Violação - O dia seguinte
Publicado em 2015-01-05 na categoria Contos eróticos / Incesto


Acordei muito cedo. Sentia-me muito bem. Espreguicei-me com um sorriso de satisfação. Sentia-me particularmente feliz. Abro os olhos. O sol ainda não nasceu, mas a ainda pouca claridade do novo dia começa a irromper no quarto. Percebo que estou nua... depois, que não estou no meu quarto. De repente faz-se luz na minha cabeça. Quem estava deitado atrás de mim na posição de conchinha não era o meu marido...

  Apesar de ficar na cave, todas as divisões viradas para a parte posterior da casa, devido ao declive do terreno, não ficam debaixo de terra, ficando consequentemente expostas, pelo que são servidas por portas e janelas. A janela do quarto dos arrumos, tinha a persiana apenas meio corrida, pelo que este começava a ficar iluminado.

O meu coração dispara. Estou a tremer. Muito lentamente, afasto-me do meu filho e levanto-me. Procuro as minhas peças de roupa, encontrando-as espalhadas pelo chão. Estão rasgadas e não as posso vestir. Aflita tento pensar numa solução. Lembro-me que tenho roupa lavada na lavandaria. Apresso-me a sair do quarto e com extremo cuidado dirijo-me até lá, sempre com receio de poder ser apanhada.

Se o meu marido me visse toda nua, não saberia como me justificar. Por sorte, parece que ele ainda não se levantou. Enquanto visto um robe, penso no risco que corri de poder ser apanhada caso ele acordasse durante a noite e estranhando a minha ausência me procurasse pela casa acabando por me encontrar nos braços do filho. Para além do escândalo nem quero pensar no que nos podia acontecer se ele ficasse de cabeça perdida.

Com menos um peso na consciência, começo então a pensar no que tinha acontecido naquela noite. O que o meu filho me fez é imperdoável, mesmo estando com os copos. Mas sinto-me também culpada por ter sentido prazer. Apesar de condenar o acto, não consigo afastar da mente toda aquela satisfação sexual que me deixou deleitada. Nunca antes tinha experimentado um orgasmo tão intenso, aliás, penso mesmo que tive pela primeira vez orgasmos múltiplos.

Tento afastar esses pensamentos e concentrar-me no que seria a nossa vida a partir daquele momento. Ele teria consciência do que fez? Será que se lembrará de alguma coisa? Devo esquecer aquilo como se tivesse sido um mau sonho? Ou devo ter uma conversa muito séria e adulta com ele? Decido não contar nada ao pai, mas vou mesmo ter que ter uma conversa com o meu filho. O desgosto e a bebida não podem ser desculpa para o seu acto irreflectido.

Ele tem que saber que agiu mal. Tem que o reconhecer e tem que pedir o meu perdão. Mas mesmo obtendo-o, as coisas entre nós nunca serão como até ao dia anterior. Aquela "marca" psicológica do que fez vai ficar para sempre gravada na minha mente.

Começo a preparar o pequeno-almoço enquanto vou pensando como devo falar com o meu filho. Então chega o meu marido. Cumprimenta-me com um beijo na face e senta-se à mesa ligando a televisão para ver o noticiário. Então o nosso filho entra na cozinha, cumprimentando-nos. Olhamos um para o outro e ele desvia a olhar para o chão. Ele lembra-se. Ela sabe o que fez.

O pai ao terminar de comer levanta-se e despede-se de mim com outro beijo. Ficamos sozinhos na cozinha em silêncio. Quero falar com ele mas não sei como começar. Ele termina o seu pequeno-almoço e retira-se. Tenho que agir, encho-me de coragem, vou atrás dele apanhando-o na sala.

- Sabes o que é que fizeste esta noite?

Ele não responde e baixa a cabeça. Volto a insistir na pergunta, aproximando-me dele e exigindo uma resposta, mas não a obtenho. Perdendo a cabeça, dou-lhe algumas bofetadas mas ele não reage.

- Por que é que o fizeste? Porquê? - Pergunto repetidamente já a chorar.

Ele continua sem me responder, limitando-se a ficar de cabeça baixa. Eu vou-lhe dando algumas bofetadas para o fazer reagir, mas não lhe consigo fazer falar.

- O que vai ser de nós agora? O que é que eu vou fazer contigo?

