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Queria foder a minha noraPublicado em 2017-04-12 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Há já algum tempo que eu andava a fantasiar com a namorada do meu filho. Aquela rapariga mexeu comigo desde o primeiro dia em que a conheci. A partir daquele dia, quando fazia sexo com a minha mulher, imaginava-a a ela nos meus braços e isso dava-me um tesão incrível! Eu sonhava e imaginava inúmeros cenários porque aquilo que eu mais desejava era foder aquela cabritinha...O meu filho conheceu a jovem ainda no primeiro ano de faculdade. Começaram logo a namorar, mas ele só a apresentou à família no ano passado. Ela era uma rapariga muito bonita, alta, loira, olhos azuis e com umas curvas estonteantes. Era relativamente magra, com uns seios generosos e bem redondinhos. Não tinha barriga e exibia uma cintura de vespa, com um corpo tipo violão. Tinha também umas pernas perfeitas e um rabo arrebitado, redondinho. Ela sabia que era boa e vestia-se de forma a evidenciar ainda mais os seus atributos. Também gostava de se maquilhar. No entanto, ela era muito dona de si e não dava confiança a estranhos que lhe mandavam um piropo. Ela não era de origem portuguesa, tendo vindo da Ucrânia para cá ainda era uma criança. Falava o nosso idioma na perfeição e tencionava ficar por cá. Quando terminaram os estudos, já contavam três anos de namoro e decidiram regressar a casa porque eu meti umas cunhas para lhes arranjar emprego na área da contabilidade. Na verdade, eu fazia qualquer coisa só para estar na presença dela, tendo contudo que agir com muito cuidado para não ser apanhado a "tirar-lhe as medidas" e medindo muito bem os meus olhares e as minhas palavras mais elogiosas. E para os ajudar, convidei-os a ficar em nossa casa, o que, felizmente aceitaram. A casa era grande o bastante para todos, mas para lhes dar maior privacidade, eles ficaram a morar no primeiro andar e nós no rés-do-chão. Eles em cima tinham uma cozinha, uma sala, dois quatros e uma casa de banho. Em baixo tínhamos também uma cozinha, duas salas, um quarto e uma casa de banho. Eles tinham uma escadaria exterior para poderem entrar e sair à vontade, apesar de haver uma escadaria interior. Assim não tinham que se preocupar com nada. A casa estava toda mobilada e montada. Tinham ar condicionado em todos os compartimentos e banheira de hidro-massagem. Podiam também usufruir de uma ampla varanda frontal e de um terraço na parte de trás da casa, o qual cobria uma ampla garagem onde cabiam à vontade, quatro carros, dois à frente e dois atrás. Também era ali que ficava a lavandaria. A casa era rodeada por um amplo jardim e atrás, tínhamos uma pequena piscina, com oito metros de comprimento por quatro metros de largura e um telheiro com um barbeque. Anexo a este jardim, tínhamos um pequeno quintal com cerca de dois mil metros quadrado com árvores de fruto plantadas. Também era neste terreno que tínhamos um espaço vedado a rede onde estava o nosso cão de guarda, o Rex, um pastor alemão adulto. Eles faziam um vida normal de casal, apesar de não serem casados. Bem, ao que parece, casar não estava nos planos deles. Juntaram-se e pronto. Seja como for, aquela rapariga não me saía da cabeça. Então quando chegou o verão tudo se complicou para mim, porque ela começou a desfrutar da nossa piscina, usando uns bikinis tão reduzidos que deixavam ver quase tudo. Dissimuladamente, espiava-a de dentro de casa, por trás dos cortinados. Mas houve um dia em que quase me dava um ataque cardíaco. Durante o almoço, eu comentei que tinha que sair porque ia levar o carro à vistoria, desabafando que ia perder a tarde