Apanhado - parte 24
Publicado em 2017-11-13 na categoria Contos eróticos / Incesto


Vera permite que Ana se divirta, mas não demora muito a desejar ser novamente penetrada e por conseguinte a reclamar à amiga a sua vez para montar o primo. Inicialmente Ana ignora os pedidos da amiga, pelo que a sua insistência torna-se cada vez mais autoritária, ao ponto de as duas quase entrarem numa discussão, quando Vera tenta afastar a amiga.

- Ei calma!... Isto chega para as duas!...

Elas acalmam-se, trocando olhares ameaçadores. O rapaz segurando Ana pela cintura faz o gesto de a puxar para cima:

- Ana agora é a vez da Vera...

- Ela que espere pela vez dela...

- Eu esperar? Ele é meu, não é teu...

- Meninas, meninas, eu sou das duas... Ana anda para trás, deixa-me chupar-te a coninha...

- Está bem...

A rapariga, não muito convencida e satisfeita, acede ao pedido de Rui e mantendo-se de joelhos, recua lentamente até ficar literalmente sentada sobre a cabeça dele. Enquanto ela faz aquela marcha-atrás, Vera também ajoelhada sobre o colchão, passa uma perna sobre o corpo do primo e segurando-lhe a verga na vertical, senta-se sobre ela, encaixando-a toda dentro da sua vagina, soltando um profundo suspiro.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh...

Rui entretanto passa as mãos em torno da cintura de Ana a segurando-lhe as nádegas, afasta-as, aproveitando também para as apalpar, e começando de imediato a lambê-la toda, obrigando-a a baixar a guarda, fechar os olhos e gemer de prazer.

- Aaaaaaahhhhhh... Huuuuuummmm... Chupa!... Aaaaaiiiiii que bom!... Chupa!... Sim!... Sim!... Chupa... Huuuuummmmmm... Aaaaaaahhhhhh...

Ana aproveita para exteriorizar o prazer que sentia para mostrar à amiga que com aquela troca não tinha ficado a perder.

Vera começa então literalmente a saltar sobre a verga do primo enquanto apalpa com violência as suas próprias mamas, expremendo-as ainda uma contra a outra.

- Aaaaaaaiiiii... Aaaaaaaiiiiiiii... Aaaaaaiiiiiiii... Huuuuuuummmmm... Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii...

As duas começam como que a competir uma com a outra, gemendo ambas em uníssono. E aos sons dos seus gemidos de prazer, juntam-se os produzidos pelo rapaz enquanto chupa o grelinho de Ana:

- Gluuuppp... Glup... Gluup... Gluuuuuup... Glup...

Uns bons minutos depois, Ana começa a avisar que vai gozar:

- Aaaaaahhhhh... Huuuuuuummmm.. Aaaaaiiii... Se continuas assim vais-me fazer gozar...

Vera, já um pouco cansada de tanto saltar, diminui a velocidade dos seus movimentos, embora não parando de fazer o sobe e desce, e inclinando-se sobre o peito de Ana, começa a chupar os mamilos erectos e duros da amiga, aumentando ainda mais os seus gemidos de prazer.

- AAAAAAAIIIIIIII... Isto é tão bom!... Aaaaaaaaiiiiiiii... Aaaaaiiiiii... Vou gozar... Vou gozar... AAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII...

Vera terrivelmente excitada, começa também a apalpar-lhe as mamas, dizendo:

- Sim goza amor... Goza...

E percebendo que Ana estava prestes a gozar, o rapaz aumenta também as suas lambidelas, percorrendo com a sua língua todos os recantos da rapariga, enquanto a acaricia.

Ana sente então um autêntico vulcão a rebentar entre as suas pernas, gritando literalmente de prazer:

- AAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... A-A-A-AAAAAAA... AAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... A--A-A-A-A... AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII...

Todo o seu corpo treme de forma quase descontrolada, acabando por se segurar na amiga, colocando as mãos sobre os ombros dela, a qual, faz o mesmo, colocando as suas mãos sobre os ombros de Ana que mal se contém. Ambas olham-se, olhos nos olhos, a Vera com um sincero sorriso e Ana, sorrindo também, de boca bem aberta, fazendo uma máscara que parece de dormas é do mais puro prazer.

- Aaaaaaiiiiiiiiiiiii... oh meu deus... eu não aguentooooooo... Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... isto é demaaaaiiiiisssss!...

O prazer é tão intenso que ela começa literalmente a dar pequenos saltos sobre a cabeça de Rui, para depois deixar cair todo o peso do seu corpo sobre a mesma, esfregando como se estivesse desesperada, a sua rata na cara do rapaz, que por mais que tente nem a consegue continuar a chupar ou lamber.

Até que fica tão sensível e não aguentando mais, afasta-se da boca do Rui, ficando de joelho, cabeça pousada no ombro da amiga, a respirar de forma ofegante, como se tivesse acabo de correr uma maratona. Vera abraça a amiga, acariciando-a, enquanto vai fazendo uma espécie de dança do ventre, fazendo com que a verga do primo, "dançasse" de um lado para o outro dentro da sua vagina.

- Ele é todo teu Vera... eu estou exausta...

Ana de tão cansada, acaba por se deitar ao lado deles e aí, Vera aproveita para voltar a cavalgar o primo, inclinando-se sobre ele, mas sem se deitar, fazendo com que os seus seios baloiçassem descontroladamente, desejando também gozar o seu merecido orgasmo.

Rui bem tenta chupá-las mas mal as consegue segurar.

