Um fim de semana na praia
Publicado em 2014-07-16 na categoria Contos eróticos / Grupo


Há já algum tempo que o meu marido e eu conversávamos sobre a possibilidade de experimentarmos algo de novo no campo sexual, sem nunca termos avançado com nada em concreto. A curiosidade era muita, a vontade de ambos, apesar de muito bem dissimulada, também, mas a verdade era que nenhum de nós se atrevia a dar o primeiro passo. Sentia que estávamos com algum receio da atitude um do outro...

Falámos essencialmente de um possível Ménage a Trois ou de frequentarmos um clube de Swing. Ponderamos os prós e os contras, mas estes últimos pareciam sobrepor-se aos primeiros: nos nossos empregos éramos pessoas com responsabilidades, eu era professora primária e o meu marido era farmacêutico e proprietário da única farmácia na nossa terra.

Depois, vivendo numa pequena vila do interior, toda a gente se conhecia. Como se não bastasse, a vizinhança gostava de "espreitar" a vida dos outros para ter motivo de conversa. Para complicar mais as coisas, tínhamos dois filhos menores de idade que não nos permitia grandes liberdades para receber "alguém especial" ou para nos ausentarmos.

Portanto, apesar de termos uma vida sexual satisfatória, não tínhamos grandes oportunidades para nos pudermos aventurar sexualmente, por isso, íamos fantasiando com as nossas conversas picantes de quarto.

Até que um dia, já no quarto, enquanto o meu marido lia o jornal e eu uma revista feminina, alertei-o para uma pequena notícia que dava conta de uma determinada praia fluvial. Tratava-se de um "investimento" feito por um casal que gostava de praticar nudismo, mas na falta de um local propício, decidiu criar uma praia privada na sua propriedade. Esta ficava situada numa zona afastada dos olhares mais curiosos.

Na notícia podia-se ler ainda que o espaço estava aberto a todos os praticantes de nudismo, fossem solteiros ou casados e que estes tinham à sua disposição muitos e bons locais para praticarem sexo ao ar livre se o desejarem e com quem desejarem, uma vez que esse casal era praticante de swing. Quem pretendesse pernoitar, podia fazê-lo na casa (eles alugavam quartos) ou numas pequenas casas de madeira que tinham junto ao rio.

Decidimos experimentar, sem qualquer compromisso, isto era, íamos lá passar um fim de semana para passarmos um bom bocado juntos, para vermos o ambiente e deixando as coisas rolar para ver o que acontecia.

No dia seguinte (sexta-feira pela manhã) telefonamos para obtermos mais esclarecimentos e reservamos uma cabana de madeira. Era muito mais caro que alugar um quarto, mas para nós dinheiro não era problema e nós queríamos sobretudo discrição e reserva da nossa intimidade. Falei também com os meus pais e pedi-lhes para ficarem com os miúdos nesse fim de semana. Eles adoravam estar com os avós porque podiam brincar com outros primos.

Á noite fomos levar os miúdos a casa dos avós e no sábado, ainda de madrugada, arrancamos rumo à propriedade. Chegamos às 10 da manhã. O sol já estava alto, estava um dia de calor abrasador. Fomos recebidos por um casal de meia idade muito simpático que nos encaminhou até à cabana e mostrou-nos um mapa da propriedade. A nossa casa ficava a uma dezena de metro do rio. Haviam várias casas afastadas umas das outras, umas junto ao rio (como a nossa) e outras mais afastadas da margem. A uma centena de metros, estava a praia. Já a casa principal ficava a uns 40 metros, no cimo de uma pequena colina. Podíamos comer na cabana, na casa ou podíamos ir comer fora. Disseram-nos ainda que na casa tínhamos bar, salão de jogos, entre outras actividades...

Agradecemos as informações e enquanto o meu marido trazia as malas para dentro, despi-me por completo e fui para a água. O meu marido juntou-se a mim uns minutos depois. Àquela hora não havia mais ninguém ali. Aquela zona dava alguma privacidade de facto, mas não pude deixar de notar que qualquer pessoa que estivesse na outra margem com uns binóculos podia espiar-nos à vontade.

