Duvida desfeita
Publicado em 2017-01-23 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Trabalho numa empresa de informática. Ao conversar com os colegas de trabalho, resolvemos que iríamos começar a fazer uns jogos aos sábados. Alugamos o campo e conseguimos reunir duas equipas. Tudo acertado, no sábado fomos à nossa primeira partida. Foi espectacular, o pessoal descontraiu muito. Após o término do jogo, fomos tomar um duche. Todos nus e claro ninguém perde a oportunidade de espiar o tamanho do pau dos outros. Lógico que de forma bem discreta.

Logo percebi que havia um rapaz, João, com os seus 30 anos, também casado, disfarçadamente a ficava a olhar para a minha verga, que mede 23cm. Na verdade não tinha muita amizade com ele. Quando percebia que ela estava a olhar, eu claro, para ver o que acontecia, começava a ensaboar e a "acariciá-la".

Olhava para ele e via que estava vidrado com o olhar fixo. Até ai não tinha a mínima ideia qual seria a dele. Como ele trabalha noutro departamento, raramente nos encontrávamos.

Os dias foram se passando e eu não via a hora de chegar o sábado para saber qual era a dele. Já tinha até estudado um plano para poder ficar a sós com ele. Finalmente o sábado chegou. Após o término jogo, aproximei-me dele e disse.

- João, estou sem carro, você poderia dar-me uma boleia?

- Claro. Sem problemas.

- Vamos assim mesmo, sem tomar banho, tudo bem?

- Para mim está tudo bem.

Entramos no carro e após algumas centenas de metros, pedi para que ele parasse para que pudéssemos conversar. Fui logo directo ao assunto.

- João, podemos falar à vontade?

- Claro!

- Quero falar-te de um assunto delicado, mas não quero que fique chateado comigo...

- Fala à vontade...

- No sábado passado quando estava a tomar banho, percebi que você não tirava os olhos da minha verga. Fiquei a semana toda a pensar no porquê da sua atitude.

- Na verdade é que eu nunca tinha visto uma verga tão grande e grossa como a sua. Nem eu sei o porquê fiquei tão admirado de ver tamanha ferramenta. Sabe, eu sou casado, muito activo. Mas foi mesmo só admiração.

- Mas, você não gostaria de pelo mesmo de a acariciar, quem sabe dar uma bela chupada?

- Não, não sou gay... você és?

- Sou bissexual..., mas diz-me, excita-te imaginar a tua esposa a gozar numa verga como a minha?

- Na verdade sim...

- Gostavas de concretizar a tua fantasia?

- Gostava... mas duvido que a minha esposa aceitasse...

- Tu duvidas mesmo que ela não aceitaria? Eu tenho certeza que se ela visse o meu pau duro, ela aceitava logo sem pensar duas vezes... E acho que tu também mudavas de ideia ao ver a minha verga toda enfiada dentro dela...

-Continuo com muitas dúvidas que ela aceite...

- João, para que realmente possamos tirar a tua dúvida, aceitas fazer um teste? Tenho um plano...

- Aceito. Qual é o plano?

- Muito simples. Vamos até à tua casa, e tu dizes que o chuveiro do clube está em obras e vamos tomar um banho. Eu vou primeiro e esqueço-me da toalha. Entretanto tu vais comprar umas cervejas. Mas não te preocupes que eu não vou atacar a tua mulher. Tudo bem?

-Aceito, mas mantenho as minhas dúvidas de que consigas alguma coisa com ela.

Chegamos à sua casa, e ele apresentou-me a sua esposa, a Rosa, com uns 1,65 metros de estatura, seios médios, boas curvas apesar de não ser magrinha, cabelo pintado num castanho claro, quase louro. Por sinal bem bonitinha, apesar de ter um bocado de barriguita. Ela ficou surpresa por ainda estarmos com os uniformes do jogo. Ele explicou os motivos e ela aceitou bem a desculpa, indicando-me onde era o banheiro.

