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Entreguei-me ao meu filhoPublicado em 2018-07-30 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Divorciei-me do meu marido depois de ter cometido um descuido e de ser apanhada a traí-lo. Fui obrigada a deixar a casa e perdi a tutela dos nossos 4 belos filhos, ainda menores, porque ele provou em tribunal que eu não seria uma boa mãe nem tinha como os manter. Fui viver com o meu amante e pouco depois emigrei para fora, só voltando alguns anos depois, quando soube do repentino falecimento do meu ex-marido.Em minha defesa, tenho que confessar que me iniciei sexualmente ainda muito nova, com apenas 12 anos de idade. Foi um primo, um pouco mais velho do que eu que me tirou a virgindade. Aconteceu durante os quentes meses das férias de verão quando fui passar um mês a casa dele. Primeiro começamos apenas com umas brincadeiras diárias mais os menos inocentes, mas aos poucos estas foram tornando-se mais intimas até que aconteceu. Era a nossa primeira vez e não correu lá muito bem. Apesar das atrapalhações e do nervosismo, tenho que confessar que até foi uma boa experiência, ficando no ar o desejo de experimentar outra vez, e outra. E no dia seguinte, só o fizemos uma única vez porque o meu primo já não podia roubar mais camisinhas da gaveta do pai sem que aquele descobrisse. O que eu não sabia é que depois de termos feito sexo, o meu primo fizesse questão de se vangloriar do seu feito aos nossos outros primos, pelo que passei a ser muito desejada e cobiçada lá na família. Como adorei aquelas primeiras experiências, tive desde logo curiosidade em saber como era fazer sexo com rapazes diferentes, por isso, acedi a fazer sexo com os meus três outros primos, desde que, trouxessem a respectiva camisinha. Apesar de tudo, eu tinha cabecinha e consciência que podia engravidar e se tal acontecesse, os meus pais matavam-me. Já no liceu, continuava a desejar fazer sexo, mas agora só o fazia com os meus namorados, isto é, primeiro assumia um namoro e só depois é que lhes abria as pernas. Como eu era uma rapariga muito espevitada, tive sempre muitos namorados na minha adolescência, só que estes não duravam, iam de duas semanas a pouco mais de dois meses. Mas com o avançar da idade, os namoros tornaram-se mais longos, se bem que dificilmente ultrapassavam um ano de duração. Aos 21 apaixonei-me verdadeiramente, casei e tive a minha primeira filha. Dois anos depois, tive a minha segunda filha, tinha então pouco mais de 22 anos de idade. Como não há duas sem três, aos 24 voltei a ficar grávida. E dois anos depois, tive uma inesperada gravidez... e fui mãe de um rapaz! Até aqui tudo normal, se não se desse o caso do meu marido, na altura da minha última gravidez estar fora do país em trabalho. Portanto, o filho não podia ser dele. Fez o teste de paternidade e ficou provada a minha infidelidade. Apesar dele ter também muitas culpas, por ser um pai e marido muito ausente, ele não aceitou o meu pedido de perdão, mas fez um acordo comigo. Durante um ano eu podia ficar em casa, mas depois tinha que a abandonar e deixar os nossos filhos com ele. Como ele era rico e eu humilde, acedi, pensando no futuro dos meus filhos. Vivi nos seis anos seguintes por perto, em casa do meu amante. O meu ex permitia-me fazer visitas semanais aos meus filhos. Entretanto surgiu a oportunidade de emigrar e ganhar um bom dinheiro. Fui para a Suíça e por lá fiquei durante uns longos 7 anos, sem ver os meus filhos, senão em fotos. Entretanto, logo no segundo ano, separei-me do homem que tinha sido meu amante e desde então tive vários “namoros”, mas já não tinha um relacionamento afectivo à perto de um ano. Escusado será dizer que, sem parceiro, também não tinha sexo, pelo que já andava desesperada... Foi então que recebi a notícia do falecimento do meu ex e regressei a Portugal. Eu era a familiar mais directa por isso ia ficar com a custódia dos meus filhos. Na altura a minha filha mais velha já tinha 18 anos, mas os outros três eram menores de idade. Como tinha poupado muito dinheiro decidi investir num negócio próprio. Os meus filhos também tinham herdado muito dinheiro do pai, sendo eu a administradora das respectivas partes até que eles atingissem a maioria de idade. Também ficamos a viver na casa do falecido pai. Até aqui tudo normal, mas como andava com uma fome de sexo maluca, comecei a vestir-me de uma forma mais provocadora para ver se arranjava ali na terra um novo parceiro. Apesar de todo o meu desespero eu não me ia deitar debaixo do primeiro homem que aparecesse, mas