Depois de nos refrescarmos fomos desfazer as malas e almoçamos no pequeno restaurante da quinta. Quando nos dirigíamos para lá passamos por algumas pessoas nuas. Nós íamos vestidos. O meu marido com umas bermudas e uma tshirt e eu com uma túnica. Depois do almoço o meu marido foi até ao salão de jogos enquanto eu decidi dar uma caminhada pelas redondezas.

Cruzei-me com alguns casais e também com homens sozinhos, todos nus, ainda nos jardins da casa. Para além dos simpáticos cumprimentos, dos sorrisos e da troca de olhares, reparei que eu era a única que andava vestida. Nesse momento aproxima-se de mim a proprietária, toda nua e mete conversa comigo. Elogiou-me dizendo que eu era muito bonita, notou que era a primeira vez que eu estava num local nudista e tratou de me por à vontade. Ela tinha um belo corpo, bem cuidado e bronzeado.

Fizemos alguma conversa de circunstância e ela conseguiu convencer-me a tirar a túnica. Por baixo, eu estava sem mais nada, por isso fiquei também nua. Elogiou-me novamente e dando-me uma pequena palmada no rabo diz-me para ir ver as vistas, ao mesmo tempo que me pisca um olho.

Decidi ir ver a zona da praia onde estariam umas 20 pessoas. Como estava de óculos de sol, aproveitei para ver e analisar o calibre do material masculino. Andavam por ali uns belos exemplares. Enquanto andava perdida com o olhar, notei que estavam três pessoas juntas a olhar para algo atrás de uma pequena elevação. Dei uns passos para na direcção deles para poder ver o que se estaria a passar.

Parei a meia dúzia de metros surpresa com a cena. Estava um homem deitado com uma mulher sentada em cima dele a cavalgá-lo. Como que hipnotizada deixei-me ficar ali a ver. Não pude deixar de fantasiar com aquele casal, imaginando-me ali a fazer sexo com um perfeito estranho. Estava a ficar excitada. De repente sou despertada daquele transe ao sentir alguém perto de mim. Assusto-me e preparo-me para sair dali quando ao virar-me choco com um homem jovem.

Desfaço-me em desculpas, mas ele rapidamente tranquiliza-me, perguntando-me se podia juntar-se a mim na assistência daquela cena, assim, não parecia tão desesperado, caso ficasse com uma erecção. Disse-o de uma forma brincalhona e lá conseguiu convencer-me a ficar.

Volta e meia ia fazendo alguns comentários engraçados e trocamos algumas palavras sobre o casal, dizendo que nos lugar deles fazíamos isto ou aquilo. Às tantas ele confessa-me que está excitado. De forma inconsciente olho para o seu pénis completamente erecto. Apercebendo-me da minha indiscrição, olho rapidamente para o outro casal. Ele notando, pergunta-me se acho que tem um bom pau. Respondo afirmativamente sem olhar. Ele pega na minha mão e coloca-a sobre ele. Eu retiro-a imediatamente, perguntando-lhe o que pensava que estava a fazer e alertando para que eu era uma mulher casada.

Ele agarra-me pelo braço para não me deixar sair e pergunta-me se por lhe bater uma, se estou a meter os cornos ao meu marido e volta a agarrar-me na mão, colocando-a no seu pénis e apertando-a. Desta vez não tiro a mão e com a pressão da sua mão sobre a minha, sinto toda a dureza e o calor daquele membro bem avantajado.

Sem se calar por um segundo, continua, perguntando-me se não estava ali para me divertir, se não desejava experimentar coisas novas, dizendo-me para me libertar de preconceitos e para me entregar ao prazer sem culpas, que não estava ali para desfazer casais, mas para passar uns bons momentos e que eu era livre de fazer o que quisesse.

Eu sentia-me já muito excitada por estar a ver aquele casal a fazer sexo, depois o calor daquela tarde, as palavras certeiras e convincentes daquele homem e sentir o pénis duro na minha mão, engulo em seco, e num arrojo de coragem, aperto-lhe o membro e começo lentamente a bater-lhe uma punheta.

Uns minutos depois não evito espreitar para a ver, ficando uns segundos a admirar aquele mastro a ser masturbado por mim. Aumento ligeiramente a cadência, fazendo-o suspirar de prazer, ao mesmo tempo que me agradece e elogia. Nesse momento, sinto a sua mão esquerda a deslizar pelas minhas costas até ás nádegas, começando a apalpá-las.

