A recepção
Publicado em 2014-04-25 na categoria Contos eróticos / Grupo


O meu marido e eu decidimos começar a frequentar um clube de swing. Depois de pesquisarmos na net, encontramos um que nos chamou particularmente a atenção por ser de maior reserva e exclusividade. Após a inscrição, marcamos um encontro com um casal que nos iria falar do clube, das condições de acesso, regras funcionamento e eventos. Eles eram os fundadores e tomavam todas as precauções para garantir seriedade, confidencialidade e outros cuidados.

O encontro foi marcado para o dia seguinte num bar de um hotel. Imaginamos imediatamente que eles iriam querer colocar-nos também à prova pelo que, certamente seriamos convidados para subir para um quarto para fazermos uma primeira troca de casais.

Assim que chegamos ao bar, ligamos para o telemóvel deles e em vez de atenderem, levantaram-se e aproximando-se de nós, apresentaram-se, confirmando se éramos o casal que esperavam. Feitas as apresentações, fomos para a mesa deles. Era um casal na casa dos quarenta, portanto, um pouco mais velhos que nós. Ele chamava-se Pedro, ela Teresa. Eram pessoas simpáticas e bem parecidas. Todos nós notamos as nossas trocas de olhares, onde parecíamos admirar os atributos uns dos outros.

Agradou-nos saber que aquele casal se esforçava por fazer as coisas bem feitas. Os novos candidatos eram todos sujeitos a uma avaliação prévia, confirmação que de de facto éramos casados e não um casal falso, se haviam problemas de saúde e se tínhamos uma personalidade adequada para aquele tipo de situação.

Conversamos demoradamente onde eles procuraram saber o máximo de nós e colocaram-se à nossa disposição para responderem a todas as nossas questões. Informaram-nos que os encontros por norma eram feitos em casa deles, mas por vezes, também se organizavam encontros em casa de alguns dos casais intervenientes.

Estávamos todos em grande sintonia e foi com agrado que recebemos a notícia de que seriamos bem vindos ao seu clube. Deram-nos a morada da casa e convidaram-nos para aparecermos na noite desse sábado. Enquanto nos levantamos, eu pergunto:

- É tudo?

- Sim... porquê?

- É uma tolice... deixe estar...

- Então, vai ficar constrangida agora? Diga lá qual é a sua dúvida...

- É que nós tínhamos pensado que vocês nos iriam querer colocar-nos à prova, levando-nos para um quarto...

- Nada nos agradaria mais. Diz ela com um rasgado sorriso, e continua: até porque vos achamos uns queridos e sentimos uma grande atracção por vós. Ao dizer isto, olha para o marido que sorrindo, concorda.

- Agora sim fiquei constrangida e sem jeito...

Então é o marido dela que intervém:

- Nós não gostamos de forçar nada... isto não estava programado... mas se desejarem, podemos passar um bom momento os quatro...

- Peço desculpa.... eu estou muito nervosa... eu... não...

Interrompendo-me com um pedido de desculpa, ele afasta-se de nós, regressando uns minutos depois e convidando-nos a segui-lo. Entramos num elevador e subimos em silêncio até um quarto. Ao chegar, ele colocou uma música e serviu-nos uma bebida, convidando-nos para ficarmos à vontade.

Fizemos alguma conversa de circunstância para afastar o nervosismo. O meu marido, mais à vontade, recosta-se na cama, olhando para a Teresa com um olhar provocador. Eu tinha-me deslocado até à janela para ver as vistas, sentindo o Pedro a aproximar-se de mim. Ao sentir o seu corpo junto ao meu, a minha palpitação dispara.

Ele coloca as mãos na minha cintura e com movimentos lentos começa a acariciar-me, passando-as por baixo da minha blusa, fazendo-me estremecer ao sentir o calor das suas mãos em contacto com a pele do meu corpo. Acaricia-me demoradamente e aos poucos vai subindo até chegar aos meus seios, apalpando-os delicadamente.

Eu inclino a cabeça para trás, fazendo-a descansar no seu ombro. Ele aproxima a boca do meu pescoço e começa a fazer-me um delicioso linguado. Entretanto, faz o meu sutiã subir, tendo assim acesso directo aos meus seios, acariciando-os, apalpando-os e esfregando-os um no outro. Por fim, envolve os meus mamilos nos seus dedos e começa a esfregá-los delicadamente, sentindo-os já duros e erectos.

