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Apanhado - parte 20Publicado em 2017-11-02 na categoria Contos eróticos / Incesto
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O que o casalinho não sabia, era que entretanto Vera tinha acordado, muito sorrateiramente tinha aberto a porta do seu quarto e estava atrás do umbral da porta do quarto do primo. Apesar de estarem com a luz acesa, Susana tinha deixado a porta aberta para poder ouvir qualquer uma das outras portas a abrir, mas a filha abriu a sua com tanto cuidado que não fez qualquer ruído.Vera assiste assim, praticamente a todo o broche que a mãe fez ao primo, sendo assaltada por um ataque de ciumes e raiva contra a sua progenitora. "Aquela desgraçada não o larga...", pensa a rapariga. Entretanto Susana deita-se ao lado do sobrinho e este surpreende-a, beijando-a na boca, sem se importar dela saber ao seu sémem. Muito excitada, ela deita-se sobre ele, mas cobrindo apenas metade do mesmo e beija-o apaixonadamente, enquanto ele a abraça, acariciando-a. Depois, faz um pedido à tia: - Deixa-me chupar-te as mamas... - Sim querido, chupa-mas... são todas tuas... chupa-me bem esses bicos... isso... chupa... isso... aaaaaaiiiiii... aaaaaiiiiii que bom... Ela agarra-lhe a cabeça e expreme-a literalmente contra o seu peito, como se quisesse enfiar aquela enorme mama dentro da pequena boca do rapaz. - Chupa... ai chupa... mais... mais... com força... chupa com força... aaaaaiiiiiiiii... Mas ele entusiasma-se e morde-lhe um mamilo, ela queixa-se: - Ai cuidado... morde com cuidado... - Desculpa tia... Ele controla as suas mordidas, combinando-as com as lambidelas e as chupadelas. Finalmente, ele fá-la deitar e agarrando-as, apalpa-as, enquanto chupa o mamilo de uma e outra, à vez. Depois, entre lambide-las, comenta: - Tens umas mamas tão boas tia... "Com que então as mamas dela são boas?... Seu desgraçado... troca tintas... eu digo-tas... tu não perdes pela demora... isto vai-te sair caro, muito caro... eu vou-me vingar, e não vai ser bonito de se ver...", pensa Vera espreitando do seu esconderijo. Depois de se deleitar, Susana empurra-lhe a cabeça para baixo, pedindo: - Chupa-me agora a cona... anda... chupa... - Queres que te chupe a coninha?... - Sim... - Queres?... - Sim, sim caralho! Perante aquela reacção da tia, ele acata o seu pedido, mas o invés de se dirigir directamente à vagina da tia, vai deslizando pelo corpo dela, lambendo-o em zig-zags, enquanto a acaricia, até finalmente chegar ao interior das coxas dela. - Huuuuuummmmm... A tia solta um profundo suspiro arqueando o corpo. Rui ao chegar ao seu destino, encontra os lábios vaginais da tia completamente cheios de fluídos, como se se estivessem a babar. - Que bela cona! - Eu não quero que a admires, quero que a chupes! - Calma... temos a noite toda por nossa conta... "A minha é bem melhor do que essa!", pensa a prima. Susana impaciente, pede: - Anda querido, chupa... chupa-me a cona... anda... anda... chupa... - Tens a cona tão molhadinha... - Chupa-me caralho!... Anda... anda... chupa-me... - Os teus desejos são ordens!... Rui "atira-se" ao sexo da tia, começando a lambê-lo, pressionando a língua para a introduzir por entre os grandes lábios vaginais da tia. - Aaaaaahhhhhhhhh... Que língua deliciosa... Aaaaaaaaaaahhhh... - Gostas? - Adoro... - Queres mais?... Queres?... - Sim... sim... não fales, chupa... chupa... Com os dedos de ambas as mãos, afastabem os seus grandes lábios, lambendo-lhe repetidamente todos aqueles recantos, que desta vez, pareciam ter um sabor mais arisco, ignorando que o tio já tinha feito sexo com a tia e tinha gozado dentro dela. - Chupa-me o