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Loucuras entre amigosPublicado em 2015-10-14 na categoria Contos eróticos / Gays
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Chamo Erik (nome fictício), tenho 19 anos e sou um rapaz do interior. Fui cursar Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Ao procurar onde ficar, encontrei um anúncio onde dois rapazes ofereciam um quarto para estudantes num apartamento muito bem localizado e relativamente perto da FMUL. Respondi ao mesmo, as condições eram do meu agrado e fiquei com o quarto.Logo na primeira semana na casa eu percebi que eles não eram nada santinhos. Rapidamente percebi que eu atraía a atenção do Lucas, um rapaz de 22 anos de idade. Ele elogiava o meu físico e incentivava-me a andar na casa mais à vontade. Ele próprio gostava de andar pela casa em tronco nu. Ele era um rapaz atlético, bronzeado e bem parecido. Além de fazer ginásio, era surfista. Confesso que o corpo dele era atraente e que de certa forma, eu invejava-o por isso. Um dia em que me tocava a mim lavar a louça, era por volta das 11 horas da noite, ele veio à cozinha, bebeu uma cerveja e ficou ali por alguns minutos, parado, apenas a olhar para mim. De repente, ele levantou-se e passou por trás de mim, roçando o seu corpo no meu. O Lucas logo percebeu o meu estado. Fiquei bastante constrangido, a morrer de vergonha, tentando ocultar a minha erecção. - Não precisas ficar tão atrapalhado Erik... também me deixaste de pau feito! Nossa! Naquele momento eu fiquei estático, sem saber o que fazer. O meu sangue parece que gelou nas minhas veias. Rapidamente ele baixou o seu calção e mostrou-me o seu enorme pau, grosso e empinado para o lado. Ele agarra-o e começa a masturbar-se lentamente. Eu não sabia se devia olhar para os olhos dele, para o seu membro ou desviar o olhar para outro lado. Das três opções, acabei por ficar como que hipnotizado a olhar para aquela bonita verga. Grande, rosada, depilada, com umas veias salientes. Eu nunca tinha visto um pénis igual àquele. Começamos por brincar aos doutores, onde analisávamos os nossos pénis. Com o contacto eles começaram a ficar erectos e daí à troca de carícias foi um salto. E assim que ocorreram as primeiras ejaculações, as carícias foram-se tornando mais ousadas. As masturbações inicialmente eram manuais, depois passaram a ser feitas simulando o coito, esfregando os membros nas nádegas do outro ou esfregando-os uns nos outros, na posição do missionário. Não tardamos contudo a experimentar o sexo oral e essa descoberta foi sublime. A partir daquela primeira experiência, as carícias e masturbações passaram quase por completo para segundo plano. O sexo oral era o nosso principal objectivo. Faziamo-lo uns aos outros à vez ou ao mesmo tempo, no clássico 69. Foi também com grande rapidez e naturalidade que a curiosidade nos levou a experimentar a ejaculação durante a mamada. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que um dos meus primos se veio na minha boca. Estávamos curiosamente a fazer um 69. Eu estava por baixo e ele por cima. Há já algum tempo que eu andava com a ideia de receber o sémen na minha boca, mas faltava-me a coragem. Já tinha acontecido a um dos meus primos levar com um jacto de leite na boca, muito por causa do seu entusiasmo, mas logo percebemos que ao bater a punheta, conseguíamos senti-lo a subir, afastando a boca. Mas durante aquele 69, convenci-me que não ia virar a cara e deixei-o meter até se vir, fazendo jorrar todo o seu sémen para o interior da minha boca. Ele ao fazê-lo, berrou literalmente de prazer, como nunca o tinha feito antes. Ele tinha descoberto que a sensação de ejacular na boca era do outro mundo! Curiosamente, o que nunca fizemos foi trocar beijos. Portanto, aquela estava a ser uma nova experiência para mim. Enquanto me beijava, ele colocou a mão na minha verga, que já estava a latejar de puro tesão. Depois de apertar o meu pau durante alguns segundos, ele finalmente baixou o meu calção e "caiu de boca". Enquanto ele me fazia o broche, algo caiu na sala, já próximo à cozinha, onde nós estávamos. Foi aí que me lembrei do Filipe. Ele era um rapaz muito focado nos estudos, também ele atlético e bem parecido. O meu coração veio à boca. Rapidamente olhei para o Lucas, ainda de joelhos e a punhetar a minha verga enquanto a chupava, ignorando o barulho. Como é que o Lucas podia estar tão tranquilo se podíamos ser apanhados a qualquer momento? Foi aí que ele exclamou: - Filipe, a gente já te ouviu! Podes vir... temos lugar para mais um! Ao ouvir o Lucas dizer aquilo, o Filipe veio também meio sem jeito, mas eu podia ver pela sua cara que ele estava babado de tesão. Ele ao chegar agarra-me com força pela minha nuca e