Puta por uma noite
Publicado em 2016-09-01 na categoria Contos eróticos / Grupo


A minha vida de repente deu uma trambolhão. Eu vivia muito bem, tinha casa, bons carros, o que parecia ser um bom casamento, era dona de uma fábrica de calçado. Mas a crise fez-me perder a casa, os carros, a fábrica e até o meu marido trocou-me pela amante, a nossa secretária de vinte e poucos anos. Vi tudo ser-nos penhorado e tirado até só ficar com o colchão no chão e no dia do despejo da casa vi-me na rua, sem dinheiro. Em desespero só vi uma saída...

Depois de tudo perder entrei num estado depressivo e refugiei-me nas bebidas alcoólicas. Felizmente ou infelizmente tínhamos na cave da casa uma grande garrafeira com um stock de bom vinho com mais de duas centenas de garrafas só de vinho, sem contar com outras bebidas mais fortes que tínhamos nos nossos dois mini-bares, um na sala de estar no piso térreo e o outro na cave onde tínhamos um salão de jogos.

A verdade é que venho de uma família grande e pobre. Era a mais nova dos irmãos e ainda muito novinha, era uma rapariga que chamava muito a atenção porque era muito bonitinha. O filho de um rico industrial pôs-me o olho e não mais me largou. A minha família não cabia em si de contente porque via ali um grande futuro para mim, apesar de eu nem gostar assim tanto do rapaz.

Casamos, fizemos uma casa com três pisos numa quinta ao lado de um terreno onde o pai do meu marido tinha a fábrica. Com o falecimento daquele, o meu marido tomou conta da fábrica. Eu não precisava de trabalhar. Passava o meu tempo com as amigas, ia fazer compras, ia duas ou três vezes por semana ao ginásio, almoçava todos os dias fora, ia todas as semanas ao cabeleireiro e todos os fins de semana era passados fora.

Festas em casa não faltavam, como não faltava tudo o de bom e de melhor. Até empregada tínhamos para nos cozinhar e limpar a casa. Aquele nível era bom demais para o perder por isso nunca quis ter filhos porque eles iam privar-me daquilo tudo.

Mas como tudo o que é bom acaba depressa, veio o crise que nos afectou bastante porque os nossos grandes clientes deixaram de nos pagar e nós tivemos que parar os pagamentos aos fornecedores e empregados. A coisa prolongou-se e levou a fábrica à falência. Os nossos credores, principalmente os bancos caíram-nos em cima e tiraram-nos tudo.

Para piorar a situação, o meu marido pegou na fortuna que tinha no cofre em casa e fugiu para o Brasil com a nossa secretária. A última coisa que me restou foi a casa, já depois de desanexar quase todo o terreno, vendendo-o. Mas o dinheiro nem vê-lo porque foi logo apanhado pelos bancos.

Penhoraram-me todo. Menos o recheio da casa e a garrafeira. Essa foi o meu grande refugio. Tinha perdido quase tudo, até as amigas ou melhor, as que se faziam passar por minhas amigas, porque assim que acabou a mama, desapareceram e nem o telefone atendiam.

Durante meses apanhei uma bebedeira atrás de outra. Geralmente bebia apenas para esquecer, mas por vezes, era até cair para o lado. E quando acabei com o stock de vinho comecei a vender o recheio da casa para comprar mais. Fiquei só com os móveis da cozinha, uma televisão e o colchão.

Até num dia qualquer, ao início da manhã, bateram-me à porta. Fui abrir e vi dois agentes da autoridade, um advogado e um agente de execução com a ordem de despejo. Deram-me uma hora para tirar tudo o que quisesse e depois já não podia entrar novamente em casa.

Na verdade já nada restava, nem roupas, nem sapatos. Tinha vendido praticamente tudo. Peguei num pequeno saco de viagem e meti lá a pouca roupa que me restava. Na carteira não tinha mais de 20 euros. Sai sem olhar para trás com um nó na garganta. As lágrimas começaram a escorrer-me pela cara enquanto caminhava sem destino.

Andei apenas umas centenas de metros. O desespero era muito. Sentia-me mal, indisposta, parecia que ia vomitar. Deambulei por ali a pensar no que ia fazer da minha vida. A solução era matar-me, mas até para isso me faltava coragem.

Nisso passa o advogado de carro. Ao ver-me pára o carro.

- Carla, quer boleia para o centro?

Aceitei. Durante a curta viagem acabei por desabafar o meu infortúnio, confessando que não sabia o que fazer da minha vida.

- Carla, você ainda é uma mulher muito atractiva por isso não terá dificuldade em refazer a sua vida...

- Refazer a minha vida? Doutor, praticamente só tenho a roupa que levo vestida no corpo e na carteira não tenho mais de 20 euros... isso não dá nem para pagar uma pensão logo à noite...

- Quanto a isso não se preocupe, hoje você terá onde comer e dormir, depois... amanhã é outro dia... eu empresto-lhe algum dinheiro e você depois paga quando puder...

