Forçada
Publicado em 2017-04-18 na categoria Contos eróticos / Hetero


Aquele tinha tudo para ser mais uma manhã de um dia de rotina, sem história, na nossa aborrecida vida conjugal. Levantar às 7h, preparar o pequeno almoço. Ele, professor, sai às 7h45 para estar na escola às 8h15. Eu, secretária de direcção, saio às 8h30 para para estar no escritório às 9h. Não temos filhos por opção, logo, nada que nos faça sair daquela costumeira ou que nos atrase ou atrapalhe os planos. Mas naquele dia, tudo ia ser diferente...

Depois de nos levantar-mos, o Jorge foi tomar um duche enquanto eu lhe preparava o pequeno-almoço, o qual, tomamos juntos enquanto víamos as primeiras notícias do dia na televisão, e como de costume, fazendo alguns comentários às mesmas. Seguidamente ele foi-se vestir enquanto eu me preparava para o meu duche.

Antes de entrar para o polivan, ele despede-se com um beijo e sai.

Por norma, ele sai de casa, dirige-se para a garagem, acciona o portão eléctrico para o abrir, sai com o carro dele e fecha o portão. Quando eu saio com o meu carro, faço exactamente o mesmo. Mas naquele dia, o Jorge cometeu um erro e ao sair, não verificou que o portão não fechou.

Completamente nua saio da casa de banho e encaminho-me até à cómoda, para procurar o que vestir naquele dia. Ultimamente, por causa da rotina e no aborrecimento que se tinha instalado na nossa vida conjugal e até sexual, comecei a fantasiar com alguns colegas e até com o chefe.

Apesar de não andar "à caça" ou a parecer "disponível para ser engatada", na verdade, nos últimos dias comecei a vestir-me de uma forma mais ousada. Os homens lá no trabalho repararam, mas tirando os olhares mais ou menos dissimulados e uns piropos mais inocentes, ninguém se atrevia a ir mais além. O assédio no posto de trabalho é coisa séria...

Estava um dia particularmente quente para a época, por isso, antes do banho, deixei a janela do quarto entre-aberta com os cortinados corridos. Como são grandes completamente opacos, não tenho o problema de alguém da rua ou das casas vizinhas me possa ver nua.

Ao chegar ao móvel, abri a gaveta e retirei uma lingerie muito sexy. Era um sutiã sem alças e uma cueca de cor bordeaux, ambas as peças completamente rendadas, para condizer com um vestido de alças dessa mesma cor com a saia a chegar-me a meio da coxa. Vesti-me e olhei-me demoradamente ao espelho, pavoneando-me para ver como me assentava.

Mentalmente, comecei a fantasiar que me estava a atirar ao meu chefe:

- Esta vai ser um dia que nunca irás esqueci... - Disse utilizando uma voz sedutora.

Depois imaginei-me a despi-lo:

- Não te mexas... eu faço tudo...

Seguidamente deitei-o na cama, imaginando-a tratar-se da mesa da sala de reuniões, amarrando-lhe as mãos com a sua própria gravata.

- Tu não tens autorização para mexer em nada... vou ser eu que vai fazer tudo...

Imagino-o a sorrir e a tentar chegar com a boca aos meus seios.

- Gostas das minhas mamocas, gostas?... Aguenta... Ficam para depois...

Subi para cima dele, imaginei-me a roçar os meus seios no peito dele. e perguntei:

- O que é que gostavas que eu te fizesse?

Simulo com gestos que o masturbo e que lhe faço sexo oral. Depois encaixo-me em cima dele e faço uns movimentos para cima e para baixo, esfregando as mãos pelos meus cabelos:

- Vou fazer o melhor sexo da minha vida!... - Disse soltando um longo suspiro.

Fico tão excitava que dispo a cueca, baixo as alças do vestido e tiro também o sutiã. Então, com uma mão, masturbo-me enquanto com a outra, acaricio os meus seios, chegando mesmo a puxá-los para cima para chupar os meus bicos, já completamente endurecidos.

Os meus dedos acariciam incansavelmente o meu clitóris até que alguns minutos e muitos gemidos de prazer depois, atingi um memorável orgasmo. Já não era a primeira vez que me masturbava até ao climax, fantasiando com os meus colegas de trabalho e até com o meu chefe.

