Deliciosa loucura
Publicado em 2014-10-16 na categoria Contos eróticos / Grupo


Após um longo namoro de 9 anos, este terminou abruptamente quando descobri que o meu namorado andava metido com outra mulher. Namorava-mos desde os meus 17 anos de idade. Foi com ele que perdi a virgindade. Era com ele com quem me imaginava casada. A separação acabou por ser muito feia e violenta, tal foi a minha revolta...

Assim que fiquei novamente livre, em vez de me fechar em casa a lamentar a minha sorte, decidi desfrutar a vida de "solteira", mas então vi-me confrontada com um problema. O meu ex-namorado fez questão de frequentar os locais onde normalmente nos juntava-mos com os amigos, que eram comuns, trazendo e exibindo a sua nova namorada, uma loira que, pessoalmente, não achava nada de especial.

O ambiente no nosso grupo ficava de "cortar à faca", pesado mesmo, porque, sendo comuns, os nossos amigos não queriam tomar partido de um ou de outro, apesar de estarem mais do meu lado. Eles próprios diziam que o meu ex tinha andado de cavalo para burro. Ela pode ser loura, mas eu sou uma bela morena de cabelos longos, lisos e pretos. Tenho uns olhos grandes, castanhos e expressivos. Os meus lábios são carnosos.

Sou relativamente alta, para a média e magra. Os meus seios são um dos meus melhores atributos. São grandes, sem serem enormes e não acusam o peso da gravidade. Adoro usar generosos decotes que com os sutiãs certos, fazem com que estes sobressaiam mais.

Tenho umas nádegas pequenas, redondas e firmes, bem como umas pernas longas e bem delineadas, outro bom atributo físico que exploro usando saias curtas. Desde que saio de casa e onde quer que vá, chamo sempe a atenção e gosto de ser o alvo de todos os olhares, algo que deixava o meu ex furioso.

Por opção minha, logo na segunda semana após o rompimento, decidi afastar-me do meu grupo de amigos, sem contudo cortar relações com eles, e aceitei sair para a noite com alguns colegas do trabalho no fim de semana seguinte. Queria alargar as minhas expectativas, conhecer novas pessoas e frequentar novos lugares.

Como só tinha tido um namorado e foi com ele que perdi a virgindade, e nunca tinha ido para a cama com outro homem, queria agora experimentar novas relações, mas tendo os devidos cuidados para não cair na boca das pessoas e começar a passar por uma mulher fácil que abre as pernas a todos os homens que lhe aparecem pela frente.

Os colegas - homens - que saíram comigo, tinham todos namoradas, mas sei que se pudessem, se eu lhes mostrasse qualquer interesse e disponibilidade, nenhum deles olhava para trás e traíam as respectivas namoradas sem pensarem duas vezes. Como não gostei de sentir isso na pele, não quis fazer o mesmo às outras, por isso, ignorei os olhares e os piropos que me lançavam quando não estavam com elas.

Apesar daquele pensamento imediato de querer desfrutar do sexo ao máximo e de querer fazê-lo por desforra, na realidade, era só fogo de vista até porque eu sou uma mulher com uma personalidade algo reservada nesse capítulo, apesar de ser extrovertida.

Logo na primeira vez que saí com os meus colegas, eu era a única solteira sem par, mas fui muito bem recebida naquele novo grupo. Éramos sete pessoas, três casais e eu. A noite começou com um jantar num restaurante panorâmico. Não era costume irem lá, mas como era uma ocasião especial - ou seja eu -, queriam fazê-lo em grande.

O jantar correu muito bem. Éramos a mesa mais divertida do restaurante. Volta e meia alguns clientes olhavam curiosos para nós por causa das nossas gargalhadas. Saímos do restaurante por volta das 22 horas e fomos até um bar que estava na moda junto ao mar. Apesar de já estarmos no outono, o tempo estava estranhamente quente, portanto, muito agradável.

A ideia era ficarmos por lá na conversa e a beber uns copos a fazer horas para depois acabarmos a noite numa discoteca. Mas a noite estava tão agradável que acabamos por ficar por ali. O bar era dançante, tinha uma sala coberta e um enorme terraço aberto virado para o mar. O mar estava muito calmo, o céu completamente limpo, estrelado e com uma bonita lua. Apenas corria uma ligeira brisa.

Depois de permanecer junto do meu grupo durante algum tempo, aproveitei a passagem de uma música de adorava para ir dançar. As minhas novas amigas acompanharam-me, enquanto os rapazes ficaram no seu canto a beber, a fumar e a conversar sobre a bola.

Mas elas não ficaram muito tempo comigo e acabaram por se retirar para junto dos seus respectivos namorados, ficando eu sozinha na pista. Creio que o fizeram propositadamente porque, estando ali quatro belas raparigas sozinhas, começamos a ser o alvo de algumas atenções masculinas. Então retiraram-se estrategicamente para deixar-me caminho livre. Não me importei e continuei na minha a divertir-me.

