Um dia inesquecível
Publicado em 2018-09-04 na categoria Contos eróticos / Virgens


A casa estava um reboliço. Jorge e Ana tinham naquele dia viagem marcada: iam celebrar o 25º aniversário de casamento. A prenda de casamento, um cruzeiro durante toda uma semana pelo Mediterrâneo, era uma oferta dos seus três filhos adoptivos, Pedro, Sandra e Nuno. O filho mais velho, um moço já com 19 anos de idade, ia levá-los a Lisboa onde tinham que apanhar um voo para Barcelona, para aí embarcarem.

Jorge: Bom... é melhor a gente ir andando...

Ana: Qual é a pressa querido, deixa-me despedir dos meus pequeninos...

Apesar da Sandra já ter completado 16 primaveras e o Nuno 14, eles eram sempre os seus pequeninos.

Sandra: Mamã, vai lá, nós ficamos bem... já não somos nenhumas crianças...

Ana: Nuno, olha pelos teus irmãos... rédea curta com esses dois... nada de saídas à noite...

Pedro: Não se preocupem, eu olho por estes dois...

Nuno: Quem me dera ter já 18 anos...

Após as despedidas, Sandra reclama com o irmão:

- Parece impossível, os pais vão passar uma semana fora e tu ages como se não fosse nada...

- Relaxa maninha... eles ficam bem...

Sandra começa a tratar da loiça do pequeno-almoço e questiona o irmão:

- A tua loiça não se arruma sozinha...

O jovem levanta-se e leva a sua loiça para a máquina, parando perto desta porque a irmã estava á sua frente, de pé e de costas viradas para este. Inconscientemente ele começa a apreciar as formas do corpo da sua irmã. A túnica quase transparente permite-lhe visionar perfeitamente os contornos do corpo da irmã, com o seu reduzido bikini negro.

Inesperadamente ela baixa-se para pousar alguma loiça no tabuleiro inferior da máquina e ao fazê-lo recua um pouco, o suficiente para encaixar o rego das suas nádegas no membro já bem duro do irmão.

Ela ergue-se de repente e vira-se para o irmão com uma expressão dura.

- O QUE É ISSO?.. MAS TU ESTÁS MALUCO?

E dá-lhe uma violenta bofetada.

- DESAPARECE DAQUI... EU NEM TE QUERO VER À MINHA FRENTE... IDIOTA!

Nuno retira-se para o seu quarto, lamentando-se pela sua pouca sorte, enquanto a irmã continua alterada.

- Aquele idiota... não, não... não vou deixar que isto me tire do sério... mas eu tenho que ter uma conversa muito séria com aquele idiota...

Dirige-se para o quarto do irmão e sem se anunciar, abre a porta, apanhando o irmão deitado na cama a masturbar-se.

- Mas... o que vem a ser isto?...

Instintivamente o irmão cobre o membro com ambas as mãos.

- OUVE LÁ, SAI DAQUI!

- Tu andas boieiro?...

- Boieira andas tu...

- Ó meu menino, eu não ando por aí de pau feito a bater punhetas...

- Muito me admirava se tivesses um pau e batesses punhetas... bem, vendo bem, pau não tens, mas podes fazer umas punhetas...

- Nuno, eu não te admito...

Ela retira-se do quarto, batendo violentamente a porta atrás de si. Está irritadissima, completamente fora de si. Tem a pulsação tão acelerada que sente o seu corpo a ferver. Sente falta de ar. Sai para o jardim traseiro, tendo à sua frente a piscina convidativa.

Sem pensar duas vezes, tira a túnica, atirando-a para a relva, aproxima-se e dá um mergulho na água ainda fria. Nada pelo fundo da piscina até à extremidade e regressando à superfície para respirar, retorna dando umas braçadas.

Já mais fresca, sai da piscina e recosta-se numa espreguiçadeira para apanhar sol, tirando a parte de cima do bikini. Cerca de meia hora depois, o irmão desce para beber um copo de água. Nisto toca o telemóvel da irmã que estava pousado em cima do balcão. Era uma amiga da irmã.

Ao aproximar-se da janela da cozinha vê a irmã a apanhar sol em topless, ficando com uma erecção instantânea. Não querendo levar outra bofetada, chama a irmã para a avisar do toque, mas aquela nem reage. Tanto quanto possível tenta camuflar a sua erecção e aproxima-se da irmã, voltando a chamá-la, mas ele parece dormir profundamente.

- Uau... tu és mesmo boa!... Se tu me deixasses eu fodia-te toda! - Murmura ele.