toda. Na verdade, era um desabafo verdadeiro porque o que eu queria mesmo era ficar em casa porque sabia que ela ia para a piscina. No entanto, optei por passar primeiro pelo meu mecânico para ele mudar os filtros, o óleo, carregar o gás do ar condicionado e fazer uma pequena verificação ao carro. Como ele estava atarefado, pediu-me para deixar o carro que depois pegava nele e até mandava o funcionário dele com o carro à IPO. Agradeci e regressei a casa. Quando me aproximei da janela do quarto, ia dando-me qualquer coisinha. A Natasha estava na piscina, mas em topless. Pela primeira vez pude admirar aquele belo par de mamas, e que mamas! Fiquei com uma excitação instantânea. Não resisti. Tirei o meu pau para fora e masturbei-me até me vir sobre o cortinado. Nos dias subsequentes, adorava imaginar-me a foder a minha nora, mas isso não passava de fantasias. Até que um dia, tive uma ideia maluca. Eu conhecia um tipo que vivia fazendo alguns biscates - compra aqui vende ali - e quando não aparecia nada para fazer ou negociar, dedicava-se a fazer pequenos furtos, do tipo, entrar num estabelecimento comercial e passar a unha a alguns objectos para depois os vender na rua a metade do preço. Na verdade foi ele que me vendeu o telemóvel, o computador portátil, a máquina fotográfica semi-profissional, entre outras coisas, quase tudo topo de gama e quase novo. Nunca lhe perguntei de onde vinham, nem queria saber, mas tinha plena consciência que alguém tinha ficado sem aqueles equipamentos. Completamente cego de desejo, fui falar com ele. Convidei-o para uns copos e convenci-o, contratando-o para simular um assalto à minha casa e para nos obrigar a foder a minha nora. Em troca, pagava-lhe uma boa soma. - Uma prostituta parecida com ela ficava-te mais barata. - Lembrou ele. Tinha toda a razão, mas uma prostituta, por muito parecida que fosse com a Natasha, não passava de uma prostituta. E a Natasha era a minha grande fantasia, a minha predilecção. Ele aceitou, mas eu fiz um outro pedido. Queria que ele gravasse a cena com uma câmara HD para eu poder guardar para mais tarde ver. Acertamos o dia, a hora e os pormenores. Não lhe seria difícil entrar porque seria eu que lhe abriria a porta. Depois só tinha que nos juntar no mesmo cómodo e obrigar-me a dar-lhe a combinação do cofre. Ele retirava uns maços de notas feitos com recortes de jornais e antes de se ir embora, obrigava-me a fodê-la. Ele tinha que ser muito convincente nas ameaças de morte, mas devia evitar ao máximo a violência. Ele ia usar uma pistola de alarme, uma réplica perfeita de uma pistola verdadeira. O resto, era só garganta. Naquele domingo, enquanto almoçava-mos, alguém tocou a campainha. Fui ver quem era e abri a porta. Ele entra e dirigi-mo-nos para a cozinha. Antes de lá chegarmos, eu ergo as mãos para o ar e ele aponta a pistola á minha cabeça. Assim que entramos na cozinha ele berra: - Isto é um assalto!... Ninguém se mexa ou este gajo morre aqui mesmo!... A minha esposa, o meu filho e a minha nora ficaram petrificados a olhar para nós com uma expressão de terror. Depois empurra-me para o meio da cozinha e atira um rolo de fita adesiva industrial. - Tu... amarra-os ás cadeiras... Começo por prender as mãos do meu filho por trás das costas e depois as pernas às pernas da cadeira. - Puxa aquela cadeira e junta-a de costas a essa... Assim faço, colocando a cadeira de costas para a cadeira do meu filho e prendi a minha mulher. - Tapa-lhes a boca... Uma vez mais obedeço. Depois puxa de uns sacos plásticos pretos e cobre-lhes por completo as cabeças, mas sem os apertar. Naquele momento só se ouve o som da televisão e o soluçar das mulheres. - Onde