Noto que não somos os únicos. Vejo alguns casais a trocar carícias bem como alguns homens sozinhos a masturbar-se enquanto olham para o tal casal que continua a fazer sexo alheado de tudo o resto. Algumas pessoas reparam em nós, sorriem mas depois de olharem uns segundos, voltam a olhar para o casal.

Então ele surpreende-me perguntando-me se não lhe quero fazer um broche. Respondo que não enquanto ele, mantendo-se ao meu lado, vira-se para mim e com a mão direita começa a acariciar-me a rata, sentindo-a completamente encharcada.

Esquecendo por completo o casal, começa a falar ao meu ouvido, tentando convencer-me para darmos o próximo passo. Eu ouço-o em silêncio sem reagir enquanto continuo a masturbá-lo. As suas constantes carícias no meu clitóris começam a fazer estragos. Fecho os olhos e tenho que abrir um pouco a boca para poder gemer. Peço-lhe para parar mas ele não me obedece. O meu corpo estremece e é com alguma dificuldade que me mantenho em pé.

Sinto que se ele continuar não lhe vou resistir e acabarei por me entregar àquele estranho. Afinal, era o que eu estava a fantasiar poucos minutos antes. Completamente louca de tesão, aumento a velocidade com que o masturbo, deixando-o também louco de tesão. Começo a desejar sentir aquele canhão duro como o aço dentro de mim, mas não me quero fazer oferecida por isso, limito-me a esperar que ele avance, me domine e me coma.

Mas de repente ele vem-se, terminando ali qualquer hipótese de me satisfazer. Ele agradece-me e retira-se deixando-me ali plantada. Naquele momento, como que acordando para a realidade, afasto-me do local e decido dar um passeio para me acalmar. Ainda não tinha dados meia dúzia de passos e sou abordada por um senhor de meia idade que se aproxima de mim de pénis em riste. Era um dos que se estava a masturbar enquanto admirava o casal que fazia sexo.

Ele pergunta se quero fazer sexo com ele. Fico chocada com a pergunta tão directa e recuso, apesar de naquele momento desejar muito fazê-lo, e continuo a caminhar. Ele acompanha-me e diz-me que esteve a observar-me e que sabia que eu desejava ser possuída por um homem, mas que o outro só tinha pensado nele. Depois encheu-me de elogios e piropos. Eu ia agradecendo e recusando, até que ele num arrebato, vira-me para ele e metendo a mão entre as minhas pernas, esfrega os dedos na minha rata ainda húmida e pergunta-me se ele está enganado.

Ao sentir o seu toque brusco dou um salto e um pequeno grito de surpresa. Peço para ele me soltar e tento afastá-lo, mas ele não só não me larga como continua a acariciar-me e a dizer que me quer fazer isto e aquilo. Tira a mão, mas agarra-me por um braço, convidando-me a acompanhá-lo até uma zona mais reservada. Estende a toalha no chão e pede-me para me deitar. Recuso. Então agarra-se a mim, encostando o seu corpo ao meu e começa a beijar-me os seios enquanto me apalpa e acaricia o corpo.

Tento soltar-me mas não consigo. Pondero gritar por ajuda. Aviso-o que o vou fazer, mas ele confronta-me dizendo-me que fui eu quem o provocou. De facto vi-me envolvida numa situação com outro homem e isso despoletou o atrevimento deste, portanto, de certa forma sou a culpada e teria muito que explicar ao meu marido. Por outro lado, sinto o meu sangue a ferver-me nas veias, e este homem não é nada de deitar fora, e então a sua verga... tirando as dos negros, era seguramente a maior e mais volumosa que alguma vez tinha visto.

Peço-lhe para parar e não abusar de mim. Ele que entretanto tinha enfiado a verga entre as minhas coxas e esfregava-a ao longo da minha rata, continuando com aquele delicioso vai e vem, olha-me nos olhos e pergunta-me se realmente quero que ele pare. Sem parar de me provocar com a sua verga entre as minhas pernas, diz-me que se eu quiser que ele pare é só dizer.

