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O fruto proíbido (filha)Publicado em 2016-09-20 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Tenho 41 anos de idade, sou casado e tenho uma filha com 16 anos de idade. Sou feliz no meu casamento e um ambiente familiar muito bom. No entanto, desde há 4 anos que sou um homem atormentado com um desejo carnal pela minha própria filha. Condeno peremptoriamente o incesto, mas não consigo afastar aqueles pensamentos. Mas quem nunca pensou sequer uma vez nisso, que atire a primeira pedra...Sempre tive uma relação muito boa com a minha filha. Ela adora-me, sempre me adorou. Em miúda dizia que eu era o seu namorado e tinha uns ciúmes enormes da mãe. Nós víamos isso com naturalidade, comentávamos entre nós esses episódios e ríamos com o assunto. Nessa altura, nunca tinha tido qualquer pensamento incorrecto para com ela, confesso. Conforme foi crescendo, mantivemos sempre uma proximidade muito grande, sendo até mesmo confidentes. Contava-me segredos que não contava à mãe. Por outro lado, nós em casa sempre procuramos viver a nossa sexualidade de forma natural. Não fazíamos sexo à frente dela, mas não nos privava-mos de gestos, carícias, insinuações e até uma ou outra conversa mais picante, falando quase por códigos. Ela parecia ser muito perspicaz porque olhava para um e para outro e sorria. Por outro lado, sempre agimos com naturalidade. Apesar de não andarmos nus pela casa, não poucas vezes ela viu-me a mim ou à mãe nus no nosso quarto quando passava pelo corredor. Sempre procuramos que ela visse a nudez com naturalidade, mas sem exageros. Ela própria não se coibia de andar com poucas roupas pela casa. Muitas vezes tínhamos que ser nós a obrigá-la a vestir roupas, principalmente quando íamos receber visitas. Para ela era perfeitamente normal andar pela casa apenas em roupa interior. Mas a partir dos seus 9 anos, ela começou a mudar o seu corpo, acentuando-se essas alterações físicas aos 12. Precisamente no dia do seu aniversário, por mero acaso, vi-a toda nua. Nós íamos comer fora, um almoço de família. A Patrícia, a minha bela esposa, estava a tomar banho nas instalações sanitárias da suite e como eu queria fazer um serviço que ia deixar o ambiente com um mau cheiro, decidi ir às de serviço comum. Como estava já um bocado apertado, caminhei em passo acelerado e abri a porta de repente, deparando-me com a minha filha de pé, toda nua, vendo-se ao espelho, depois de ter tomado também o seu banho. Assim que me viu, estremeceu-se toda: - Que susto papá... entra-se assim sem bater? - Desculpa filha... Apesar de estar nua, age com grande naturalidade. Outra no lugar dela já tinha reclamado aos berros, tapando-se de imediato, mas ela apenas "desfez" a pose que estava a fazer e permanece quieta a olhar para mim com um olhar a simular alguma reprovação. - A sério, papá?... Vais ficar aí especado a olhar?... - Pois... Desculpa filha... Tu... "És mesmo muito boa". Pensei mas não disse. Nem podia. Mas ela pareceu adivinhar o meu pensamento porque respondeu: - Sim, eu sei que sou boa... e depois? Gelei. Ela mantinha-se de perfil, mas ao dizer aquela frase, sem se virar para mim, fez uma pose de manequim com um olhar de provocação. Apesar de tão nova, ela tinha um corpo incrivelmente belo e bem definido. Para a idade já era uma rapariga muito bem desenvolvida. Era alta para a média e com umas curvas já muito femininas. Mas o que sobressaía era aquela pele perfeita, ainda molhada, de tonalidade rosa, sem ponta de gordura. Tinha uns seios já bastantes proeminentes, uma barriga lisinha e um traseiro arrebitado e bem redondinho. - Tens a quem sair filha! - Respondi. Fecho a porta e retiro-me. É então que me apercebo de algo terrível. Estava