O dia que eu conheci a Anitta
Publicado em 2018-09-06 na categoria Contos eróticos / Travestis


Num dia destes estava sozinho em casa e cheio de tesão. Liguei o meu computador e fui ver alguns vídeos pornográficos. Comecei com um de lésbicas, duas gostosas que se comiam cheias de tesão. Até saltei na cadeira, o meu pau ficou a ponto de bala. Esse vídeo era pequeno só tinha 3 minutos. Bati uma punheta mas não gozei. Então resolvi pesquisar outros vídeos para me satisfazer.

Então vi um vídeo que me chamou a atenção, nele tinha uma mulher com um rabo enorme e muito gostoso, ela de costas para a câmara, sentada sobre uma verga e rebolava que nem uma louca enquanto se acariciava cheia de tesão também. Eu estava louco de tesão que voltei a masturbar-me até que, ao mudarem o plano da imagem, percebo que afinal, aquele mulherão era uma travesti.

Apesar do choque, eu estava tão excitado e ela era tão bonita e boa, que continuei a masturbar-me enquanto via o vídeo.

O dia passou mas eu fiquei com aquele vídeo na cabeça, a actriz era super gostosa e acariciava-se de uma forma bem sensual. Nos dias seguintes, voltei a masturbar-me vendo outros vídeos de travestis. Nuns, elas fodiam ou eram fodidas por gajos, noutros, eram gojas e ainda haviam vídeos onde fodiam outras travestis.

A ideia de estar com uma "mulher" com um pau, excitava-me. Comecei a questionar-me de como seria eu ser possuído por uma verga...

Procurei um site de relax e visionei alguns anúncios de travestis, algumas das quais, eram mesmo muito femininas. Elas apresentavam-se com textos muito claros do que ofereciam e algumas ressalvavam que adoravam foder com iniciantes.

Enchi-me de coragem e telefonei para uma das anunciantes. Expliquei-lhe que era a minha primeira vez e que, antes de irmos para o quarto do hotel, gostava de primeiro beber um copo no bar para criar ambiente. Ela percebeu o meu nervosismo e muito simpaticamente acedeu ao meu pedido.

Desloquei-me ao hotel combinado e dirigi-me ao bar. Pedi uma bebida e enquanto era servido ligo para a travesti para anunciar a minha chegada. Ela responde que já lá está. Desligo e ao olhar em volta, vejo-a a vir na minha direcção. Era uma autêntica mulher, morena, com um corpaço envolvido num vestido vermelho curto e coladinho ao delineado corpo, meias rendadas e salto alto.

Ela sentou-se ao meu lado e pediu também uma bebida:

- Oi tudo bem? Me chamo Anitta, com dois ts e você?

Eu respondi:

- Está tudo... chamo-me Mateus...

Apertei a mão dela e começamos a conversar. Servimos-nos de outra bebida e continuamos a nossa já animada conversa, a qual foi fluindo, até que, com naturalidade começamos a namoriscar um com o outro, até que ela colocou uma das suas mãos na minha coxa.

Fiquei automaticamente excitado só com esse seu primeiro contacto. Ela percebeu e fez a pergunta fatal:

– Adorei você, sei que você quer estar comigo, vamos para o quarto?

Quando termina aquela sugestiva, sensual e provocativa pergunta, ela morde o seu lábio inferior de uma forma muito excitante ao mesmo tempo que me pisca um olho e desliza a mão até ao meu membro, apertando-o.

- Ssim... vamos... vamos!...

Paguei a conta, fui tratar do quarto na recepção e subimos. Apesar de, durante a nossa conversa se ter manifestado abertamente a minha curiosidade em estar com uma "mulher" com um pau, de eventualmente lhe fazer sexo oral a ela e até de eu experimentar ser penetrado, não me via contudo a beijá-la ou a que ela ejaculasse na minha boca, uma vez que ela anunciava que adorava beijar e vir-se na boca ou que se viessem na dela.

No elevador, assim que as portas se fecham, fico perdido a olhar para o seu decote.

- Você gosta delas?... Pode tocar!...

Estendo uma mão e apalpo-lhe delicadamente um seio, fazendo-a suspirar. Depois junto a outra e começo a acariciar-lhe ambos os seios.  Ela então encosta o seu corpo ao meu, roçando-se em mim de uma forma muito sensual.

- És tão boa!...

- E sou toda tua!...

Então de repente surpreende-me, beijando-me na boca.

