Os planos - 1ª parte
Publicado em 2018-09-18 na categoria Contos eróticos / Virgens


Cátia e Jorge eram dois jovens que namoravam em segredo há alguns meses, porquanto sendo ela era menor e ele maior de idade, sabiam que Carla, a mãe da jovem, não só não ia aprovar o namoro como iria enviar a filha para um colégio interno. Para contrariar essa possibilidade, decidiram criar um plano que envolvia o irmão de Cátia. Este tinha a missão de convencer a mãe a permitir que ele passasse um fim de semana lá em casa.

O plano do casal de passarinhos era muito simples. Apresentar Jorge á mãe como colega do liceu de Carlos. Este tinha que convencer a mãe para permitir que Jorge viesse passar um fim de semana lá a casa para fazerem um trabalho para a disciplina de história.

Carla era ainda uma jovem, a quem a vida não tinha pregou uma partida agridoce. Sendo oriunda de uma família muito humilde, era a mais nova de nove irmãos. Já na sua adolescência, ela sobressaía pela sua extrema beleza, a qual não passou despercebida a um rapaz, filho de boas famílias.

Apesar de na altura ela só ter 16 anos de idade, os pais permitiram o namoro, atendendo ao facto do rapaz ser filho de um rico empreiteiro lá do burgo. Os pais, muito inocentemente viam naquele namoro a oportunidade da filha ter uma vida sem preocupações financeiras.

Cinco anos depois casaram. O pai do noivo pagou a boda, ofereceu-lhes a viagem de lua-de-mel a Cuba e quando chegaram de núpcias, tinham casa e carro à espera.

Durante oito anos, tudo parecia correr bem, mas pairava uma nuvem negra sobre o casal. Não tinham filhos. E a responsabilidade parecia ter já uma vítima. Carla sabia que tinha alguns problemas no seu sistema reprodutor, por causa dos quais, tinha muita dificuldade em engravidar.

Essa poderá ter sido a razão ou apenas a perfeita desculpa para justificar as infidelidades do marido, quando foi posteriormente apanhado nas suas próprias mentiras sobre o seu envolvimento extra-conjugal.

Só que entretanto o casal tinha-se candidatado á adopção. Já tinham todo o processo tratado, aprovado e inclusive já tinham dois irmãos sinalizados, Cátia e Carlos, gémeos falsos, com 3 anos de idade.

Já com data marcada para a entrega das crianças e já com o processo de divórcio em andamento, Carla temeu perder a adopção, mas esse constrangimento, bem como a sua idade, 30 anos, foram desconsiderados pelas autoridades que viram nela uma futura boa mãe para aquelas duas crianças.

Durante 13 anos, Carla dedicou todo o seu coração à criação e educação dos seus filhos, acabando por praticamente se fechar para novas relações, depois de ter tido alguns namoros, uns mais prolongados do que outros, que terminavam invariavelmente pela mesma causa, apesar desta não ser assumida: Carla tinha bagagem, leia-se, filhos...

Cátia que foi sempre mais arisca que o irmão, já namora. Até aqui tudo normal, não fosse o problema dela ainda só ter 16 anos e o namorado 18! Cátia também conhecia muito bem a história da mãe e sabendo que ela tinha começado a namorar muito nova, com uma rapaz mais velho e como tinha terminado tudo aquilo, não ia desejar o mesmo para a sua filha.

Mas a jovem não se sentia bem em manter em segredo aquele namoro porque sabia que se a sua mãe descobrisse seria muito pior. Ela acreditava que se a mãe conhecesse o Jorge e começasse a privar com ele, podia ver como ele era uma pessoa com muitos e bons atributos. Depois, também confiava no seu excelente poder de argumentação para ajudar a vergar a mãe.

Só faltava uma boa razão para eles apresentarem o namorada à mãe e para isso, iriam contar com a preciosa ajuda do irmão. Este ia apresentá-lo como um colega do liceu e ia convidá-lo a passar um fim de semana lá em casa. Depois, o Jorge passaria a ser visita mais ou menos assidua até que, quando vissem que ele era bem aceite pela mãe, assumiam o namoro. Os dois jovens iriam então utilizar tudo isto como desculpa para o nascimento dos sentimentos entre eles.