Levou-me a almoçar a um restaurante onde comemos muito bem. Naquela meia hora, comemos, falamos, rimos como se fossemos amigos há longa data. Ele consegui fazer-me esquecer os meus problemas. Pagou a conta e saímos. Levou-me a um pequeno motel onde me registou, fazendo questão de me acompanhar ao quarto para ver se eu ficava bem instalada.

Entramos e vimos o ambiente. Fiquei em choque. A decoração do quarto era muito romântica. A decoração era toda em vermelho e branco. A parede principal era vermelha com um quadro enorme com uma fotografia erótica. A cama tinha lençóis brancos com uma colcha vermelha. As 4 almofadas eras das duas cores também.

Enquanto eu assimilava aquilo tudo ele puxa da carteira e tira um maço de notas. Conta 150 euros e vejo-o a colocar o dinheiro sobre a mesa de cabeceira. Sinto-me um pouco constrangida com aquilo e viro-lhe as costas. Nisso, e sem prévio aviso, ele agarra-me por trás enquanto pergunta:

- Gostas do quarto?

Apanhada completamente de surpresa, tento afastar-me dele alarmada.

- O que pensa que está a fazer? Deixe-me... Solte-me... Não... Não... Deixe-me...

Ele ignora os meus pedidos e começa a tirar-me a roupa, rasgando-me logo a blusa e arrancando-me de um puxão o sutiã. Tento debater-me, enquanto protesto, mas estou um bocado tosca  por ter bebido um pouco acima da conta. Empurra-me até à cama e atira-se comigo para cima dela.

Sobe-se a saia por completo, dá uns quantos puxões na minha cueca até a rasgar também e com as suas próprias pernas, afasta as minhas. Tira o seu membro para fora e consegue enfiá-lo dentro de mim na primeira tentativa.

Assim que me sinto invadida, solto um grito, mais pelo desconforto do que pela dor, uma vez que não estou minimamente lubrificada.

- Não... Pare... Por favor, pare... Não... Não... Pare... Não...

Ele ignora os meus pedidos para parar e começa a meter, não com rapidez mas com força.

- Argggg... Argggg... Argggg... Argggg... - Vou gritando consoante as suas investidas.

Rapidamente deixo de reclamar porque começo a ser invadida por uma sensação de prazer. Aos poucos o meu sangue começa a ferver-me nas veias. Há já algum tempo que eu não era fodida e apesar de estar a ser violentada por aquele advogado, na verdade, ele fez despertar em mim a excitação que estava adormecida.

Ele continua a enfiar com força, mas agora com um ritmo ligeiramente mais acelerado. Ao sentir que eu já não dou luta solta-me e aproveita para me acariciar o corpo enquanto me fode à canzana. Os meus gemidos já não são de desconforto, mas de prazer.

Não demoro muito a atingir o orgasmo, depois dele aumentar ainda mais a velocidade das suas penetrações, até que alguns minutos depois vem-se também soltando uns grunhidos de prazer e satisfação.

Deixando-me deitada na cama ofegante, levanta-se, guarda o material e sai sem dizer uma palavra. Eu permaneço deitada mais algum tempo. Quando me levanto, não vejo o dinheiro em cima da mesa de cabeceira. Aquele desgraçado fodeu-me duas vezes. Maldito seja.

Tomei um duche, mudei de roupa e deixei o motel já a noite estava a cair. Estávamos no inverno, escurecia cedo. Como este ficava na periferia da cidade. Para chegar ao centro tinha que caminhar ao longo de uma enorme recta com quase três quilómetros. Enquanto caminhava ia a pensar na minha vida. Sem dinheiro, sem casa onde é que eu ia comer e dormir?

Já tinha caminhado quase um quilómetro quando ao longe apercebo-me de vários carros que param na berma. Uns arrancam mas um demora-se um pouco mais, vejo alguém entrar. Ao aproximar-me passo por duas mulheres que estava paradas junto a uma estrada que ia para a zona industrial. Uma delas ao ver-me dispara:

- Sai daqui minha puta... esta zona é nossa!

Olhei para elas de cima a baixo mas nem respondi, continuando o meu caminho. Nisso pára um carro ao meu lado. Mas como eu continuo a caminhar, ele arranca e acompanha-me em marcha lenta. No interior está um homem de meia idade que diz:

- Olá gaja boa, quanto é que levas?

- Ouça lá, respeitinho que eu não sou uma dessas...

- Oh, desculpe... - E arranca.

Minutos depois pára outro carro e repete-se mais ou menos a mesma história. No espaço de uns 10 minutos, param à minha beira meia dúzia de carros. Não os posso condenar, eu estava a passar por uma zona de prostituição. Penso para comigo mesma que aquela era uma forma fácil de ganhar dinheiro.

Então pára outro carro perto de mim. Abre-se o vidro e ouço uma voz bem educada, para variar:

- Olá boa noite... dás-nos o prazer da tua companhia?