Eles fixam o olhar um no outro, cada um fazendo uma máscara de prazer, cada um tentando vergar o outro, mas com uma pequena grande diferença: Vera quer gozar. O primo quer aguentar o máximo que puder para continuar a foder as duas.

- Anda primo!... Vem-te comigo!... Rrrrrrrrrr... Vem-te comigo... Rrrrrrrrrrr...

Ela debate-se durante um bom bocado em cima do primo, tendo entretanto Ana juntado à festa, acariciando o clitóris e beijando a amiga, até que esta finalmente finalmente solta três profundos suspiros, ficando por momentos estática:

- Ooooooooooooooooooooohhhhhh... Oooooooooooooooooooooohhhhh... Ooooooooooooooooohhhhhh...

Em desespero, afasta a mão da amiga do seu grelinho, não aguentando mais aquele contacto tão directo. Depois estremece-se por várias vezes com violência, como se estivesse a receber uns fortes choques eléctricos.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh...

Após este longo suspiro, deixa-se cair sobre o corpo do primo, começando a rir-se sozinha.

- Aaaaaiiiii... Asaaaaiiiiii... Que bela foda!... (risos).

Ana afasta-a de cima do primo e quando se preparava para tomar a vez da amiga, Rui levanta-se e atira a amiga para trás, vira-a de costas e ergue-a para a colocar de quatro, para logo de seguida a penetrar por trás.

Ana provoca-a:

- Anda... Fode-me com força...

Rui responde ao repto aumentando a cadência dos seus movimentos. Ana mal aguenta aquelas investidas:

- Aaaaahhh... Aaaaahhhh... Aaaaaaaahhhh... Aaaaahhhhh... Aaaaahhhh... Aaaaaaahhhh...

- Vou-te rebentar toda...

Entretanto já recuperada, Vera junta-se ao casal:

- Não se divirtam sem mim...

Deslizando por baixo do corpo da amiga, faz com que Ana ficasse deitada sobre o corpo dela. E enquanto se encaixam uma na outra, o rapaz coloca-as por forma a ficar com ambas as ratas à sua disposição.

- É assim mesmo que eu gosto!... Agora posso foder-vos às duas!...

- Tens pedalada para as duas, primo?

- Vocês já vão ver...

A partir de agora, tanto podia foder uma como foder a outra. E é precisamente isso que faz.

Sentado sobre os seus calcanhares, tira o seu membro de dentro de Ana e enterra-o na prima, arrancando-lhe um sonoro gemido. Depois de a comer por um bom bocado, volta a tirar e a enfiar na outra. Durante um bom bocado, faz aquele rodízio entre as duas.

Entretanto, as raparigas entretêm-se, beijando-se e acariciando-se mutuamente.

- Que grandes malucas que vocês me saíram...

- Gostas de nos ver juntas?

- Estou a adorar... Essa cena lésbica é uma loucura...

- Nós não somos lésbicas...

- Somos bi...

- Pois bi... vocês viram-se para os dois lados...

Elas voltam a envolver-se uma com a outra provocando-o com as suas constantes trocas de beijos e carícias.

Rui delira com aquele espectáculo que as duas amigas lhe estão a proporcionar, enquanto continua a foder uma e outra, começando a adivinhar que o seu clímax estava para breve.

E quando finalmente percebe que o seu momento está próximo, deixa de as penetrar e aproxima-se delas pedindo:

- Agora quero que ma chupem... quero vir-me nas vossas boquinhas...

Elas sorriem e erguem-se, posicionando-se de frente uma para a outra e começando a chupar-lhe à vez, a acariciar-lhe e/ou a lamber-lhe a verga, até que ele avisa que vai ejacular:

- Estou-me a vir... estou-me a vir... estou-me a vir...

Elas instintivamente "colam" cara com cara, bocas abertas e línguas de fora, enquanto ele vai batendo uma punheta. Finalmente jorra a primeira golfada para o interior da boca da prima. Desvia de imediato a sua verga e brinda a amiga com a segunda.

Para a terceira já não precisa de fazer pontaria porque elas colam literalmente os lábios à cabecinha do seu membro, acabando por mamarem todo o leite que acaba por jorrar. E para culminar em beleza, logo depois dele gozar, e sem praticamente deixarem escapar o leite das suas bocas, elas voltam a beijar-se...

- Mas o que vem a ser isso!!!

Os três gelam ao olharem para aporta, pálidos como cal.

A mãe de Ana estava ali especada a olhar com uma expressão severa para os três jovens amantes. Ana e Vera engolem em seco. Na verdade não é em seco porque têm o sémen do rapaz nas suas bocas, por isso, engolem-no, esboçando um ligeiro gesto de desagrado.

- O que é que vocês pensam que estão a fazer?

A resposta era óbvia, não?

Ana tinha ficado tão "cega" pelo desejo e pela excitação que esqueceu-se das câmaras de segurança da casa ligadas ao telemóvel da mãe. Era um sistema de video-vigilância com sensores de movimento. Depois de accionado, sempre que os sensores detectavam algum movimento, enviavam uma mensagem para o telemóvel da mãe. Esta podia então aceder à câmara, ou câmaras onde havia o ou os movimentos.

Mais, as imagens eram gravadas num servidor para que, em caso de sofrer um assalto, as mesmas seriam entregues como prova às autoridades policiais. E como se não fosse bastante, além das imagens, tinham a capacidade de gravar som.

A mãe de Ana tinha assistido a tudo.

 

 
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