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Apanhado - parte 19Publicado em 2017-10-27 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Ambos amantes ignoram que do outro lado, a amiga de Vera, continua com o ouvido literalmente colado ao auricular do seu telemóvel, por um lado, extremamente chocada com tudo o que tinha ouvido, mas também terrivelmente excitada. Mais, a sua excitação foi tal que ela teve mesmo que se masturbar, acariciando freneticamente o seu sexo com os seus dedos. Mas ao invés da amiga, ela não gozou, o que a deixou muito frustrada...Mas Ana não se sentia apenas frustrada, porquanto a jovem experimentava um misto de outros sentimentos. Sentia-se muito excitada por ouvir o prazer que a amiga e o primo sentiram e sentia-se outrossim, com raiva da amiga, por não poder desfrutar de igual sorte: um primo que a comesse! Então a sua mente maquiavélica, mas não de forma pérfida, antes de pessoa que age de forma pragmática, não se importando com os meios desde que o seu objectivo possa ser alcançado, começou a engendrar um plano para comer aquele pedaço de tentação, a saber, o primo da amiga. Para tanto, só tinha que a confrontar com o facto de ter sido apanhada e de um "passarinho" poder contar a história aos pais de Vera. Achava ela que, perante o facto da amiga ter sido apanhada por ela, não se ia opor a permitir que ela também usufruísse dos préstimos do corpo do primo, em troca do seu silêncio. A única questão que permanecia e lhe dava voltas à cabeça era, como fazer a chantagem sem perder a amizade de Vera, porque, ir para a cama com o primo era uma coisa, mas não queria perder a amizade da amiga. Mas se tivesse que ser, os meios justificavam os fins... Entretanto ela ouve a amiga a falar: - O meu telemóvel está ligado?!... E a chamada "cai". Na realidade, Vera cancela a chamada. E assim que a desliga, Vera arrepende-se porque apercebe-se que podia e devia falar para ver se ainda estava alguém do outro lado, e assim não permanecer na dúvida. - O que é que se passa? - Pergunta Rui. - Não... nada... nada de importante... - Mas disseste que o telemóvel estava ligado... - Pois estava... enganei-me a desligá-lo... - Achas que a tua amiga ouviu alguma coisa? - Não sei... é possível... - E se ouviu?... O que achas que ela fazia?... - Não sei... Mas não acredito que ela fizesse alguma coisa que me prejudicasse... somos amigas há muitos anos... - Pões as mãos no fogo por ela? - Ponho... até porque somos confidentes uma da outra... - Conheces segredos sujos dela? - Pergunta Rui com uma expressão maldosa... - Conheço... como ela conhece os meus... - Todos?... - Todos não... eu guardo sempre o melhor para mim... Já noite, há alguém que repara na relação, mais amistosa, dos dois primos. Susana, estranhando que o sobrinho já não a procure, vira a sua atenção para o jovem, pondo-o debaixo do seu radar, estudando com especial atenção todos os actos do sobrinho, tentando adivinhar o que se passava. E perante o que via, muita proximidade, muita simpatia, muita conversa, muitos risos, começa a desconfiar num eventual interesse do sobrinho na prima, mas também de um hipotético interesse da própria filha pelo rapaz, ignorando que os dois já andam sexualmente envolvidos. Susana sabe que pode confrontá-los com as suas suspeitas, mas ela também sabe que um e outro iriam negar qualquer interesse de um no outro. "Tenho que manter estes dois debaixo de olho...", pensa ela. Em condições normais, Susana saberia que podia confiar no sobrinho, e bem assim, na filha, mas atendendo aos pergaminhos de um e de outro, ela sabia que não podia confiar neles juntos... O primo comeu a própria mãe e a ela