Canção do engate
Publicado em 2019-02-14 na categoria Contos eróticos / Traição


Conheci uma mulher que, apesar de não ser extraordinariamente bela, despertou o meu especial interesse, isto apesar dela ser casada, com filhos e de eu também ser casado e com filhos. Conhecemos-nos na reunião de boas-vindas à escola que os nossos filhos mais novos frequentam e houve ali uma troca de olhares que parecia mostrar que havia ali um interesse mútuo. No final da reunião, aproximei-me, apresentei-me com um sorriso e fiz alguma conversa...

Ela também mostrou alguma simpatia e a conversa de circunstância continuou até à saída do portão da escola. Aí despedimos-nos com um cumprimento mais formal - um aperto de mão -, e cada um tomou o seu caminho.

Eu desloquei-me para o meu carro, de quando em vez, olhando sobre o ombro para olhar para ela. Por duas vezes, "apanhei-a" também a olhar sobre o seu ombro, na minha direcção. Era evidente que tinha havido uma empatia entre os dois.

Abri a porta do carro, sentei-me e fiquei ali parado a olhar para aquela mulher a afastar-se. Ela cruzou todo o parque de estacionamento sem ter entrado em nenhuma viatura e continuou a caminhar pelo passeio.

Parecia claro que ela não tinha carro, ou se tinha, se calhar mora por perto e veio a pé, ou ainda, decidiu aproveitar aquele dia de sol para caminhar um pouco. Também estava curioso pela sua falta de pressa. Eram 10 da manhã, ela não trabalhava? Estaria de folga? Fosse como fosse, decidi tentar a minha sorte.

Ligo o carro e dirijo-me na direcção dela. Ela ia caminhando pelo passeio do lado esquerdo da estrada. Ao passar por ela reduzo a velocidade. Ela apercebe-se que uma viatura parou do outro lado da estrada e olhou curiosa enquanto eu abria o vidro eléctrico.

- Olá outra vez... aceitas tomar um café?...

A sua resposta foi quase imediata.

- Está bem...

Atravessou a estrada e entrou no meu carro. Arranco e enquanto conduzia, pergunto:

- Tens alguma preferência?...

- Não... podemos ir a qualquer café...

- Está um belo dia... apetecia-me tomar o café à beira-mar... esta bem por ti?

- Sim... não há problema...

A viagem era relativamente curta, já que a praia ficava a uns escassos 15 quilómetros de distância. Durante o trajecto mantivemos uma conversa animada centrada na escola e nos nossos filhos, a qual continuou já no café da marginal. À saída convidei-a a "esticar um pouco as pernas", que é como quem diz, caminhar um pouco ao longo da avenida.

Quando chegamos ao fim da mesma, dirigimos-nos aos passadiços de madeira que se estendia sobre o areal ao longo da praia. Depois convidei-a a sentar-se num banco de madeira que ficava perto da extremidade do mesmo. Estava um sol radiante, um dia de muito calor, com uma suave brisa fresca de norte.

Já tínhamos conversado um pouco sobre tudo, até que eu arrisquei:

- Vera (eu já a tratava pelo nome), posso-te fazer uma pergunta indiscreta?

- Podes (ela também já me tratava por tu)...

- Como foi que o teu marido conseguiu conquistar uma mulher como tu?

Ela sorriu com a minha pergunta, baixando a cabeça e encolhendo os ombros.

- Não sabes?... Não de digas que não estavas lá!...

Fiz a pergunta com um sorriso nos lábios. Ela achou piada ao meu comentário e riu-se.

- Olha... conquistou-me...

Fazendo um ar mais sério e pausadamente, rematei:

- Só eu não tive essa sorte de encontrar uma mulher como tu...

Ela voltou a sorrir, desta vez mais timidamente e olha-me directamente no olhos.

- És uma mulher feliz no teu casamento?

- Sou...

A resposta foi quase imediata, mas não me soou totalmente sincera. Ninguém é completamente feliz no casamento.

- Custa-me a acreditar... não te estou a chamar mentirosa, atenção... só acho que se tu pensas mesmo que és feliz, tenho quase a certeza absoluta que te estar a iludir a ti própria...

- Em todos os casamentos há problemas, mas isso não significa que seja infeliz...

- Ainda amas o teu marido?

- Sim...

- Amas?

- Sim...

- Porquê?...

- Olha, porque amo...

- O teu marido faz-te feliz?

- Faz...

Uma vez mais, uma resposta quase imediata, mas sem grande convicção.

- Desculpa, mas não acredito... os teus lábios dizem uma coisa, mas os teus olhos mostram o contrário...

Ela ficou sem resposta.

- Dá-me um exemplo... só um exemplo... de como ele te faz feliz...

Ela percorre o horizonte com o olhar, como se procurasse uma resposta.

- Olha para mim, olhos nos olhos... Diz-me uma coisa, quando foi a ultima vez que ele disse que te amava?... Quando foi a ultima vez que ele te elogiou ou elogiou algo que fizeste?... Quando foi a última vez que ele te disse que estavas bonita?... Quando foi a última vez que ele te ofereceu uma roupa, uma lingerie, um perfume, ou flores?... Quando foi a última vez que ele te levou a jantar fora?...

