Apanhado - parte 23
Publicado em 2017-11-10 na categoria Contos eróticos / Incesto


No dia seguinte Vera encontra-se na escola com a sua melhor amiga, Ana, que já a aguardava, profundamente ansiosa e com uma grande expectativa, sobre como abordar a sua amiga sobre aquele segredo, que tinha tanto de tenebroso, como de terrivelmente excitante. Assim que se encontram, ambas amigas olham-se, olhos nos olhos, ambas com um tímido sorriso enigmático...

- Ontem liguei-te...

- Eu estava muito ocupada...

- Pois estavas...

Vera, que já tinha reparado no misterioso sorriso da amiga quando se encontraram, vê agora confirmada a sua suspeita. A amiga tinha ouvido tudo...

- O que queres dizer com isso?

- Vera não te faças parva comigo...

- Ouviste-nos?...

- Alto e bom som!

- E sabes com quem é que eu estava?

- Sei!... Sei que andas a comer o teu primo... O teu próprio primo!... Sua grande maluca!

Vera decide abrir o jogo. Afinal está a falar com a sua melhor amiga, com quem já trocou inúmeras confidências e segredos. Ela sabe que pode confiar na discrição de Ana.

- Aconteceu... que queres que te diga...

- Que quero que me digas? Quero que me contes tudo, tudinho, sem esquecer um pormenor!

Vera relata-lhe a história, mas opta por ocultar alguns pormenores. Já antes não lhe tinha confidenciado que se envolveu com o pai, nem lhe contou que o primo tinha andado a comer a mãe dela, como também não lhe ia dizer que tinha feito um ménage a trois com os dois.

Quando termina de contar as suas peripécias com o primo, a amiga que a escutava atentamente, exclama:

- Uau... que sorte a tua!...

Vera sorri perante a inveja que causou na amiga.

- Eu sei!...

- Adorava ter a tua sorte...

- Não é sorte... é saber...

Ana começa a tentar a sua sorte:

- Não me queres apresentar o teu primo?

Vera responde por impulso:

- Tu também?

- Eu também como?... Há mais alguém a foder com ele?...

Vera apercebe-se que quase se descaía...

- Não, não... eu é que não quero partilhá-lo com ninguém...

- Nem comigo?...

- Estás maluca?

- Não mais do que tu...

Vera fica intrigada com o interesse da amiga, percebendo que ela não a irá largar com aquele assunto, uma vez que ela está eufórica com aquela ideia de ir para a cama com o primo. Mas ainda não se dá por convencida.

- Não sei... Isto é muito complicado... Eu própria não sei e vamos continuar...

- Não sabes?... Vá lá... Eu conheço-te bem... Aquilo que eu ouvi não é de quem não vai repetir uma e outra e outra vez...

- Tu deves pensar que aquilo é só estalar os dedos e já estamos enrolados na cama... É muito difícil a gente conseguir uma oportunidade para estarmos juntos...

- Vá lá Vera... Podíamos fazer um ménage a trois...

Ana faz aquela proposta usando um tom de voz e uma expressão corporal mais provocadora, balanceando-se e mordendo o lábio inferior, enquanto esboça um sorriso.

- O quê?

- É uma ideia maluca não é?... Já pensaste?... Nós as duas juntas?...

Vera já tinha pensado em experimentar uma relação lésbica, mas nunca a imaginou com a sua melhor amiga. Depois lembra-se da excitação que sentiu ao estar com outra mulher, apesar dela ser a sua mãe e de não se sentir sexualmente atraída pela sua progenitora. Já Ana, era uma rapariga muito bonita. Morena de cabelos longos, lisos e pretos, com uns belos seios, se bem que mais pequenos que os dela e um corpo fabuloso.

Era capaz de ser uma boa ideia juntar a amiga à festa, mas Vera sente-se insegura. E se a amiga for mais fogosa na cama do que ela e acabar por impressionar mais o primo? E se o primo acabar por preferir estar com a amiga, e eles começarem a encontrar-se às escondidas dela? E se o primo simplesmente a abandonar, trocando-a pela amiga? Ela tenta esquivar-se:

- Nunca tinha pensado nisso...