própria. Se a filha foi para a cama com o próprio pai, porque não iria com o primo? De repente, Susana apercebe-se de uma coisa: está com ciumes do sobrinho! Sim, não há como o negar. Ela deseja o sobrinho e perante o seu afastamento, não obstante curto, e bem assim, o seu relacionamento muito amistoso com a filha, levam-na a sentir-se ciumenta. Mas Susana não quer aguentar por muito tempo viver naquela dúvida. Ela quer tirar aquela história a limpo. Tem que tirar aquela história a limpo. É imperativo que o faça, e quanto mais rápido melhor. E tem que ser naquela mesma noite. Entretanto, Susana, por várias vezes, insinua-se dissimuladamente ao sobrinho. Mas a sua cuidada discrição não passa totalmente despercebida à filha que, fazendo uma marcação cerrada ao seu amante, percebe o que a mãe faz, enfrentando-a com um olhar de gozo. Quem nem repara é o sobrinho. Perante a atitude desafiadora da filha, Susana percebe que há ali um interesse, muito possivelmente, mútuo. Se assim for, Susana terá que utilizar a "bomba atómica" que cortará pela raiz qualquer plano da filha: recambiar o sobrinho para casa da mãe. A sua única dúvida é se a irmã não voltará a cair nos braços do filho... Com a noite já a avançar, os mais novos vão-se deitar. O casal faz o mesmo algum tempo depois, com Carlos a atirar-se à esposa, esfregando-se nela, "avisando-a" com aquele gesto que queria sexo. Apesar de Susana quer outro sexo, não pode dizer que não ao marido e permite que ele continue a esfregar o seu membro nas suas nádegas enquanto lhe apalpa as mamas. Apesar da excitação do marido e das suas caricias, ela não consegue sentir o mesmo. Ignorando a falta de excitação da esposa, Carlos ergue a perna da mulher, afasta-lhe a cueca para o lado e começa a deslizar o seu membro ao longo dos lábios vaginais da mulher, até que finalmente, com um pequeno gesto, empurra-o para dentro dela, arrancando-lhe um gemido, não de prazer, mas de desconforto, porque ainda não estava minimamente lubrificada. Sem se preocupar com esse pormenor, ele começa a fazer o vai e vem, sem grande ímpeto. Para contrariar o seu desconforto, Susana começa, ela própria a acariciar o seu clitóris, contribuindo então para que as suas paredes vaginais ficassem mais húmidas, facilitando sobremaneira o deslizar do membro do marido para dentro e para fora. Mesmo preferindo fazer sexo com o sobrinho, não pode deixar de sentir prazer e de inclusivamente o exteriorizar. Em termos comparativos, um donut simples (leia-se, o marido) é muito bom, mas um donut coberto com chocolate (leia-se, o sobrinho) é muito melhor. Depois de foder a mulher por trás durante uns bons minutos, com aquela posição a contribuir positivamente para prolongar a sua excitação sem o fazer gozar, sentindo-se por isso mais à vontade, troca de posição, colocando a esposa de quatro e ajoelhando-se por trás dela, continuando a bombar, agora a um bom ritmo. Sentindo-se um cowboy a cavalgar a sua égua, ele levanta a mão e dá-lhe uma violenta nalgada. O som daquela bofetada faz-se ouvir bem no quarto, obrigando Susana a conter um grito de dor, mas rapidamente recompondo-se para reclamar: - Está louco?... Queres que os miúdos te ouçam?... - Ups... desculpa... não pensei nisso... Susana começa então a desejar que aquilo termine rápido, por isso, começa a mover-se para a frente e para trás, em contraponto com os movimentos do marido, para assim aumentar as investidas do marido e provocar ainda mais a sua excitação, para o fazer vir-se mais depressa. E a sua estratégia releva-se certeira porque ele não aguenta nem dois minutos, anunciando logo de seguida, em voz baixa, que ia gozar: - Vou gozar... vou gozar... - Sim