Sentindo a sua verga já dura junto às minhas nádegas, começo a fazer uns movimentos de cintura, esfregando-me nela, mas a minha excitação é tanta que não aguento muito mais e deslizo uma mão para o interior das minhas coxas enquanto a outra vai ao encontro da sua verga. Faço-a passar pelo interior das suas calças e começo a acaricia-la.

Ele vira-me para ele e beija-me, enquanto eu lhe desaperto as calças para mais facilmente chegar à sua verga. Enquanto me beija, despe-me a blusa, tirando-ma, conjuntamente com o sutiã. Entretanto também lhe desapertei a camisa e faço-a deslizar para o chão, onde já estão as suas calças. Volta a virar-me e desaperta-me a saia. Nesse momento, olho para o meu marido que já está com a camisa desapertada e sem calças, estando a Teresa a fazer-lhe sexo oral.

Enquanto me encaminha para a cama, faz a minha cueca deslizar pelas minhas pernas até caírem no chão. Já na cama, faz-me sentar, ficando mesmo à frente da sua verga que me é oferecida. Percebo o seu desejo e agarrando-a, começo por fazer-lhe uma lenta punheta enquanto lhe vou dando pequenos beijos. Aos poucos, vou enfiando-a na boca, mas em a chupar, apenas fecho os lábios, fazendo-os roçar enquanto a retiro.

Então enfio-a quase na totalidade na boca e dou-lhe um banho de língua, começando com um vai e vem sempre acompanhado pelo movimento da minha mão que a vai punhetando. Depois de a comer durante uns bons dez minutos, ele deita-me para trás, abrindo-me as pernas e aninhando-se entre elas, começa a lamber-me a rata já completamente encharcada.

Depois de umas longas lambidelas, cola literalmente a boca à minha rata, chupando-a e percorrendo-a toda com a sua língua. Ao ouvir uns gemidos, olho para o lado e vejo a Teresa de quatro a ser comida por trás pelo meu marido que está de pé. Ela também olha para mim e trocamos um sorriso. Apanhando-me completamente de surpresa, aproxima-se de mim e dá-me um pequeno beijo na boca.

Depois fica a olhar deliciada para minha reacção. Sorri novamente e eu devolvo-lhe também um sorriso. Ela volta a aproximar-se de mim, beijando-me novamente. Desta vez não se retira, mantendo os seus lábios em contacto com os meus, como que esperando pelo meu beijo. A excitação fala mais alto, fecho os olhos e beijo-a também, juntando a minha língua à dela.

Ela então desliza um pouco mais para baixo e começa a chupar-me os seios. Tendo os dela a baloiçar à frente da minha cara, agarro-os e chupo-os também enquanto sinto um vulcão que se prepara para explodir entre as minhas pernas. Sem poder aguentar mais, gozo um belo orgasmo.

A Teresa deixa-me e deixando-se cair na cama, continua a ser estocada pelo meu marido. O Pedro, deslizando pelo meu corpo acima, cobrindo-o de beijos, encaixa-se em mim, enfiando-me certeiramente a sua verga por completo, fazendo-me soltar um profundo gemido, e antes que eu pudesse recuperar, começou com um rápido vai e vem, deixando-me completamente fora de mim.

O meu marido é o primeiro a vir-se, tirando a sua verga para fora e ejaculando sobre as nádegas da Teresa. Ao terminar, ela volta-se para ele e agarrando-a, leva-a à boca e chupa-a um pouco. O Pedro, passados uns bons minutos, tira a dele para fora e masturbando-se, vem-se sobre os meus peitos, oferecendo-a depois para eu a chupar também.

Depois de um duche, despedimos-nos e marcamos encontro para o sábado seguinte. Nos dias seguintes, o meu marido e eu fizemos amor todos os dias. Aquela primeira experiência parecia que nos tinha unido mais ao dar-nos uma sensação de liberdade: tínhamos consciência de que estávamos casados, que nos amávamos, que nos respeitávamos e confiávamos um no outro ao ponto de permitirmos a nossa entrega a outros.

No dia e na hora marcada apresentamos-nos na casa. Era uma casa senhorial centenária muito estimada e ficava resguardada dentro de numa propriedade privada e discreta. Da rua, a casa ficava algo oculta pelas árvores. Depois de entrarmos com o carro, estacionamos na parte lateral da casa, onde parecia existir um parque para o efeito.