beija-me. Nossa! Que beijo delicioso, de língua, daqueles de mamar nos lábios e de sugar a saliva da boca. O meu pau pulsava com vontade de gozar. Ao chegar ao quarto o Filipe logo perguntou: - Tu confias na gente, Erik? Respondi prontamente que sim. - Então, usamos a camisinha só para foder! O Lucas deitou-se na cama e o Filipe, de quatro, chupava aquela verga maravilhosa. Fiquei a olhar os dois enquanto ia batendo uma punheta bem devagar. Ao dizer aquilo, dá duas pequenas bofetadas na sua nádega. Aproximei-me para lamber e chupar aquele cu todo depiladinho. Eu chupava-o até babar enquanto ele rebolava de prazer, mamando cada vez mais forte na verga do Lucas. Peguei no lubrificante que estava na mesa de cabeceira, passei pela cabeça do meu pau e no cuzinho lisinho do Filipe, que piscava e "mordia" o meu dedo quando eu metia um pouquinho. O anelzinho do ânus dele já estava bem dilatado e pronto para ser penetrado. - Ahhhhhhhh... safadoooooo... devagarrrrrr... seu taradoooo... Que sensação mais gostosa estar a meter naquele cuzinho apertadinho. Com o pau enorme do Lucas na boca, o Filipe gemia e engasgava-se. Eu agarrei-o forte por trás, dando-lhe beijinhos na nuca dele e fui metendo devagar, para que o meu pau se encaixasse todo naquele cuzinho apertado. Os nossos gemidos preenchiam o quarto com um alto volume. O Lucas chamava o Filipe de putinha, de safadinha, e pedia para ele chupar o seu pau bem gostoso. Enquanto isso eu segurava o Filipe firmemente pela cintura e deliciava-me com o seu cu lisinho e macio. O Filipe gritava com o desconforto e com o prazer que sentia quando enfiei o meu pau inteiro nele, bem fundo mesmo. Vi os cabelos da sua nuca arrepiarem-se e ele gemeu como uma gatinha. - Meteeeeee... Erik... mete maisssss... mete maisssss... bem fundo... safadoooooo... gostosoooooo... ahhhhhh... hummmm... aiiiii... que pau mais gostosoooooooo...!! - gemia deliciosamente. O Filipe gritou e foi descendo, até as suas nádegas encostarem nas minhas coxas. O cuzinho dele estava tão quentinho, apertadinho e escorregadio. Que delícia! Foi um prazer incalculável. Isso fez-me mamar na verga do Lucas com mais vontade ainda. O movimento do Filipe subindo e descendo no meu pau repetiu-se por muito tempo. Agora não eram só os gemidos que faziam barulho. O som daquelas nádegas lisinhas a bater nas minhas coxas eram quase como gritos de prazer. Um arrepio tomou conta do meu corpo. Eu estava prestes a gozar, mas não queria aquilo ainda. Primeiro, esfregava a cabecinha algumas vezes, depois tentava empurrar um bocado. Fez várias tentativas para enfiar até que por fim conseguiu vencer a resistência natural do meu anel exterior, deixando-se ficar parado um bocado antes de empurrar mais um bocado. A dor era intensa. Eu por várias vezes estive quase a dizer para ele parar. O meu único consolo era ter a minha verga enfiada no cu do Filipe. Mas aos poucos fui-me acostumando, até que a dor já era perfeitamente aceitável. O mais difícil já tinha passado, pensei. Ainda sentia dor e um grande desconforto, mas ao mesmo tempo, um prazer indescritível. Com os três atrelados uns nos outros, o Lucas começou a fazer um lento vai e vem. Eu ainda meio paralisado, quase não me mexia, pelo que era o Filipe que fazia os movimentos. Alguns minutos depois, já suportando melhor a verga do Lucas, ergui a perna do Filipe e comecei também a castigá-lo. Agora era o Lucas que tinha dificuldade em acompanhar-me. A minha excitação era tal que não aguentei: - Esperem... esperem... estou quase a gozar... esperem... Eu continuei a chupar o Filipe até o fazer vir-se. Ele ficou surpreendido quando viu que eu não tirei o seu pau da boca enquanto ele ia jorrando o seu leite quente, muito leite quente. - Parece que o nosso amiguinho é uma caixinha de surpresas... - Comenta o Lucas. - Já tinhas feito isto Erik? - Não... não... foi a primeira vez que fiz sexo... já tinha feito umas brincadeiras em novo, mas nunca isto... - Já estiveste com uma gaja? - Pergunta o Filipe. - Já... eu tive uma namorado lá na terra... - Então és um agulha... - Comenta ele. - Um agulha? Isso é um termo gay? - Pergunto. - Não, tu não és gay... um agulha é um gajo que gosta de levar e de meter... tu és bissexual homem! - Pois... acho que sim... Fomos tomar um duche a três. Não demoramos a recuperar o nosso vigor e regressamos à cama para mais uma sessão de sexo e uma vez mais, vi-me ensanduichado entre eles os dois, com a diferença que daquela vez, eu metia no Lucas e o Filipe metia em mim. Eles formavam um casal gay assumido e nos anos que se seguiram, fui "a amante" deles. Foi um período da minha vida em que não pensei em mulheres e não senti qualquer falta de uma rata. |
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