Não cheguei a reagir porque dois segundos depois abre-se a porta e nós afastamos-nos um do outro. Ao olhar incrédulo para ela, ela reage com um pequeno grunhido ao mesmo tempo que faz um gesto com a boca como se me quisesse morder, como que dizendo, vou-te comer todo.

Aquele beijo foi uma sensação estranha. Por um lado, não ignorava que ela era um homem, mas tudo nela era tão feminino e sensual que ao invés de sentir nojo, senti uma tremenda excitação.

Encaminhamos-nos para o quarto por um pequeno corredor deserto, o que contribuiu para que caminhássemos abraçados, olhando para todos os lados e trocando carícias, como se fossemos um casal em lua de mel.

Lá dentro, ela segurou a minha mão e virou-me para ele e deu-me um super beijo molhado e de língua. Fiquei novamente tão surpreso que inicialmente não reagi, mas depressa esqueci o seu sexo de nascimento e deixei-me levar pela minha luxuria, vendo-a como uma mulher.

E que delícia de beijo, durou uns bons minutos e então paramos. Ela levou-me até á cama, sentamos-nos na beira e conversamos mais um pouco. Acho que ela percebeu que eu estava demasiado excitado e queria arrefecer um pouco o ambiente. Aos poucos a nossa conversa começou a incluir carícias, até que ela desempenhou o seu papel, ou não fosse ela uma profissional.

Tentando mostrar que não aguentava mais pulou para cima de mim, obrigando-me a deitar na cama, e seguidamente, inclinando-se sobre mim, segura-me a cabeça colocando uma mão no meu queixo e beijou-me deliciosamente na boca.

Estando também sentada no meu colo, começa de imediato a esfregar o seu sexo no meu. Entretanto não resisto a apalpar-lhe as mamas. Ela percebe o meu interesse e baixa a porte superior do seu vestido, libertando aquelas belas mamas que perfeitamente redondinhas desafiam a gravidade. Eu apresso-me a apalpá-las, sentindo a sua dureza e ao mesmo tempo suavidade. 

- Que belo par de mamas!...

Ela sorri.

- Você pode fazer o que quiser... o que quiser!

Depois, enquanto ela me faz um longo linguado pelo meu pescoço eu eu deslizo as minhas mãos por aquele corpo de sereia e começo a apalpar-lhe ambas as nádegas. Qual não é a minha surpresa quando me deparo com uns glúteos duros. Aquilo parecia só músculo!

Não resisti e levantei-lhe o vestido o bastante para poder sentir a suavidade da sua pele. Ela estava de calcinha fio dental rosa. Que espectáculo!. Enquanto lhe apalpo as nádegas, forço-a a roçar-se com mais força sobre o meu caralho que está tão duro que parece uma barra de aço.

- Puta que pariu! Que tesão!...

- Agora quero comer o seu caralho!...

Ela começa então a despir-me. Primeiro tira-me a camisa, acariciando-me o peito. Depois as calças, até de deixar nu. Agarra-me o pénis e aperta-o com força para sentir a sua dureza, para logo começar a masturbar-me. Eu olho para o meu membro com uma expressão de admiração. A minha excitação é tão forte que não tenho memória de o ver tão grande.

- Sim... chupa... chupa... quero enfiá-lo nessa boquinha deliciosa...

Ela olhou para mim com uma cara de safada e caiu de boca sobre o meu membro, começando de imediato a chupá-lo. Delirei de tesão!

- Aasaaaaaaaaaaaahhhhhh...

Alguns minutos depois debrucei-me sobre ela e apalpei-lhe o rabo de novo e com a excitação que eu estava dei-lhe duas boas chapadas nele.

- Que belo cu!!!

Ela reage com um sorriso e continua a chupar-me.

Que delícia de broche! Ela chupou-me deliciosamente durante alguns minutos até que parou para ir buscar umas pequenas bolsas de plástico transparentes, do tamanho dos pacotes de açucar que usamos nos cafés e que tinham um líquido viscoso no seu interior, tipo gel. Intrigado, questiono-a:

- O que é isso?

- Relaxe... Vou preparar você!...

Vira-me de quatro e começa a passar-me aquele gel no meu ânus, introduzindo-me seguidamente um dedo. Alguns minutos, continuando a lubrificar-me o orifício, já são dois os dedos, rodando-os.

- Agora é a sua vez...

Inicialmente pensei que ela queria que lhe fizesse o mesmo mas ela coloca-se de joelhos sobre a cama, segurando a sua verga. Percebo o que quer. Inclino-me sobre a sua verga, ainda algo flácida e começo a bater-lhe uma punheta, sem qualquer resultado prático. Então ela insiste:

- Quero que me chupe... venha.. chupe...