Sempre que lhe fazia uma pergunta, dava-lhe uma bofetada ou empurrava-o, fazendo-o retroceder, até que ficou encurralado entre o sofá e a parede.

- Gostaste de violar a tua mãe? A tua própria mãe? Achas correcto o que fizeste? Responde-me...

Então teve uma primeira reacção, agarrando-me ambas as mãos pelos pulsos para me impedir de lhe bater. Ficamos durante alguns segundos a olhar um para o outro, olhos nos olhos, ambos na expectativa, sem sabermos o que fazer ou dizer. Como estava ainda muito alterada, provoquei-o.

- Quê? Quê? Que pensas que vais fazer? Vais-me bater? Vais abusar outra vez de mim?

Ao fazer esta última pergunta calo-me de imediato, olhando-o com receio que tivesse ido longe de mais ao provocá-lo e com isso, provocar outro acto de loucura contra mim. Então surpreende-me soltando-me e empurrando-me para me afastar dele e dizendo muito rapidamente.

- Eu não te violei... fiz amor contigo...

- Fizeste amor comigo? Eu não me lembro de me ter envolvido voluntariamente contigo! Lembro-me isso sim, de tu me teres forçado... de tu teres abusado de mim...

- Posso ter-te obrigado no início, mas depois tu ficaste porque quiseste, porque não te prendi...

Fiquei sem resposta. Naquele ponto ele tinha razão. Comecei por dar luta mas acabei por permitir que ele consumasse o acto sem nenhuma oposição da minha parte. O pior de tudo, e felizmente parece que ele não se apercebeu disso, senti prazer e até gozei. Então cai a bomba.

- E tenho quase a certeza absoluta que gostaste...

- Não digas asneiras... - Justifiquei-me de imediato, sentindo que tinha empalidecido.

- Confessa... vamos, confessa... assume que no início não querias mas que depois até sentiste prazer... confessa...

- Meu menino não te admito isso... - Digo com o dedo em riste. Ele toma a iniciativa e aproximando-se de mim, e continuando a insistir naquela ideia.

- Admite que sentiste prazer... vamos, admite... admite que gostaste...

Pela primeira vez recuo, negando uma e outra vez na defensiva. Enquanto trocamos argumentos, empurramo-nos mutuamente, mas agora é ele que me deixa encurralada. Então, continuando a insistir para que eu admitisse que tinha gostado e sentido prazer, apalpa-me um seio. A minha reacção imediata foi afastar a sua mão.

Ele tentou fazê-lo de novo mas eu defendia-me não o permitindo. Então agarra-me. Abraça-me, prendendo-me os braços ao mesmo tempo e começa a apalpar-me o corpo. Consigo forçar a minha liberdade mas foi sol de pouca dura porque ele agarrava-me como podia, continuamente e aproveitando para me apalpar.

Enquanto o fazia, insistia uma e outra vez que queria que eu admitisse que tinha sentido prazer. Eu, enquanto procurava resistir e evitar que ele me apalpasse, continuo a insistir que não gostei nem senti prazer e exigia-lhe que parasse e me soltasse, ameaçando-o que contaria tudo ao pai.

Ele muito seguro de si responde que se eu quisesse realmente contar, já o tinha feito. Agora, não se limita a apalpar-me, começando também a tentar despir-me. Tento resistir agarrando-me ao robe mas ele de tanto o forçar rasga-o, arrancando-mo literalmente do corpo.

Vendo que não me ia conseguir opor, tapei os meus seios e fechando os olhos comecei a implorar continuamente dizendo "não", "não", "não".  Ele agarra-me pelo ombros, abana-me e volta a insistir pedindo para dizer que tinha gostado e tinha sentido prazer e acrescentando que se o fizesse me deixava em paz.

Eu não respondi, então ele continuou a abanar-me e a pressionar-me até que cedi e já a chorar acabei por confessar.

- Sim... gostei... eu gostei... gostei e senti prazer...  não devia mas gostei...

Ao dizer isto baixo-me, ficando sentada no chão e encubro a minha cara com as mãos. Ele baixa-se e fica alguns segundos a olhar para mim. Então segurando-me pelos braços pede-me gentilmente para me levantar do chão frio e para me sentar no sofá.

