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Apanhado - parte 25Publicado em 2017-11-16 na categoria Contos eróticos / Incesto
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O ambiente fica extremamente tenso, de cortar à faca, depois de Mariana, a mãe de Ana, entrar de rompante e de surpresa pelo quarto dentro, apanhando-os aos três em pleno sexo, e ficando ali de pé, a meio caminho entre a porta e a cama, com as mãos na cintura, um olhar de reprovação e virando a cabeça de um lado para o outro, em sinal de negação.Então a filha, já recomposta do susto inicial, contra-ataca - Não estou a fazer nada que tu não fizesses na minha idade... - Estás maluca? Eu nunca fiz uma coisa destas... - Não?... Onde foi que eu fui feita mesmo? - Minha menina, exijo respeitinho... estás debaixo do meu tecto... - Pois não te interessa não é... tu és do tipo: olhem para o que eu digo e não olhem para o que eu faço... - Isso não é para aqui chamado... vocês ainda são primos... Aquela revelação apanha os três jovens de surpresa. Ana é a primeira a mostrar o seu espanto: - Primos?!... Assombrado com aquele conhecimento e questionando-se como que é a mãe de Ana sabia aquilo, Rui olha para Vera e em voz baixa pergunta: - Como é que ela sabe que nós os dois somos primos? Mariana consegue ouvir a pergunta do jovem e ainda mais admirada pergunta: - Vocês dos dois também são primos?... A confusão impera nas cabecinhas dos quatro, que tentam, cada um à sua maneira, coordenar os seus pensamentos para perceberem o que se estava a passar. Ana, ainda incrédula, volta a questionar a mãe: - Que história é essa?... Nós somos primos? Rui e Vera apercebem-se finalmente desse outro pormenor. A mãe de Ana não se referia ao parentesco deles, até porque, até àquele momento, desconhecia-o, mas antes à relação familiar entre Vera e Ana. Mariana explica-se: - Sim, sim... a Susana é minha prima... - A mãe da Vera é tua prima... isso então quer dizer que somos primas em segundo grau... Mas porque é que tu nunca me disseste isso? - Ora porque, porque... nós não nos damos... - Mas porquê? - Questões antigas, não interessa... - Interessa pois... - Isso foram problemas de partilhas que não quero agora desenterrar... Faz-se um silêncio no quarto, enquanto os quatro interiorizam e põem em ordem as ideia. Ana volta-se então para os primos e exclama: - Nós afinal também somos primos!... Esta não lembrava ao diabo!... Aí Mariana também tenta esclarecer as coisas e pergunta aos dois primos: - Pelo que julgo perceber, tu (apontando para o rapaz) és filho da Cristina (ele confirma acenando com a cabeça)... E vocês sabem que são primos? (Rui volta a acenar afirmativamente)... Mas então... uma coisa que ainda não percebo é... se vocês os dois sabem que são primos... como é que andam envolvidos um com o outro?... "Só andamos envolvidos um com o outro? Tu nem sabes a história a meio", pensa Rui. Perante o silêncio de ambos, ela volta a insistir na sua curiosidade: - Como é que isso é possível? - Aconteceu por acaso... - Responde Vera. - Dificilmente acredito em coincidências, mas caramba... isto é demais! - O que é que queres dizer com isso? - Pergunta Ana. - Nada, nada... mas vocês mesmo desconhecendo o vosso parentesco não deviam fazer isto... - Por que não? Tu já o fazias na minha idade... - Pronto, isso agora não interessa, vistam-se... Dito aquilo, ela retira-se do quarto. Mariana sabe que a filha tem razão. Da idade dela, já ela fazia sexo com o namorado, que viria a ser o pai de Ana. Mas a filha estava a ser mais ousada. Ela nunca tinha feito um ménage a trois, fosse com duas mulheres, fosse com dois homens. E na verdade, ela já tinha fantasiado muitas vezes com isso. Isso e outras aventuras escaldantes... A relação de Mariana com o marido tinha caído numa aborrecida rotina, onde o sexo era mais do mesmo, sem chama, fazia-o mais por obrigação do que pela excitação, embora sentisse prazer. Ela desconfiava que o marido andava a pular a cerca, mas não tinha provas para sequer levantar aquela suspeita. Enquanto os três jovens se vestem, Mariana não evita olhar para o membro do rapaz, que apesar de estar a murchar, ainda mostra as suas generosas dimensões. Mas não é apenas o pénis de Rui que a impressiona, ela de repente apercebe-se de que o rapaz tinha estado a fazer sexo com as duas miúdas por mais de uma hora! Uma hora de sexo!!! Esta "imagem" não lhe sai da cabeça. Mariana só teve um parceiro sexual. Começou a namorar com o Pedro, tinha ela apenas 11 anos, sendo ele dois anos mais velho, e perdendo a virgindade