com uma erecção descomunal. Já não tinha memória de ter o meu pau tão duro. Aquilo deixou-me muito constrangido. Eu tinha acabado de ficar excitado ao ver a minha própria filha nua. Fiquei visivelmente transtornado e alarmado comigo mesmo. Até a vontade de obrar passou-me, apesar de minutos antes estar mesmo muito aflito para evacuar. Nesse dia de aniversário ela teve um comportamento muito estranho para o normal. Ninguém reparou porque era normal a nossa proximidade e intimidade pai/filha, mas eu notei que ela olhava com mais atenção, com mais intensidade e sorria muito mais. Aquilo deixava-me em pânico porque questionava-me se ela tinha percebido a minha erecção. Quando lhe cantamos os parabéns, no fim, ainda todos batiam palmas e diziam "pede um desejo", quando ela olha para mim novamente, esboça um sorriso enigmático e inclinando-se, sopra as doze velas. A mãe abraça-a a dá-lhe dois beijos dizendo: - Espero que o teu desejo se realize... - Eu também gostava... mas é um daqueles que é mesmo impossível... - Nada é impossível querida... luta pelos teus sonhos e eles concretizam-se... Ela olha para mim para receber os meus beijos. Abraça-me com bastante força e demora um tudo nada a dar cada beijo. - Amo-te papá! Era normal ela dizer aquilo, Mas naquele momento e por instantes, pensei se ela não estaria a fazer um jogo de sedução comigo... ou a testar-me... Peço uma bebida bem forte e bebo-a de uma só vez. Eu tinha que me acalmar. Já estava a ver coisas onde elas não existiam e se começasse a pensar no que não devia ainda ia cometer a maior asneira da minha vida. Desgraçava a minha vida, o meu casamento, a vida da minha filha, ia preso, perdia tudo... Mas a partir daquele dia, tudo mudou entre nós porque, apesar de continuarmos a fazer as mesmas coisas do passado, agora eu já pensava duas vezes e procurava segundas intenções onde antes via gestos e atitudes inocentes. No passado, falamos muitas vezes sobre muitos assuntos relacionados com o sexo, porque desde sempre entendi que a educação sexual devia começar na nossa própria casa, porque assim, somos nós que controlamos o que ela aprende e garantimos que o que aprende é o correcto, mas agora, parecia-me estranho ter essas conversas com ela. Os anos foram-se passando e o corpo dela continuou a desenvolver-se de uma forma assinalável. Apesar de nunca ter feito ou dito nada de censurável, não consegui em momento algum afastar da minha cabeça aqueles pensamentos imorais, onde eu fantasiava com a minha própria filha, imaginando-nos a ter relações sexuais. Ela percebeu o meu afastamento e a alteração do meu comportamento. Já não entrava em certas brincadeiras. Era muito mais contido nos toques e sinais de carinho, temendo que pudesse ser mal interpretado. Obviamente que reclamou: - Papá... que se passa contigo... já não gostas de mim? - Adoro-te! Tu és o meu maior tesouro... - Então porque é que andas tão estranho comigo? - Eu não ando estranho, querida... - Papá... Era impossível enganá-la... - Querida... temos que começar a impor regras na nossa relação... tu já não és uma menina... - O que é que tu queres dizer com isso? - Quero dizer que tu já és uma mulherzinha... e não é muito correcto termos certas atitudes... - Que atitudes? - Filha... um gesto há uns anos era perfeitamente inocente... mas hoje, certos gestos podem ser mal interpretados por ti... - Tu sempre me ensinaste que quem mal não vê mal não faz... - Correcto... mas outras pessoas podem não pensar o mesmo... - Compreendo... mas tu é que perdes com isso... - Eu sei filha... mas é melhor assim... Tinha que ser porque eu tinha que fazer um grande esforço para me conter tal era a luxuria que sentia por aquele pecado de mulher. E a cada dia que passava, ela estava cada