vem-te... vem-te comigo... - Estou-me a vir... estou-me a vir... - Sim goza querido... goza... aaaahhh... goza comigo... - Aaaaaaaaahhhhhhhh... aaaaarrrrggggg... aaaaarrrggggg... Enquanto ela goza, ela finge gozar com ele, aumentando assim ainda mais a sua satisfação. Finalmente ele deixa-se cair na cama e em menos de cinco minutos, cai no sono. Susana, ainda excitada, nem se vai lavar. Levanta-se e sem fazer qualquer ruído, encaminha-se rapidamente para o quarto do sobrinho, iluminando o caminho com a luz do seu telemóvel. Entra no quarto às escuras, fecha a porta e dirige-se até à cama do rapaz que dorme profundamente. Puxa aos cobertores para baixo, deixando-o completamente descoberto. Seguidamente, puxa-lhe as calças de pijama e a cueca ao mesmo tempo, atirando as peças de roupa para o fundo da cama. Depois, pega no membro ainda murcho e enfia-o de imediato na boca, começando a chupá-lo, enquanto o masturbava apenas junto da base, utilizando o polegar e o dedo indicador para o envolver e movendo-os para cima e para baixo, não percorrendo mais de três ou quatro centímetros. Muito embora o rapaz continuasse a dormir, o seu membro começa a despertar, ganhando paulatinamente volume e robustez. Perante a reacção do pénis aos seus estímulos orais, Susana intensifica a sucção que a sua boca exerce sobre o mesmo, até que um par de minutos depois, ele já está completamente firme e hirto. Agora sim, Susana pode deliciar-se, movendo a sua cabeça para cima e para baixo, enquanto a vai virando para um lado e depois para o outro, fazendo um movimento em rosca. A sua mão acompanha o sobe e desce da sua boca, deslizando-a para cima e para baixo, fazendo-lhe assim uma dupla masturbação. Como seria de esperar, perante aquele "ataque" a meio da noite, Rui começa a despertar. Ainda estremunhado, apercebe-se rapidamente do que está a acontecer, pelo que, coloca as mãos na cabeça de quem lhe está a fazer o broche, acompanhando o sobe e desce e diz: - Huuummmm que bom!... Huuummmmm... Huuuuummmm... Susana continua a chupá-lo com grande voracidade. - Tu és insaciável... Huuummmm... Não te chegou o que fizemos esta tarde?... Huuuummmmm... "O que fizemos esta tarde", pensa Susana, "Ele deve estar a sonhar". - Oh Vera... tu és fantástica... Huuummmmm... chupas melhor que a tua mãe!... Ao ouvir aquela afirmação, Susana para de lhe chupar a verga e exclama: - Vera?... Sobressaltado, ao ouvir aquela voz, Rui apercebe-se que quem está ali é a tia e não a prima. Susana acende a luz do quarto e confronta o sobrinho: - Vera?... Oh meu desgraçado, tu também andas envolvido com a tua prima?... Rui não consegue articular nenhuma palavra. - Mas tu não respeitas ninguém?... Agora vais para a cama com qualquer uma?... - N-n-não... - Ai não?... Comes a tua mãe, a tua tia e agora a tua prima... quem é a seguir?... Uma não te chega?... Eu não te satisfaço?... A Vera é melhor do que eu?... Naquele momento, já são os ciumes de Susana a falar. - Não, não tia... isto foi uma coisa que aconteceu por acaso... - Aconteceu por acaso?... Contigo acontece tudo por acaso... Mas tu não pensas?... Não chega andares comigo, também tens que andar com a minha filha?... Não te chega uma?... - Sim, mas... - Mas?... - Tu tens o tio e eu... - E tu achas mesmo que prefiro foder com ele?... - Não sei... - Não sabes?... Mas achas que estou aqui a fazer-te uma mamada a ti e não a ele porquê?... - Porque preferes-me a mim... - Pois prefiro... Ponho o meu casamento em risco ao envolver-me contigo e é esta a paga? - Mas tu estás sempre a dizer que temos de acabar com esta relação... - Não te faças de bobo que de bobo não tens nada... sabes muito bem que digo isso