é que tens o cofre? - Pergunta. - Não temos cofre... - Não me fodas... onde está o cofre?... É melhor responderes ou mato esta gaja... - Ok. ok... não lhe faça mal... eu levo-o ao cofre... - Tu mexe-te! - Diz apontando para a Natasha e indicando-lhe o caminho da sala. - Caminha! - Diz empurrando-me. Ambos caminhamos até à sala. Aí indico-lhe onde está o cofre. Ele agarra a Natasha e encostando-lhe a pistola à cabeça ameaça: - Vai abrir e tira o dinheiro... Ela começa a chorar com uma expressão muito assustada. - Tem calma... Tem calma... Não lhe faças mal... Eu dou-te o dinheiro... Assim fiz e tirei os doze maços de notas, segurando-os nas mãos. As notas exteriores são fotocópias a cores de notas de 100,00€. As interiores são recortes de jornais. - Tens aí uma bela maquia... Mete o dinheiro neste saco... Atira-me um saco e guardo o dinheiro lá dentro. - Isto foi um trabalhinho muito rentável... nunca pensei que fosse tão fácil... Tens uma bela casa... Um cofre bem recheado... E uma filha bem boa... Ao dizer aquilo a sua mão desce até ao seio dela, apalpando-o. Ela geme de pânico e tenta instintivamente afastá-lo, mas ele ameaça-a com a arma. - Quietinha... Queres morrer? Queres morrer? Com uma expressão de terror bem estampada na cara ela acena a cabeça com um gesto negativo. Enquanto ele continua a apalpar-lhe o seio eu também peço: - Por favor... Não lhe faça mal... Eu já lhe dei o dinheiro... Por favor... Não faça isso... Começo a temer que ele não vai respeitar o acordo e quer foder ele a minha nora. Então, empurra-a na minha direcção e aponta-me a arma. Eu abraço-a como se estivesse a protegê-la, afastando-a para o lado: - Não lhe vou fazer nada... Tu é que vais... - O... O quê? - Sim... - Diz sorrindo entre dentes - Tu é que lhe vais fazer mal... - Não... Não... Por favor... Não nos faça isso... - Vocês querem morrer?... Vocês querem morrer? - Pergunta esgrimindo a pistola de forma ameaçadora. - Não... Não... Por favor... - Tira-lhe as calças... Vamos... Tira-lhe as calças ou mato-vos já... Vamos... Ao gritar esta última ordem, eu e a Natasha olhamos um para o outro. - Desculpa... Ela faz um ligeiro aceno, como que dizendo que compreendia. Então comecei a despi-la da cintura para baixo. Quando terminei, ela tapa as suas intimidades com as mãos. Tenho que me conter para não ficar com uma erecção ao ver o seu belo corpo despido. - Agora tu... Tira a tua roupa também... Obedeço e dispo-me lentamente até ficar também completamente nu. - Chupa-lhe a piça... Vamos chupa-la... Agarra-a pelos cabelos e obriga-a a baixar-se à minha frente. Ameaça-a mais duas ou três vezes até conseguir que ela agarre no meu membro para o meter na boca. Depois puxa do telemóvel e começa a fazer o vídeo. - Chupa... Chupa minha puta... Chupa... Ela começa a chupar sem grande arte. Ele insiste nas ameaças e obriga-a a intensificar os movimentos, chegando mesmo a empurrar-lhe a cabeça com o cano da arma. Ela aumenta os seus movimentos entre soluços. Ela em boa verdade não chupa, limitando-se a deslizar a boca para a frente e para trás. Ele faz-me um gesto como que a perguntar se estava bom. Respondo também com um gesto como que a dizer que estava mais ou menos. Então ele dá-lhe uma nova ordem, aproximando-se do seu ouvido, mas falando em voz bem alta: - Agarra-lhe a piça com a mão e bate-lhe uma punheta enquanto lhe chupas a cabecinha... Ela obedece de imediato e começa a bater-me uma deliciosa punheta. - Chupa também... Chupa minha puta... Chupa... Eu quero ouvir... Chupa... Anda... Chupa... Ela começa a fazer um vai e vem mas sem chupar, o que o obriga a repetir as ameaças, em vão. Ela não quer chupar. Então