- Que dizes amiga?...

- Não sei se o meu primo ia nessa...

- Não sabes?... Estás a falar de um rapaz... Eles só pensam com a cabeça de baixo... É claro que ele alinha na brincadeira...

- Está bem, eu quando puder falo com ele...

- Quando puderes?... Fala agora com ele... Ele está acolá...

Vera está entre a espada e a parede não tendo como fugir. O primo não ajuda. Vendo a forma como a amiga da prima olhava com muito interesse para ele, aproxima-se de ambas.

- Olá priminha... Quem é a tua amiga?

Vera apresenta-os pelos nomes e eles cumprimentam-se dos dois beijos na face. Mas Ana demora umas fracções de segundos mais do que é normal. E após o primeiro beijo, quando mexiam as cabeças para darem o beijo na outra face, Ana fica com a cara tão perto do Rui que os seus lábios quase se tocam. Aquele comportamento de Ana não passa despercebido ao rapaz que não se coíbe de a olhar dos pés à cabeça.

- Tu és uma brasa...

- Eu sei...

- O teu pai deve ser engenheiro de estradas...

- De estradas?...

- Sim... Para te fazer cheias de curvas...

- Vê lá se te despistas...

- Nãaaaaaaoooooo... Eu agarrava-me bem a elas...

- Não sei se tens unhas para isso...

- Põe-me à prova a vês...

Ambos fazem ali um jogo de sedução enquanto Vera assiste perplexa com o desenrolar cas coisas. A amiga tinha estendido uma passadeira vermelha ao primo e ele pavoneou-se por ela. Ana tinha-o definitivamente no papo. Vera sente que já não controla a situação e que só terá a perder se tentar acabar com aquilo.

Ana olha para a amiga para tentar perceber se pode confessar ao rapaz que sabe que ele anda envolvido com ela. Vera não reage. Não consegue. Foi apanhada completamente desprevenida com a ousadia da amiga.

- Gostavas que eu me junta-se a vocês?

Rui fica pálido, perdendo instantaneamente o sorriso do rosto. É então que se faz luz na sua mente, lembrando-se do telefonema e de que Vera não sabia se a amiga tinha ou não ouvido alguma coisa. Tinha! Mas Rui tenta desviar-se:

- Não sei do que estás a falar...

- Não?...

- Não...

- Vá lá, relaxa... Eu não vou contar nada a ninguém... A minha boca é um túmulo, não é Vera?

- Hã!?... ah sim, sim... és...

- Ela sabe?

- Sabe...

Perante a confirmação daquilo que ele já sabia, faz-se um silêncio que é interrompido por Ana:

- Posso juntar-me a vocês?...

Vera não reage, nem responde, mas a cara de Rui volta a resplandecer, esboçando um sorriso malicioso enquanto fica com um brilhosinho nos olhos.

- Tu queres juntar-te a nós?

- Quero!... Tu queres?

Ele quer, mas faz-se difícil. Então pergunta à prima:

- Tu queres?

Ela, mantendo uma expressão séria responde com um encolher de ombros. Perante a repetição da pergunta, então responde:

- Tu é que sabes...

- A mim parece-me bem...

- Excelente!... E quando é que podíamos...

Ana faz a pergunta de forma provocativa, e interrompendo-a propositadamente. Já a começar a ficar excitado, o rapaz nem pensa, perguntando de imediato:

- Vocês querem faltar às aulas?...

- Por mim tudo bem... E tu Vera?

- Não sei se é boa ideia...

- Vá lá, então?... Trocas as aulas por sexo escaldante?... Não te estou a conhecer...

- As oportunidades são para aproveitar prima...

- Está bem, pronto... vocês ganham...

Ana quase dá um salto de contentamento.