Fomos recebidos pelo casal que nos encaminhou para dentro da casa, onde nos fizeram uma visita guiada. No rés-do-chão ficava uma enorme cozinha e ao lado um salão de visitas e outro de banquete. Depois haviam outras divisões com uma despensa, uma adega, um salão de jogos, uma sauna e um mini ginásio.

Já o piso de cima, havia um primeiro corredor que dava acesso a uma sala de estar onde existia um piano e a um enorme salão. A seguir havia uma segunda escadaria que dava acesso ao r/c e ao sótão e uma porta que dava a um novo corredor, cujas portas laterais, eram todas de quartos temáticos.

Durante a visita, iam-nos explicando que para não se cair numa rotina procuravam organizar coisas diferentes. Umas vezes tiravam à sorte e formavam-se casais, indo cada um para um quarto, onde passariam toda a noite. Outras vezes, faziam diferentes tipos de shows. Também se fazia sexo em grupo, só com alguns casais ou com todos juntos. A norma era o casal anunciar o evento e quem quisesse participar só tinha que fazer a marcação.

Nas traseiras havia uma enorme piscina rodeada por umas arcadas com um belo jardim ao fundo, onde ficamos a fazer conversa de circunstância enquanto iam chegando os primeiros casais. Consoante iam chegando, iam-nos sendo apresentados. Nesse dia, vieram seis casais e obviamente nós os dois fomos o centro das atenções. Haviam duas mesas com aperitivos que íamos petiscando enquanto conversávamos.

E conversávamos sobre o quê? Sexo, obviamente. Aqui a curiosidade de todos era imensa. Em tom de brincadeira disse que a conversa estava a descer de nível e a subir de interesse. Ouve uma gargalhada geral. Aos poucos notei que os homens que estavam mais próximos de mim, começaram a acariciar-me subtilmente nos braços e cintura, elogiando-me.

Apesar de mostrar o meu nervosismo, deixei-os à vontade, nada fazendo para os afastar. Aos poucos as carícias foram-se tornando mais ousadas. Um dos homens que estava ao meu lado e que me estava a acariciar as costas nuas, o meu vestido não me cobria as costas, tinha apenas a parte da frente que dava a volta pelo meu pescoço, deslizou a mão para baixo até chegar às minha nádegas, começando a apalpá-las.

Talvez pela surpresa, fiquei momentaneamente muito séria. Ele pediu-me muito gentilmente e com uma voz melodiosa para me acalmar. Eu olhei para ele, sorri e nervosamente, bebi um pouco mais. O que estava à minha frente ergue as mãos e colocando-as por baixo dos meus seios, erguendo-os e juntando-os, gaba-os dizendo que eu tinha uns belos melões.

Nesse momento com o olhar procurei o meu marido. Este estava a conversar com uma mulher, enquanto lhe acariciava o braço. Ao olhar em volta para ver se eu era o alvo das atenções, verifiquei que as pessoas estavam a conversar animadamente e que praticamente nos ignoravam. Isso deixou-me um pouco mais à vontade. Nesse momento, o que me tinha segurado nos seios, desaperta-me a parte superior do vestido, fazendo-o cair aos meus pés. Fiquei só de lingerie.

Depois de olharem demoradamente para o meu corpo, enquanto o iam acariciando, fizeram desaparecer rapidamente o que me restava no corpo, deixando-me apenas as meias e calçada. O que estava à minha frente, já com a camisa desapertada, aproxima-se de mim, encostando o seu corpo ao meu, fazendo-me estremecer, começando a beijar-me, enquanto me acariciava o corpo.

Depois faz-me recuar uns centímetros, encostando-me à mesa e fazendo-me deitar sobre ela. Abre-me as pernas e baixando-se entre elas, começa a acariciar-me a rata, já bem húmida para depois a lamber e chupar. O outro, aproveita para me acariciar os seios, inclinando-se depois sobre mim para as chupar também. Então aproxima-se um terceiro que me vira a cabeça na sua direcção, começando a esfregar-me a verga nos lábios. Assim que abro a boca, ele empurra-a ligeiramente, o suficiente para introduzir toda a cabeça.