vez mais bonita e jeitosa. O seu corpo desenvolvia-se a passos acelerados. Eu bem via como ela chamava as atenções na rua! Eu continuava a fantasiar com ela. Sempre que fazia amor com a mãe, fechava os olhos e imaginava-a a ela nos meus braços. A patrícia por essa altura também notou uma assinalável alteração em mim. Dizia que eu agora na cama era um homem mais carinhoso, mais ardente com mais fogo... Senti um aperto enorme no coração quando a apanhei, sem querer, na véspera de fazer 16 anos, uma conversa com o namorado de 17, na nossa sala, a falar sobre relações sexuais. Assim que me viram ficaram visivelmente constrangidos. Nele vi uma expressão de condenado e medo. O rapaz estava pálido como a cal. A minha filha, pelo contrário, tinha um olhar de expectativa e receio. Aproximei-me deles, sentei-me no sofá em frente e disse-lhes que eu sabia que aquilo era algo que nós pais não podemos proibir porque se tiver que acontecer, acontecerá, independentemente de todo o controlo que façamos. Mas frisei que era imperativo que se decidissem fazê-lo, que fosse com e pelos sentimentos que nutriam um pelo outro e não pelo mero prazer. Pedi-lhes para não se deixarem levar pela excitação do momento e fazer as coisas apressadamente, mas para fazerem as coisas em consciência, com ponderação e com a devida protecção. Olhando para ele, ressalvo que o sexo é bom e é para ser desfrutado em plenitude, não para descarregar as bolas e que ele tinha a minha confiança para tratar a minha princezinha com o carinho que ela merece. - Tens aqui uma bela mulher... se eu não fosse o pai e fosse solteiro, tu nem tinhas hipótese porque ela era toda minha... mas como ela é minha filha, quero entregá-la só a quem merecer... e quero que tu faças por ser merecedor... Ao dizer aquilo inadvertidamente deixo descair o meu olhar até ao generoso decote da blusa da minha filha. Ela tem uns seios bastante grandes para a idade e aquele decote exponha todo o seu volume. Ela estava muito sensual. - Sim, sr. Carlos... eu amo muito a sua filha... e só estávamos a falar... não quer dizer que façamos alguma coisa... - Cala-te bobo... o meu pai não nasceu ontem... Aproximei-me da minha filha, olhando-a olhos nos olhos. Foi um olhar muito intenso. Dei-lhe dois beijos na face. Ao rapaz cumprimento-o com o forte aperto de mão. - Juízo nessa cabeça, meu rapaz... nada de precipitações... Ele acena com a cabeça. Olho para a minha filha e pisco-lhe um olho. Ela diz "amo-te" sem proferir um som, só com o movimento dos lábios. Vou para o escritório,ligo o computador mas fico ali parado a olhar para o vazio. A minha mente começa a divagar... Depois do namorado se ir embora, ela vem ter comigo, abraça-me e pede-me desculpa. Naquele momento sou traído por um movimento involuntário do meu corpo. Fico com uma erecção instantânea. Assim que me apercebo, afasto-me dela, mas foi demasiado evidente para ela não ter notado. - Papá!?!... - Desculpa filha... foi involuntário... isto não devia ter acontecido... - Eu excito-te papá?... - Que conversa é essa rapariga? - Só perguntei papá... - Filha, isto foi uma reacção involuntária que não significa nada, esquece... - Ficas excitado e isso não significa nada? - Filha, foi uma coisa natural... eu não controlo estas coisas... - Natural? - Olha filha... foi uma reacção do meu subconsciente, e o meu subconsciente vê a mulher não a filha... - O teu subconsciente parece que quer fazer amor comigo... - Que palermice é essa?... - Palermice nada... tu continuas de pau feito! Eu estava encurralado, sem escapatória e para piorar a minha situação, estava com uma erecção descomunal que não diminuía por nada. - Gostavas de fazer amor comigo? - Estás louca? - Não... só estou a perguntar se preferes que me entregue