Faço-o e ele senta-se ao meu lado, colocando o braço sobre mim, puxando-me para ele e afagando-me o cabelo. Começa também a dar-me pequenos beijos na testa, enquanto pede para me acalmar. Feito isto, e enquanto eu ia soluçando entre lágrimas, ele começou a dizer-me palavras doces.

Quando por fim estava a conseguir controlar-me, ficando um pouco mais calma, ele coloca a mão debaixo do meu queixo puxando-me a cabeça para cima e pedindo-me para me acalmar.

- Tem calma... gostaste e depois? Não é o fim do mundo... Não o devíamos ter feito, eu sei... mas fizemo-lo e gostamos... e agora só nos resta aceitá-lo...

Com os olhos em lágrimas olhei para ele. Não consegui responder por causa do nó que sentia na minha garganta, então assenti com a cabeça. Nesse momento ele começa a aproximar os seus lábios dos meus. Queria reagir mas naquele momento "congelei".

Ele dá-me um primeiro beijo muito carinhoso, depois outro e outro até que "colou" os seus lábios aos meus. No início não tive qualquer reacção, então afastando os meus lábios dos dele peço-lhe calmamente e continuamente para parar, enquanto as minhas palavras eram cortadas pelos seus constantes beijos.

- Por favor... pára... por favor... não me faças isto... por favor... isto não está correcto...

Começa então a fazer-me um molhado linguado pelo meu pescoço. Ao sentir a sua língua quente e húmida a deslizar pela minha pele suave como seda, não evito soltar uns gemidos que contrariam os meus constantes pedidos para parar. As suas mãos juntam-se à sua língua. Com a esquerda acaricia-me o cabelo, com a outro, um dos meus peitos, fazendo com que o meu mamilo fique imediatamente erecto ao ser esfregado entre os seus dedos.

Inclina-se sobre o meu peito e leva-o à sua boca, começando a dar-lhe beijos. Depois agarra-me o mamilo com os lábios e púxa-o algumas vezes para depois começar a brincar com a língua, fazendo circulos à volta dele ou lambendo-o. Por fim, introduz-lo na boca para o chupar. Enquanto isto, ia acariciando-me ambos os seios com as mãos.

Eu limito-me a ficar de olhos fechados e a gemer de prazer. Sei que deveria opor-me e impedi-lo de continuar, mas naquele momento sou refém da minha lascividade. Então ele desce uma mão até ao interior das minhas coxas, começando a acariciar-me a rata já húmida. Se até esse momento ainda tinha uma voz a consciência a tentar convencer-me para parar com aquilo, ao sentir os seus dedos a acariciar-me o clitóris, apagaram essa voz por completo.

Coloco a minha mão sobre a sua como que pedindo para continuar. Encosto-me para trás e limito-me a gemer. Depois de me acariciar durante um bom bocado, ajoelha-se à minha frente, abre-me completamente as pernas, com os dedos afasta a cueca para o lado e começa de imediato a lamber-me a rata com sucessivas passagens de língua, tomando-lhe o gosto.

Por fim, cola literalmente a boca aos meus lábios vaginais para me lamber e chupar. Com os dedos de uma mão abre-me os lábios e com os dedos da outra enfiados na minha vagina, vai fazendo um vai e vem manual, fazendo-me contorcer de prazer até me levar à loucura.

Não sei durante quanto tempo é que ele me fez aquele delicioso sexo oral, mas foi o suficiente para me fazer gozar um intenso e louco orgasmo. A sensação de prazer foi tão forte e incontrolável que não me coibi de o exteriorizar dando vários gritos de plena satisfação com todo aquele deleite que me era proporcionado.

Aquelas constantes vagas de prazer sobrepunham-se umas às outras o que começou a tornar-se num prazer delicioso mas insuportável, pelo que, vendo que não conseguia aguentar mais, tentei afastar-me dele para poder recuperar o fôlego, mas ele  agarra-se ás minhas coxas com força impedindo-me de fugir e continua a chupar-me com vontade.

Peço-lhe para parar, imploro-lhe para me deixar descansar um pouco, mas ele ignora-me por completo. Eu contorço-me toda, movendo o meu tronco para a frente e atirando-o com violência para trás, enquanto puxo com força os meus cabelos, tal é o meu desespero.

