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Apanhado - parte 27Publicado em 2017-11-24 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Após experimentar aquela escaldante aventura, Mariana quer mais, porque há já muitos tempo que não se sentia uma mulher, na verdadeira conceptualização da palavra, isto é, em toda a sua plenitude sexual. Mas apesar de o desejar ardentemente, naquele momento eles não podem continuar, pelo que convida o jovem para um novo encontro no dia seguinte. Rui aceita sem qualquer hesitação...Depois de confirmar a disponibilidade do jovem, que mente descaradamente, dizendo que tinha a tarde livre, sem aulas, despedem-se com um ardente beijo e promessas de que no dia seguinte se iam comer todos. Por momentos Mariana esquece quem é e o que representa, comportando-se como uma adolescente inconsequente. Após se despedir do rapa, Mariana começa de imediato a traçar planos na sua mente. Voltar a estar com ele na loja não era o mais sensato. Levá-lo para casa também não era a ideia mais avisada. Fazê-lo no carro... a ideia até é excitante, mas não é o local mais adequado. "Num hotel!", pensa, mas há um pequeno grande problema: há que cuidar das aparências. Uma mulher madura a ir para um quarto de hotel com um adolescente, não é propriamente uma coisa natural, muito menos, correcta. Iriam chamar muito a atenção, mesmo que optassem por hotel menos badalado. E no pior dos casos, podiam ser censurados e no limite, importunados ou denunciados. "Uma solução?... Sim, já sei!", e se bem pensa, melhor o faz. Telefona para um hotel que até fica mesmo ali perto e reserva dois quartos contíguos em seu nome, diz que está em viagem e que necessita de dois individuais, um para ela e outro para o filho! No dia seguinte, avisa o rapaz do plano, arranja-se toda e meia hora antes da hora marcada, encontra-se com ele no exterior. Entram juntos, vão buscar as chaves e dirigem-se para o quarto dela. Aí chegados, atiram-se literalmente um ao outro. As roupas voam para todos os cantos enquanto se dirigem para a cama, onde chegam já completamente nus. Após uns rápidos beijos e carícias, deitam-se na cama e posicionam-se para fazerem um demorado sessenta-e-nove, com ela por cima, o qual culmina num bombástico orgasmo mútuo e quase em simultâneo. O forçado "intervalo" é aproveitado para se deitarem abraçados um ao outro, debaixo dos lençóis, enquanto trocam beijos, carícias e algumas palavras ternurentas. Mas nem cinco minutos tinham decorrido, quando o membro do rapaz começa a "erguer-se do mundo dos mortos". Assim que se apercebe da excitação dele, Mariana nem aguarda que o membro fique firme e hirto, saltando para cima do rapaz e enfiando a verga na sua sedenta vagina, começando logo a cavalgá-lo, fazendo com que aquele ganhasse mais rapidamente a sua rigidez máxima. Ela fica tão fora de si que nem se coíbe de gritar literalmente de prazer, não se preocupando minimamente com o facto de ser ouvida no corredor e até no outro quarto ao lado. E de facto, que passava no exterior do quarto conseguia ouvir perfeitamente os gritos de prazer de Mariana. Ela movimenta-se freneticamente sobre o membro do rapaz, fazendo de vez em quando com que este saísse para fora, apressando-se nesses momentos a empurrá-lo rapidamente para dentro dela, até que, algum tempo depois, e já com ela a fazer um sobre-esforço, devido ao cansaço que começa a apoderar-se dela, volta a gozar um novo orgasmo. E logo que termina de gozar, sai de cima do seu amante e baixando-se sobre o seu membro repleto dos seus fluídos vaginais, começa a bater-lhe uma punheta acompanhada por uma caprichada mamada, fazendo-o gozar também poucos minutos depois. A um novo "intervalo", aproveitado para namorarem, entenda-se, trocas de beijos e múruas carícias, acompanhadas por elogios e outras expressões melosas, voltaram à acção assim que Rui recuperou a sua erecção. E assim continuaram tarde fora, sempre com Mariana a incentivar o rapaz para mais sexo. No total, foderam quatro vezes! E foi a primeira vez para ambos! Nunca estes tinham gozado quatro vezes num mesmo dia. Neste caso, numa única tarde. Só pararam para descansar durante os períodos refractários do jovem, para logo de seguida recomeçarem. Mariana comportava-se mesmo como uma cadela no cio. E por ela, eles