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Uma noite de strip-chessPublicado em 2019-02-13 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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A minha irmã e cunhado decidiram ir fazer um cruzeiro durante uma semana para celebrar o seu aniversário de casamento. Para isso, pediram-me para ficar com os seus dois filhos, dois belos rapazes, ambos irmãos de sangue, que eles tinham adoptado ainda bebés, os quais eu já não via há alguns anos. Como eles tinham crescido!... Assim que chegaram não pude deixar de notar pelas suas reacções, muito mal simuladas, que eles estavam com as hormonas em alta, tal era a avidez dos seus olhares tanto para mim como para a minha filha, comendo-nos literalmente com os olhos. No entanto, a rapariga também estava encantada com os dois primos. Naquele primeiro dia, os olhares que eles nos dirigiram foram constantes, mas foi no dia seguinte que percebi que havia no ar uma evidente tensão sexual. Tudo começou logo depois do almoço a Cristina saiu para ir fazer um recado para mim, e enquanto eu tratava da loiça com a ajuda dos meus sobrinhos, ia percebendo que eles comiam-me literalmente com os olhos. Durante a tarde tratei das limpezas enquanto eles jogavam, e quando subi para tomar um duche, encontrei a gaveta da minha lingerie remexida. Naquele momento estranhei mas não dei logo importância, até que algo chamou a minha atenção. Algumas peças estavam manchadas e tinham um forte odor... a sémen. Era por demais evidente que os rapazes tinham estado no meu quarto e se tinham masturbado com a minha roupa intima, já que eram várias as peças com manchas. No imediato pensei confrontá-los com aquilo, mas depois de me acalmar e de ver aquilo com alguma naturalidade, decidi deixar passar. Eu não tinha filhos rapazes, se tivesse teria certamente que lidar com aquilo, mas sabia que, apesar de ter uma filha adolescente, esta também se masturbava no seu quarto. Por outro lado, nenhum deles estava a fazer nada de verdadeiramente errado e não era nada que eu própria já não tivesse feito na minha adolescência, e até na actualidade, porque há já alguns bons meses que não faço sexo. Mas no dia seguinte as coisas iam descontrolar-se por completo. Tudo começou depois do jantar quando estávamos a ver um episódio da série friends onde os actores estavam a jogar strip-poker. Começamos a fazer uns comentários humorados sobre isso até que fiz-lhes uma proposta. Eu: Já que vocês os três estão com muita conversa, vamos fazer esse joguinho... Cristina: Vamos jogar strip-poker?... Os rapazes olhavam-me com grande expectativa. Eu: Bem nós não temos cartas... só o uno... vocês os dois sabem jogar xadrez? Os dois responderam afirmativamente. Eu: Então vamos jogar strip-chess... partidas de um minuto, todos contra todos, quem perder tira uma peça de roupa... Carlos: Mas para ser justo temos que ter todos o mesmo número de peças de roupa... Eu: Tens razão Carlos... vocês têm duas sapatilhas, duas meias, cuecas, calças e tshirt, portanto, sete peças... a Cristina tem também duas sapatilhas, duas meias, cuecas, calças, sutiã e tshirt, portanto oito peças... filha tiras as sapatilhas e os óculos contam como peça de roupa... eu tenho os chinelos, as meias, calças cuecas, sutiã e camisa...oito também... bem... eu jogo sem a camisa... Quando a tiro os olhos parecem que saem das orbitas dos rapazes. Eu: Bom, vamos tirar à sorte... quem perder sai e tira uma peça de roupa, quem vence continua... Fomos para a mesa, que era de vidro e começamos a jogar. Primeira partida a Cristina vence o Miguel e tira-lhe uma sapatilha. Segue o Carlos com igual sorte. Eu venço a minha filha e tiro-lhe também uma sapatilha. Na ronda seguinte volto a vencê-los. Rapidamente percebi que eu jogava melhor do que qualquer um deles e que tinha de perder propositadamente. A dada altura, o Miguel já só estava de cuecas. Eu estava a jogar com o Carlos e perdi quando só tinha o meu sutiã e cuecas. Mantendo-me sentada no meu lugar, desapertei muito lentamente o meu sutiã e atirei-o para o monte das roupas, exibindo-lhes os meus seios nus. Virei o tabuleiro para a minha filha enquanto o Miguel mal conseguia dissimular a sua erecção. Esta vence o Carlos e este tira as calças algo constrangido porque também ele está com uma erecção. Ela volta a jogar e comigo com um sorriso cúmplice. Ela sabe que tenho estado a perder de propósito e faz o mesmo, ficando só com a sua lingerie. Segue-se o Miguel e perco propositadamente. Sem me levantar tiro a cueca e atiro-a para o monte no canto da sala. Os pobres coitados não sabem como esconder a sua excitação. Segue-se a Cristina que vence com um especial gozo porque ele ao tirar a cueca exibe o seu membro erecto. Depois vende o irmão e deixa-o também com a sua excitação bem visível. Cristina: Venci!... Eu: Muito bem querida... o que queres de prémio? Cristina: Não sei... o que tens em mente mamã? Olho para os dois rapazes que visivelmente constrangidos tentam tapar-se com as mãos e surpreendo-os. Levanto-me, caminho