Convenceram o irmão com a oferta de um jogo muito desejado pelos jovens para as consolas.

O passo seguinte foi este convencer a mãe. Esta não parecia muito convencida, precisamente por causa da Cátia,

- Não sei... trazer para aqui uma rapaz... aqui com a tua irmã...

Mas o filho tranquilizou-a:

- Mamã, não tens que te preocupar com nada, durante o dia, ele está a fazer o trabalho comigo, à noite, ele dorme no sofá-cama do salão-bar e aí tu tens o sistema de vigilância para controlar tudo...

O filho tinha razão. A casa estava protegida por um alarme que incluía 4 câmaras exteriores e outras tantas interiores, no salão-bar da cave, na entrada, na sala e a última na garagem. Além das câmaras, todas as portas e janelas tinham sensores de movimento. Por outro lado, todas as câmaras tinham visão nocturna, sensores de movimento e estavam ligadas em rede, podendo Carla activar/desactivar ou ver o interior/exterior da casa a partir do seu telemóvel.

Esta acaba por aceitar o pedido do filho que dá a feliz notícias aos dois pombinhos que logo colocam em marcha o seu plano, o qual só tinha sido parcialmente partilhado com Carlos. Na verdade, aqueles pretendiam passar a noite juntos. Mas ao relatarem este pormenor são confrontados com os receios da mãe e de que esta vai usar o sistema de vigilância.

Perante a tristeza de ambos, Carlos dá-lhes uma nova esperança.

- Não se preocupem, depois da mãe se deitar, eu desço e caminho junto à parede até à casa de banho. O Jorge levanta-se e finge que vai à casa de banho. Aí trocamos, eu vou para a cama e ele faz o caminho encostado à parede e já pode ir ter contigo...

- Boa ideia!

- Mas é importante que tu caminhes bem encostado à parede para ficares no ângulo morto da câmara...

Tudo acertado, na sexta-feira á noite, os três jovens chegam a casa. Tal como previamente combinado, Carlos apresenta o "colega" à mãe:

- Olá mamã... este é o Jorge...

- Muito prazer senhora Carla... isto é para si...

Entrega-lhe um pequeno ramo de flores, deixando Carla muito embebecida:

- Olá, muito prazer Jorge!... uau... muito bonitas!... Muito obrigado!...

Perante o gesto do jovem, Carla tudo faz para o deixar à vontade. Este por seu turno, pretendendo agradar a futura sogra, mostra-se muito interessado em a elogiar, procurando não abusar para não parecer falso, comentando com rasgados sorrisos os seus comentários e procurando olhar muito para ela, mostrando que sentia uma grande empatia com ela.

Todo aquele comportamento do jovem não passou despercebido a Carla - que desconhecendo que tudo aquilo era feito com segundas intenções, ou seja, ele pretendia agradar para conquistar a simpatia dela com vista a uma futura aceitação do seu namoro com a filha -, interpretou a actuação do jovem como um interesse nela própria.

Vai daí, sentindo-se lisonjeada com o pretenso interesse daquele jovem, deixou-se levar um pouco pelo ambiente e mostrou-se também ela muito simpática com ele.

A troca de olhares entre ambos tornou-se algo intensa e com estes os sorrisos cúmplices, mas cada um entendia estes sinais à sua maneira. Apesar de ambos mostrarem que estavam encantados um com o outro, o rapaz julgava que tinha caído nas boas graças de Carla e esta julgava que ele estava a cortejá-la...

Aliás, a actuação tão incisiva do jovem fez despertar nela sentimentos há muito enterrados. Ela estava ciente que já não era alvo do interesse do sexo oposto e também por isso, já não se entregava a ninguém há alguns anos. Mas ao ver ali aquele jovem galante manifestamente interessado nela, deixou-se levar por pensamentos de pura luxúria.