Ela engole em seco. Eu continuo a insistir:

- Quando foi a última vez que ele te ajudou a limpar a casa, ou a cozinhar, ou a lavar a roupa ou a engomá-la?... Ele alguma vez te elogiou ou agradeceu por lhe cozinhares todos os dias? Ele alguma vez agradeceu-te por lhe lavares a roupa? Ou por a passares a ferro? Ele agradece-te por limpares a casa? Por tratar dos miúdos? Por fazer as compras?...

Ela continua a engolir em seco.

- Ele alguma vez te surpreendeu cozinhando para ti, tratando da roupa ou da limpeza da casa? Ele alguma vez foi fazer as compras para a casa? Ou por exemplo, ele já teve a iniciativa de te servir o pequeno-almoço na cama? Ele alguma vez fez uma destas coisas?...

- Bem... no início...

Eu interrompo-a:

- No início?... Ele conquistou-se com falinhas mansas... enquanto vocês namoravam prometia-te tudo e mais alguma coisa... tentava mostrar que ia ser um bom homem para ti, que te ia ajudar, apoiar, respeitar... comprava-te presentes, levava-te a passear... mas depois de casados, tu passas-te a ser a criada da casa... para ele só serves para lhe cozinhar, lavar a roupa, passá-la a ferro, limpar a casa, tratar dos filhos e claro, abrir-lhe as pernas sempre que lhe apetecer esvaziar as bolas...

- ...

- É isso que ele vê em ti... tu fazes tudo... tu serves para tudo... e ele nada!... Ele alguma vez te perguntou se te sentias bem? Se te sentias feliz? Realizada? Ele alguma vez se preocupou contigo? Alguma vez te perguntou se querias ter outro emprego, um emprego melhor? Alguma te incentivou a estudar para conseguires um emprego melhor? Ele alguma vez lutou mesmo por ti?

- N-não...

- E tu amas um homem assim?...

Ela encolhe ligeiramente os ombros com uma expressão triste.

- Tu merecias um homem que realmente gostasse de ti... que se preocupasse contigo... que mostrasse que realmente te amava... que te levasse a passear, a comer fora de vez em quando ou que te oferecesse flores... enfim... que mantivesse a chama do namoro acesa na vossa relação...

Neste momento estendo a mão e afasto uma mecha de cabelo que a brisa teimava em empurrar para a frente da sua cara.

- Tudo isso é muito bonito, mas com os miúdos...

- Não desculpa... desculpa, mas os miúdos não são um empecilho... se ele realmente quisesse, ele fazia tudo isto e os vossos filhos não atrapalhavam nada... Isso é desculpa de mau pagador...

- Vera, se ele realmente te amasse ele procurava demonstrá-lo... e para isso, não precisava de gastar dinheiro e os miúdos em nada atrapalham... bastava um olhar ternurento... um elogio... uma carícia... um beijo...

Ao dizer "carícia", passo-lhe novamente a mão pelos cabelos e ao dizer "beijo", arrasto as palavras e desvio o meu olhar para os seus lábios. Faz-se um breve silêncio. Então aproximo lentamente os meus lábios aos dela e dou-lhe um pequeno beijo, para seguidamente colá-los literalmente aos dela, beijando-a, enquanto lhe acaricio a nuca com a mão que lhe acariciava o cabelo.

Ela no início fica surpreendida, sem saber como reagir, mas logo parece acordar daquele transe e afasta-se.

- Não... não podemos...

- Desculpa Vera... mas não resisti... eu sei que nós mal nos conhecemos... mas eu sinto uma grande atracção por ti... e eu sei que tu também sentes o mesmo por mim... eu... eu... eu gosto mesmo de ti!...

Com a ponta dos dedos viro-lhe a cara na minha direcção.

- O teu marido costuma beijar-te... ou só se lembra disso quando vocês estão no truca-truca?...

- Beija de vez em quando...

- Grande mentirosa (digo com um sorriso)... Esses lábios mereciam ser beijados todos os dias!...

E volto a beijá-la. Desta vez ela retribui o beijo. Durante largos minutos beijamos-nos como dois adolescentes apaixonados, aproveitando também para a abraçar e acariciar, mas ainda sem grande intimidade. Então levanto-me, estendo-lhe a mão e convido-a:

- Anda comigo...

Ela levanta-se e segue-me. Dirigimos-nos para o carro que já estava estrategicamente estacionado ali perto. Depois de entrar aproximo-me novamente dela e volto a beijá-la longamente. Depois ligo o carro e arranco. A viagem é muito curta. Andamos pouco mais de 500 metros. Estacionei numa rua paralela à entrada de um prédio onde tenho um apartamento de férias.

Saímos do carro, entramos no prédio e subimos no elevador. Assim que este iniciou a subida, aproximo-me dela, entalando-a entre a cabine e o meu corpo e mostrando já quais eram as minhas reais intenções, esfregando o meu corpo no dela, volto a beijá-la.  Ao chegar ao 5º piso dirigimos-nos para o apartamento. Abri a porta e entramos, fechando-a atrás de mim.