até eles e faço-os levantar também. Depois afasto-lhes as mãos e digo. - Quero ver essas mãos atrás das costas... isso mesmo... assim está melhor... bem filha... que dizes destes prémios? Ao dizer isto agarro-lhes os membros e começo a masturbá-los lentamente, fazendo os irmãos estremecer da cabeça aos pés. A minha filha levanta-se da mesa e despindo-se concorda. - Parece-me bem... Segurando-os pelos respectivos membros faço-os vir atrás de mim até ao quarto. Aí proponho à minha filha: - Cristina, começas com o Miguel enquanto eu trato do Carlos... - Está bem mamã... Eles nem abriam a boca para dizer o que quer que fosse. Eu: Deitem-se nas camas... Eles assim fizeram e eu deslizei para cima do Carlos, começando a masturbá-lo enquanto incentivo a minha filha: - Estás à espera de quê? Ela sorriu e repete os meus gestos. - Tens aqui um belo caralho!... Já estiveste com uma mulher?... Carlos: S-s-sim... Eu: Uma mulher a sério?... Ou uma amiguinha colorida?... Ele acena com a cabeça à segunda questão. Eu: Eu vou-te mostrar a diferença entre foder com uma mulher com M maiúsculo e foder com uma catraia ainda a cheirar a leite... Ele até engole em seco quando começo a fazer-lhe um broche. Ao lado a Cristina começa também a chupar a verga do primo. Mas a excitação do rapaz é tanta que nem cinco minutos aguentou, vindo-se ainda dentro da minha boca, com os primeiros três jactos de sémen a escorrer-me directamente pela garganta abaixo. Deixei o restante jorrar para o interior da minha boca, engolindo de seguida todo o seu leite, enquanto fazia questão de que ele percebesse que eu estava a tragar tudinho. O Miguel também não aguentou muito mais, mas a minha filha assim que percebeu que ele se ia vir, deixou de o chupar e limitou-se a bater-lhe uma punheta, fazendo-o vir-se sobre o seu peito. Eu: Rapazes, o primeiro milho é dos pardais... agora é a vossa vez!... Deito-me de pernas bem abertas e convido o Carlos: - Anda... agora é a tua vez de me chupares o grelinho... A minha filha deita-se também e ambos começam a chupar e a lamber enquanto os incentivamos a continuar. Devo confessar que até estava impressionada com a vontade com que o meu sobrinho me chupava o clitóris. E a minha surpresa foi maior quando também me vim em menos de cinco minutos! Mas a surpresa foi ainda maior quando o rapaz, percebendo que eu estava a gozar, aumenta ainda mais a velocidade da sua língua, fazendo-me gemer como uma louca até não aguentar mais. E já não conseguinte suportar as carícias afasto-o da minha cona, mas aí, ele já com uma nova erecção, deita-se sobre mim, penetrando-me e começando a enfiar com tudo. Assim que senti aquele caralho todo entalado dentro de mim até parece que vi estrelas. Por alguns segundos, fiquei mesmo sem conseguir respirar ou mesmo mexer-me. E sem me deixar recuperar o fôlego, começou a foder-me como se não houvesse amanhã. Eu tentava reagir, gritar, pedir, suplicar para que parasse um pouco, mas da minha garganta apenas saía um gemido abafado. Por momentos cheguei mesma a pensar que iria desmaiar, mas consoante os minutos iam passando, comecei a recuperar a compostura enquanto continuava a gemer de pleno prazer. Foi então que olhei para o lado para ver o que é que se passava por ali e vi o Miguel já a comer a prima à canzana, fazendo-a também gemer de prazer. - Hora de trocar rapazes!... O Carlos posiciona-se atrás da prima, que continua de quatro enquanto eu faço o irmão deitar-se e sento-me literalmente sobre a sua verga, começando a cavalgá-lo com todo o meu peso, obrigando o rapaz a fazer umas caretas de prazer. Ele tinha um bom caralho, mas o do irmão era melhor! Eu não estava satisfeita com a troca mas continuei até fazer o rapaz gozar dentro de mim. Completamente fora de mim, deito-me e obrigo-o a aninhar-se entre as minhas pernas. - Anda, chupa-me agora tu... faz-me gozar outra vez... eu quero gozar outra vez... CARALHO... EU QUERO GOZAR OUTRA VEZ!... Entretanto a minha filha goza e deita-se cansada. O Carlos que ainda não gozou tenta afastar o irmão para me penetrar, mas eu não o permito. - Deixa estar o teu irmão... anda aqui... Chamo-o e começo a fazer-lhe um broche até que gozamos os dois quase em simultâneo. Satisfeitos e muito cansados, deixamos-nos ficar deitados alguns minutos até que fomos tomar um duche. Primeiro foi a Cristina, depois foram os rapazes á vez, indo depois cada um para o seu quarto. Finalmente fui eu, mas ainda sentia o meu sangue a ferver-me nas veias. Duche tomado, envolvi-me numa curta toalha e fui até ao quarto dos rapazes que já estavam deitados de luz apagada. Acendi-a, fazendo-os olhar na direcção da porta. Enquanto a fecho atrás de mim, em voz baixa pergunto: - Rapazes... estou sem sono... vocês querem dormir... ou querem divertir-se mais um bocado? Foi como perguntar a um cego se ele queria ver. Nessa noite nem pregamos olho! Uma verdadeira maratona sexual, onde fui fodida nos três buracos uma e outra vez... E a aventura continuou nas noites seguintes... |
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