Agarra-me as nádegas com ambas as mãos, apertando-as e puxando contra ele e diz-me que ainda não ouviu nada. Começa a beijar-me o pescoço e repete que continua a não ouvir nada. Tenho o corpo a tremer, sinto um nó a apertar-me a garganta, tenho a rata em chamas, quero reagir mas não sei como, nem sei se consigo.

Inclinando-se sobre o meu peito, mantém uma mão nas minhas nádegas e com a outra começa a apalpar-me um seio enquanto passa a língua pelo mamilo erecto do outro, para seguidamente enfiá-lo na boca, chupando-o delicadamente e lambendo-o sem o tirar da boca. Por fim, chupa-o e lambe-o ao mesmo tempo, só o soltando para me dizer que continuava a não ouvir nada. A sua verga continua a deslizar para a frente e para trás. Começo a desejar senti-la dentro de mim.

Coloca a mão sobre o meu ombro e faz pressão fazendo-me sentar na toalha, depois empurra-me lentamente para trás, fazendo deitar. Ele continua a chupar-me os dois seios enquanto me acaricia a rata com a outra mão. Eu entretanto deslizo a minha até encontrar o seu pénis duro e começo a punhetá-lo com força, fazendo-o suspirar. Viro-me para ele e tento encaminhar a minha rata na sua direcção, mas ele não tem pressa em possuir-me.

Ergue-se um pouco, ficando sentado, e enquanto admira o meu corpo, continua a acariciar-me a rata com uma mão enquanto me vai acariciando o corpo com a outra, elogiando-me. Depois inclina-se sobre e mim, com os dedos de uma mão abre-me os lábios vaginais e começa a fazer-me um linguado enquanto enfia os dedos da outra mão na minha rata.

Eu fecho os olhos, agarro-me com força à toalha e desfruto todo aquele prazer. Ele continua incansável durante um longo tempo até me fazer gozar um intenso e prolongado orgasmo. Só depois de terminado é que se deita ao meu lado perguntando-me se o quero ajudar a vir-se também.

Sem responder, ergo-me um pouco e começo a masturbar-lhe o pénis meio murcho. Apesar dos meus esforços, ele parece não querer ficar duro. Sentindo-se pouco à vontade, ele diz-me para deixar estar, que não estava a conseguir. Não era essa a minha intenção inicial, mas inclinei-me sobre ele e dei-lhe um beijo no pénis, depois dei-lhe uma lambidela e introduzindo-o ligeiramente na boca, chupei-o, como que a tomar-lhe o gosto. Ele limitou-se a ficar a olhar para mim.

Fecho os olhos e enfio-o todo na boca, chupando-o com força enquanto o retiro da boca. Repito-o várias vezes, fazendo-o lentamente enquanto o vou masturbando com a mão. Aos poucos começo a sentir o vigor a chegar, então aumento o vai e vem simultâneo, com a mão e a boca que o faz ficar um pouco mais duro. Entre gemidos de prazer, agradece-me. Deixando de o chupar, durante algum tempo, continuo a bater-lhe uma punheta, que vai surtindo o efeito desejado, enquanto ele estende a mão para me acariciar os seios.

Volto a inclinar-me para lhe chupar novamente a verga e desta vez não paro de a chupar e masturbar mesmo depois de a sentir novamente dura. Começo a imaginar a sensação de ter aquele canhão todo dentro de mim. Só de pensar nessa hipótese faz-me ficar outra vez excitada. Tentava imaginar como seria sentir todo aquele volume rugoso a percorrer todo o canal da minha rata até chegar ao fundo. O que sentiria ao forçar a minha rata a acomodar aquele membro grosso.

Estes pensamentos deixavam-me louca de tesão, mas um sentimento de culpa impedia-me de o fazer, porque sentia que estava a trair o meu marido por ele não estar presente ou a par do que eu estava a fazer, apesar de termos vindo com a ideia de experimentarmos coisas novas. Realmente não falamos de o fazer separadamente. Mas enquanto estava perdida com estes pensamentos, ele puxa-me para ele e beija-me, enquanto manobra o meu corpo, fazendo-me ficar deitada sobre ele.

