Aquela boquinha...
Publicado em 2018-08-14 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Ao dirigir-me para o meu quarto, ouvi um barulho muito característico vindo do quarto dos meus pais adoptivos. Eles estavam sem qualquer dúvida a fazer sexo. Aproximei-me sorrateiramente e espreitei pela porta entre-aberta, apanhando-os em pleno acto. Nem pensei duas vezes, peguei no meu smartphone e comecei a gravar a minha mãe a fazer um broche ao meu pai, até o fazer gozar...

O meu pai estava de pé com as mãos à cintura. A minha mãe estava ajoelhada no chão, mas com as pernas bem afastadas, com uma mão uma mão enfiada entre as suas pernas enquanto a outra agarrava o membro do meu pai.
Ela era quem fazia tudo e fazia-o com grande vontade e voracidade. Enquanto se masturbava, acariciando o seu grelo, batia uma punheta e chupava a verga do meu pai, que apenas se limitava ficar ali de pé a gemer de prazer.
Tive uma erecção instantânea. E que erecção!

Nunca na minha vida tinha sentido uma erecção como esta. O meu pau estava tão firme e duro que parecia que ia estourar por não ter mais por onde crescer.

Já fiz sexo... uma vez apenas. A rapariga também chupou o meu pau, mas aquilo não foi nada comparado com o broche que a minha mãe estava a fazer ao meu pai.

Não consegui resistir, enquanto segurava no telemóvel com uma mão, com a outra baixei com alguma dificuldade o meu calção, tal era era e tamanho e firmeza do meu pau, libertando-o, enquanto ia pulsando, começando de imediato a masturbar-me.

Enquanto batia a punheta ia admirando o espectáculo, e em especial, a performance da minha mãe enquanto chupava a verga do meu pai.

- Oooooohhhh... querida... estou quase a vir-me...

Ela pára de o chupar, tira a verga da boca, e enquanto a masturba violentamente, grunhindo com um sorriso provocador, diz:

- Sim... vem-te... dá-me o teu leitinho...

Ela continua a masturbá-lo com violência, enquanto o meu pai faz uma careta.

- Ooooooohhhhhh... Ooooohhhhh...

A minha mãe abre a boca e aproxima-ma da verga do meu pai que está com a ponta cada vez mais vermelha.

- Vem-te na minha boca... dá-me o teu leitinho... anda... dá-mo...

- Aaaaaaaahhhhhh... Aaaaaaahhhh... Aaaaaaahhhhh...

Ele começa a gozar, fazendo jorrar três golfadas de sémen para dentro da boca da minha mãe.

Assim que termina, a minha mãe volta a enfiar a verga dele na boca, voltando a chupá-la.

Não aguentei mais e também eu acabei por gozar ali mesmo, jorrando o meu leite para a porta e para o chão.  Só quando terminei de gozar é que percebi o erro que cometi. Os primeiros jactos do meu sémen escorria pela porta e pelo chão.

Como eles já estavam a terminar não pude limpar, tendo que me retirar apressadamente para o meu quarto.
Minutos antes eu tinha-me despedido deles porque ia para a praia com os meus colegas. Saí de casa e ainda conduzi um par de quilómetros até que me apercebi que me tinha esquecido da carteira. Dei meia volta, estacionei na rua e entrei em casa, deixando mesmo a porta da entrada entre-aberta.

Como estacionei na rua e entrei sem bater a porta, não fiz qualquer barulho que alertasse os meus pais que já estavam bem entretidos. E o facto de os ouvir ao longe, fez com que eu próprio ao chegar ao corredor dos quartos, procurasse não fazer ruído, aproximando-me da porta do quarto deles com todo o cuidado.

Agora estava com um problema, esgueirei-me para o meu quarto para me esconder nele. Foi uma reacção instintiva, mas depois de lá estar, escondido atrás da porta, lembrei-me que tinha deixado a porta da entrada apenas encostada.

Então, alguns minutos depois, ouço a minha mãe:

- Enquanto tomas o teu duche vou lá baixo beber um copo de... o que é isto aqui na porta?...

O meu coração deu um enorme salto dentro do meu peito. Fiquei literalmente em pânico. Ela estava a sair do quarto e viu a minha esporra a escorrer.

- Não... não é nada querido... toma o teu duche...

"Estranho", pensei, "Será que ela não percebeu o que é aquilo?". Começo a pensar que tive uma grande sorte e que escapei de boa.

Ouço-a descer e alguns minutos a subir, cruzando-se com o meu pai no corredor:

- O Miguel já vai ouvir das boas...

Fiquei novamente em pânico...

- O que foi que o rapaz fez desta vez?

- Saiu e deixou a porta da entrada encostada...

- E o que faz as pressas... olha vou num salto ao supermercado buscar uns aperitivos para logo... queres vir comigo?

- Não... vai lá... eu vou aproveitar para tratar das coisas aqui...

Nesse domingo íamos ter a visita dos meus tios que estão emigrados na França.

