Apanhado - parte 21
Publicado em 2017-11-03 na categoria Contos eróticos / Incesto


Apesar de revoltada, Vera não evita sentir o despertar da sua excitação, vendo-se forçada a acariciar-se por não aguentar mais aquele frenesim de desejo dentro dela, e naquele estado de arrebatamento e euforia, sentindo-se completamente tresloucada, a sua lascívia e assanhamento, leva-a a pensar que naquele preciso momento, nem se importava de partilhar o primo com a mãe, num ménage a trois.

Depois de Susana ter gozado, o sobrinho continua a penetrá-la, fazendo os movimentos de vai e vendo, desejando gozar também, mas naquele momento, não está a conseguir vir-se, o que começa a deixá-lo um pouco frustrado.

Percebendo o desejo do sobrinho, Susana incentiva-o:

- Anda querido... goza... goza dentro de mim... dá-me o teu leitinho... anda... goza... goza dentro de mim...

Ele faz uma máscara de esforço, ao mesmo tempo que aumenta a cadência dos seus movimentos, mas sem sucesso. Susana tenta excitá-lo:

- Olha para o meu corpo... gostas das minhas mamas?...

- Adoro-as!...

A resposta do rapaz foi sincera, mas ela pensa ver ali indícios de alguma falta de excitação. Isto é, ela sabe que excita o sobrinho, mas tem que admitir que a filha excitá-lo-à mais.

Susana sabe que tem que se render às evidências. Ela tem um bom físico, é atractiva, excita o sobrinho, mas a filha tem a quem sair, e não lhe ficava atrás. Mas se a filha tem um corpo juvenil, e contra isso ela não pode competir, há algo que a filha não tem, a sua experiência. Só tem de fazer valer aquele trunfo!

Ela cerra os dentes e começa ela própria a mover-se horizontalmente para a frente e para trás, em contra ciclo com os movimentos dele, aumentando desta forma a intensidade das suas investidas, além de continuar a provocá-lo:

- Dá-me o teu leitinho... dá-me... anda... goza... goza dentro de mim... dá-me o teu leitinho...

Susana prepara-se para lhe dar um final feliz com os seus lábios, fazendo-lhe sexo oral até ele gozar.

Mas a forma como a tia se movimenta, a visão do seu corpo, das suas mamas a baloiçar de um lado para o outro e o seu membro a deslizar para dentro dela, o incentiva verbalmente para ele se vir dentro dela e demonstra o prazer que sente por isso, começa a produzir efeito nele.

Ao sentir que o seu climax não está longe, fecha os olhos e esboça um rasgado sorriso, que é acompanhado pelo da tia:

- Isso querido... vem-te... vem-te dentro de mim... dá-me o teu leitinho... eu quero sentir o teu leitinho quente dentro de mim... anda... vem-te...

- Mas o que vem a ser isto?

Ao ouvirem aquela frase, proferida em voz baixa, mas por eles audível, tia e sobrinho dão um sobressalto na cama, dirigindo de imediato o olhar para a porta, onde Vera está especada a olhar para ambos, fazendo uma falsa expressão de incredulidade, como se estivesse realmente surpreendida e não quisesse acreditar no que estava a ver.

- Filha... - Susana tenta justificar-se, mas sente um nó na garganta.

- Eu não acredito no que estou a ver... - Finge a filha.

- Filha, eu... - Susana tenta falar mas não consegue.

- O que é que o pai diria se soubesse disto?

- Filha tu não vais dizer nada ao...

- Mas o que é isto?

Rui levanta-se da cama, assim como a tia.

- Isto é o que estás a ver... - Intervém o primo.

- Como é que vocês podem fazer isso?

- E nós os dois podemos? - Questiona o rapaz.

- Mas é a minha própria mãe...

- A tua mãe é minha tia e tu és minha prima, qual é a diferença?

Vera fica momentaneamente surpreendida com a reacção do primo, que continua:

- Eu posso foder contigo mas não posso foder com a tua mãe?

- É diferente... ela é casada, está a enganar o meu pai, eu não estou a enganar ninguém!...

- Estás a enganar o teu namorado... - Dispara a mãe.

O rapaz coloca-se entre a tia e a prima e num tom conciliador diz:

- Mas porque é que estamos aqui a discutir? Somos todos culpados, ponto final...

Mãe e filha olham-se em silêncio. De verga em riste e ainda excitado, Rui surpreende as duas com a sua proposta:

- E que tal se em vez de estarmos aqui a discutir culpas e culpados, atirar-mos o assunto para trás das costas e divertimo-nos os três?

- O quê? - Perguntas as duas quase ao mesmo tempo.

- Sim... eu já fodi com vocês as duas... vocês gostaram e querem continuar a foder comigo... porque não fodemos os três juntos?

- Estás maluco? - Pergunda Susana.

- Não... só estou a juntar o útil ao agradável.

- Se tu pensas que eu alinho nisso estás muito enganado... - Sentencia a prima.

- Vá lá primita... não sejas assim, nunca fizeste um ménage a trois?

Susana sabe que não tem nada a ganhar em alimentar uma guerra com a filha, por um lado, porque naquela situação, ela sabe que está nas mãos da filha, porque se Vera quiser, pode denunciá-la ao pai, por outro lado, não queria competir directamente com a filha pela "atenção" de Rui porque ela achava que, na dúvida, ele podia preferir a mais nova.