ele bate-lhe sem muita força com a pistola na cabeça e repete a ameaça. Como que por milagre, ela finalmente começa a chupar, fazendo-se sentir claramente a sucção criada pelos seus lábios. Aquilo estava bom. Bom demais até. Tive mesmo que me controlar para não me vir ali mesmo. Como que adivinhando, ele puxa-a pelos cabelos, fazendo-a levantar-se em sofrimento. - Põe-te de quatro em cima desse sofá... Ela obedece e posiciona-se como ele lhe indicou. Com ela naquela posição, de costas voltadas para mim, posso admirar toda a sua beleza, bem como aquela cona completamente rapadinha. - Anda para aqui... Quero que fodas a tua filha à canzana... Não sei porque é que ele insistia em tratá-la por minha filha, quando sabia que era a minha nora. Não combinamos nada, mas nem me importava daquele improviso dele. Aproximo-me dela, cuspo para a ponta dos dedos e esfrego-os à entrada do seu orifício. Como a minha verga está toda lambuzada nem preciso de a lubrificar. Aponto-a e é só empurrar, fazendo-a deslizar com algum custo para dentro. A cona da Natasha é incrivelmente apertada! - Fode-a... Vamos... Fode-a... Seguro-a pelo quadril e começo a fazer um lento vai e vem enquanto aprecio a minha verga a forçar a entrada e a desaparecer dentro dela, demorando-me um bom bocado. Não tinha qualquer pressa. Mas depois, aos poucos, começo a aumentar a cadência dos meus movimentos. Uma vez mais percebendo o que eu queria ele ordena: - Fode-a com força... Rebenta com ela... Vamos... Fode-a... Vamos... Anda... Anda... Então começo a meter com mais força e perante a insistência dele, meto ainda com mais força, e mais força. É tal a intensidade das minhas penetrações que não a seguro pelo quadril mas pela blusa e pelo queixo, enquanto ele geme quase a gritar de cada vez que empurro a minha verga bem até ao fundo. Se ela inicialmente se mantinha de quatro mas direita, com o passar do tempo, começam a fraquejar-lhe as forças e ela aos poucos vai-se baixando, ficando quase deitada. Eu não lhe dava descanso e continuava a "castigá-la" com uma raiva de prazer. Depois, sem que ele o dissesse, virei-a para cima e encaixei-me em cima dela na posição do missionário, recomeçando com aquele intenso vai e vem, enquanto ela, de olhos fechados e boca bem aberta, gemia continuamente. Se não era de prazer, parecia. Consolei-me de lhe apalpar aquelas mamas ainda durinhas. E numa altura em que tive que diminuir a intensidade das minhas investidas para recuperar o fôlego, aproveitei para lhe chupar aqueles bicos rosadinhos. Mas assim que recuperei, recomecei e meti desalmadamente até finalmente gozar, fazendo jorrar todo o meu leite para dentro dela. Depois de me ter vindo, fiquei ainda um bom bocado em cima dela, acariciando-a e olhando para ela para tentar perceber se tinha sentido algum prazer. Era quase capaz de jurar que ela sentiu prazer, que gozou e agora tem um sentimento de culpa por o ter feito porque desvia o olhar para o lado e deixa escorrer lágrimas pelo canto do olho. - Desculpa... Ela reage ao meu pedido com um sorriso forçado e um gesto de que compreende. Saio de cima dela e vesti-mo-nos em silêncio enquanto o nosso assaltante vai fazendo uns comentários provocadores, dizendo que tínhamos gostado, que lhe estávamos muito agradecidos e que íamos repetir. Quando terminamos, abracei-a e permanecemos assim algum tempo, até que percebemos que estávamos sozinhos. Sem que dessemos por isso, ele tinha desaparecido. - Natasha... isto fica entre nós, ok? - Sim... Obrigada... "Obrigado eu", pensei. Aquela tinha sido, sem qualquer margem de dúvida, a melhor foda da minha vida! |
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