Aquela emoção pelo desejo de sentir novamente prazer e pela possibilidade de ter sexo, faz com que ela comece também a fazer mentalmente os seus planos. Imagina-se a descer ao salão-bar e surpreender o jovem com algumas carícias sensuais no seu membro. Depois dele acordar, pede-lhe para ficar em silêncio, beijando-o enquanto se deita sobre ele. Seguidamente despe-o e fazem amor...

Por volta da meia-noite, retiram-se todos para os respectivos aposentos, mas não sem antes que Carla se despedisse em especial do Jorge:

- Até amanhã...

Trocam dois beijos na face e enquanto ela lhe passa a mão pela face, conclui:

- Gostei muito de te conhecer...

- Eu também gostei muito de a conhecer...

Cada um dirige-se para a respectiva cama mas nenhum adormece. Carlos faz um compasso de espera esperando que a mãe adormeça. Jorge espera pelo amigo para subir até ao quarto de Cátia que o aguarda. O que eles ignoram é que também Carla está acordada à espera que os jovens adormeçam.

Cerca de dez minutos depois, Carlos põe em marcha o plano. Levanta-se e em absoluto silêncio desce até à cave e desliza como um fantasma até á casa de banho. O Jorge levanta-se e dirige-se para a casa de banho mas em vez de entrar, faz o mesmo caminho do amigo, e sobe as escadas enquanto Carlos se deita no sofá-cama.

Quando o rapaz chega ao segundo piso, caminhando pelo corredor em bicos de pés, já a namorada o espera com a porta entre-aberta. Assim que ele entra, ela fecha a porta muito devagar enquanto ele envolve-a nos seus braços, roçando o seu corpo no dela.

Cátia solta um suspiro e sorri ao sentir o membro erecto do namorado em contacto com a sua cuequinha. Ela recebe-o envergando apenas uma lingerie que preparou especialmente para aquela ocasião.

Ainda antes da porta estar completamente fechada, já as mãos do rapaz percorrem o corpo da jovem, fazendo um trajecto de carícias desde a cintura até aos seios dela, apalpando-os enquanto lhe faz um bem molhado linguado pela nuca, deixando Cátia completamente derretida de desejo.

Já com a porta fechada, ela gira sobre os seus calcanhares e abraçando o namorado, beija-o apaixonadamente, enquanto este continua a acariciar-lhe e a apalpar-lhe o corpo, mas agora, terminando e centrando-se nas nádegas da jovem, aproveitando ainda para as empurrar na sua direcção para esfregar o seu membro no corpo da sua amada.

Então lentamente, começa lentamente a recuar em direcção à cama, trazendo consigo a namorada, que durante a viagem lhe vai tirando a roupa.

Ao chegarem à cama deitam-se nela enquanto se livram das últimas peças de roupa. Enfiam-se debaixo do lençol e abraçam-se para sentirem o calor corporal um do outro e voltam a beijar-se entre as eternas carícias.

- Hoje vou ser toda tua!... Só tua!...

Qual gata assanhada, ela rapidamente toma as rédeas da situação, começando por lhe agarrar o membro. Depois de o apertar na sua mão, sentindo a sua dureza e sorrindo de desejo, inicia um vigoroso vai e vem que obriga o rapaz a soltar um profundo gemido de prazer.

- C-calma... não quero acabar já com a festa...

Ela não quer saber da aflição do rapaz e surpreende-o ao baixar pelo seu corpo, espalhando beijos por aqui e por ali, até chegar lá baixo, envolvendo logo de seguida o membro do rapaz com a sua boca quente e húmida.

Assim que o enfia na boca, começa de imediato a chupá-lo, fazendo um vai e vem com a cabeça o qual vai combinando com o movimento da mão nos mesmos sentido, masturbando-o.

Jorge que já era um rapaz com alguma experiência sexual, fruto de alguns namoros anteriores, já sabia o que era o sexo oral e o prazer que aquilo lhe proporcionava, mas no seu intimo sentia aquele como o melhor de sempre. Tanto assim era que teve que por um travão á namorada para não gozar já.

E a solução de recurso que encontrou foi obrigá-la a deitar-se para lhe fazer sexo oral a ela.

Cátia sorri nervosamente esperando que os lábios e língua do namorado fossem aquilo e lhe desses o prazer que ela sempre imaginou que sentiria quando se entregasse.