Consumada a fantasia, levantei-me e fui-me lavar. Ao regressar, decido baixar a persiana, deixando a janela entre-aberta. Depois de a fechar, mas não totalmente, viro-me para ir buscar um robe para me vestir. Nesse preciso momento sai algo detrás do cortinado que me agarra por trás. Apanho um susto de morte que me faz estremecer da cabeça aos pés enquanto dou um grito de terror que mal se ouve porque fico com a boca tapada.

Percebo o vulto de um homem. Tento debater-me mas ele é muito mais forte do que eu, dominando-me totalmente, mas eu dou bastante luta. Ao ficarmos frente ao espelho vejo um homem todo vestido de preto e com a cara tapada com um capucho, onde só se viam os olhos e a boca. Com ambas as mãos estou a tentar libertar a boca para poder gritar por socorro mas paro quando vejo na sua outra mão uma faca que encosta à minha garganta:

- Fica muito quietinha ou morres aqui e agora puta...

A faca e a ameaça de morte paralisaram-me de medo. Começo a implorar pela vida e para que não me faça mal, mas com a mão a tapar-me a boca, não se percebem senão gemidos aflitos.

- Queres morrer?... Queres morrer?... hã?... Queres?...

Aterrorizada, com movimentos rápidos, viro ligeiramente a cabeça de um lado para o outro, fazendo um gesto negativo.

- Então vais ficar quietinha e caladinha... Hã?... Vais?...

- Agora faço o gesto afirmativo.

Então percebo o que ele quer. Vejo o seu olhar percorrer o meu corpo ainda despido. E como está encostado a mim, sinto claramente o seu pau duro em contacto com as minhas nádegas. Aquele patife quer abusar de mim.

- Tu és mesmo muito boa...

Não há qualquer dúvida do que ele quer e eu não tenho como me opor aos seus instintos sexuais. Limito-me a abanar negativamente a cabeça, suplicando pela minha vida e para que não me fizesse mal.

Empurra-me até à cama e faz-me deitar, sentando-se literalmente sobre o meu peito. Olha para cima e ordena:

- Põe as algemas...

Inicialmente não obedeço à ordem, mas ele repete-a mais zangado e pressionando a faca contra a minha garganta. Muito aflita ergo as mãos acima da cabeça. A tremer bastante, tento agarrar as algemas. Prendo um pulso e depois o outro. Ele volta a ameaçar-me:

- Gritas, morres... Ouviste?...

Respondo que sim, com um gesto com a cabeça. Então tira a mão da minha boca. De imediato, como se tivessem tirado uma rolha da minha boca, rompo num pranto, soluçando, enquanto ele me vai acariciando com uma mão e com a faca na outra.

- Não... não... não... - Imploro.

Ele dá-me duas violentas bofetadas na cara:

- Eu vou-te foder a bem ou a mal... Agora tu é que decides como preferes ser fodida...

- Nãaaaooooooo... Nãaaaooooooo.... Nãaaaaooooo....

- Caladinha... - Diz aproximando-se de mim.

Pousa a faca e ergue-me as pernas, colocando-as sobre os seus ombros, deixando-me toda exposta. Logo de seguida começa a acariciar-me o corpo, desde as pernas até aos meus seios. Depois agarra-me pelo pescoço ao mesmo tempo que começa a acariciar-me a rata. Um gemido de protesto fica-me preso na garganta.

- Que bela coninha...

Cospe para as mãos e acaricia-me longamente o clitóris e enfia os dedos na minha vagina.

- Que coninha tão apertadinha...

Inicialmente, o meu corpo tremia de forma incontrolada. O meu coração batia tão rápido que parecia que me ia dar um enfarte. O próprio oxigénio que respirava parecia insuficiente ao ponto de me sentir quase desfalecer. Mas por incrível que pudesse parecer, aos poucos, fui serenando. Fixei o olhar no capucho dele e fui-me alheando do que ele me fazia.

Mantendo-me quase esganada, ele deixa de me acariciar a rata e desaperta o fecho, tirando o seu membro para fora. Logo de seguida, esfrega-o entre os meus lábios vaginais durante uns segundos, pressionando-o contra eles até o enfiar dentro de mim, empurrando-o de uma só vez até ao fundo.