aos 14. Engravidou da filha aos 17 e casou no ano seguinte. Por isso nunca conheceu outro homem, intimamente. E o mesmo é válido para a situação de ver outro pénis ao vivo que não o do marido, pelo que nunca lhe ocorreu fazer comparações. Ela já tinha visto muitos pénis em fotografias ou vídeos, mas uma coisa é ver uma imagem ou uma cena e outra bem diferente é ver ao vivo. E naquele momento, Mariana não consegue evitar que a sua mente faça comparações. O sexo que faz com o marido dura 10-15 minutos no máximo. Ele não é muito de preliminares e logo após a penetração não aguenta mais de 5 minutos de plena acção. Este jovem manteve o seu vigor durante toda uma hora! Finalmente, a questão da idade. Muito embora o marido ainda estivesse na casa dos trinta e cinco anos, possuindo um membro com uma boa firmeza, aquele rapaz, na flor da idade, devia ter ali uma autêntica barra de aço! Entretanto no quarto e enquanto se vestem, os três jovens trocam impressões sobre aquela nova descoberta, mas os pensamentos de Rui andam por outros caminhos. "A mãe da Ana é bem boa!", pensa para consigo, "Foi impressão minha ou ela parece ter ficado impressionada com a minha verga?". Ele tinha que tirar aquela história a limpo, mas para isso tinha que fazer perguntas pessoais à prima sobre a relação dos pais, e ela, que não é tola nenhuma, podia muito bem adivinhar o interesse dele. Mariana leva-os novamente para a escola. Ana vai no lugar do passageiro e os outros dois no banco de trás. A curta viagem é feita em silêncio, mas por várias vezes, os olhares de Mariana e Rui cruzam-se pelo espelho retrovisor. No início a mulher desvia o olhar da estrada para lançar rápidos olhares pelo espelho, apanhando o rapaz a olhar fixamente para ela. A ousadia do rapaz, que não só não desvia o olhar, como mantém um olhar provocador, começa por surpreender Mariana que, intrigada, aumenta a intensidade dos seus olhares, sempre que as condições de tráfego lhe permitiam desviar o olhar da estrada por mais tempo. Mariana julga perceber um interesse nela por parte do rapaz. Ele próprio interpreta os olhares dela como um interesse nele. Até que às páginas tantas, ele esboça um sorriso. Parece não subsistirem dúvidas do interesse dele. Mas se inicialmente Mariana sente-se ofendida com o mesmo, esse sentimento rapidamente desaparece assim que a sua mente começa a recordar o que se tinha passado naquela manhã. Depois de os deixar na escola, Mariana regressa ao seu trabalho numa boutique, da qual é proprietária. Na hora do almoço, aproveita para dar um salto até ao seu facebook, verificando que tinha um pedido de amizade. O seu coração até parece ter parado ao ver de quem era. Com a pulsação a milhão, e a sua mente a entrar por caminhos de pura luxuria, aceita. Pouco depois, Rui envia-lhe uma mensagem privada: - Há possibilidade de falarmos a sós? - Sim - responde ela. - Posso passar pela tua loja ao fim da tarde? - Não tens aulas? - Pergunta ela disfarçando uma falta de interesse. - Não, o prof. de ciências vai faltar - Mente ele. - Ok, passa por cá... - Tá, até logo... Rui termina a mensagem enviando um emoji, um smiley a enviar beijinhos amorosos. Mariana ainda pensa duas vezes, mas acaba por responder com o mesmo símbolo. Os dados estavam lançados. Um e outro pensam no mesmo (sexo), mas um e outro pensam em vários cenários, mas em comum, que será o outro a tomar a iniciativa. Pouco antes das 18 horas, Rui apresenta-se na boutique de Mariana (tinha tirado a morada do perfil do facebook dela). A loja fica numa movimentada rua do centro. É um espaço relativamente amplo, com um ambiente marcadamente branco, com pormenores em negro, quadros nas paredes e alguns manequins envergando uns vestidos de gala. O jovem rapidamente percebe que é uma loja de roupa chique. Assim que entra, uma jovem senhora, bem maquilhada, muito bem penteada e muito elegante, aproxima-se dele com um sorriso muito natural e simpático: - Boa tarde, cavalheiro, posso ajudá-lo? Rui fica impressionado com o tratamento. - Sim... Eu sou primo da Mariana... - Há sim, a Mariana informou-me da sua vinda, queira por favor acompanhar-me... vou anunciar a sua chegada... Aproximam-se do pequeno balcão todo envidraçado e ela pega no telefone. - Mariana, está aqui o seu familiar para falar consigo... Sim, sim... muito bem... Desliga e voltando-se para o jovem, pede-lhe para aguardar um pouco. Poucos segundos depois, surge Mariana a descer umas escadas, a qual esboça um rasgado sorriso que é correspondido com outro igual. Aproximam-se um do outro e cumprimentam-se