Chupo-a um pouco e depois, faço-lhe breve um linguado, antes de fazer um gesto para a frente, engolindo-a quase na totalidade, para começar um vai e vem. Entretanto o que me está a apalpar e chupar os seios, agarra-me na mão e encaminha-a até à sua verga para a punhetar. De repente sinto outra junto à minha única mão livre. Naquele momento dou comigo a comer uma, a punhetar duas e a quarta acaba por se alogar na minha vagina já super aquecida, ao ponto de me fazer um gozar um primeiro orgasmo com as primeiras investidas dentro de mim.

Ao enfiar-me a sua verga, empurrando-a com força até ao fundo, obriga-me a arquear o corpo, tal é a sensação de prazer que sinto. Ele ergue-me as pernas para cima para facilitar os seus movimentos e numa cadência rápida, começa a dar-me com força, parecendo um autêntico martelo pneumático.

A minha vagina já estava tão sensível que não demorei a gozar um belo orgasmo. Foi tão intenso que tive que desalojar a verga que tinha na boca para não me faltar o fôlego. Foi um orgasmo prolongado  e de grande intensidade porque eu continuava a ser penetrada com rápidas e profundas investidas. Por outro lado, aquela verga era bastante avantajada, bem maior e grossa que a do meu marido.

Assim que dou mostras de estar recuperada, a minha boca é novamente invadida por uma verga, que começa a entrar e sair dela, quase não me dando tempo de a chupar. Então o que está a comer-me a rata dá-me umas estocadas finais e retira-se, sendo logo substituído por outro que se apressa a enfiar a sua e recomeçando com os embates.

O que me estava a comer a boca, avisa-me que se vai vir e menos de um minutos depois, jorra todo o seu leite na minha boca semi-aberta, escorrendo pelos meus lábios. Depois de terminar, chupo-a mais um pouco até que alguém me faz virar a cabeça para o outro lado, oferecendo-me também a sua verga para ser chupada.

Deitada sobre a mesa, perdi a conta de quem me comia a quê, porque eles começaram a trocar. A verdade era que eu tinha constantemente duas vergas dentro de mim, uma na boca e outra na rata. As mãos também não estavam paradas porque tinha sempre pelo menos uma para masturbar.

A minha respiração tornou-se tão ofegante que já não admitia nada dentro da minha boca. Para me livrar delas, ergui-me um pouco na mesa. Então, enquanto sou penetrada, os outros, rodeando-me, batem todos uma punheta enquanto me vão acariciando o corpo. A excitação masculina é tal que nenhum fica entre as minhas pernas mais de alguns poucos minutos, sendo logo substituído por outro.

Depois de todos terem passado várias vezes pelo interior das minhas pernas, começam a dar mostrar que se vão vir. Obrigam-me a deitar e a abrir a boca para receber o seu leite. Enquanto um deles continua a estocar-me com força, fazendo-me baloiçar para cima e para baixo ao logo da mesa, abro a boca, fechando os olhos e preparo-me para ser brindada.

Inclinam-me ligeiramente a cabeça para o lado e sem me enfiar a verga na boca, mas mantendo-a junto aos meus lábios, jorra todo o seu leite para o interior da minha boca. Tento tirá-lo da boca com a língua, mas eles não permitem. Alguém usa uma pequena colher para encaminhar novamente o sémen para o interior da minha boca. Então já outro se está a vir. Instintivamente fecho a boca, mas tapam-me o nariz, obrigando-me a abri-la novamente. Enquanto ele finaliza para o interior dela, com a colher, fazem entrar o resto.

Já com uma boa quantidade dentro da boca, sou forçada a engolir tudo. Ergo os braços acima da cabeça como sinal de total entrega e mantendo a boca aberta, sou novamente brindada com uma boa quantidade de leite que recebo totalmente na boca, engolindo-o e passando a língua pelos lábios para me deliciar e os provocar.

Então outro puxa-me a cabeça para trás para poder-me enfiar a verga por cima. Masturba-se durante alguns minutos e por fim, também ele dá-me todo o seu leite, enquanto lhe chupo a verga. Então o que estava a comer-me a rata, sobe para cima da mesa e sentando-se quase no meu peito, oferece-me a verga para eu a chupar, enquanto lhe bato uma punheta até o fazer vir-se também na minha boca.

Ao terminarem, fazem-me levantar, deixando-me sentada na mesa e servem-me um copo de champanhe para beber. Entre rasgados elogios, trocamos sorrisos e comentamos as nossas performances. Ao olhar para a mesa ao lado, vejo o meu marido a conversar com a Teresa enquanto me admira.

 

 
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