Assim que o senti irromper violentamente dentro de mim, forçando a entrada, tentei soltar um gemido mas ele saiu mudo porque assim que senti tudo aquilo dentro de mim, fiquei instantaneamente sem ar nos pulmões. Eu não estava minimamente lubrificada e aquele pau era mesmo monstruoso. Parecia que me ia rasgar toda...

Ele começa de imediato a enfiar, fazendo-me gemer de desespero. Então ele ameaça de novo:

- É bom que finjas que estás a gostar porque senão garanto-te que não sais deste quarto com vida...

Repete esta ameaça uma e outra vez como se quisesse garantir que eu interiorizava a mensagem. Aquela ameaça soava-me a muito séria. Não havia nada que eu pudesse fazer para evitar que ele fizesse sexo comigo. Se fingisse podia excitá-lo ainda mais e fazia com que aquele filme de terror terminasse mais depressa. Tentei controlar-me para me acalmar um pouco.

- Isso... Isso...

Mantendo a boca aberta, começa a soltar uns gemidos enquanto ele mantém a cadência das suas investidas que não eram muito rápidas. Felizmente solta-me a garganta, permitindo-me respirar melhor, passando a acariciar-me os seios.

Para me provocar, empurra com mais força, com um movimento violento. Ao fazê-lo, obriga-me a soltar um pequeno grito involuntário. Vendo a minha reacção, repete uma e outra vez aquela investida, fazendo-me gemer mais e mais. E a cada novo gemido, este expressa-se de forma mais consistente.

Se por um lado tento fingir, por outro lado, não consigo evitar aquelas reacções que não são de prazer nem de total insatisfação. Estes rapidamente tornam-se numa espécie de grunhidos de raiva:

- Anda fode-me... Anda... Fode-me... Fode-me com força... Fode-me... Anda...

Agora sou eu que o provoco,uma e outra vez, para que ele fique sobre-excitado e se venha depressa. Ele volta a aumentar a cadência dos seus movimentos, obrigando-me mesmo a grunhir:

- Aaaahhhhhh... Anda... Aaaaaahhh.... Aaaaaaahhhh... Fode-me... Fode-me com tudo... Aaaahhhhh... Fode-me... Rebenta comigo... Aaaahhhhh... Anda paneleiro de merda.... Fode-me... Fode-me toda...

Ele volta a agarrar-me pelo pescoço, apertando-o ligeiramente, com se quisesse que eu parasse de o provocar, mas continua a enfiar com tudo. A sua respiração já está bastante ofegante. Deve estar já muito perto do climax. Continuo a provocá-lo, mas desta vez vou mais longe e começo a mexer o meu ventre, empurrando a minha vagina para cima e para baixo para aumentar a sua excitação.

Ele começa a grunhir entre dentes. Então acontece algo pelo qual eu não estava nada à espera. Do nada, até porque eu não sentia que estivesse a sentir prazer, sinto uma violenta e espontânea explosão entre as minhas pernas, fazendo-me gozar um intenso orgasmo.

Tive que fazer um grande esforço para me controlar e não mostrar o que estava a acontecer comigo. A sensação que estava a desfrutar era sublime, indescritível. Comecei imediatamente a transpirar por todos os poros do meu corpo. Cheguei a pensar que ia desmaiar tal era a intensidade daquele orgasmo.

Logo de seguida foi a vez dele gozar, fazendo uma dezena de investidas mais espaçadas, veio-se dentro de mim até parar, mantendo o seu membro todo enterrado dentro de mim. Ambos respirávamos de forma bastante ofegante.  Depois deixou-se cair sobre mim.

Incrivelmente, sentia-me muito relaxada. Por momento esqueci que aquele homem tinha acabado de me violar. Mas aos poucos fui caindo em mim. O que faria ele agora? Libertava-me e ia-se embora? Eu não lhe vi a cara porque ele nunca tirou a mascara por isso não tinha a necessidade de me matar...

Então ele levanta-se e faz tenção de tirar a máscara. Para não o ver, viro a cara.

- Não... Por favor... Não... Eu não vi a sua cara... Por favor...

Aproxima-se de mim, vira a minha cara para ele, mas mantenho os meus olhos bem fechados.

- Abre os olhos...

Aquela nova voz parecia-me muito familiar. Abro os olhos e vejo o meu namorado.

- O quê?!... Tu?!...

 
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