ao Rui, que neste momento só pensa em dar uma, ou se preferes que me entregue a alguém que me vai tratar como uma princesa? - Filhas, das-te conta do que me estás a dizer? - Só estou a dizer aquilo que tu próprio não tens coragem de me dizer... ou estou errada? - Não... não estás... mas isso não é correcto... - O correcto ou incorrecto são um monte de chavões sociais que nos são impostos... Se naquele momento a minha excitação já era descomunal, tinha-se agora tornado num absurdo. Parecia que ia explodir. Engulo em seco e aproximo-me dela muito lentamente. Ela limita-se a ficar parada, olhando-me directamente nos olhos, de lábios entre-abertos. Paro a uns centímetros dela, olhando-a fixamente nos olhos. O meu coração está disparado. Ela ergue lentamente as mãos e começa a desabotoar a blusa, fazendo-me desviar o olhar para os seus volumosos e belos seios. Ergo então as minhas e apalpo-os. Ela estremece-se ao sentir o meu toque, fecha os olhos e solta um profundo suspiro. Beijo aqueles pequenos lábios sensuais. Ela retribui o meu beijo enquanto nos acariciamos mutuamente. Sem "decolarmos" por um segundo, pego nela ao colo e levo-a até ao quarto que temos no rés-do-chão, junto à cozinha, pensado para um empregada interna que nunca chegamos a ter. O quarto está minimamente mobilado. Pelo menos tem uma cama. Pouso-a ao fundo da cama e enquanto nos beijamos, começo a despi-la. Depois é ela que me despe a mim. Completamente nus, contemplamo-nos um ao outro, de luz acesa, sem qualquer constrangimento. Ela tem um corpo rosadinho, perfeito, como perfeitos são aqueles belos seios, grandes, naturais e durinhos. Está completamente depilada, o que a parece tornar ainda mais infantil. Ela aproveita também para admirar o meu físico durante muitos anos trabalhado no ginásio. Também eu faço a depilação integral. Habituei-me há uns anos atrás e nunca mais deixei de a fazer. Deitei-a de bruços na cama e fiz-lhe uma demorada massagem, desde a nuca até à planta dos pés, primeiro, fazendo-a sentir o toque dos meus dedos e mãos, depois, juntando os meus lábios e língua. Estendi as carícias por todo o seu corpo, com excepção dos seus genitais, limitando-me a circular pela periferia. Isso deixava-a na tortura de uma deliciosa expectativa, desejando ter-se tocada lá naquele sítio. Ela própria, ao sentir-me perto dos seus genitais, abre as pernas, exibindo o seu tesouro em toda a sua plenitude! Daquela racha já era possível ver os seus fluídos a escorrem, tal era a sua excitação. A minha língua percorrer cada recanto do seu corpo, enquanto as minhas mãos o acariciavam e apalpavam, fazendo-a gemer profusamente. - Papá... já não aguento mais esta espera... faz amor comigo... anda... faz amor comigo... Viro-a para mim e abraço-a para a beijar. Ela "cola-se" a mim com um grande ímpeto, fazendo-me "cair" de costas, desliza para cima de mim e começa a esfregar-se em mim. Então, concretiza-se o seu desejo, porque a minha verga escorrega para o interior das suas pernas e rapidamente acerta com aquela grutinha mágica, forçando a entrada. Ela solta um pequeno grito, ao mesmo tempo que fica com o corpo bastante tenso, mas rapidamente recompõe-se e volta a deslizar para baixo, fazendo a minha verga escorregar novamente para o seu interior. Volta a soltar outro pequeno grito, mas desta vez não pára e continua a deslizar até a ter toda enfiada. Ao sentir-se totalmente possuída, fica por alguns segundos estática, tensa, de olhos fechados e boca bem aberta. Depois olha para mim e esboça um grande sorriso. - Papá... não podia desejar uma melhor primeira vez!... - Tu és um espanto, querido... Mantendo-se erguida, com os braços estendidos e as mãos apoiadas na cama, começa a fazer um vai e vem com grande intensidade, fazendo