continuariam noite dentro, mas as horas pareciam ter passado a correr e eles tinham que regressar à realidade das suas vidas. Mas Mariana quer continuar a viver aquela fantasia, sem olhar a meios para obter os desejados fins, por isso, combina um novo encontro para o dia seguinte naquele mesmo quarto. De regresso a casa, reza a todos os santos para que a prima e a tia o deixem em paz, porque ele precisa mesmo de descansar destas maratonas sexuais. E se Vera não mostra interesse em ir para a cama naquela noite, já Susana insinua-se ao rapaz, lançando-lhe uns olhares mais provocadores. Logo após o jantar, Susana trata da loiça com a filha, enquanto eles vão para a sala. Quando terminam, Vera sobe para ir tomar um duche e Susana aproveita para falar a sós com o sobrinho: - Rui, podias ajudar-me a levar o lixo à rua? Ele responde afirmativamente e levanta-se, acompanhando a tia à rua. Mas no regresso, e aproveitando a passagem por um local não iluminado, Susana vira-se para trás, agarra o rapaz, fazendo-o encostar-se à parede e esfregando-se nele avisa: - Esta noite estou com uma vontade louca de foder contigo... Ele não se mexe, nem para a agarrar, o que põe em alerta a mulher. - Tia hoje não é um bom dia... estou muito cansado e está-me a doer a cabeça... - Mas está tudo bem contigo? Eu realmente noto-te um bocado em baixo... - Não sei... devo estar a chocar alguma... Susana solta-o e regressam ao interior da casa, mas ela não está muito convencida. E não tarda a ser invadida por ciumes. Na sua mente começa a imaginar todo o tipo de explicações e a filha é a que tem mais força. Ela sabe que tem que tirar Vera da equação e a única forma de o fazer é afastar o rapaz, enviando-o novamente para casa. Apesar de longe, ao contrário da filha, ela continuava com a possibilidade de se encontrar com ele. No dia seguinte Mariana vai buscar o rapaz à porta da escola e leva-o de imediato para o hotel, porque desta vez, eles não podem passar a tarde toda juntos, uma vez que ele tem um teste a meio da tarde, por isso, têm que aproveitar a hora do almoço, faltando ele às duas primeiras aulas da tarde. E Mariana assegura-se de que aquela hora e meia renda, começando com uma rapidinha muito louca, com ambos de pé, ela a ser prensada entre ele e a parede, abraçando o rapaz e envolvendo-o com as pernas. Depois regressam à cama para darem mais umas valentes "cambalhotas". Depois leva-o novamente à escola, mas fá-lo prometer que voltam a estar juntos no dia seguinte. Mas apesar de Mariana ter estacionado a uma distância de relativa segurança da escola, Vera que por acaso tinha saído do recinto para ir ao quiosque, vê-os do outro lado da rua. Rui ainda dentro do carro, pragueja a sua sorte. Mariana fica igualmente surpresa, limitando-se a acenar timidamente, com um sorriso nervoso, enquanto Vera se aproxima deles. - Vocês os dois juntos? - Pergunta com uma expressão de assombro. - Nada... - Justifica-se o primo. - Estávamos só a falar... - Diz Mariana. - Muito conversam vocês... Os dois ficam pálidos com aquela afirmação de Vera. - O que é que tu estás a insinuar minha menina? - Pergunta Mariana tentando ficar por cima. - Nada... só que vocês os dois têm andado a... "conversar" muito... ontem o Rui faltou toda a tarde... hoje volta a escapar-se ás aulas... - Uma coisa não tem nada a ver com a outra... - Volta a justificar-se o rapaz. - Dizes tu... - Responde prontamente a prima. - Para tua informação, pedi para falar com o Rui para lhe pedir para não voltar a envolver-se com a prima... e acho que vocês os dois deviam fazer o mesmo... - Aquilo foi só uma aventura... a mim não me faltam gajos para foder... é só eu querer... - Isso ultrapassa-me... no que a mim me diz respeito, só quero que vocês não se envolvam entre vocês... o que não faltam por aí são rapazes e raparigas... A coisa fica por ali, mas Vera fica com a pulga atrás da orelha. Enquanto acompanha o primo até à escola, dispara: - Vocês os dois andam a foder? - O quê?!... - É isso que tu ouviste... não te faças desentendido comigo porque não nasci ontem... Rui tenta esquivar-se com desculpas mas a prima insiste tanto e com tanta certeza nas suas suspeitas, que ele acaba por confessar a verdade: - Mas a verdade é que ela pediu-me para não voltar a fazer sexo com a Ana... - E em troca... vai