Não demorou muito para começar a ser cortejada por um homem bem parecido e bem vestido. No início limitava-se a olhar para mim fazendo gestos com a cabeça em sinal que estava a gostar da minha dança, depois começou com sorrisos e por fim, aproximando-se ainda mais de mim, tenta dizer-me alguma coisa, mas o volume da música não me deixa perceber o que diz.

Então teve quase que falar aos gritos, comentando qualquer coisa sobre a música. Sorri e respondi que sim. Convidou-me então para beber um copo e aceitei, seguindo-o até ao bar, onde ele fez questão de me oferecer uma bebida. Depois fomos até à esplanada onde estivemos a fazer conversa. O normal. Quem és, de onde és, o que fazes, és muito bonita, por que não tens namorado, com quem estás, gostas disto, gostas daquilo, enfim, o normal.

A conversa estava animada até que se aproximaram outros dois homens sorridentes. Depressa percebi que eram amigos do meu novo parceiro da noite. Depois das apresentações, a conversa continuou animada, até que as minhas colegas vieram ter comigo para ver se estava tudo bem. Vendo a animação, retiraram-se com sorrisos provocadores.

A conversa continuou animada sobre frivolidades até que aos poucos começou a entrar por outros caminhos. Sempre através de indirectas, começaram a insinuar que eu era muito bonita, muito jeitosa e que não acreditavam que eu o meu me tivesse trocado por outra. Os elogios eram muitos, o que, confesso, deixou-me muito feliz.

Como eu sorria muito e parecia aceitar bem os seus piropos, eles começaram a ficar mais atrevidos e começaram a tocar em mim, mais concretamente nos meus braços e costas. O facto do terraço estar a ficar apinhado de gente contribuiu para que ficássemos ainda mais próximos. Um estava mesmo à minha frente e os outros dois ladeavam-me.

Aos poucos fomos "forçados" a retroceder até que ficamos mesmo junto a um corredor exterior muito estreito tipo varanda que passava por trás do bar e dava acesso a uma porta de serviço. Ao fundo haviam algumas caixas. Se o terraço já era mal iluminado por dois pequenos holofotes, este corredor estava na completa penumbra.

Como estava a ser empurrada contra o meu acompanhante, desviei-me, deslocando-me para junto do varandim. Nesse momento, por acaso olhei para baixo e vi três jovens que pareciam estar aos amassos. Aquilo despertou a minha curiosidade e tentei ver melhor o que é que se passava.

Aquela zona da praia, junto ao bar não tinha qualquer iluminação, mas apesar disso, é perceptível ver o que se passava. Um rapaz estava encostado à estrutura do bar e estava a beijar uma jovem que estava à frente dele, enquanto um segundo rapaz que estava atrás dela, roçava-se nas suas nádegas enquanto lhe ia acariciando a cintura.

Percebendo a minha distracção, os meus acompanhantes olharam também para baixo. Alertando para que ninguém fizesse barulho, ficaram a olhar para aquela cena enquanto faziam alguns comentários do que estavam a ver e do que queriam ver. Eu em tom de brincadeira, chamava-os de maldosos.

Mas as coisas lá em baixo começaram a aquecer porque a jovem baixou-se e começou a fazer sexo oral ao rapaz que antes beijava. O outro fá-la por-se de pé, mantendo-se esta com o tronco todo inclinado para a frente para continuar a fazer a mamada. Então tira-lhe a calça e depois a cueca e baixando-se atrás dela, com ambas as mãos afasta-lhe as nádegas e começa a chupar-lhe o grelo por trás.

Alguns minutos depois levanta-se, desaperta o fecho das suas calças, tira o seu membro e penetra rapidamente a jovem, começando com o vai e vem enquanto a segurava pela cintura. Estava tão "cego" com a excitação que nem procurou confirmar se alguém podia estar a vê-los.

Ao verem aquilo os meus acompanhantes comentaram que estavam a ficar excitados. Um pergunta-me se eu não estava e ao fazê-lo apalpa-me uma nádega. Eu estremeço ao sentir o contacto da sua mão e solto um sorriso nervoso. Afasto a sua mão mas logo de imediato sinto outra mão na minha outra nádega. Peço-lhes para pararem com a brincadeira, mas eles comentam que aqueles jovens sim sabem aproveitar bem o que é bom e perguntam por que não aproveitamos também.

Respondo-lhes que sou uma mulher séria, não sou uma qualquer. Eles apressam-se a dizer que me têm em alta consideração e respeito, não me iam forçar a nada, mas gostavam de passar um bom momento ali comigo. Era apenas uma relação pelo prazer, até porque o mais certo era não nos voltarmos a ver. Então um deles pergunta de repente se eu já tinha estado com dois homens ao mesmo tempo. Sem pensar respondo imediatamente que não. Devo ter corado, mas a noite escondeu a minha reacção.