com um beijo. - Luciana, tenho um assunto muito sério e importante a tratar com este jovem... procure não me incomodar, sim? A funcionária responde afirmativamente. Rui acompanha a prima, escadas acima, algo receoso. Se calhar ele interpretou mal os sinais dela. Ela convida-o a entrar para o seu gabinete, um pequeno espaço com uma estante embutida na parede, a secretária e duas cadeiras à frente daquela. Mais afastado, está um sofá branco, onde convida o rapaz a sentar-se. - Bem, querias falar comigo a sós... Rui respira de alivio. Afinal ela não ia censurá-lo, então começa a preparar o terreno: - Gostava de saber a verdade... - Que verdade? - Eu não engoli aquela história das partilhas porque sei que ainda não foram feitas... - Tens razão, menti... mas menti porque não quero que Ana saiba a verdade sobre o pai dela... - ??? - O pai dela é também teu pai... vocês são meio-irmãos... - O meu pai é também pai da Ana?... - Sim... É uma história muito longo... Sabes, o teu pai e eu fomos amantes e dessa relação nasceu a Ana. A tua mãe descobriu, fez um escândalo, houve muitas discussões, cortaram-se relações, fizeram-se inimigos, enfim, é uma ferida que ninguém quer reabrir... - Mas espera aí... eu estou a lembrar-me de um segredo de família que ouvi sobre o meu pai andar envolvido com a irmã dele... tu és essa irmã!?... - Sou... - Uau... esta família é mesmo um conto!... - Bem... tu pareceste-me ser um rapazinho muito acertado, por isso, não só conto com a tua discrição como queria pedir-te um enorme favor... por favor, não voltes a envolver-te com Ana... - Isso... - Por favor... Eu compenso-te se quiseres... - Compensas?... Com o que eu quiser?... - Sim... faço tudo o que estiver ao meu alcance... - Tudo?... Tudo?... Apó aquela pergunta, Rui olha para o decote de Mariana que percebe o interesse do jovem. - Tudo... - Responde, começando a desapertar os botões da camisa. Rui levanta-se e aproxima-se de Mariana, começando a apalpar-lhe as mamas. Assim que ela tira a camisa, atira-a para cima da mesa. Ele desaperta-lhe o sutiã, libertando os seus volumosos seios, começando logo a mlmbê-los também. Seguidamente desaperta-lhe a saia que cai aos pés dela, seguindo-se a cueca, deixando-a apenas com as meias rendadas e os sapatos de salto alto. Depois é ela que se apressa a despi-lo. Tarefa que é logo secundada pelo rapaz, até ele ficar também completamente nu. Começam logo a beijar-se, com ela a masturbá-lo violentamente enquanto ele a vai acariciando, também com alguma violência, as mamas. Mas após se entreterem demoradamente nesta entrada, ela passa para o aperitivo seguinte. Ajoelha-se aos pés do rapaz e começa a fazer-lhe um broche, combinando os movimentos de vai e vem com a mão bem apertada, com o vai e vem da sua boca, prensando a verga com a sua língua, aumentado a sua fricção. Rui deixa que a prima lhe faça aquela intensa mamada durante uns bons 10 minutos, até que, sentindo que não ia aguentar muito mais, pede para mudarem. Fá-la sentar no sofá, abre-lhe as pernas enquanto se ajoelha à frente dela, puxa-a para si e começa a fazer-lhe um delicioso e demorado linguado. Mariana recosta-se no sofá de olhos fechados e boca bem aberta a gemer de pleno prazer. Rui chupa-lhe o grelinho até a fazer gozar. Logo após aquele orgasmo e ainda com ela a gozar, ele levanta-se e fá-a virar-se, pondo-a de quatro sobre o sofá. Penetra-a de imediato, começando a fazer um rápido vai e vem, mas poucos minutos depois, Mariana surpreende-o com um inusitado pedido: - Fode-me agora a cuzinho!... Ele até se baba com aquele pedido. Cospe um pouco de saliva para o orifício anal, aponta o seu membro e começa a empurrar devagar, perante um crescente suspiro da mulher que não se queixa enquanto ele vai empurrando aos lanços, até enfiar pouco mais de metade, começando então a fazer um lento vai e vem. - Huuummmmm, que apertadinho!... - Fode com força!... - Exige ela. Rui aumenta a intensidade dos seus movimentos, mas ela pede mais e mais, obrigando-o a enfiar com tudo, começando mesmo a introduzir a sua verga até às bolas, arrancando agora sim, fortes gemidos à mulher, que entretanto vai acariciando o seu grelinho, não demorando a gozar novamente. Ele também não resiste mais e acaba por se vir, enchendo-lhe o rabo de leite. Finalizam beijando-se novamente entre carícias e com a promessa de repetir aquela experiência - Temos que repetir isto mais vezes!... - Também acho!... - Quem diria... fui amante do pai e agora sou amante do filho!... |
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