Ainda comigo a gritar de prazer, ele por fim deixa-me. Ergue-se e fazendo-me deitar abre-me as pernas para me penetrar. Ao sentir a sua verga a invadir-me de rompante até fico sem ar. Começa com um vai e vem delicioso que me faz continuar a gemer de prazer. Mas então as suas estocadas começaram a ser tão rápidas e vigorosas que a fricção causada pela sua verga faz com que goze de imediato outro orgasmo.

Ao sentir a aproximação daquele novo climax levei instintivamente a mão até ao meu clitóris para o acariciar enquanto com a outra apalpava o meu seio. Ele, segurando-me pelos calcanhares, mantém as minhas pernas bem abertas enquanto vai olhando deliciado para a sua verga, qual broca perfuradora a fazer o seu serviço.

Então vendo-me gozar outra vez daquela forma, ele próprio diz que não aguenta mais e continuando a dar as estocadas, vem-se entre grunhidos de prazer. Depois de termos gozado, ele deita-se sobre mim, beijando-me enquanto vai fazendo um lento vai e vem aproveitando o vigor que ainda lhe restava.

- Quero que sejas minha - Diz-me ele ao ouvido.

- Gostava muito mas não posso... não podemos... isto está errado... não podemos fazer isto... eu sou...

Ele interrompe-me beijando-me novamente.

- Tu agora és minha! - E volta a beijar-me.

Então acordo. Lembro-me perfeitamente do sonho que acabei de ter. Ainda tenho o coração acelerado e a respiração ofegante. Ao tomar consciência que estou nua e não estou no meu quarto olho muito depressa para trás, confirmando o meu maior receio...

Muito lentamente, afasto-me do meu filho e levanto-me. Procuro a roupa, encontrando-as espalhadas pelo chão. Está toda rasgada pelo que não a posso vestir. Aflita tento pensar numa solução. Lembro-me que tenho roupa lavada na lavandaria. Saio do quarto em passo apressado e com extremo cuidado dirijo-me até lá, sempre com receio de poder ser apanhada pelo meu marido.

Enquanto me visto e vou pensando em tudo o que aconteceu e como deveria agir, um pensamento faz-me parar e gelar o sangue nas veias... estava tudo a acontecer tal como eu tinha sonhado. tento convencer-me que é apenas coincidência,

Começo a preparar o pequeno-almoço enquanto vou pensando como devo falar com o meu filho. Então chega o meu marido. Cumprimenta-me com um beijo na face e senta-se à mesa ligando a televisão para ver o noticiário. Então o nosso filho entra na cozinha, cumprimentando-nos. Olhamos um para o outro e ele desvia a olhar para o chão. Ele lembra-se. Ela sabe o que fez.

O pai ao terminar de comer levanta-se e despede-se de mim com outro beijo. Ficamos sozinhos na cozinha em silêncio. Quero falar com ele mas não sei como começar. Ele termina o seu pequeno-almoço e retira-se. Tenho que agir, encho-me de coragem, vou atrás dele apanhando-o na sala.

- Sabes o que é que fizeste esta noite?

Ele não responde e baixa a cabeça. Volto a insistir na pergunta, aproximando-me dele e exigindo uma resposta, mas não a obtenho. Perdendo a cabeça, dou-lhe algumas bofetadas mas ele não reage.

- Por que é que o fizeste? Porquê? - Pergunto repetidamente já a chorar.

Ele continua sem me responder, limitando-se a ficar de cabeça baixa. Eu vou-lhe dando algumas bofetadas para o fazer reagir, mas não lhe consigo fazer falar.

- O que vai ser de nós agora? O que é que eu vou fazer contigo?

Sempre que lhe fazia uma pergunta, dava-lhe uma bofetada ou empurrava-o, fazendo-o retroceder, até que ficou encurralado entre o sofá e a parede.

- Gostaste de violar a tua mãe? A tua própria mãe? Achas correcto o que fizeste? Responde-me...

Então teve uma primeira reacção, agarrando-me ambas as mãos pelos pulsos para me impedir de lhe bater. Ficamos durante alguns segundos a olhar um para o outro, olhos nos olhos, ambos na expectativa, sem sabermos o que fazer ou dizer. Como estava ainda muito alterada, provoquei-o.

- Quê? Quê? Que pensas que vais fazer? Vais-me bater? Vais abusar outra vez de mim?

A história estava a repetir-se...

 

 
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