Ao dizer isto põe as mãos sobre a minha cabeça e empurra-a para baixo, forçando-me a ir ao encontro do seu membro. Olhando fixamente para o mesmo, não esboço qualquer tentativa de resistência. E quando o mesmo fica quase ao alcance da minha boca, instintivamente abro-a, recebendo-o. Fecho os meus lábios sobre ele e começo a chupá-lo, fazendo um longo e vagaroso vai e vem. Não tenho que esperar muito para sentir o seu membro duro como uma barra de aço. Então pede:

- Fica de quatro outra vez...

Enquanto me coloco na posição solicitada, ela coloca a camisinha. Aproxima-se de mim e sinto-a novamente a verter aquele gel no meu ânus. Logo depois, ela encosta-se a mim, esfregando o seu membro pelo rego das minhas nádegas,

Finalmente afasta-se de mim e sinto a glande a ser pressionada à entrada do meu ânus, até que acaba por a introduzir um pouco. Para minha grande surpresa, vence com relativa facilidade a resistência da entrada.

- Relaxe... relaxe... está a ir muito bem!...

Após uns segundos de espera, empurra mais um pouco, parando novamente. A pressão que o seu membro provoca causa-me algum desconforto, mas ao mesmo tempo, um grande prazer. Cerro os dentes, agarrando-me com força à colcha da cama enquanto ela continua a empurrar.

- Aaaaaahhhhh... já entrou quase toda!

Então começa a fazer um lento vai e vem que tem tanto de doloroso como de prazeroso!

Alguns minutos depois, e aos poucos, começa a aumentar paulatinamente a velocidade dos seus movimentos, mas sem o fazer o vai e vem com demasiada força. No entanto, com o passar do tempo, quer-me parecer que vai enfiando com mais facilidade e com maior profundidade, até que a dado ponto, sou surpreendido...

Apesar de eu não estar com o meu pénis completamente erecto, e sem estar a tocar-lhe ou a roçar com ele em alguma coisa, sinto repentinamente o meu climax a aproximar-se até que começo a ejacular!

- Estou-me a vir!... Estou-me a vir!... Aaaaahhhhhh....

- Delícia...

Ela entusiasma-se e faz uma investida mais funda, que me obriga a fugir para a frente. Ela acompanha o meu movimento e acaba por se deitar sobre mim. Agora com todo o peso dela sobre o meu corpo não tenho como fugir, por isso entrego-me por completo ao prazer que sinto com aquele orgasmo, num misto de sentimentos. É o facto de estar a ser possuído, de sentir todo o peso do seu corpo sobre mim, o seu calor, a suavidade da sua pele, as suas constantes carícias.

- Aaaaaahhhhhh.... Aaaaaaahhhhh...

Termino de gozar com ela a continuar a meter durante uns minutos, até que aos poucos começa a diminuir os seus movimentos até parar, deixando a sua verga toda entalada dentro de mim.

- Huuuuummmm... adorei foder você... mas quero mais... também quero gozar...

Mantendo-se deitada sobre mim, vai fazendo umas investidas mais espaçadas enquanto me vai acariciando e beijando o pescoço, até que, saindo de cima de, faz-me virar para cima. Sentada sobre os seus calcanhares, puxa-me na sua direcção e volta a penetrar-me.

Foi outra surpresa para mim porque, inocentemente, sempre pensei que elas só nos fodiam por trás.

Ela recomeça com um lento vai e vem enquanto me masturba com as mãos. O meu membro que de início estava murcho, começa a dar sinais de si e acorda, começando aos poucos a ganhar volume e robustez. Ela aumenta a velocidade dos seus movimentos até que finalmente brota em todo o seu resplendor, exibindo-se firme e hirto.

- Agora é a minha vez de te foder esse cuzinho!...

- Sim!...

Então deita-se sobre mim, na tradicional posição do missionário, beijando-me enquanto continuava a enfiar. Estar a ser comido daquela forma excitou-me tanto que abracei-a enquanto a acariciava, até que, minutos depois, não aguentando mais a minha excitação, voltei a gozar, sendo secundado pouco depois por ela.

Ficamos abraçados naquela mesma posição durante alguns minutos, trocando palavras de satisfação.

Finalmente fomos tomar um duche em conjunto. Depois de me vestir e enquanto ela terminava de se arranjar, coloquei a prenda em dinheiro sobre a mesa de cabeceira. Aproximei-me dela, dei-lhe um beijo e despedi-me:

- Foi um verdadeiro prazer Anitta... vou querer repetir!...

 
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