Como o apartamento está sem uso, tem todas as portadas fechadas, criando um ambiente mais escuro. Viro-a para mim e volto a beijá-la, "empurrando-a" até ficarmos encostados a uma parede.

Depois de a beijar por um bom bocado, deslizo os meus lábios até ao seu pescoço e começo a fazer-lhe um longo e molhado linguado, limitando as minhas carícias à sua cara, cabelo e ombros. Ela de olhos fechados e cabeça virada para cima, limita-se a gemer.

Quando ela finalmente me abraça e começa a acariciar-me a nuca, avanço para a base seguinte. Enquanto continuo a acariciar-lhe o cabelo junto da sua nuca com a mão esquerda, deslizo a outra mão até ao seu seio, começando a acariciá-lo gentilmente. Assim que sente o meu toque, solta um suspiro, mas não me afasta. Está tudo bem encaminhado.

Após uns minutos de a beijar nos lábios, fazer uns linguados pelo pescoço, de já lhe ter apalpado ambos os seios e de lhe esfregar o meu membro erecto e bem duro contra o corpo dela, fazendo-a senti-lo, então faço a pergunta fatal:

- Queres ir para o quarto?

Ela responde com um ligeiro aceno afirmativo. Dirigimos-nos para o quarto beijando-nos, abraçando-nos e acariciando-nos com alguma brutalidade, tal era o desejo que se tinha apoderado de nós. Já no quarto e quase sem parar de nos beijarmos, livramos-nos das nossas roupas e empurrei-a literalmente para cima da cama, deitando-me logo de seguida sobre ela.

Ela instintivamente abre as pernas fazendo com que eu ao deitar-se sobre ela já fiquei encaixado entre elas. Sem querer saber de preliminares, trato logo de a penetrar, o que consigo fazer rapidamente, empurrando a totalidade da minha verga para dentro dela, arrancando-lhe um profundo gemido.

Logo de seguida, entre beijos, abraços e carícias mútuas, comecei a enfiar com tudo, tal era o estado da minha excitação, mas as nossas respirações tornaram-se rapidamente tão ofegantes que já não conseguíamos continuar a beijarmos-nos.

Depois de alguns minutos a enfiar a um bom ritmo, começo a sentir que se continuar àquele ritmo louco, não vou aguentar muito tempo, pelo que diminuo a intensidade das minhas investidas, aproveitando para lhe chupar aqueles grandes melões.

Mas ela não me quer dar tréguas porque agarra-me pelos braços e começa ela própria a fazer também os movimentos copulatórios, soltando uns gemidos de desespero que aos poucos vão ganhando intensidade. Ainda pensei pedir-lhe para ter calma senão eu ia explodir ali mesmo, mas percebo de imediato que ela deve estar próxima de gozar, pelo que recomeço a meter com tudo.

Eu não estou enganado. Os seus sonoros gemidos e os seus movimentos mais rápidos indiciam claramente que ela está quase a gozar. O problema é que eu também estou...

E não consigo aguentar mais. Enquanto continuo a enfiar como se não houvesse amanhã, começo a jorrar o meu leite para dentro dela. Ela percebe que estou a gozar e aumenta ainda mais a velocidade dos seus movimentos, agarrando-se a mim com força.

Apesar de já ter gozado, aproveito o facto do meu membro ainda manter o seu vigor para continuar a enfiar, até que alguns segundos depois é a vez dela desfrutar o seu orgasmo. gemendo de prazer entre sorrisos sinceros de plena felicidade.

Mesmo depois de termos gozado, continuamos nos braços um do outro, trocando constantemente beijos e carícias, até que, alguns minutos depois, recreei-me percorrendo com todo o tempo do mundo, todo o seu corpo, espalhando beijos, lambendo-a e acariciando-a, até que me concentrei entre as suas pernas para lhe fazer um caprichado sexo oral (e manual), o qual se prolongou até que a fiz gozar novamente.

Sentindo porventura que estava em dívida para comigo e querendo dar-me também prazer, ela própria toma a iniciativa de me fazer deitar voltado para cima e inclinando-se sobre mim, começa a fazer-me um delicado e delicioso broche.

Depois de a deixar chupar à vontade durante uns bons quinze minutos, puxo-a para cima de mim para fazermos um sessenta e nove, mas este não se iria prolongar por muito tempo porque ela fica tão excitada que começa a fazer um louco sobe e desce com a boca que me faz gozar em pouco tempo.

Voltamos para os braços um do outro para, entre repetidos beijos e carícias, trocarmos alguns elogios mútuos.

Fomos tomar um duche juntos, vestimos-nos e convidei-a a almoçar num restaurante que ficava a poucos metros do prédio. Após um breve e novo passeio à beira-mar, regressamos ao apartamento para mais uma boa dose de sexo louco.

Deixei-a em casa já perto das 18 horas, com a promessa de um novo encontro...

 
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