Abriu completamente as pernas e esperou pelo toque, pelo contacto, pelo calor. Assim que sentiu a lingua do namorado, sentiu de imediato uma explosão de prazer, que com a continuação foi crescendo e crescendo, fazendo-a gemer de puro prazer.

Colando literalmente a sua boca aos lábios vaginais de Cátia, ele chupa e lambe-a enquanto as suas mãos lhe acariciam as coxas, para depois as subir pelo corpo dela até chegar novamente aos seus seios para os apalpar e "brincar" com aquele par de mamilos completamente duros e erectos.

Desejando proporcionar o máximo de prazer à jovem, o rapaz recria-se e prolonga-se entre as pernas dela até que ela começa a respirar de uma forma mais ofegante e a fazer um esforço para conter os seus gemidos.

Aquele comportamento de Cátia excita-o mais mais. Como consequência, ela intensifica ainda mais os movimentos da sua língua sobre o clitóris da jovem, a qual começa a gozar um orgasmo.

- Hhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmm... Hhhhuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmm...

Ela quase dá um salto na cama e começa a gemer com os lábios bem fechados. Nesse momento ele não resiste e desliza pelo seu corpo, começando a empurrar o seu membro até acertar com aquela grutinha inexplorada, fazendo o seu membro entrar de rompante ao mesmo tempo que coloca a sua mão sobre a boca dela, porque nesse momento, ela experimenta um misto de dor e de prazer que quase a fazem gritar.

- HHHHHHHHHHHHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMMMMMMMMM...

Por momentos ela fica paralisada, enquanto solta aquele profundo e longo gemido, mas logo a dor é substituída novamente pelo prazer pleno, enquanto ele vai fazendo um rápido vai e vem, desejando também gozar.

Mas logo após aquele incrível orgasmo, Cátia fica tão sensível que não aguenta as investidas do rapaz e pede-lhe para parar.

Ele atende ao seu pedido, ficando ali a olhar para ela com aquela expressão de cachorrinho abandonado.

- Vais-me deixar a seco?

- Não!... Não!... mas neste momento não consigo continuar... e tu não trouxeste camisinha...

Ele não se fica e com uma expressão provocadora, remata:

- Não há problema... posso tirar-te os 3 hoje...

- O quê?

Cátia percebeu perfeitamente o que ele quis dizer e sorri. Sem esperar uma reacção dela, ele vira-a e fá-la abrir as pernas. Lubrifica-lhe o ânus com saliva e começa a enfiar o dedo. Ela reage fazendo uma pequena careta. Mais do que dor, sente um desconforto.

Depois de meter continuamente o dedo, posiciona-se e começa a enfiar o seu membro. Cátia sente alguma dor, mas agarrando-se com força à almofada faz um esforço por aguentar, enquanto ele vai empurrando, com algum esforço, apesar de ir lubrificando o seu membro com mais saliva.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrggggggggggggg...

- Queres que pare?

- Sim... sim... pára...

Ele prepara-se para tirar o seu membro, mas ela contraria-o:

- Não... não... hhhuuuummmm... não tires... deixa ficar...

Ela respira profundamente durante uns segundos, enquanto vai ganhando tempo para se habituar.

Ele começa muito lentamente a fazer um vai e vem enquanto Cátia vai gemendo. Não sabendo se deve continuar ou não, ele preocupado, pergunta:

- Está a doer?...

- Não... não doi... huuummmm... hhuuuummmmm... doi... doi só um bocadinho...

- Queres parar?

- Não... hhuuummmmm... não...

Ele continua a meter durante um bom bocado até que sente que vai gozar. Nesse momento, aumenta um pouco a cadência dos seus movimentos. Ela reage com gemidos de prazer e de desconforto mas procura fazer um esforço para aguentar.

Mas quanto mais próximo está de gozar, mais intensifica os seus movimentos até que finalmente goza, mantendo o seu membro bem entalado dentro do ânus dela e fazendo jorrar todo o seu leite para o seu interior, deixando-se finalmente cair sobre o corpo dela, acariciando-o.

 
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