Descem os dois enquanto fico "preso" no meu quarto, pensando como ia fazer para sair dali sem ninguém se aperceber. Mas os meus pensamentos rapidamente deslizam para o broche que a minha mãe fez ao meu pai. Só de pensar, só de visualizar mentalmente a primeira imagem daquela deliciosa boquinha a engolir o pau do meu pai, faz com que eu fique super excitado.

Começo a ver a gravação que fiz e de forma inconsciente, começo também a acariciar o meu membro, novamente erecto e duro, como uma barra de ferro. Rapidamente deslizo a mão para o interior do meu calção e começo a masturbar-me.

Mas como o meu calção atrapalhava um pouco os movimentos da minha mão, desço-o um pouco, acabando este por cair aos meus pés. Encosto-me à parede e seguro o meu smartphone quase à altura dos meus olhos e vou-me masturbando enquanto vejo a filmagem.

- Isso mamã... chupa... sim... chupa... hummm, que delícia... chupa mamã... chupa... chupa... hummmm... deixa-me meter na tua boquinha... deixa-me meter... deixa-me meter tudo... hummmm... que boquinha tão deliciosa... chupa-me mamã... anda chupa-me... sim... sim... huuuummmm... queres o meu leitinho mamã, queres?... aaaaahhhhh... eu vou dar-te o meu leitinho todo... vou-te fazer mamar tudo até à última gota... sim...

Nisso a minha mãe entra no quarto. Eu estava tão embrenhado em tudo aquilo que começara a verbalizar a minha excitação, sem me aperceber que ela já tinha subido e estava a ouvir-me.

- Então queres que te chupe?

Apanhei um susto de morte.

Ela aproxima-se de mim, olha para o meu pau, depois para mim e volta a perguntar-me:

- Queres que eu te chupe a verga?

- ...

Não consigo responder. Ele estende os dois braços e apoia as mãos na parede junto à minha cabeça, como que prendendo-me entre os seus braços.

- Fiz-te uma pergunta Miguel.... queres que te chupe a verga?...

- Eu... eu... n-n-não...

- Gravaste-me a fazer uma mamada ao teu pai... bateste uma punheta e vieste-te enquanto observavas... e agora apanho-te a bater outra punheta e a desejar que eu estivesse aqui para fazer-te uma mamada... pois bem, eu estou aqui... não que perguntas se quero o teu leitinho?

- N-n-ão... d-d-desculp...

Ela encosta quase a cabeça à minha, olhando-me directamente nos olhos, com uma expressão carregada e volta a perguntar:

- Então, queres que te mame até á última gota ou não?

- ...

Afasta-se um pouco e volta a olhar para baixo, para a minha verga, que apesar daquele momento muito constrangedor, continua bem firme e hirta. O facto da minha mãe estar de robe, também ajuda. Então para minha grande surpresa, ela baixa uns dos braços e agarra-me o pénis, apertando-o um pouco para sentir a sua dureza.

- Bem, temos que admitir que tens aí um belo mastro!... Gostavas que te fizesse uma mamada?

Ela faz aquela pergunta usando um tom de voz mais suave. Fico sem saber se ela está a falar a sério, se está a brincar ou se está simplesmente a fazer uma pergunta irónica. A minha única reacção é engolir em seco. Ela percebe a minha confusão, esboça um pequeno sorriso e começa a fazer um lento vai e vem com a mão. Ao sentir aquela primeira carícia, estremeço da cabeça aos pés, deixando mesmo cair o meu smartphone.

- E então, gostavas ou não gostavas que eu te fizesse uma mamada?

Volto a engolir em seco. Ela esboça um gesto com o olhar como que a pedir uma resposta. Eu fecho os olhos, por um lado, porque estou a sentir um prazer incrível com as carícias dela e por outro, porque estou tentado a responder que sim, mas tenho muito medo da reacção dela...

E foi por temer a reacção dela que, em vez de responder, acenei ligeiramente com a cabeça. Foi um gesto afirmativo muito pequeno, quase mal perceptível. Nem queria acreditar na minha coragem. Depois de o fazer, fiquei paralisado à espera da reacção dela.

Esta veio da forma que eu estava e ao mesmo tempo não estava à espera. Ela não disse uma única palavra. Só sei que parou de me masturbar, continuando a agarrar-me o membro pela base e depois senti o toque maravilhoso da sua língua na minha glande, arrancando-me um gemido de prazer.

Lambeu-me a ponta apenas duas vezes. Seguidamente, com a língua fez uma espécie de loopings à volta da minha glande até a envolver com os seus lábios, fazendo um lento vai e vem sobre ela.

Pela primeira vez olho para baixo, vendo-a com o seu olhar fixo nas minhas expressões faciais de prazer.

Com os nossos olhos fixos uns nos outros, ela chupa-me a glande mais uns instantes até que de repente desliza num movimento rápido os seus lábios, engolindo quase a totalidade do meu pau, para logo depois ir retrocedendo devagarinho, mantendo o olhar fixo no meu.