- Em vossa casa ou na minha?

- É igual...

- Então vamos para a minha... fica muito mais perto!

Os três abandonam a escola, metem-se no autocarro e dirigem-se para o apartamento de Ana, que fica num prédio de um bairro residencial para a classe média alta.

Ana convida os dois primos a entrar e encaminha-os directamente para o seu quarto, onde o que sobressaía era a cama de grandes dimensões e a claridade que entrava. Rui comenta o tamanho da cama, mas Ana nem lhe responde, limitando-se a sorrir e a caminhar na direcção dele, começando a beijá-lo, enquanto Vera limita-se a assistir.

Mas Ana não perde muito tempo para começar a despir o rapaz que fica agradavelmente surpreendido pelo poder de iniciativa que a rapariga demonstrava, deixando-a inicialmente tirar-lhe a roupa, mas logo, começa ele também a tentar despi-la. Gera-se alguma atrapalhação e eles terminam de se despir a eles próprios, até ficarem completamente nus.

A verga de Rui já apresenta uma erecção plena que não passa despercebida a Ana que fica muito bem impressionada:

- Uau!... Tens aí um belo material!... Agora percebo porque é que a tua prima anda a comer-te...

- Não é nada de especial... Já deves ter visto maiores...

- Só em fotografias e vídeos porno...

- Não me vais dizer que és virgem...

- Não, não... já comi algumas... mas a tua... é das mais bonitas que já vi!

- Obrigado pelo elogio. É a primeira vez que me dizem isso...

- A tua prima já me tinha dito isso...

- Ah já!... Não sabia que vocês falaram de nós...

- Nós as duas não temos segredos uma com a outra... Partilhamos tudo... E isso inclui-te...

- Tu és mesmo um espanto!

Voltam a abraçar-se aos beijos e deitam-se juntos na cama, ignorando totalmente Vera que continua especada a olhar para os dois, apercebendo-se da concretização do seu pior receio: a amiga estava a açambarcar o primo para ela.

Depois de uns beijos e carícias mútuas, ele começa a chupar-lhe os seios enquanto ela o masturba, mas Ana não demora a desviar-se dele para lhe fazer um broche, fazendo-o gemer de prazer durante uns bons minutos, até que ele se apercebe que a prima continua ali de pé.

- Então prima? Junta-te a nós!...

Ana apercebe-se do seu egoísmo e levantando-se, encaminha-se até à amiga, enquanto o rapaz fica sentado na beira da cama a olhar para as duas, na expectativa do que irá Ana fazer, e esta não o defrauda. Caminhando lentamente na direcção da amiga, movimentando-se de forma sensual, aproxima-se dela e dá-lhe um beijo nos lábios.

Vera fica perplexa, gelando-lhe o sangue nas veias. Mas rapidamente o seu coração dispara, fazendo-lhe a pulsação aumentar tanto que começa a sentir calores e calafrios pela espinha, ao mesmo tempo que começa a sentir-se toda molhada entre as pernas, pernas que começam a tremer.

Após aquele primeiro beijo, segue-se outro, e outro. Entre beijos, Ana vai olhando para a amiga para perceber a sua reacção. Vera mostra uma expressão de confusão, mas ao mesmo tempo, de excitação. Finalmente, Ana beija-a com um beijo logo. Rui fica louco de tesão, levanta-se e dirige-se até às duas, começando a acariciá-las, para depois começar a despir a prima até a deixar também nua.

Rui "cola-se" às costas da prima e começa a roçar-se nela, enquanto lhe apalpa as mamas, deixando-a completamente louca, ao ponto de agarrar na verga do primo e posicioná-la para que ela deslizasse pelo seu rego. O primo aproveita o facto dela se colocar em posição, arrebitando o rabo para a penetrar, arrancando-lhe um sonoro gemido, mas a posição não é a melhor para poder fazer um vai e vem.