Olho para o homem e vejo um tipo bem parecido sentado no lugar do pendura. Além do condutor, um homem mais jovem, vejo um outro homem sentado atrás, também de meia idade. Todos estão bem vestidos e aparência cuidada. Naquele momento respondi de forma rápida, sem pensar muito no que estava a dizer:

- Quem quiser ter este corpo tem que pagar muito bem...

- E quanto é que queres?

- 50, cada um...

- 50? Isso é um pouco puxado... com quarto e tudo...

- Não precisa ser num quarto, podemos fazer tudo aí num canto qualquer...

- Ok, entra...

- Não! Ali à frente no parque do restaurante...

- Ok, vamos estacionar...

Arrancam e deixam o carro num canto mais discreto do parque. Aproximo-me deles que me esperam com rasgados sorrisos.

- Tu és um espanto! - Diz um deles.

- Eu sei! - Respondo muito senhora de mim mesma.

Eu era mesmo uma mulher atractiva. Era de estatura média, cabelo liso e comprido, castanho-loiro natural. Era bem constituída, nem gorda, nem magra, com uns peitos para os pequenos, mas que enchiam bem as mãos, um traseiro bem saliente e redondo e umas coxas grossas.

Nessa noite vestia uma saia preta, uma blusa decotada azul escuro e um casaco curto também preto. A lingerie era preta, com meias e ligas. Para compor a indumentária, sapatos de salto alto.

- Como queres fazer, com um de cada vez ou em grupo?

- É grupo é melhor! - Respondo.

- Como é que queres fazer?

- Não sei... é a primeira vez que faço isto...

- A primeira vez? Não acredito!

- É verdade... sou puta há só 5 minutos...

- Só por isso vales bem o investimento... Diz-me uma coisa, beijas?

- Sim, por que não?

- Fazes oral, vaginal e anal? - Pergunta outro.

- Anal não... já fiz algumas vezes com o meu ex-marido e doía-me sempre muito...

Eles sorriem pela minha falta de experiência e sinceridade.

- Chupas ao natural ou encapotado?

- Encapotado?

- Sim, com camisinha...

- Eu não tenho camisinhas...

- Não faz mal... aqui somos todos saudáveis!

Um deles já com a verga de fora, começa a masturbá-la, aproximando-se de mim. Eu inclino-me, agarro-a e começo eu a punhetá-la começando a chupá-la. Enquanto o faço outro aproxima-se por trás, ergue-me a saia e começa a acariciar-me a rata que fica rapidamente húmida.

Então desvia a minha cueca para o lado e enterra-me a verga dele, segurando-se pelos ombros para me puxar contra ele, garantindo assim uma penetração mais profunda. Começa então de imediato a fazer um vai e vem tão intenso que tenho dificuldades e ter a verga do colega na boca, não conseguindo respirar.

O terceiro aproxima-se também com a verga dele na mão. Agarro-a e começo eu a masturbá-lo. Segurando cada uma nas minhas mãos, vou chupando um ou outra e enquanto enfio uma na boca, vou batendo uma punheta ao outro.

Alguns minutos depois eles mudam de posição. Um dos que estava a chupar passa para trás de mim e o que me estava a enterrar vem para a frente para ser chupado, e voltamos ao mesmo. Os três mudaram várias vezes de posição, até que eu já não aguentava mais estar naquela posição inclinada.

Levaram-me até ao carro. Abriram as portas de trás e fizeram-me sentar em cima de um deles, virada de costas para ele, enquanto os outros se aproximaram para eu lhes chupar as vergas. Uma vez mais foram fazendo um carrossel, até que me fizeram deitar no banco. Aí um deles deitou-se sobre mim para me comer até gozar dentro de mim. Os outros já não quiseram penetrar-me, optando por um broche até se virem na minha boca.

Satisfeitos com o serviço, pagaram e foram-se embora. Entrei no restaurante e fui ao wc limpar-me. Regressei então ao mesmo ponto onde tinha sido contactada e mostrei-me. Não tive que esperar muito para parar outro carro com um rapaz novo.

Voltei a pedir 50 euros por vaginal e oral ao natural, mas ele achou muito caro. Disse-lhe que fazia tudo por 40, mas ainda assim resmungou. Valorizei-me perguntando-lhe se encontrava melhor ou se queria pagar menos e ser mal servido.

- Não preferes dar uma bem feita do que duas à pressa e já esta?

A minha pergunta convenceu-o. A esse seguiram-se outros. Fodi dentro e fora dos carros. Fiz de tudo, até sexo anal, apesar de não querer. Foram dois tipos que queriam fazer uma dupla penetração. Como eram muito simpáticos, fui na conversa e acedi.

Em 7 horas de "trabalho" fiz mais de 600 euros.

Com o último cliente, fiz questão de foder no motel para pernoitar lá.

No dia seguinte recebi um telefonema da minha irmã a convidar-me para ir morar com ela. Aceitei. Dois dias depois já estava a trabalhar numa loja de roupa feminina. Tinha que trabalhar quase um mês para ganhar o mesmo que fiz num único "dia de trabalho" a abrir as pernas.

Gostei da experiência, mas aquilo não era vida para mim...

 

 
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