensar após o seu olhar de repreensão. A dominação de um macho sobre uma fêmea a minha submissão à frente de um pénis erecto e o meu consentimento em dizer para mim mesma que sim... Sim, eu era a sua putinha e sim eu gostava de verga. - Leonardo, acho que precisamos ir... Disse interrompendo a conversa dos homens. - Só mais um pouco amor. Respondeu com um olhar sedutor. - "Quero a tua verga, quero o teu leite!" Era o que deveria ter dito na mesa para que todos ouvissem e pudesse desabafar a minha raiva e vontade. Mas calei-me, afinal ainda estava na “jaula social”. Tentei fixar-me na conversa das amigas, mas entre as minhas pernas um rio pegajoso escorria fazendo com que minhas pernas suassem e o meu clitóris tremesse. Eu precisava ser entupida e rápido. - Ana, desde que a Sabrina se separou não foi mais a mesma... Nunca mais saímos juntas, tu tens contato com ela? Perguntou uma das minhas amigas. - "Não, nunca mais a vi... Certamente deve estar sentada em algum pau a gemer e a gritar que é puta, enquanto eu estou aqui com vocês"... Pensei e respondi: - Não! Levantei-me com um olhar de fúria para Leonardo e disse que iria ao banheiro. Precisava aliviar-me e tentar voltar ao mundo social. Passei por entre as mesas envaidecida pelo olhares de outros machos e entrei no banheiro. No espelho, vi uma mulher de seios grandes e fortes, redonda no quadril, boa como gostam de dizer. Boa... Sempre pensei no verdadeiro significado dessa palavra; Que é boa quem é comida. Gostava de pensar que era um prato a ser comido e devorado pelos homens. Um prato que após ser comido ganhava um creme branco como prémio. Estar cheia... Estar cheia de esperma era o que eu queria naquela noite. Tranquei a porta e sentei-me no vaso sanitário, soltei os meus seios para fora para que os visse de bicos duros e salientes, prontos para serem mamados. Levantei o vestido e tirei a calcinha, e antes de guardá-la na bolsa, cheirei-a intensamente. Era bom sentir o meu cheiro de fêmea no cio, eu precisava ser preenchida ou não conseguiria acalmar-me e curtir a noite com os amigos. Enfiei os dedos dentro da minha vagina até onde pude e fechei os olhos mordendo os lábios para não gritar. 3 dedos enfiados dentro de mim e outros dois a acariciar o meu clitóris e os pensamentos no pénis de um macho, no pénis do meu marido, Leonardo. Era bom sentir que era dele e que ele tinha o total domínio sobre o meu corpo e vontade, que ele poderia comer-me na hora que quisesse e sempre que pudesse. Esfreguei os dedos com força arrancando mel por entre as minhas pernas e segurando-me para não gemer alto e gritar no restaurante que queria uma verga, que precisava de pau para me acalmar...Os pensamentos são, sem sombra de dúvida, os nossos maiores libertadores. - Quero essa piça aqui dentro a encher-me... Enche esta tua vagabunda, enche-me de leite! Dizia em pensamentos enquanto acariciava a minha rata com uma e amassava com força os meus seios com a outra mão. - Ana? Estás ai? Perguntou uma das minhas amigas. - Sim... Saio já... Respondi com ódio e já a gozar, soltando o meu alivio para fora do meu corpo. Fechei os olhos por alguns minutos mais e focalizei a verga de Leonardo, na sua cabeçona rosada e no saco fedido de macho. Os pêlos em volta pretos e a cor cinza dos seus testículos faziam-me ranger os dentes e anunciar o meu gozo farto e cheio nos meus dedos. - Já vou, disse. Acalmei-me por alguns instantes para que não notassem o meu fôlego alterado e tirando os dedos de dentro da minha vagina limpei-os no vão das minhas coxas. Lavei as mãos e voltei para a mesa mais tranquila e capaz de passar mais algum tempo dentro daquela “jaula social”. - Demoraste amor! Disse Leonardo já com segundas intenções. - Tive um problema no vestido... Respondi tímida. - Bem, nós já vamos! Disse o meu marido levantando e despedindo-se dos amigos. A minha vagina piscou na hora ainda acalmando-se do orgasmo anterior e já a preparar-se para ser violentada por um pau de verdade. Despedimos-nos dos amigo sempre a trocar olhares insinuosos e sacanas. Em direcção ao carro, Leonardo soltou: - Tu fizeste...? - Curioso tu... Disse sem responder. - Fizeste ou não fizeste? Voltou a perguntar . - Sem comentários... Disse. - Fizeste vagabunda que eu sei! Respondeu ao aproximar-se do carro. - Anda ver então! Provoquei. Leonardo encostou-me ao carro no estacionamento do restaurante e levantou o meu vestido enfiando a mão por entre as minhas pernas, enfiando os dedos dentro da minha vagina arrastando um pouco do meu mel com ele, mostrando-me em seguida e depois colocando os seus dedos dentro da minha boca disse : - Não aguentas ficar sem verga um minuto não é? - Tu sabes que não... Confessei. - Entra no carro que eu vou-te foder igual a uma cadela de rua hoje! Entramos no carro e vesti o meu papel de puta beijando-o na boca e sentindo o gosto da sua língua quente enquanto pegava no seu pénis por cima da calça. - Mama-o enquanto conduzo! Ordenou. Abri a sua calça enquanto Leonardo ligava no carro e pude matar a minha fome sentindo o gosto daquele cacete duro a passar por entre os meus lábios. - Mama que quero que vejam a putinha que eu tenho... Não me importava mais com mais nada, queria apenas sentir aquele pénis dentro da minha boca e ouvir as suas palavras de comando, o meu marido, o meu dono. Leonardo passou perto de um autocarro de propósito e ouvi alguns homens a gritar: - Mama vagabunda!! - Safada... - Goza na boquinha... Então nessa hora, Leonardo estacionou o carro numa rua mais escura e mandou-me sentar no seu pau. Já sem calcinha, subi para o seu colo e sentei-me com tudo no seu pénis melado deixando-me ser preenchida pelo meu macho, o homem que amava e que havia escolhido para ser o meu dono. - Senta-te... forte... Dizia. - Que delícia... Ai... Como é bom ser comida... Enquanto gemia cravada no seu pau, pensava apenas no seu gozo a aproximar-se e no milagre que é ver um homem acabar dentro da sua fêmea: - Quero leite grosso! Pedi. Era o sinal para deixá-lo como queria, completamente primitivo e sem rumo, animal em si, homem e macho. - Pois vou-te encher de leite quente e é agora safada! Toma o leite! Gemeu e soltou a primeira golfada de leite dentro de mim, enchendo-me por inteira e continuou a meter sem parar já anunciando que meteria duas seguida sem intervalo, proeza para poucos homens, a maioria dá uma e dorme. - Quero mais... Pedi. Leonardo meteu novamente e disse que me encheria de leite de novo, para que eu aprendesse a esperar por ele. Sentia as estocadas fortes enquanto via e ouvia os carros passarem por nós e pensava em toda aquelas pessoas ali no restaurante com as suas vidinhas sociais e vazias... Se elas soubessem.... - Vais aprender a esperar por mim! Dizia enfiando forte novamente. Numa estocada, senti que iria gozar e avisei: - Fode-me com tudo que vou gozar! O meu marido então apressou as estocadas e meteu até me arrancar lágrimas: - Chora minha puta... Chora para aprender. Chora! Gemi alto levando uma chapada nas nadegas e gozei sentindo logo em seguida o creme quentinho e denso do Leonardo. Ainda fiquei a contrair-me um pouco em cima do seu pau cansado e sentido o frenesi do meu orgasmos na escala decrescente a acalmar e a transformar-me na mulherzinha carinhosa do meu marido. Era um espetáculo voluptuoso tal ambiguidade do meu ser. - Eu amo-te muito. Disse beijando-me. Após o beijo, abracei-o forte montada ainda nele, sentindo as suas carnes suadas e o seu coração bater apressado. Repousando sobre o seu peito e sentindo com as minhas mãos na sua barba mal feita, os seus traços masculinos, senti-me mulher, frágil na sua essência, doce e extremamente feminina. - Eu amo-te, por que tu és o meu homem! Susurrei no seu ouvido. A verdadeira razão de existir está no espírito desse tempo. A “jaula social” não é nada além do nosso próprio medo de pensar e proceder totalmente em desacordo com o que é comum para os cegos de ideias e opiniões. A promiscuidade nada mais é que o fracasso de todas as tentativas de fuga dessa “jaula social”. A regra é ao contrário, e agora é admitida como lei . A mulher não está fácil e existe homem fiel! O contrário do comum é usualmente empregado como impossibilidades e paradoxos sociais. Ou talvez quem sabe... O pecado não esteja em ser “puta” ou ser “galinha” mas em pensar... |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






Desejos