O João saiu para comprar as cervejas. Enquanto eu tomava o meu banho, fiquei a pensar na Rosa e de como a abordaria e logo o meu pau ficou duro. "É agora que vou dar o golpe", pensei. Então gritei do banheiro:

- João por favor pode trazer-me uma toalha?

É claro que eu sabia que o João não estava e era ela quem a viria trazer. Deixei a porta totalmente aberta e fiquei acariciar o meu pau que já estava durissimo. Quando ela chega para me entregar a toalha, foi aquela surpresa. Eu naquele estado, e ela sem saber o que fazer. Ficou paralisada, olhando fixamente para o meu cacete que eu continuava a balançar. Eu com a maior cara de pau, disse:

- Desculpe, eu pensei que fosse o seu marido que iria trazer-me a toalha.

E dissimulando alguma vergonha pequei a toalha e virei-me. Percebi que ela ficou um tempo paralisada sem saber o que fazer, até finalmente cair na realidade e retirar-se. Saí do banho e não a encontrei. Logo em seguida o João chegou com as cervejas, perguntando:

- Tudo bem por aqui?

- Tudo em ordem.

Nisso a Rosa chegou, mas não teve coragem de me encarar.

- Estás bem Rosa?

- João, aconteceu algo que eu queria lhe dizer. Não foi culpa de ninguém. Espero que você não fique chateado comigo ou com a Rosa. È que eu pedi uma toalha, e eu não sabia que você tinha saído, a Rosa foi-ma levar e viu-me nu. Claro que nós dois ficamos envergonhados. Mas, preferi falar agora na frente dos dois para deixar tudo esclarecido. Espero que você compreenda que não houve nenhuma maldade de ambos.

- Para mim tudo bem. Essas coisas acontecem. A Rosa nunca viu nada que não tivesse visto antes, não é verdade?

- Sim... sim... é verdade...

Despedi-me e fui-me embora marcando um almoço com o João na segunda feira. Durante o almoço perguntei-lhe:

- E ai João, o que tens para me dizer? Conversaste com a Rosa sobre o que aconteceu?

- Conversamos sim. Ela disse-me que nunca tinha visto um pau tão grande e grosso. Aliás ela só tinha visto e experimentado o meu, porque casamos novos e ela era ainda virgem.

- Foi só isso?

- Olha, enquanto ela dizia isso o meu pau não sei porquê ficou duro e ela acabou por perceber. Enfiei a mão na sua rata e notei que estava toda melada e acabamos por fazer sexo. Ela parecia uma loba. Gemia, pedia para enfiar tudo. Gozamos várias vezes!

- Tu perguntaste se ela não gostava de experimentar a minha verga?

- Num dado momento quando estava a meter com tudo, perguntei se ela estava a pensar na tua verga, ela não respondeu.. mas gozou logo em seguida.

- Amigo, agora chegou a hora do xeque-mate. Tu ainda continuas a duvidar que a tua mulher está a fim?

- Ainda continuo sim. Acho que foi só aquele momento. No domingo, fizemos sexo como das outras vezes.

- Então tu aceitas um novo desafio?

- Aceito.

- Tá bom. Então vamos fazer o seguinte. Na próxima quarta-feira, tu ligas para ela, dizendo que te esqueceste de trazer uma pen drive e que eu vou passar lá para a ir buscar por volta das 18 horas e que tu vais chegar um pouco mais tarde. Mas, 15 minutos depois tu entras para ver o que vai estar a acontecer. Ok?

- OK.

Finalmente chegou a quarta-feira. No horário combinado estava a tocar a campainha. Para minha surpresa, a Rosa veio atender com o cabelo soltos, umas calças a realçar as suas curvas e uma blusinha sem sutiã. Toda sorridente, cumprimentou-me, dando-me dois beijos na face. Eu aproveitei para a "agarrar" e puxá-la para mim, fazendo-a encostar ao meu pau que já estava em sentido.