Pega no seu telemóvel e tira algumas fotos à irmã.

- Logo á noite vou bater uma à custa destas fotos...

Mas nisso, olha para a irmã a dormir. Guarda o telemóvel e aproximando-se da irmã, toca-lhe no ombro.

- Sandra...

Depois faz um gesto tentando acordá-la, mas não vê nenhuma reacção.

Percebendo que ela está com um sono pesado, toca-lhe muito ao de leve num seio com as pontas dos dedos. Vendo que a irmã continuava a dormir, pousa toda a mão sobre ele, apalpando-o ligeiramente.

- Oh, uau... que suavidade...

Continua a acariciar o seio da irmã por alguns segundos até que não aguenta mais e com a outra mão tira o seu membro para fora, começando a masturbar-se. Aproveitando que a irmã estava a dormir com a boca entre-aberta, vira-lhe a cabeça na sua direcção, com o seu polegar abre-a um pouco mais e encosta o seu pénis aos lábios da jovem.

Continuando sem lhe ver reacção, empurra-o um pouco, depois outro e outro, introduzindo-o cerca de meia dúzia de centímetros. A sensação de sentir o seu membro dentro da boca quente da própria irmã deixa-o ainda mais excitado. Então muito lentamente começa a fazer um vai e vem, sem desviar o olhar da irmã, receando que ela pudesse acordar.

- Oh maninha... chupa... chupa... oohhhhh que bom... chupa... oooohhhhh... ooohhhhh...

A excitação é tanto que por momentos fecha os olhos. É nesse preciso momento que Sandra acorda, abrindo os olhos. A sua surpresa e confusão são tais que ela não reage nem oferece qualquer resistência. "Mas... o que é isto?", pensa ela. Ao perceber que o irmão ia olhar novamente para baixo, fecha novamente os olhos, fingindo dormir, enquanto tenta pensar no que fazer.

Estranhamente, sente-se excitada, muito excitada mesmo, enquanto o irmão continua com o seu membro enfiado na sua boca. Apesar da sua excitação, decide afastar o membro da sua boca, virando a cabeça e fazendo os gestos característicos de quem está a despertar, mas ao invés de acordar, vira-se apenas de bruços. Apesar da sua excitação, não se sente á vontade com o membro do irmão enfiado na sua boca.

O rapaz apanha o maior susto da sua vida, mas logo suspira de alívio quando julga que a irmã não acordou. Depois de uns minutos, toca na irmã chamando-a:

- Sandra... Sandra...

Como não reage, começa a acariciar-lhe as costas, descendo algum tempo depois até às suas nádegas, apalpando-as demoradamente. Desce seguidamente até à coxas onde, após longas carícias, introduz a mão entre as mesmas, deslizando-a até ao seu interior, acariciando directamente o sexo dela, já completamente encharcado, no entanto, como ela tinha o bikini ainda molhado, os seus fluídos passam despercebidos ao rapaz.

"Credo... o que é isto?... huummmm... que bom... huuummmmm... huuuuummmmm...". Sem mostrar qualquer reacção, Sandra sente um enorme prazer com as carícias do irmão que entretanto, deita-se ao lado dela, encostando o seu corpo ao dela, para finalmente deslizar para cima dela, afastando seguidamente as pernas dela com os seus próprios joelhos.

O rapaz tira o seu membro para fora do calção e começa a esfregá-lo nas nádegas da irmão, fazendo os movimentos de cópula. A sua excitação é tal que ele volta a murmurar, enquanto afaga os cabelos da irmã:

- Ooooohhhhh Sandra... és tão boa... sonhei tanto com isto... huuuuummmmm...

"Com que então tens sonhado com isto... Ooooohhhhh... ooooohhhh... oh sim maninho... isto é tão bom... se tu soubesses... se tu soubesses que também já sonhei com isto...", pensa ela.

É então que o rapaz num arrojo puxa-lhe o bikini para o lado e começa a esfregar a glande pelos lábios vaginais da irmã, procurando pela primeira vez na sua vida o caminho de acesso à grutinha do tesouro dela, o qual também iria ser descoberto pela primeira vez.

Finalmente descobre a entrada e penetra-a. Ainda virgem, Sandra não evita soltar um pequeno grito de dor. Já não dava para simular mais.

- O que é que estás a fazer?

A primeira reacção de Nuno e firmar-se em cima da irmã e não a deixar sair dali. Ele ia comê-la desse para o que desse.

- Fica quieta...

Apesar da reacção de Sandra, esta nada faz para evitar que o irmão continue a penetrá-la, fazendo movimentos de vai e vem.