Começaram então a querer saber se eu nunca tinha sonhado ou fantasiado com isso. Apesar de no início não querer responder, a pressão foi tanta que acabei por responder afirmativamente, mas logo emenei que uma coisa era pensar nisso outra era querer realmente fazer. Eles começaram logo a dizer que aquela era uma fraca desculpa, que se eu já tinha pensado nisso é porque queria, só não tinha tido a oportunidade ou a coragem.

Então um rematou: "E que achas se te estreasses não com dois mas com três?" Eu respondi que não, mas eles insistiam, "Que tens a perder?".  Não respondi e o corpo começou a ser acariciado por três pares de mãos, enquanto que o que estava atrás de mim, encosta o corpo dele ao meu, fazendo-me sentir o duro volume dentro das suas calças.

Ficamos os quatro em silêncio a olhar para aquele trio lá em baixo. O que está atrás de mim, começa a esfregar o seu membro nas minha nádegas, o que está à minha direita coloca a mão na minha cara e virando-a para ele, beija-me, enquanto me acaricia um seio, sendo o outro acariciado pelo terceiro. Naquele momento sinto como que uma explosão entre as minhas pernas, fazendo-me sentir toda molhada.

As minhas pernas parecem querer fraquejar, mas agarro-me ao corrimão. Eles descem-me as alças do vestido e este cai até os meus pés, deixando-me apenas com a roupa intima. O sutiã também é rapidamente desapertado, caindo também para o chão. Os dois que me ladeiam, já com os seus membros de fora, procuram as minhas mãos e fazem-me agarrar-lhes a vergas. Começo então a masturbá-los aos dois.

Entretanto o que está atrás de mim, desliza as mãos em torno do meu corpo e começa a acariciar-me a rata já completamente húmida. A sensação é tão intensa que sou forçada a inclinar-se para a frente. Ao fazê-lo pressiono as minhas nádegas com mais força contra o seu membro, o que faz com que ele comece a esfregar-se em mim.

Então um deles coloca a mão sobre o meu ombro e faz pressão, fazendo-me baixar. Sei o que quer que eu faça. No início mostro-me relutante em aceder, mas que raios, já estou praticamente nua. Ponho de lado todo e qualquer receio e entrego-me àquela deliciosa loucura.

Baixo-me e com ambas as vergas nas minhas mãos, masturbo-as durante alguns segundos, até que começo a dar pequenas lambidelas numa e depois na outra. A seguir introduzo-as um pouco na boca, primeiro uma e depois a outra para as chupar ligeiramente. Então, depois de brincar por uns bons minutos com uma e outra, empenho-me a chupar uma enquanto vou masturbando vigorosamente a outra, fazendo um e outro gemer de prazer.

O terceiro, mantendo-se atrás de mim, baixa-se também e vai-me acariciando e apalpando os seios. Mas depois de algum tempo a apalpá-los, deixa apenas uma mão naquelas carícias e desliza a outra até ao interior das minhas pernas, começando a acariciar-me a rata com grande intensidade, fazendo-me gemer, enquanto me vou contorcendo com o prazer que estou a sentir. Até que já não conseguindo permanecer baixada, coloco-me de joelhos, continuando a chupar uma e outra verga.

Depois de permanecermos naquelas posições por um bom tempo, o homem que está atrás de mim, senta-se no chão, estendendo as pernas entre as minhas, chega-se um pouco á frente e puxa-me para trás até me fazer ficar sobre o seu pénis. Sinto-o a apontá-lo, deslizando-o ao longo dos meus lábios vaginais, até que consegue encontrar o meu orifício e então, fazendo pressão para baixo com a outra mão, que tinha na minha cintura, faz-me descer sobre o seu mastro, enterrando-o tomo em mim.

Aquela grossa verga ao abrir caminho à força pela minha rata acima, gerou no meu intimo uma sensação tão forte que tive mesmo que tirar o pénis que tinha na boca para poder expirar o ar que tinha nos pulmões, senão acho que rebentava. Segurando-me pela cintura, começou então a fazer força, empurrando-me e assim ajudando-me a fazer o impulso de sobe e desce sobre a sua verga.

A sensação de prazer era tão intensa que eu senti que ia gozar em breve. Comecei a ficar tão louca e fora de mim que tive que fazer um esforço para me controlar e não começar a gritar. Então vinguei-me neles, saltando com mais força sobre a verga do homem que estava sentado enquanto masturbava com maior velocidades as outras duas vergas com as ambas minhas mãos, continuando a chupar ora uma ora outra.