Convidou para entrar. Ofereceu-me um café. Fizemos alguma conversa até que eu perguntei-lhe sobre o acontecido do sábado. Ela com uma carinha de safada respondeu-me que nunca tinha visto nada igual. Pousei a chávena e caminhei na sua direcção. Ela limitou-se a ficar quieta. Passei a mão pelo seu rosto e dei-lhe um tremendo beijo na sua boca carnuda. Ela continuou sem esboçar qualquer reacção. Então disse:

- Não... isso não pode acontecer... Sou uma mulher casada... Nunca fiz nada disto... Isto está errado... Pare com isso se não eu vou contar ao meu marido que você me atacou...

Enquanto ela reclamava sem grande convicção, continuei a beijar-lhe o seu pescoço enquanto acariciava os seus peitinhos que já estavam bem durinhos. Peguei na sua mão e dirigi-a para o meu pau que a esta altura já estava a querer saltar das calças. Ela aperta-o. Acabei por abrir a sua blusa e chupei aqueles lindos seios.

- Pára... pára... eu não vou aguentar...

Quanto mais ela falava mais eu a acariciava. E mais ela ia cedendo.

- Excita-te estar com um verdadeiro macho?

- Ai como você chupa tão bem... Isso, continua. Ai que delicia, chupa os meus peitos, aiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrr...

Já havia passado o tempo que tínhamos combinado para o João chegar a casa. Ele já deveria estar a chegar. Fiquei ainda com mais tesão, porque ele iria ver a sua mulher transformada numa verdadeira putinha. Fiz-la baixar e baixei as minhas calças. O meu pau saltou para fora, quase batendo no seu rosto. Ela ficou impressionada. Segurou com as duas mãos e começo a bater uma punheta lentamente como se estivesse a segurar num troféu.

- Minha nossa... como é grande e grosso...

- Queres senti-la toda enterrada dentro de ti?

- Eu não sei se conseguia aguentar isso tudo...

- Então começa a chupar esse pau... Chupa minha querida, hoje tu vais sentir o que ter um verdadeiro pau na tua boquinha...

Enfiava o que cabia na boca, lambia de cima até as bolas, depois subia até a cabeça vermelha. Enquanto chupava o que sobrava ela com as duas mão bati uma punheta. Que boca maravilhosas.

- Chupa sua putinha... chupa como nunca chupas-te...

- Sim... Que pau tão gostoso...

Quando estava quase a gozar, o João estra na sala. Ela não tinha percebido. Aí o meu tesão foi a mil. Segurei a cabeça dela, forçando o meu pau dentro da boca dela e disse:

- Agora vou gozar dentro da tua boquinha...

Não resisti e ejaculei todo o meu leite para o interior, o que quase a fez ficar engasgada.

- Isso sua putinha, engole o meu leitinho... Não era isso que tu querias? Sentir o meu pau na tua boca?

O meu leite já lhe escorria por toda a sua cara. Aí aconteceu. Ela viu o João na sala. Ele estava sem calças, a bater uma punheta.

- Amor?

- Adoro ver-te possuída por outro homem!

Levamos a Rosa para cama. Ficamos todos nus. Chupei aquele linda ratinha até ela gozar na minha boca.

- Chupa-me toda... chupa... que língua tão gostosa, aiiiiiii eu também vou gozar...

Abri as suas pernas, deixando bem à mostra a sua ratinha toda molhada.

- Agora vou meter-me a minha verga todinha...

- Meu amor será que vais aguentar? - Pergunta o marido.

- Mete com calma... - Pede ela.

Eu cada vez estava mais excitado:

- Olha para a tua mulher João... Vê só o tamanho da minha verga... Ela vai ficar toda rasgada...

Comecei a forçar a cabeça, mas estava difícil de entrar, escorregava muito, aí pedi para ela me ajudar.

- Segura o meu pau para não escapar.

Ela pegou no meu cacete e começou a bater uma punheta ao de leve enquanto a esfregava na sua rata. Por fim, começou a fazê-la deslizar um pouco para dentro dela.

- Enfia mais, quero senti-la toda dentro da tua rata.

 

 
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