Por tudo isto, Susana pensa que talvez tenha mais a ganhar, se alinhar com a ideia do sobrinho. No fundo, pouco lhe interessa se o sobrinho vai para a cama com outras raparigas (e mesmo se entre essas raparigas está a filha), o que, é o mais natural, porque Susana não pode prender o sobrinho ou querer ficar com ele só para ela, pelo que, tem de aceitar partilhá-lo, desde que continue envolvido com ela. Então dirige-se à filha:

- Para que é que vamos lutar as duas por ele se o podemos partilhar?

Vera fica surpreendida com a pergunta da mãe.

- Exactamente... isto chega para as duas...

Ao dizer isto, Rui agarra a sua verga, já meio murcha e exibe-a às duas mulheres que fixam o seu olhar na mesma.

- O que é que tu ganhas em contar ao teu pai? Desfazias a nossa família... o Rui regressava para casa da mãe... só ficavas... só ficávamos as duas a perder...

- A tua mãe tem razão...

Vera acena com a cabeça, concordando, mas sem perceber muito bem aquela ideia de fazerem sexo a três. Os três juntos? Aquilo fazia-lhe alguma confusão.

Rui pega-lhe pela mão e leva-a lentamente para a cama. Susana junta-se ao cortejo e começa a despir a filha. Ao chegarem à cama, param. Enquanto a mãe termina de despir a filha, Rui beija a prima, acariciando-lhe os seios. Susana levantando-se encosta o seu corpo ao da filha, abraçando-a e acariciando-lhe também as mamas.

Ensanduichada entre os corpos do primo e da mãe, Vera experimenta um prazer nunca antes sentido, tal é a excitação que sente. O seu coração dispara, batendo-lhe no peito com tanta força que parece querer sair-lhe pela boca. A sua respiração torna-se tão ofegante que ela não consegue beijar o primo, tendo que desviar a sua boca.

Depois de uma longa troca de beijos e carícias, Rui recosta-se na cama, chamando-as.

- Quero que vocês me façam um broche...

Elas trocam um olhar algo tímido, mas acabam por ladear o rapaz, sendo a mãe a ter a iniciativa de agarrar o membro do sobrinho para o começar de imediato a chupar, enquanto a filha se limita a olhar. Mas pouco depois, Susana deixa de chupar e aponta a verga na direcção da filha, como que dizendo: é a tua vez!

- Isto é o máximo! - Exclama o rapaz.

Vera inclina-se, ainda algo titubeante, mas lá acaba por a enfiar na boca para a chupar também. Rui observa-as enquanto geme de prazer, imaginando-se por um lado a fodê-las às duas ao mesmo tempo, e por outro, bem mais ousado, a imaginá-las a envolverem-se uma com a outra, numa espécie de show lésbico.

- Adorava ver-vos a beijar-se...

- Vai sonhando... - Responde Susana.

Inicialmente, elas chupam-lhe a verga à vez, mas numa altura que em Vera, já mais envolvida, se demora mais com ela na boca, e num momento em que lhe sugava a ponta, Susana inclina-se e começa a chupar-lhe o tronco do pénis, desde o prepúcio até às bolas. Ao sentir o contacto das duas bocas, o jovem delira.

- Uuuaaaaauuuuuuuu!... Que delicia!...

Cada vez mais excitadas, a envolvência de mãe e filha torna-se cada vez maior, parecendo criar-se uma situação de concorrência, onde cada uma tentava reclamar para si o prémio. Até que a dado momento, quanto ambos lambiam o pénis, cada uma do seu lado, e numa altura em que Susana, de olhos fechados, passa inadvertidamente para o outro lado, a sua boca encontra a da filha.

Rui fica expectante, desejando que as duas se beijassem, mas elas ficam apenas a olhar uma para a outra durante um par de segundos, limitando-se a sorrir uma para a outra.

- Vá lá... dêem um beijinho... só um...

Susana, mantendo um sorriso nos lábios, olha para o sobrinho e depois para a filha. Primeiro, fixam o olhar uma na outra, mas depois, desviam o olhar para a boca uma da outra. Rui até estremece só por estar mentalmente a antecipar o beijo. Mas nenhuma delas se atreve a tanto para frustração do rapaz.

- Cala-te...

Ao dizer isto, Susana levanta-se e senta-se literalmente sobre a cara do rapaz, virando-se de frente para a filha.

- Cala-te e chupa-me... Monta-o tu... - Diz de seguida à filha.

A filha acena afirmativamente e senta-se sobre o primo, começando de imediato a cavalgá-lo, enquanto Susana acaricia o corpo da filha, para depois lhe chupar os bicos das mamas.

"Que cena tão marada... estou a comer a cona da mãe e a foder a cona da filha!...", pensa Rui. Mas este pensamento acaba por o trair porque sente o seu climax a aproximar-se rapidamente. Ele ainda tenta travá-lo, mas em vão, acabando por gozar dentro da prima.

Esta fica defraudada porque estava quase a gozar também, pelo que aproveita o vigor que ainda resta na verga do primo para continuar a saltar, mas aquela começa a perder a firmeza, impossibilitando Vera de gozar. Mas Susana age de imediato e faz a filha deitar-se para trás, puxando-a um pouco para ela e começando a lamber-lhe a cona, para surpresa da filha que rapidamente troca o assombro pelo delírio.

Susana não demora ela própria a desfrutar um intenso orgasmo, praticamente gozando-o sem parar de chupar o grelinho da filha. E quando o faz, a sua língua é substituída pelos seus dedos. Mas a própria filha também não resiste muito a tanta excitação e acaba ela também por gozar um belo orgasmo.

 

 
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