Enquanto o fazia, entre gemidos ia soltando pequenos gritos que felizmente aram completamente abafados pela música que se ouvia num volume bastante elevado. Então aconteceu. Senti uma explosão de prazer tão forte entre as minhas pernas que comecei a estremecer como se estivesse a ter espasmos.

Todo o meu corpo tremia. Assim que senti aquele vulcão a explodir dentro de mim, como que paralisei, sentada sobre aquela verga que permanecia toda enterrada em mim. As minhas pernas tremiam violentamente. O corpo também estava com tremores. A minha necessidade de oxigénio era tão grande que já não conseguia ter uma verga na boca, senão rebentava como um sapo.

Enquanto isso mantinha-me cabisbaixa, de olhos fechados e boca completamente aberta, soltando gritos de prazer que ninguém conseguia ouvir, mas que os meus amantes de ocasião conseguiam perceber. Incapaz de os continuar a masturbar, limitei-me a apertar-lhes os pénis com bastante força. Eles queixaram-se, protestaram, mas deixaram que eu os continuasse a agarrar.

Alguns segundos, voltando a recuperar o controlo do meu corpo, e apesar de ainda estar a sentir réplicas daquele intenso orgasmo, recomecei a masturbá-los enquanto fazia uma espécie de dança do ventre sobre a outra verga que se movimentava em todas as direcções dentro de mim, pressionando as paredes do meu canal super sensível. Então, alguns segundos depois, um deles vira-me a cabeça na sua direcção e voltou-me a enfiar a verga na boca.

Comecei de imediato a chupá-la. Enquanto o fazia, olho para cima e vejo-o a fazer umas caretas de prazer. Sei que ele deve estar para se vir e intensifico ainda mais os meus movimentos, continuando a sugar com força, desejando sentir todo o seu precioso líquido na minha boca. Queria sentir o seu sabor. Estava disposta e desejosa de o receber e até de o engolir todo. Então ele jorra todo o seu leite quente para o interior da minha boca.

A quantidade de esperma que ele verteu para a minha boca foi tal que fui forçada a tirar a verga da boca para poder deitar fora tudo aquilo, enquanto ela ia cuspindo as últimas gotas. Apesar de querer deliciar-me com o seu leite, não tive coragem para o engolir e sucumbi ao meu primeiro impulso que foi livrar-me dele.

Como já me doíam as pernas por estar naquela posição levantei-me. O outro homem, o que ainda estava de pé, empurra-me gentilmente até à parede de madeira do bar, abre-me as pernas e baixando-se um pouco, posiciona-se entre elas de forma a penetrar-me. Assim que enfia a verga, agarra-me pelas nádegas e ergue-me do chão, deixando-me suspenda no ar prensada à parede pelo seu corpo.

Abraço-o e deixo-o fazer os movimentos de vai e vem. Ele está tão excitado que move-se com grande intensidade enquanto vai grunhindo. De vez em quando diminuiu a velocidade, o suficiente para me chupar os seios para depois retomar com aqueles rápidos movimentos, como se fosse uma broca perfuradora. Ele continuou com as suas constantes estocadas até gozar, dando-me umas estocadas mais profundas e espaçadas, mantendo entre elas a sua verga toda enterrada em mim.

Satisfeito, pousou-me no chão. Então o terceiro, aquele que inicialmente esteve sentado no chão e que durante aquele tempo esteve a masturbar-se lentamente, pede-me para lhe fazer um brocha. Baixo-me e começo a chupar-lhe com vontade enquanto o vou masturbando com força. Enquanto isso, deslizo a mão que tinha livre até ao interior das minhas pernas e começo a acariciar o meu clitóris sedento de prazer.

Então alguns minutos depois volto a ser brindada com leite quente. Desta vez não reajo por impulso e retiro a verga para fora, apenas um pouco para trás, o suficiente para poder receber todo o seu sémen. Enquanto ele o jorra em constantes golfadas, eu vou-o masturbando a ele e a mim. Ao sentir todo aquele leite quente na minha boca e sabendo que o ia engolir todo, deixou-me tão excitada que voltei a ter um segundo orgasmo.

Assim que senti que ia rebentar uma nova explosão entre as minhas pernas, engoli tudo de uma só vez. Ainda o seu sémen não tinha chegado ao meu estômago e já eu tinha caído de joelhos no chão para poder gozar, enquanto lhe ia chupando a cabecinha para limpar qualquer vestígio que ainda restasse.

Por fim vestimo-nos e entre risos comentamos que ninguém tinha percebido o que tínhamos feito. Regressamos ao bar e eu dirigi-me aos lavados para me limpar e arranjar. Quando saí, encontrei as minhas colegas de grupo que me procuravam para me dizer que tínhamos sido convidados por uns amigos deles para irmos até uma discoteca.

Acompanhei-as sem me despedir dos meus amantes, mas saí daquele bar com um rasgado sorriso e uma bela recordação daquela maravilhosa noite.

 

 
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