- Mas... mas tu estás... estás louco?...

Sandra mal consegue falar por causa da sua respiração ofegante.

- Sim maninha... sim... estou... estou loco... louco por ti... oooohhhh...

Instintivamente continua a prendê-la, mas sem necessidade nenhuma porque a irmão não oferece resistência.

- Aaaaiiiii... aaaaiiiiii... mete mais devagar... mete mais devagar... pooorrrr favooorrrr...

Nuno solta a irmã e diminui a intensidade das suas investidas, não porque a irmã o tivesse pedido, mas porque sentia que estava quase a vir-se.

- Ohhhhh... Sandra... Sandra... À tanto tempo que desejava fazer amor contigo... aaaaahhhhhh...

Ela ia responder o mesmo, mas ao perceber que o irmão ia ejacular, avisa-o:

- Não te venhas dentro de mim!

Ele apressa-se a sair de dentro dela, vindo-se sobre as nádegas da irmã, jorrando o seu leite quente em abundância sobre o corpo dela. Mas se ele pensava que aquilo terminava ali, estava muito equivocado, porque tinha aberto uma caixa de pandora.

- Isto foi tão bom Sandra...

- Fala por ti...

- Oh, não me venhas com histórias porque sei que também gostaste...

- Tu parece que sabes tudo...

- Eu não sei tudo... mas sei que te vi a gemer de prazer...

- Gemi mas não gozei...

Nuno fica por momentos a olhar para a irmã. Então, sem dizer nada, abre-lhe as pernas, aninhando-se entre elas e começa a fazer-lhe sexo oral.

- Ooooohhhhhhh... oooooooohhhhhh... oooooooohhhhhhh...

Sandra começa imediatamente a gemer de prazer e conforme este ia aumentando de intensidade, mais ela apertava a cabeça do irmão contra o seu sexo, até que finalmente também ela teve o seu tão desejado orgasmo. Como entretanto Nuno já estava a recuperar o seu vigor, que despontou aquando dos gemidos de prazer da irmã, pára de lhe lamber o clitóris e encaixando-se em cima dela, volta a penetrá-la.

- Oooooohhhh Sandra... Ooooohhhh Sandra... não aquento mais...

A irmã abraça-o, acompanhando-o nos seus gemidos, até voltarem a gozar.

Depois deram uns mergulhos na piscina para se refrescarem e deitaram-se ao sol para descansarem um pouco. Embora nenhum o confessasse, ambos desejavam mais. Com a tarde já a cair, regressaram ao interior da casa para jantarem. Encomendaram pizza.

No fim e enquanto Sandra ainda tratava da mesa, o irmão segura-a por trás, esfregando o seu membro já erecto nas nádegas dela, mostrando o que queria. Sandra vira a cabeça e olha para ele, sorrindo. Empurrando-a gentilmente, entre beijos pelo pescoço e carícias nos fartos seios da irmão, encaminha-a para o quarto dela.

Ao entrarem e continuando com o comboio, despem as poucas roupas que tinham e deitam-se na cama, em forma de conchinha. Estão os dois tão excitados que avançam os preliminares. Ele ergue-lhe a perna e apressa-se a encaminhar o seu membro para o interior da irmã que ao sentir-se novamente invadida, suspira de prazer.

Posicionado por trás dela, Nuno começa a fazer um demorado e bem ritmado vai e vem. Sandra mantem-se semi-erguida para poder apreciar o membro do seu irmão a desaparecer e a surgir, completamente lubrificado do seu interior.

Mas uma vez mais, Nuno não aguenta tanta excitação e tem que parar não não se vir já.

- Desculpa Sandra mas tenho que parar um bocado...

Sandra que estava completamente fora de si, lança-se sobre o membro do irmão, engolindo-o gulosa, enquanto se oferecia para o irmão a chupar a ela.

- Anda Nuno... chupa-me também...

Ele acede ao seu pedido e começa a lamber-lhe os lábios vaginais e a chupar-lhe o clitóris. Mas a boca e língua da irmã são insuportáveis e arrancam-lhe um delicioso orgasmo, para mais, vindo-se para dentro da boca da irmã, a qual, poucos segundos depois também goza.

Após um breve intervalo, voltam novamente aos braços um do outro até ficarem novamente satisfeitos. Aquela loucura prolongou-se até ouvirem o Pedro a chegar de carro.

Nuno corre para o seu quarto e deita-se. Cada um no seu quarto, um e outro revivem mentalmente aquele dia inesquecível!

 
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