só da boca para fora... - Isso quer dizer que queres que nós continuemos amantes? - Mas não quero que me tenhas por garantida... - Pois mas eu pensei que não querias mais nada comigo... - E tu o que é que fazes? Trocas-me por uma pirralha mimada que pensa que consegue tudo o que quer abrindo as pernas a qualquer um? - Ela não faz isso... - Não?... Por que achas que ela abriu as pernas ao pai?... Ao pai apeteceu-lhe e ela fez-lhe a vontade?... Acorda para a realidade, a tua prima não é inocente nenhuma... - Não sabia... Na verdade, Rui sabia, embora não conhecesse em pormenor as razões. Mas o que importa isso? Apesar da reacção da tia, Rui vai desempenhando o seu papel submisso à mulher que continua a tentar sensibilizá-lo para abrir os olhos por causa da malvada filha, mas na sua mente, ele nem quer saber disso, porque imagina-se a comer mãe e filha. - Eu sei que não te posso fechar num cofre para seres só meu... e também sei que não te posso proibir de te envolveres com a minha filha, porque vocês podiam continuar a encontrar-se às escondidas... por isso, e porque contra factos não há argumentos... resta-me provar-te que sou muito melhor do que ela... Ao dizer isto, recomeça a bater-lhe uma punheta. O seu membro, que já tinha descaído para o lado, volta rapidamente à vida. Ela continua: - Ela pode ter um corpo mais juvenil... mas falta-lhe experiência... Enfia a verga na boca e faz-lhe um broche rápido, com os lábios bem apertados e com a sua língua a aumentar a pressão, movendo com grande velocidade a cabeça para cima e para baixo, chupando com força e acompanhando esse movimento com a mão, que também apertando-a, sobe e desce, quase "colada" à boca, obrigando-o a gemer de prazer. - Vais ver que a fruta madura sabe muito melhor do que a fruta verde... Rui olha maravilhado para a tia que lhe devolve o olhar e lhe engole o membro com grande mestria. Este acaba por se deitar enquanto ela continua a chupar de forma bem vigorosa, mas para que o clímax do sobrinho não se aproxime rapidamente, ela vai parando e vai combinando outras técnicas. Além de o chupar, lambe-lhe a cabecinha, passando a língua pelo seu orifício, o que obriga o sobrinho a remexer-se na cama. Também o lambe, a intervalos, das bolas até à ponta, brinca com estas e até as enfia na boca para as chupar também. Mas não é só com a língua que ela trabalha, porque as suas mãos também fazem o seu serviço, desde apertar, acariciar, esfregar, deslizar para cima e para baixo com a mão direita ou fazendo o movimento de parafuso, e até, acariciando-lhe directamente a glande. Quando finalmente Susana percebe que ele está próximo de gozar, deixa de o masturbar com a mão e passa apenas a chupá-lo enquanto ele se contorce na cama à medida que o seu orgasmo se aproxima. Susana quase pára de mexer a cabeça, vira-se para baixo e limita-se praticamente a fazer uma sucção, criando uma espécie de vácuo, com os seus lábios bem prensados à volta do membro. Então o sobrinho vem-se, dando um esticão, como se tivesse apanhado um violento choque eléctrico, começando a jorrar o seu leite para o interior da boca da tia, em sucessivas golfadas do seu líquido quente. Susana recebe-o todo até à ultima gota, depois, mantendo o pénis bem na boca e bem apertado pelo lábios, vira-se para ele. O sobrinho abre os olhos e ao olhar para a tia, vê-a soltar o seu membro, mantendo todo o seu leite dentro da boca. Depois abre-a, mostrando-o... e engole-o com plena satisfação, culminando com uma passagem da língua pelo lábio superior, como que dizendo: delicioso! - A minha filha faz-te um broche como este? - Nem por sombras...
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