em desespero de causa, quem sabe... Nisto, aconteceu algo estranho. Num domingo, em que nós estávamos sozinhos porque a minha filha mais velha tinha saído com o namorado e as outras duas foram almoçar a casa de uma amiga que fazia anos, durante o almoço, o André e eu sentamos-nos frente a frente, mas ao fazê-lo, inclinei-me ligeiramente para a frente e ao olhar para a frente vi o meu filho a olhar para o meu generoso decote. Eu envergava uma blusa fresca e bastante decotada, o que mostrava uma boa parte dos meus volumosos seios. Importa não esquecer que fui mãe de quatro filhos. Acresce que alguns anos após o nascimento do André, fiz uma operação estética onde aproveitei para os subir, já que estavam muito descaídos. Como resultado, tinha umas autenticas prateleiras. Inicialmente vi aquilo com naturalidade. É meu filho, mas também é "homem", pelo que é natural que olhe para os atributos de uma mulher, mesmo que ela seja a sua mãe. Depois, ele não tem culpa de eu andar tão descapotável, se bem que a minha intenção não era provocá-lo ou excitá-lo a ele. Mas nos minutos seguintes, apanhei-o várias vezes perdido a olhar para o meu decote. Ao invés de me sentir incomodada, sentia-me antes lisonjeada. Sentindo-me divertida com o seu pouco à vontade, provoquei-o dizendo-lhe o quanto era bonito e que ia conquistar muitos corações naquela semana. Vendo que continuava a olhar dissimuladamente para o meu decote, desinibida pelo vinho que já tinha ingerido, disparei: - Gostas dos meus seios? Sentindo-se apanhado, ficou com uma expressão comprometida, sem saber o que responder. Sorri e voltei a perguntar: - Achas que a tua mãe tem uns seios bonitos? Talvez com receio, não responde, limitando-se a dizer que sim com a cabeça, com um movimento afirmativo único e sem olhar para eles novamente. Então tranquilizo-o: - Não tenhas medo de responder... nem de olhar... o que é bonito é para se ver, não achas? - Sim... Inclino-me um pouco sobre a mesa e na direcção dele e em voz baixa, olhando na brincadeira para ambos os lados para ver se ninguém nos ouvia, voltei a perguntar: - E então... a tua mãe tem umas mamas boas? - Sim... Durante a sobremesa, notei que ele procurava evitar olhar para o meu decote mas não toquei no tema para não o deixar mais constrangido. A meio da tarde fomos os dois para a piscina, onde brincamos os dois, até que originou-se uma “luta” pela conquista de um insuflável. Vendo que ele ia vencer, fiz batota, puxei-lhe o calção para baixo, tirando-o mesmo. Ele instintivamente tapa-se. - Oh... o que é isso?... Tens vergonha à frente da tua mãe?... - Desculpa... Puxo-lhe de repente as mãos, deixando-o novamente nu. Uma vez mais, instintivamente tapa o seu pénis com as mãos... - Então, o que é isso? Achas que nunca te vi nu?... - Não é isso... mas... Saí da piscina e fiquei de pé na beira. - Mas?... O menino tem vergonha é?... - Não... não tenho... - Se queres o calção, tens que o vir buscar... vá lá, prova-me que não tens vergonha de que eu te veja nu... Ele finalmente sai e posso admirá-lo em todo o seu resplendor. - Tens aí uma bela salsicha!... As raparigas nem imaginam a sorte que vão ter... Não evitei sentir-me um pouco excitada com aquela visão. Foi inconsciente e achava eu que natural e inocente pelo que não lhe dei importância. Estendi-me numa toalha e comecei a espalhar o protector solar pelo corpo. Depois pedi a ajuda dele. - André faz-me um favor... passa-me o protector nas costas... Ele acede e começa a passar o creme nas minhas costas. Então peço-lhe para o espalhar com uma massagem para me ajudar a relaxar. Aquele toque deixa-me cada vez mais excitada. Começo a sentir que não vou conseguir passar aquela noite sem fazer sexo. Sem me aperceber começo a suspirar, enquanto vou ficando cada vez mais excitada. - Querido... passa-me o creme também nas minhas nádegas e nas pernas... Ele assim faz. Ao sentir o seu toque no interior das minhas coxas e junto às minhas nádegas, a minha excitação explode. - Sim... sim... continua... continua... assim... isso... espalha bem... Ele acede ao meu pedido, espalhando o creme com longas e suaves carícias. Até que, não sei se de propósito ou se por distracção, roça repetidamente os dedos na minha vulva. Inicialmente limitei-me a desfrutar o prazer do toque, mas a repetição do mesmo fez disparar um alarme na minha cabeça. Viro-me para ele e pergunto: - O que estás a fazer? - Eu?... nada, nada... só o que me pediste... Ergo-me sentando-me e percebo de imediato a sua excitação dentro do calção. - Estás assim por minha causa?... - Desculpa... eu