ela para a cama contigo... - É isso... - Tu não tens emenda... não há mulher que te escape na família... - Que culpa é que eu tenho?... - Não, nenhuma... tu és um diabinho disfarçado de santinho... e nós caímos aos teus encantos... - Eu obriguei-te a ires para a cama comigo?... Eu obriguei a Ana... ou mãe dela, ou a tua?... - Não... nisso tens razão. Já na escola regressam às aulas e não mais voltam a tratar do assunto. Mas naquela noite, Rui sente-se de novo alvo do interesse da tia, apesar dele tentar mostrar-se alheado. Susana apercebe-se daquele aparente desinteresse, mas aquele desejo não lhe sai da cabeça. Ela já decidiu, daquela noite ele não escapa. Após todos já se terem ido deitar, e já com todos a dormir, Susana vai buscar uma lingerie que já tinha guardado para o ocasião. Trata-se de um catsuit rendado, muito sexy, que permite o acto sexual completo sem ter que o tirar. Depois de o vestir, envolve-se num roupão, vai buscar umas velas e esgueira-se para o quarto do sobrinho, que dorme tranquilamente, trancando a porta atrás de si. Espalha as quatro velas pelo quarto, acendendo-as de seguida. Seguidamente deita-se na cama ao lado do sobrinho e encostando-se a ele, começa a esfregar-se nele, acariciando-o. Rui acorda, apercebendo-se rapidamente do que está a acontecer. - O que é que estás a fazer? - O que é que tu achas? - Tia desculpa mas não estou com vontade... estou cheio de sono... - Isso não é desculpa... Susana debruça-se sobre o sobrinho, baixa-lhe as calças de pijama e começa a manipular o seu membro, masturbando-o, o qual rapidamente contraria o argumento do rapaz, começando a ficar erecto. - Ele diz o contrário... - Diz-lhe ele apontando para o pénis já de pé e bem duro. Inclina-se sobre ele e enfia-o na boca, começando também a chupá-lo, obrigando o rapaz a gemer de prazer com aquele longo e delicioso broche que a tia lhe proporcionava. - Aaaaaahhhhhhh... vocês dão cabo de mim... - Vocês??? - Pergunta Susana parando de o chupar e masturbar. Rui apercebe-se que falou de mais, ficando desarmado, sem reacção. - Então é por isso que tens andado afastado... a Vera não te dá descanso... - Não... não é isso... nem tenho estado com ela... - Não?!... Então tens andado com quem?... - Conheci outra rapariga... - Quem? - Tu não a conheces... - E queres trocar-me por uma sirigaita qualquer? - Não, não... - Tu és meu ouviste? - Avisa Susana usando toda a sua sensualidade. Dito aquilo, recomeça novamente a chupar a verga do rapaz, fazendo-o gemer novamente de pleno prazer. Rui deixa a tia recriar-se com a sua verga, usando de grande perícia, chupando-a, lambendo-a e masturbando-a, até que alguns minutos depois, decide tomar ele as rédeas da situação. Deita a tia para trás e esta instintivamente abre bem as pernas, oferecendo-se por completo ao sobrinho que se inclina sobre o corpo dela, e segurando a sua verga, aponta-a para a racha da tia. Antes de a enfiar, esfrega repetidamente a sua ponta pelos lábios vaginais da mulher que começa a suspirar de desejo. Desejo de se sentir possuída. - Anda, mete querido!... Mete-a toda, mete-a toda dentro de mim!... Ele fá-la "sofrer" um pouco, até que finalmente faz-lhe a vontade, empurrando-a toda de uma só assentada, arrancando-lhe um profundo gemido de prazer. - Aaaaaaaaaahhhhh, querido... já tinha saudades da tua verga! - Tinhas? - Sim!... - Gostas da minha verga tia? - Adooooorooooo... Rrrrrrrrrrrr... - Ambos sorriem. - Adoro foder-te tia!... - É? Gostas de foder a minha ratinha? - Adoro-a!... - Ela é toda tua!... - É?... - Tens duvidas? - E tu não abres as penas a tio? - Oh... não desconverses... ele praticamente já nem me procura... e de qualquer forma, com ele, fodo por obrigação... mas contigo, fodo por prazer! Durante aquele breve dialogo, Rui ia fazendo um lento vai e vem para diminuir a sua sobre-excitação inicial, mas agora, já mais controlado, recomeça com umas investidas mais rápidas e profundas, arrancando constantes gemidos de prazer á tia. Aos poucos a velocidade das suas investidas vai-se intensificando, conjuntamente com os seus gemidos de prazer, sinónimo de que o clímax de ambos de aproxima a galope, até que ambos acabam por gozar praticamente ao mesmo tempo, entre constantes beijos e caricias. |
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