Ela repete este movimento mais algumas vezes, arrancando-me gemidos de prazer. Estou tão excitado que começo a pensar que se ela continua a fazer aquilo daquela forma, não vou aguentar muito tempo até ejacular.

Felizmente ele pára de chupar e começa a masturbar-me, fazendo um movimento de rosca com a mão.

- Então... era isto que tu querias?...

Quero responder mas sinto um nó apertado na minha garganta, pelo que limito-me a acenar com a cabeça.

- Tenho que admitir que tens aqui um belo mastro!...

Eu limito-me a gemer de prazer enquanto ela continua a admirar o meu membro, intercalando movimentos rápidos com movimentos lentos, cuspindo sobre ele de vez em quando para o lubrificar.

Finalmente volta a abocanhá-lo para o chupar com movimentos rápidos durante uns segundos, parando abruptamente para me masturbar manualmente durante outros tantos, repetindo este processo várias vezes, até que, parecendo adivinhar que o meu gozo estava próximo, pára de me chupar e masturbar e começa a dar-me um banho de língua por toda a extensão do meu pau, enquanto ia brincando com as minhas bolas.

Julgo que por não estar habituado, os toques causaram-me algum desconforto, assim como quando elas as enfiou na boca para as chupar. Era excitante, mas ao mesmo tempo muito estranho. No entanto, aquelas carícias tiveram o condão de me refrear o ímpeto, retardando o meu clímax.

Talvez percebendo o meu incómodo e pouco à vontade com aquelas carícias nas minhas bolas, ela volta novamente a sua atenção para o meu membro, começando novamente a chupá-lo com uma verocidade que me surpreendeu. Foi tal a intensidade do seu broche que noutras circunstâncias eu não aguentava nem dois minutos, mas naquele momento, estranhamente, sentia-me completamente à vontade, sem a pressão de sentir o meu clímax a aproximar-se, podendo assim desfrutar o prazer em pleno.

Ela fazia tudo e mais alguma coisa, uma vezes chupava fazendo uns movimentos rápidos para a frente e para trás com a cabeça, outras fazia-os lentamente ou então chupava-me apenas a glande e masturbava-me fazendo movimentos umas vezes rápidos, outras, diminuindo a velocidade e a intensidade com que me apertava o membro.
Também percebo que ela vai-se acariciando a ela própria com a outra sua mão enfiada entre as suas pernas.

De vez em quanto parava de chupar para poder respirar de forma ofegante, mas sem parar de me masturbar com a mão. Mas consoante o tempo ia passando, comecei a perceber que ela intensificava cada vez mais na forma e na velocidade com que me fazia aquele broche.

Com toda aquela velocidade, comecei finalmente a sentir que ia gozar em breve.

Perdendo todo e qualquer receio, finalmente assumo as rédeas daquele broche. Primeiro limitei-me a colocar as minhas mãos sobre a cabeça dela, acompanhando os seus movimentos, fui ganhando confiança até que segurei-lhe a cabeça, "prendendo-a" entre as minhas mãos e iniciei eu próprio um vai e vem.

Ela solta pela primeira vez o meu membro e limita-se a engolir o meu membro ao sabor das minhas investidas. Enfio-lhe o membro naquela doquinha durante uns bons minutos até que sinto que vou gozar.

Apesar de desejar ardentemente sentir o prazer de me vir dentro da boca dela e até dela eventualmente engolir todo o meu sémen, inconscientemente sinto a necessidade de a avisa, retirando ao mesmo tempo o meu membro da sua boca:

- Estou-me a vir... estou-me a vir...

Ela agarra-o rapidamente, abre a boca, põe a lingua ligeiramente de fora e segurando-o pela base, aguarda pelo meu prémio. E não tem que esperar muito. Nem dois segundos volvidos, o meu leite começa a jorrar em sucessivas golfadas bem para o interior da sua boca.

E para aumentar o meu prazer, logo após o primeiro "disparo", ela recomeça a masturbar-me, fazendo com que o meu orgasmo fosse ainda mais intenso. E mesmo antes de eu terminar de gozar, ela volta a enfiar o meu membro na sua boca, fechando os lábios em torno dele, recomeçando também a chupar, prolongando-o até depois de eu ter terminado.

Finalmente levanta-se, limpando os cantos da boca com o dedo indicador, introduzindo-o seguidamente na boca, como se estivesse a provar um bolo cremoso e pergunta-me:

- Então... foi bom?

Uma vez mais não consigo articular nenhuma palavra e uma vez mais, limito-me a acenar afirmativamente. Ainda tomado pelo prazer e com a minha respiração ofegante, percebo que ela engoliu todo o meu sémen.

- Eu também gostei... e se fores um bom menino, pode ser que voltes a ter sorte...

Não sei se fui um bom menino, mas tive muitos dias de "sorte"!... Até porque descobri que a minha mãe adoptiva tinha um fetiche por leite...

 
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