não queria... - Tu gostavas de fazer amor comigo?... - N-n-não... não, eu não... - Não?... Não é isso que parece... nem é o que isso mostra... Ao dizer isto aponto para o seu pénis erecto. Ele engole em seco e não me responde. Visivelmente constrangido levanta-se e corre para o interior da casa. Levanto-me e sigo-o até ao seu quarto, onde ele já está, deitado de lado da cama.. Sento-me ao lado dele e afago-lhe os cabelos. Sem proferir qualquer palavra, e agarro-lhe o membro, começando a apalpá-lo e sentindo bem o seu vigor, fazendo-o fechar os olhos e suspirar de prazer. Depois passei a mão pelo interior do calção e comecei a acariciar-lhe directamente o membro, fazendo-o gemer mais intensamente. Viro-o para cima e baixo-lhe o calção, perante o seu olhar incrédulo. Aproximo-me do seu membro, enfio-o na minha boca e comecei a chupá-lo. Ele fecha os olhos e gemeu verdadeiramente de prazer, contorcendo-se na cama. Faço-lhe um broche tão intenso que em poucos minutos faço-o vir-se para a minha boca, continuando a mamá-lo. A primeira golfada de leite saiu com tal velocidade que foi direitinha para a minha garganta, obrigando-me a engoli-lo. Consegui controlar as seguintes, parando os movimentos de sobe e desde e mantendo os meus lábios parados em torno da cabecinha, enquanto o ia masturbando com uma mão. Comecei a acumular o leite na minha boca, mas era tal a sua quantidade que depressa fiquei com ela cheia. Naquele momento só pensei que se abrisse a boca ia manchar os lençóis onde depois íamos dormir. Instintivamente parei de o masturbar, para me concentrar e comecei a tragar tudo até ficar com a boca vazia para voltar a chupá-lo, apesar de já não estar a jorrar mais leite. Depois de lhe dar um breve banho de língua, de tão sensível que estava o seu membro, ele afasta a minha boca, então faço-lhe um novo pedido: - Querido... queres beijar-me alí em baixo?... Sorri, deitei-me e abri as pernas. Achei que ele tinha percebido que eu desejava que ele me fizesse um belo minete. Ele percebeu e aninhou-se entre as minhas pernas. E não tive que lhe fazer mais nenhum pedido especial porque ele portou-se à altura. Deixei-o então fazer o que lhe apetecesse. E ele surpreendeu-me com a forma como me lambia e chupava, como me acariciava e enfiava os dedos na minha grutinha completamente encharcada. Ele fez-me um minete tão demorado e assombroso que também eu não demorei muito a gozar um maravilhoso orgasmo, o qual foi sobremaneira intensificado por ele continuar a estimular-me o clitóris enquanto eu me vinha, contorcendo-me na cama enquanto cravava as minhas unhas nos lençóis. Não consegui mesmo evitar soltar um grito de prazer. Mas desta vez fui eu que tive que o forçar a parar porque ele continuava a chupar-me com afinco, virando-me ao contrário para descansar um pouco. Nisso ele deita-se ao meu lado e percebo que ele está novamente de pau feito. Sorrio e com as pernas abertas, convido-o esperando pelo seu engate. - Querido, anda para cima de mim... quero sentir-te dentro de mim... Naquele momento a minha loucura era total, não tinha limites. Por um lado, estava super excitada porque ia finalmente ser possuída, por outro, porque estava a fazer algo tão, mas tão errado e proibido... Ele posiciona-se atrás de mim e sem qualquer dificuldade aponta a sua verga. Sinto-a posicionada à entrada da minha vagina e finalmente a ser empurrada até às bolas, para logo depois começar a fazer um intenso vai e vem, não demorando muito a arrancar-me outro orgasmo. Ao ver-me gozar, aumenta ainda mais a cadência dos seus movimentos até que alguns minutos, também ele acaba por se vir dentro de mim. Terminamos abraçados, acariciando-nos. - Minha nossa... o que é que nos fizemos?... Onde é que eu tinha a cabeça?... Apesar dos meus constantes lamentos, continuamos abraçados e a trocar carícias, até que, recuperado do seu período refractário, ele volta a ter um nova erecção. Assim que me apercebi da mesma, deslizo para cima dele e fazendo uma espécie de dança do ventre, consigo encaixar o seu membro dentro de mim, começando a cavalgá-lo até voltarmos a gozar quase em simultâneo. - Gostaste de fazer amor comigo? - Sim mamã... - Queres repetir?... - S-s-sim... Naquele mesmo dias, depois de as minhas filhas se deitarem e de ter feito um compasso de espera para as deixar adormecer, sorrateiramente introduzi-me no quarto do meu filho, enfiei-me na sua cama para me voltar a entregar e só dela saindo na madrugada do dia seguinte, antes que as irmãs acordassem... |
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