grelinho... chupa... anda... chupa-me o grelinho... Ele satisfaz parcialmente o seu pedido, mas em vez de chupar, acaricia-o com os dedos. - Adoro o teu grelinho!... Mas a tia insiste: - Chupa... chupa... aaaaaaahhhhhhhh... aaaaaaaaaahhhhh... O sobrinho faz-lhe a vontade, obrigando-a a levar as mãos à cabeça enquanto geme de pleno prazer, assim que sente a língua dele - Puta que pariu... isto é tão bom!... A língua do rapaz move-se com rapidez, castigando o clitóris da tia, até que alguns minutos ela atinge um intenso e delicioso orgasmo que a faz contorcer-se de um lado para o outro na cama, enquanto solta uns longos gemidos de prazer, tendo o cuidado de não fazer muito barulho:. - Aaaaaaaaaarrrrrrggggggggggg... Aaaaaaaaaaarrrrrrrrgggggg... Rrrrrrrrrrrrrrrrr... - Goza tia... isso goza... goza de prazer... goza... "Quem devia estar a gozar era eu...", pensa Vera. - Aaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrggggggg... Rrrrrrrrrrrr... Rrrrrrrrrrrrrrrrrr... Rrrrrrrrrrrrrrrrrr... - Adoro ver-te gozar! Ele tenta voltar a chupar-lhe o clitóris, mas Susana, demasiado sensível não o permite, tapando-se com a mão. Ele tenta afastá-la: - Tira a mão... deixa-me chupar-te... - N-não... não... não... - Vá lá tia... deixa-me... - Espera... espera um pouco... - Eu não quero esperar... - Mas tens que esperar... - Mas eu quero chupar-te toda tia... "Com que então queres chupá-la seu desgraçado...", pensa Vera, enquanto continua a espiá-los. Apesar dos seus ciumes e da sua raiva, ela não evita sentir-se excitada ao ver a mãe e o primo a fazer aquele sexo tão quente e excitante. - Não chupes mais... - Não?!... - Agora quero que me fodas... Ao dizer isto puxa-o para cima de si. Ele sorri. - Anda querido, fode-me... - Está bem... - Quero sentir-te dentro de mim... - Eu também quero sentir-me dentro de ti... O rapaz, mantendo-se sentado sobre os seus calcanhares, agarra o seu membro e começa a esfregá-lo pela racha da tia, mas sem o enfiar nela, deliciando-se com a visão dele deslizar para cima e para baixo, ao longo dos lábios vaginais da tia, e bem assim, do corpo dela ali deitado à sua frente. Pensando que ele quer penetrá-la, Susana mexe-se para tentar facilitar a entrada, mas o sobrinho consegue evitar as tentativas dela. Ela suplica: - Mete querido, mete!... - Aí vai aço!... Ele sorri e enfia um bocadinho apenas. Ele solta um gemido de prazer, mas logo de seguida surpreende o sobrinho chegando-se para baixo e com isso, forçando a penetração. - Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh.... - Tia tu és uma grande maluca! - Tu é que me deixas assim... O sobrinho levanta-lhe uma das pernas e passa-a por cima do seu ombro, enquanto a outra fica deitada sobre a cama. Com esta posição ele tem a tia completamente exposta e à sua mercê. Ele exclama: - Que corpo que tu tens tia! "Que corpo? Mas tu estás doido? Achas mesmo que ela tem um corpo melhor do que o meu?". Mas, lá no fundo, Vera tem consciência que a mãe tem o seu valor, daí o facto do primo continuar interessado nela. - Gostas? Susana agarra as suas volumosas mamas e empurra-as para cima, fazendo-as ficar mais volumosas. - Adoro! - É todo teu!... - Eu sei... - O meu corpo dá-te tesão? - Nem imaginas como... Enquanto fazem aquele diálogo, ele começa a mover-se lentamente para a frente e para trás, mas aos poucos, vai aumentando a cadência dos seus movimentos, obrigando a tia a parar de falar para gemer de prazer, enquanto continua a apalpar as suas mamas. Vendo-a gemer daquela forma, o rapaz intensifica ainda mais os seus movimentos, acabando por arrancar um segundo orgasmo à tia. |
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Apanhado - parte 20