com que os seus seios balancem descontroladamente. Agarro-os e apalpo-os. Depois puxo-os para mim e chupo-lhe aqueles biquinhos já erectos, aproveitando para os morder gentilmente. Ela delira. Ela não demora muito a experimentar um intenso orgasmo, gemendo visivelmente de prazer. Ao sentir que aquele momento se aproximava eu próprio comecei também a fazer um vai e vem num jogo de cintura, ajudando a incrementar o vai e vem. Ao terminar de gozar, deixa-se cair sobre mim para nos beijar-mos. - Obrigado papá... obrigado... obrigado... obrigado... - Repete entre constantes beijos. Depois deita-se ao meu lado e surpreende-me: - Papá... quero mais... anda... faz-me gozar outra vez! Não tinha como dizer não. Viro-a e ponho-a de quatro, penetrando-a loge de seguida. Segurando-a pela cintura começo a meter com grande intensidade, fazendo-a gemer novamente de prazer. -Isso papá... mete... mete... mete mais... mete com força... mais força... mete com força... haaaaaa.... isssso... isssoooo... Faço-lhe todas as vontade. Os nossos corpos começam a transpirar. Enquanto a seguro pela cintura, com o meu braço esquerdo puxo-lhe o direito, fazendo-a virar-se um pouco de lado para que eu pudesse admirar os seus seios baloiçarem ao sabor das minhas investidas. A visão era fenomenal. Deslizo a minha mão direita para cima e apalpo-os. Uns bons dez minutos depois, ela começa também a mexer-se para a frente e para trás, enquanto os seus gemidos começam a subir de tom, até culminar num segundo orgasmo. Visivelmente cansada, deixa-se cair na cama. Deito-me por trás dela, fazendo conchinha e vou acariciando-a. Assim que recupera o fôlego, volta-se para mim e dirige-se à minha verga já meio murcha e começa a chupá-la. Fá-lo de forma tão "bruta" que por vezes chega a magoar-me com os dentes, mas não é nada que não possa suportar. Deixei-a chupar e masturbar-me durante um bom tempo, até que a virei, deitando-a sobre mim, para fazermos um longo 69, até que aviso que estou para me vir. Ela não só, ignora o meu aviso, como começa a chupar e punhetar ainda com mais força. Sinto o meu leite ferver e subir pelo meu membro até jorrar em contínuas golfadas para dentro daquela boquinha deliciosa, continuando ela a "trabalhar" com a mesma vontade e intensidade, continuando mais alguns minutos, mesmo depois de ter esvaziado as minhas bolas. Mas não é só ela que me come a verga com vontade porque eu próprio estou a comer-lhe a passarinha com grande intensidade, até que consigo arrancar-lhe um novo orgasmo. Este, o mais intenso de todos! Desta vez ela não se limitou a dar uns gritinhos e suspiros. Desta vez ela exteriorizou o seu prazer e quase gritou de prazer. A sensação foi tão intensa que tentou fugir de mim mas eu tinha-a bem presa a mim e castiguei-a com a minha língua, obrigando-a rebolar de um lado para o outro e a suplicar para parar porque não aguentava mais. Não aguentava mas teve que aguentar porque não lhe dei tréguas. Há sua respiração aflita, juntavam-se uma espécie de ganidos de prazer. Ele teve então que fazer um grande esforço final para se soltar, pedindo encarecidamente para eu parar. Acedi e deixei-a recuperar, abraçando-a apenas. Tinha uma respiração ofegante misturada com uns gemidos. Depois riu e até chorou. - Então querida... estás bem? - Perguntei preocupado. - Sim papá... estou muito bem... sinto-me muito feliz... choro de felicidade! Nisto toca o meu telemóvel. "Acordo" para a realidade e atendo. Ao desligar percebo que continuo excitado, com o coração a bater a todo o gás e com uma vontade louca de cometer uma loucura. Levanto-me da cadeira e vou tomar um duche frio. Não sei como é que vou conseguir viver com esta tortura... |
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