Abre as minhas pernas com os seus joelhos e coloca-me em posição de amazona sobre ele, começando a fazer movimentos até conseguir encaixar a sua verga na minha vagina. Assim que a sente á entrada, empurra-a apenas um pouco. A minha primeira reacção foi retirá-la deslizando para cima. Ele agarra-me pela cintura, acariciando-a, depois desce até às minhas nádegas, apalpando-as e voltando à minha cintura, agarra-a e puxa-a para baixo, voltando a investir.

Consegue encontrar o caminho à primeira, e com um único movimento, faz a sua verga deslizar até a enfiar toda. Ao sentir-me invadida por aquela verga, abri bastante a boca para soltar um profundo gemido. Ele deixa-a ficar toda enfiada em mim, como que a gozar o momento, então sou eu que começo a cavalgá-lo lentamente, desfrutando aquele vai e vem delicioso.

Aos poucos vou aumentando a cadência dos meus movimentos enquanto ele delira com o baloiçar dos meus peitos junto à sua cara. Nesse momento aproxima-se de nós um homem que ajoelhando-se ao nosso lado, observa-nos enquanto se masturba. Pergunta ao desconhecido que estou a montar se me pode tocar ao que ele responde afirmativamente. Eu não me pronuncio. Ele estende a mão que tem livre e começa a acariciar-me as nádegas, depois estende-as às coxas, a cintura, costas e seios.

Eu olho para ele, estendo a mão e agarro-lhe o pénis, começando a masturbá-lo eu. Entretanto sinto outra mão a acariciar-me o corpo, não vejo quem é, mas sei que está ali outro homem. Continuamos os quatro até que uns longos minutos depois o indivíduo que estou a montar avisa-me que se vai vir. Deslizo para baixo, tirando a verga de dentro de mim e começo a masturbá-la enquanto a vou chupando.

Nesse momento, alguém ergue-me o rabo fazendo-me ficar de quatro e sinto outra verga dentro de mim. Não é tão grande e grossa como a que lá esteve antes, mas esta movia-se com uma grande intensidade e profundidade. Assim que senti o leite a subir, tirei a verga da boca e fiz com que se viesse junto das minhas mamas.

Por fim ergo-me, ficando de joelhos. Nesse momento dá-se uma situação curiosa. O que estava a comer-me, mantendo a verga dentro de mim, pergunta ao que se acabou de vir, se pode continuar ele, ao que este responde que sim, enquanto se levanta. O que está atrás de mim, faz-me inclinar para a frente, colocando-me novamente de quatro, e agarrando-me pela cintura, recomeça a penetrar-me, dando-me com força, como se quisesse rebentar comigo.

O outro ajoelha-se à minha frente, oferecendo-me a sua verga para ser mamada. Não me faço rogada e abrindo a boca, "engolo-a", começando a chupá-la. Algum tempo depois, um deles pede para trocar. O que estava a ser mamado passa para trás de mim e faz-me deitar de lado, ergue-me uma perna e enterra a sua verga na minha rata, começando de imediato a martelar-me. O outro, deita-se praticamente junto a mim e faz-me chupar a sua verga.

Ficamos naquela posição algum tempo até que a dureza do chão começou a fazer-me moça. Viro-me de barriga para baixo, abrindo um pouco as pernas e arrebitando o rabo para facilitar a reentrada do pénis que momentos antes tão bem trabalhava dentro de mim. O outro, senta-se à minha frente de pernas abertas enquanto eu continuo a chupar-lhe a verga.

Não demoro muito a sentir um novo orgasmo. Para o poder gozar, deixo de chupar a verga mas continuo a masturbá-la enquanto vou gemendo de prazer. A minha reacção deve-os ter excitado de tal maneira que o que me estava a penetrar não aguentou muito mais e retirando-a para fora, vem-se sobre as minhas nádegas. Poucos segundos depois foi a vez do outro que praticamente veio-se na minha cara.

Depois de nos limparmos, despedimo-nos simpaticamente e foi cada um á sua vida. Eu sentia-me radiante com aquela experiência. Só por aquela hora e meia, todo o fim de semana valeu a pena. Não tinha qualquer dúvida que aquilo que tive e o que ainda ia ter, ia ficar para sempre guardado nas minhas melhores e mais felizes memórias...

 
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