Prensada entre os dois, Vera sente um prazer indiscritível, enquanto o primo tenta fazer um vai e vem balanceando-se e Ana lhe chupa os seios e lhe acaricia o clitóris. Frustrado por não conseguir manter a penetração, Rui baixa-se, lambendo-lhe as nádegas, depois num arrojo, senta-se no chão, de costas para a prima e inclinando-se para trás, enfia a cabeça por entre as pernas da prima, de forma a ficar com a vagina dela ao alcance da sua boca, começando então a chupá-la.

A excitação de Vera começa a atingir o ponto de abolição, até que já a ferver de prazer, goza um intenso orgasmo, enquanto o primo continua a chupar-lhe o clitóris e a apalpar-lhe as nádegas e Ana lhe chupa os mamilos, e lhe amassa as mamas com ambas as mãos.

Tendo gozado, fica tão sensível que tem que se afastar dos dois, continuando a gemer, a tremer e a sorrir de plena felicidade, levando uma mão à cabeça e sentando-se a cambalear na beira da cama. Rui vira então a sua atenção para Ana, levando-a também para a cama.

- Agora é a nossa vez!

Ana sorri e segue-o. Ela deita-a, abre-lhe as pernas e aninha-se entre elas para lhe chupar o grelinho, fazendo-a gemer continua e loucamente até também a fazer gozar de prazer. Mas assim que ela começa com os gemidos do orgasmo, para não acontecer o que aconteceu com a prima que depois de gozar deixou-o a seco, ele salta como um felino para cima dela, penetrando-a de imediato, o que lhe arranca gritos de prazer ao sentir-se possuída.

Estando num estado de grande excitação, não só pelo facto de estar ali com as duas raparigas, mas também pelo facto de estar a comer a amiga, acrescido do facto dela ser uma rapariga muito quente no sexo, estava a deixá-lo fora de si, metendo nela com uma grande intensidade.

A rapariga não só surpreende os dois primos ao gozar várias vezes separadas por pequenos intervalos, mas surpreende-se a si própria por estar a ter aqueles orgasmos múltiplos porque nunca antes os tinha tido! Era óbvio que o vigor e a resistência que o rapaz mostrava ter estava a proporcionar-lhe uma experiência nova.

Mas a resistência de Rui também tem limites e este acaba também por gozar, começando por avisar Ana:

- Aaaaaarrrggg... Vou-me vir!... Vou-me vir!...

- Sim vem-te... goza... goza... goza comigo...

Feito o aviso e ela não reclamando que não queria que ele gozasse dentro dela, Rui continua a meter até fazer jorrar todo o seu leite para dentro da vagina dela, para no fim, visivelmente cansado deixa-se cair sobre ela, para depois se deitar ao lado dela. Mas a rapariga surpreende-o ao começar a beijar-lhe e a fazer-lhe um linguado pelo corpo, ao qual, junta-se a prima.

As intenções dela acabam por se tornarem evidentes, quando ela, poucos minutos depois, aproxima-se da verga ainda murcha e começa a acariciá-la para depois, começar a chupá-la enquanto a masturba com os dedos. Aos poucos, o "morto" começa a ressuscitar. Rui não tem uma erecção imediata. O seu membro começa a ganhar algum volume como se fosse um balão a encher.

Aos poucos o volume vai aumentando até a verga atingir praticamente o seu comprimento total, mas mantendo-se ainda flácida. Mas a boca e a língua de Ana acabam por operar o milagre e aos poucos, o membro do rapaz começa a ganhar firmeza até ficar novamente firme como uma barra de aço!

Gulosa, Ana apressa-se a sentar-se sobre ele, como se se estivesse a montar num cavalo. mas em posição invertida, começando de imediato a fazer uma espécie de dança do ventre, enquanto a amiga, de ajoelhada ao seu lado, lhe oferece as mamas para ela as chupar.

O rapaz completamente extasiado, vai admirando o corpo e as nádegas perfeitas de Ana, deleitando-se entre carícias e apalpadelas...

 
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